As condições das estradas rurais de Macajuba voltaram a ser alvo de reclamações nesta semana. Motoristas e moradores que dependem diariamente das vias que ligam as regiões do Paó e da Cancela Preta afirmam que o tráfego no local continua sendo um grande desafio.
segunda-feira, 1 de junho de 2026 . 20:01
Moradores do Paó e Cancela Preta cobram melhorias em estradas ; Prefeitura de Macajuba garante início das obras
Proibição do PMMA abre exceção para pacientes com HIV; especialista explica o motivo
Para esclarecer os motivos da exceção e os impactos da medida, o portal LeoDias ouviu o cirurgião plástico Dr. Gustavo Merheb, que detalhou a relação entre a lipodistrofia associada ao HIV e o uso do PMMA
Anvisa mantém permissão de uso de PMMA (Foto: Reprodução/CFM)
A decisão do Conselho Federal de Medicina (CFM) de proibir o uso do polimetilmetacrilato (PMMA) por médicos em procedimentos estéticos e reparadores em todo o país trouxe uma exceção que gerou questionamentos. Apesar da restrição, a substância continuará autorizada para o tratamento da lipodistrofia em pacientes com HIV/aids, desde que o procedimento seja realizado em unidades de alta complexidade credenciadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Para esclarecer os motivos da exceção e os impactos da medida, o portal LeoDias ouviu o cirurgião plástico Dr. Gustavo Merheb, que detalhou a relação entre a lipodistrofia associada ao HIV e o uso do PMMA.
O que é a lipodistrofia associada ao HIV?
Segundo o especialista, a condição está relacionada às alterações na distribuição da gordura corporal observadas em pacientes que convivem com o vírus, especialmente aqueles submetidos a tratamentos mais antigos.
“A lipodistrofia associada ao HIV é uma síndrome caracterizada por alterações na distribuição da gordura corporal, tanto pela infecção em si quanto pelo tratamento com a terapia antirretroviral, geralmente associados a coquetéis antirretrovirais antigos. Desta forma, tratamentos antigos geram pacientes estigmatizados com doenças crônicas. Isto não é comum hoje em dia”, iniciou o especialista.
Essas alterações físicas podem ser bastante marcantes e afetar diretamente a qualidade de vida dos pacientes.
“Alterações físicas mais comuns: perda de gordura facial; perda de gordura dos membros e glúteos; aumento de gordura abdominal; aparecimento de giba. Esta alteração (perda) significativa da gordura facial gerava pacientes estigmatizados que não conseguiam ter direito à privacidade de seu diagnóstico”, explicou.
Por que o CFM manteve uma exceção para pacientes com HIV?
De acordo com o cirurgião plástico, a autorização foi mantida porque muitos pacientes afetados pela lipodistrofia carregam marcas permanentes da doença, o que justifica o caráter reparador do tratamento.
“Pelo fato de pacientes HIV positivos em terapia antirretroviral apresentarem estigmas da doença de forma indelével, permaneceu autorizado o uso do PMMA para este fim, em ambiente adequado (hospitalar) por profissionais médicos. É importante salientar que a autorização prévia para uso do PMMA era a mesma, fins reparadores e nunca cosméticos. O PMMA nunca teve seu uso amplo e irrestrito para fins estéticos autorizado neste país”, enfatizou.
No entanto, o médico pondera que os avanços terapêuticos reduziram significativamente os casos mais graves de lipodistrofia observados nas décadas passadas.
“Da forma como vejo, pacientes HIV positivos em uso de terapias antirretrovirais não possuem gordura corporal em quantidade suficiente para que seja feita sua colheita, tratamento e uso em volumes adequados no rosto. Pessoalmente discordo desta liberação para uso atual, visto que o boom do PMMA para fins reparadores em pacientes HIV positivos foi por volta dos anos 90/2000. Atualmente, a terapia instituída não produz mais esse tipo de face estigmatizada! Uma coisa é importante que seja colocada: o uso irregular do PMMA para fins cosméticos sempre usou como base a liberação para fins reparadores do HIV. Nunca uma fiscalização adequada foi feita! Sob pretexto de uso reparador, o PMMA foi utilizado amplamente para fins estéticos”, esclareceu.
Benefícios para os pacientes
O principal objetivo do tratamento é restaurar características faciais perdidas em decorrência da doença ou dos tratamentos utilizados no passado.
“A recuperação de um volume facial adequado e recuperação da autoestima e privacidade de seu diagnóstico”, explicou.
Questionado sobre as evidências e vantagens do produto nesses casos específicos, o especialista destacou que não existe uma solução perfeita para esse tipo de reconstrução.
“Da forma como vejo, não existe o preenchedor ideal. O ácido hialurônico, preenchedor de grande qualidade, além de muito caro, não é feito para utilização subcutânea ou intramuscular em grandes quantidades, é absorvível, sendo necessários quase retoques anuais. O PMMA seria uma saída de preço acessível e possível de ser feito em camadas mais profundas, além do fato de não ser absorvido, mantendo resultados duradouros. Seria ótimo se não fossem suas graves complicações, que podem aparecer em qualquer momento da vida. Em algum momento a Anvisa chegou à conclusão de que os riscos inerentes à sua aplicação valeriam a pena frente a seus resultados. Uma observação que é muito importante, a quantidade aplicada na face é muito menor do que a quantidade aplicada nos glúteos, por exemplo, diminuindo muito a chance de complicações.”
Por que o tratamento deve ser feito em hospitais credenciados pelo SUS?
A nova resolução determina que os procedimentos sejam realizados exclusivamente em unidades de alta complexidade credenciadas pelo SUS. Para o médico, a exigência é adequada diante do perfil dos pacientes.
“Por que é um procedimento realizado em pacientes imunodeprimidos. Esse tipo de cuidado é o que devemos esperar de uma política decente de saúde pública.”
Merheb também destacou quais medidas devem ser adotadas para aumentar a segurança do procedimento.
“Nada diferente do que precisamos adotar para qualquer tipo de tratamento invasivo em qualquer paciente, com objetivo estético ou reparador! Seleção criteriosa dos pacientes; avaliação clínica e infectológica prévia; uso de microcânulas e técnicas atraumáticas; aplicação em planos anatômicos específicos; utilização de pequenos volumes por sessão; sessões seriadas e progressivas; rastreabilidade do produto; acompanhamento prolongado; realização do procedimento por profissionais experientes. No final das contas, a boa prática médica deveria ser universal.”
Riscos menores e benefícios clínicos
Segundo o cirurgião plástico, tanto os benefícios clínicos quanto a menor quantidade utilizada ajudam a justificar a manutenção da autorização nesses casos.
“Os dois. Segundo a Anvisa, o benefício clínico justifica o tratamento e, quanto menos o volume utilizado, menos a chance de complicações! Estamos falando de alguns mililitros do produto numa face contra 200-300-400 ml por nádega!”
Existem alternativas ao PMMA?
Embora existam outros recursos disponíveis para o tratamento da lipodistrofia, o especialista destaca que eles costumam apresentar limitações.
“Estimuladores de colágeno como o ácido poliláctico, Sculptra, hidroxiapatita de cálcio, Radiesse, ácido hialurônico, enxerto de gordura autóloga; tratamentos caros, de resultados questionáveis e que precisam de aplicações anuais. Os resultados podem ser frustrantes.”
Por fim, Merheb afirma que os pacientes que realmente se enquadram na indicação prevista pela resolução estão se tornando cada vez mais raros.
“Pacientes que se encaixem nos parâmetros para o uso deste produto, para simplificar, são aqueles pacientes estigmatizados pela doença e pelo tratamento! Como disse no início, isto é cada vez mais incomum, fazendo-nos questionar a real necessidade de um produto tão problemático e que deixa muito a desejar nos quesitos qualidade e integração biológica”, finalizou.
Fonte: Portal Léo Dias
Secretaria de Obras atende pedido de morador e instala mata-burro no povoado de Malhada Nova
Equipe da Prefeitura realizou a intervenção após cobrança da comunidade veiculada no Deixa Comigo Macajuba, garantindo mais segurança e mobilidade na região.
Seleção Brasileira viaja aos EUA nesta segunda (1); saiba detalhes
Delegação deixa o Rio de Janeiro rumo a Nova Jersey, cidade que servirá como base da equipe durante a Copa do Mundo de 2026
Seleção Brasileira antes do amistoso contra o Panamá, no Maracanã • Divulgação/CBF
Um dia após a vitória sobre o Panamá, no Maracanã, a Seleção Brasileira viaja para Nova Jersey, nos Estados Unidos, cidade que servirá como base da delegação durante a Copa do Mundo de 2026.
Os jogadores se reapresentam às 16h (de Brasília) desta segunda-feira (1) no Hotel Hilton Barra, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Em seguida, o grupo seguirá para a sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) antes de decolar rumo aos EUA.
A saída para o Aeroporto Internacional Tom Jobim está prevista para as 20h, enquanto o voo para Nova Jersey tem embarque programado para as 22h.
Em território norte-americano, a delegação ficará hospedada no The Ridge Hotel, na região de Basking Ridge.
A escolha foi estratégica: o local está a cerca de 15 minutos do Columbia Park Training Facility, centro de treinamento que será utilizado pela Seleção durante o torneio, e a aproximadamente 30 minutos do MetLife Stadium, onde o Brasil fará a estreia contra o Marrocos, no dia 13 de junho.
Antes do primeiro compromisso no Mundial, porém, a equipe comandada por Carlo Ancelotti viajará para Cleveland, onde disputará o último amistoso preparatório contra o Egito, em 6 de junho.
A Seleção Brasileira integra o Grupo C da competição, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti.
Cronograma da Seleção Brasileira nesta segunda-feira (1):
16h — Reapresentação dos atletas no Hotel Hilton Barra
17h30 — Saída da delegação rumo à sede da CBF
18h — Chegada à sede da CBF
20h — Saída para o Aeroporto Internacional Tom Jobim
22h — Embarque para os Estados Unidos
Fonte: CNN Brasil
Devinho Novais confirma data do show em Macajuba
O "Boyzinho" incluiu a cidade em sua agenda oficial de 2026. Com a confirmação, o sábado de São João promete ser um dos mais movimentados da história do município.
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Com três propostas em jogo, Senado decidirá rumo do fim da escala 6x1
Além do texto aprovado pela Câmara na semana passada, senadores avaliam propostas da oposição e do PT, em disputa que pode alterar prazo e formato da transição. A definição sobre qual proposta ganhará maior tração depende também do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)
Plenário do Senado Federal • Foto: Andressa Anholete/Agência Senad
Com três propostas em jogo, o Senado já é o palco da próxima disputa sobre o fim da escala trabalhista 6x1. Após a aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) articulada pela esquerda na Câmara dos Deputados, que agora deverá ser analisada pelos senadores, líderes governistas e da oposição travam uma corrida para definir qual texto terá prioridade na tramitação e servirá de base para o avanço do tema na Casa.
Além da proposta governista aprovada pelos deputados, os senadores têm à disposição uma PEC alternativa apresentada pela oposição na semana passada e um texto mais antigo sobre o tema, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), tida como mais difícil de deslanchar.
A definição sobre qual proposta ganhará tração caberá ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), em articulação com os principais líderes partidários da Casa, nos próximos dias. A decisão deve influenciar não só o ritmo da análise, mas também o formato final da nova escala e jornada trabalhista a ser aprovada pelos senadores.
Até este domingo (31), a PEC aprovada pela Câmara na última quarta (27), ainda não havia sido encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A perspectiva é que ela ande no Senado, mas sem a mesma rapidez da Câmara.
Alcolumbre mantém uma relação mais distante há meses de Lula, que se agravou com a rejeição do Senado à indicação presidencial de Jorge Messias ao Supremo. No entanto, a vontade do governo é ensaiar uma reaproximação aos poucos. Um dos articuladores neste sentido tem sido o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE).
A proposta da oposição, por sua vez, foi apresentada oficialmente na quinta (28) e já foi despachada à comissão no mesmo dia. A outra PEC, de Paulo Paim, passou pela CCJ e aguarda deliberação do plenário desde dezembro do ano passado.
O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), afirmou à CNN que pretende priorizar a proposta aprovada pela Câmara, sob o argumento de que o texto foi amplamente debatido e recebeu apoio expressivo dos deputados. Ainda assim, ele disse considerar a PEC de Paulo Paim como a iniciativa pioneira sobre o tema e que, se possível, deveria ter a preferência.
Otto Alencar disse que já cobrou Alcolumbre para que paute essa PEC pronta para o plenário. No entanto, até o momento, o presidente do Senado não tem se comprometido com um calendário de análise nem dado declarações públicas sobre o assunto.
Nos bastidores, o Palácio do Planalto avalia que a ampla votação obtida na Câmara fortaleceu o governo e aumenta a pressão para que o Senado avance rapidamente com a proposta recém-saída da Câmara. A expectativa de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é concluir a tramitação ainda antes do recesso parlamentar de julho.
Da forma como veio da Câmara, o texto propõe a redução da jornada de 44 horas para 40 horas por semana, em até 14 meses após a promulgação da medida. O fim da escala 6x1 e os dois dias de descanso semanais para os trabalhadores passam a valer 60 dias depois que a PEC for aprovada nas duas Casas.
O Senado inclusive já aprovou a realização de uma sessão temática para discutir o assunto de forma mais ampla, mas ainda não há previsão de data.
A oposição, por sua vez, pretende usar sua PEC alternativa como instrumento de negociação. Parlamentares ligados ao setor produtivo defendem ampliar o período de transição para as novas regras e flexibilizar a definição das jornadas por meio de acordos entre empregados e empregadores, além da remuneração por hora trabalhada.
Também há a possibilidade de tentar fundir parte das propostas durante a tramitação, ampliando o espaço para mudanças no texto que veio da Câmara. Essa iniciativa contraria a vontade do governo de justamente reduzir o tempo de implementação da medida.
Além disso, essa estratégia ampliaria a margem de negociação dos opositores para aumentar o tempo da transição e atender a pedidos do empresariado.
Fonte: CNN Brasil
Governo de Goiás pagou R$ 200 milhões a grupo investigado por ligação com PCC
Empresas ligadas ao PCC eram fornecedoras de uma organização da área de saúde, contratada para gerir hospitais na gestão de Caiado em Goiás
Divulgação/Imed/27.set.2023
A gestão do ex-governador de Goiás e pré-candidato ao Planalto, Ronaldo Caiado (PSD), destinou ao menos R$ 209 milhões a empresas que são ou já foram controladas por um homem acusado de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Entre os anos de 2020 e 2025, o governo de Goiás pagou uma organização social da área de saúde que tinha como fornecedoras as empresas de Thiago Telles Batista de Souza, investigado por suspeita de atuar com o PCC.
Segundo a Polícia Civil de São Paulo (PC-SP), Thiago Telles é o “beneficiário final” de um esquema de lavagem de dinheiro do PCC abastecido por recursos provenientes do tráfico de drogas, jogos ilegais e golpes contra consumidores. Telles foi alvo de busca e apreensão em dezembro passado no âmbito da Operação Falso Mercúrio. A operação teve desdobramentos nesta quinta-feira (28/5), com a Falsa Las Vegas.
Apelidado de “Tom Cruise”, em referência ao ator do filme “Top Gun”, Thiago comprava grandes volumes de dinheiro em espécie com intermediários da facção criminosa em período coincidente com seus contratos públicos, segundo o inquérito e outros documentos levantados pela reportagem do Metrópoles. Dessa forma, os valores poderiam circular fora do alcance do Banco Central e do Coaf, órgão de inteligência financeira do governo.
Em Goiás, o dinheiro dos contratos públicos chegava às empresas de Thiago por meio da intermediação da organização social (OS) de saúde Instituto de Medicina e Estudos (Imed).
O governo de Goiás contrata o Imed, que, por sua vez, terceiriza a gestão dos hospitais para outras empresas. Entre 2019 e 2025, a organização recebeu R$ 1,4 bilhão do estado de Goiás, de acordo com registros do portal da Transparência de Goiás.
Em nota ao Metrópoles, Caiado disse que autoridades federais de controle deveriam ter informado a seu governo que fornecedores das OS contratas pelo estado tinham ligação com narcotraficantes.
Caiado e Caroline (Reprod/Instagram/Lidecampinas/13.ago.2024) Caiado e Caroline: presidenciável diz que Coaf deveria ter alertado Goiás
Procurada, a Secretaria de Saúde de Goiás disse à coluna que “a contratação de fornecedores pelas organizações sociais é de responsabilidade exclusiva da entidade gestora, não dependendo de autorização prévia da secretaria”. As empresas citadas em relatório da polícia negaram irregularidades (veja o que eles disseram aqui).
A seleção do Imed ocorreu por meio de chamamento público, modelo em que organizações sociais apresentam propostas e o governo escolhe a considerada mais adequada.
A organização social disse desconhecer as investigações policiais e afirmou que cada contratação que faz “obedece a processo de seleção pública, previsto em regulamento de compras aprovado pelos órgãos de controle”. “A relação do Imed com empresas fornecedoras de serviços médico-hospitalares, bem como com as pessoas mencionadas, sempre ocorreu estritamente no âmbito profissional.”
Com um discurso frequente de combate às facções criminosas, Caiado fez elogios públicos ao Imed em diferentes ocasiões e apareceu ao lado da advogada Maria Carolina Lazarini Dias — diretora jurídica do Imed e sócia do escritório de advocacia que assina contratos pelo instituto — em eventos oficiais e sociais.
“Agradeço a toda a minha equipe e, principalmente, à administração do Imed, que, como organização social, veio com o objetivo de mostrar que podíamos fazer bem e atender à população”, afirmou Caiado em maio de 2021, durante visita ao Hospital de Formosa (GO), a 80 km de Brasília (DF), administrado pela entidade. Presente no evento, Maria Carolina Lazarini disse que o governador tinha “visão de futuro”.
Com os recursos recebidos, o Imed contratou empresas para administrar oito hospitais e unidades de saúde em Goiás. Dessas, firmas vinculadas a Thiago ganharam R$ 209 milhões, mais de 10% do valor total recebido pelo Imed do governo de Goiás.
Os dados públicos mostram que o dinheiro não só abasteceu empresas do investigado por ligação com o PCC, como também uma firma em nome da advogada Maria Caroline Lazarini, diretora do Imed.
Fonte: Metrópoles
Vereador Sandrinho solicita à EMBASA a instalação de rede de água no Distrito de Nova Cruz, beneficiando 30 famílias
Ofício encaminhado à Embasa busca beneficiar cerca de 30 famílias que sofrem com a falta de água encanada na localidade conhecida como Rua Nova.
“Água é vida, e dignidade é um direito de todos! Reivindicar hoje é garantir um amanhã melhor para o nosso povo. Nosso compromisso é com o bem-estar da nossa gente e seguiremos firmes trabalhando por mais conquistas para Macajuba”, afirmou o parlamentar.
Motorista de caminhão envolvido em acidente com 16 mortos na Bahia está sob custódia em hospital; polícia aponta homicídio doloso
Ainda não há informações sobre a causa do acidente. Segundo a polícia, há indícios de que a colisão aconteceu depois que o caminhão invadiu a contramão.
O motorista do caminhão que bateu de frente com uma van no domingo (31), na BR-116, em um trecho de Santa Terezinha, na Bahia, está preso no Hospital de Santo Antônio de Jesus. Ele foi autuado por homicídio doloso na condução do veículo. Dezesseis pessoas que estavam no outro veículo morreram e quatro ficaram gravemente feridas.
Ainda não há informações sobre a causa do acidente. Segundo a polícia, há indícios de que a colisão aconteceu depois que o caminhão invadiu a contramão.
O motorista do caminhão foi socorrido e levado para o Hospital Municipal de Itatim e, posteriormente, transferido para o Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus, onde permanece custodiado.
As dezesseis pessoas que morreram eram da mesma família. Elas moravam em Salvador e retornavam à capital baiana após participarem de uma festa de aniversário na cidade de Amargosa, no interior do estado.
Segundo informações apuradas pela TV Bahia, as vítimas moravam no bairro de Fazenda Coutos, no subúrbio ferroviário de Salvador. Os nomes delas não foram divulgados.
Os sobreviventes estão internados. Uma deles precisou passar por cirurgia.
Sete corpos foram encaminhados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Santo Antônio de Jesus, enquanto outros nove foram levados para a unidade de Feira de Santana.
Por causa do acidente, o trecho da BR-116 ficou interditado nos dois sentidos por cerca de 12 horas. O tráfego foi totalmente liberado por volta das 4h desta segunda-feira (1º).
Colisão entre van e caminhão deixa mortos na BR-116, na Bahia — Foto: Blog do Valente
Após a tragédia, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), decretou luto oficial de três dias no estado.
"Recebi com tristeza a notícia do acidente ocorrido na BR-116. Estamos acompanhando a situação e prestando todo o apoio necessário às vítimas e suas famílias neste momento. Que Deus conforte o coração de todos", escreveu nas redes sociais.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão foi registrada por volta das 16h40, no km 506 da rodovia. A TV Subaé, afiliada da TV Bahia na região, apurou que o trecho onde ocorreu a batida é de pista simples.
Batida entre van e caminhão ocorreu em trecho de Santa Terezinha, na Bahia — Foto: Blog do Valente
Acidente entre van e caminhão provocou mais de 10 mortes — Foto: Blog do Valente
Fonte: G1 Globo
Em jogo movimentado, Cruzeiro e Fluminense empatam pelo Brasileirão
Equipes se enfrentaram neste domingo (31), no último jogo antes da parada para a Copa do Mundo, que ocorrerá até o dia 19 de julho
Lance de Cruzeiro x Fluminense no Brasileirão • Divulgação/Fluminense
No último jogo antes da parada para a Copa do Mundo, Cruzeiro e Fluminense empataram por 1 a 1, neste domingo (31), no Mineirão, em jogo válido pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Matheus Pereira marcou para o clube celeste, enquanto John Kennedy fez o gol do Tricolor carioca.
Com o resultado, o Cruzeiro passa a somar 24 pontos, ocupando a 11ª colocação da tabela de classificação. O Fluminense, por sua vez, se manteve na 3ª colocação, com 31 pontos.
Os gols
John Kennedy foi o autor do gol que abriu o placar, aos 42 minutos do primeiro tempo. Matheus Pereira empatou, cobrando falta, aos 30 minutos do segundo tempo.
JK abre o placar no Mineirão
Após chutão da zaga tricolor, Kaiki perdeu a disputa na bola aérea e a bola chegou para John Kennedy, que brigou e ganhou de Jonathan Jesus. O atacante ainda driblou Fabrício Bruno antes de finalizar com calma, com o pé esquerdo, aos 42 minutos do primeiro tempo.qQW 1 a 0 para o Flu no Mineirão.
Solidariedade: Rifa busca arrecadar fundos para tratamento de saúde da pequena Lunna
Com o objetivo de custear medicação à base de Canabidiol, família organiza sorteio de perfume; cada dezena custa apenas R$ 10,00.
- Valor: R$ 10,00 por número.
- Chave PIX: (73) 99941-0954
- Titular: Edilene (Mãe da Lunna)
- Contato para informações: (73) 99941-0954

















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