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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Assim como Tim Curry, outras duas estrelas de 'Esqueceram de Mim 2' morreram este ano; relembre

 

Fãs dos filmes apontaram a triste coincidência na web e se despediram dos astros: 'Parte da nossa infância foi embora'


Morreu, nesta terça-feira (25), aos 80 anos, o ator Tim Curry, conhecido por papéis em "The Rocky Horror Picture Show" e "Esqueceram de Mim 2". A notícia da morte foi divulgada nesta quarta-feira (26), pelo TMZ. Curry enfrentava problemas de saúde havia mais de uma década e se recuperava de um AVC, sofrido em 2012.



Catherine O'Hara, Tim Curry e Brenda Fricker: estrelas de 'Esqueceram de Mim 2' que morreram em 2026 — Foto: Reprodução/IMDb

Tim Curry em 'Esqueceram de Mim 2' — Foto: Reprodução/IMDb


Na internet, muitos fãs lamentaram a perda do ator, e apontaram uma triste coincidência: ele é o terceiro membro do elenco de "Esqueceram de Mim 2" a falecer em 2026.

A primeira foi Catherine O'Hara, comediante que interpretou Kate McCallister, a mãe de Kevin, nos primeiros filmes da franquia. A atriz canadense também ficou conhecida por papéis em "Bettlejuice: Os Fantasmas se Divertem" e na série "Schitt's Creek". Ela faleceu no dia 30 de janeiro, aos 71 anos.


Catherine O'Hara em "Esqueceram de Mim 2" — Foto: 20th Century Studios


Em 17 de julho, foi a vez de Brenda Fricker nos deixar, aos 81 anos. Conhecida como "a mulher dos pombos" em "Esqueceram de Mim 2", ela chegou a ganhar o Oscar por sua atuação no filme "Meu Pé Esquerdo", de 1989, sendo a primeira atriz irlandesa a conquistar o feito.


Brenda Fricker em 'Esqueceram de Mim 2' — Foto: 20th Century Fox


Em redes sociais como o X, antigo Twitter, muitos fãs lamentaram a despedida tripla e lembraram com carinho dos artistas. "Isso bate forte. Parte da nossa infância foi embora", disse um.

"Esses três foram tão importantes na minha vida e na minha infância, de verdade. E agora ver o Tim Curry morrer quebra meu coração. Não estava pronto para ver nenhum desses três irem embora agora", escreveu outro.

"Três rostos inesquecíveis de 'Esqueceram de Mim' se foram em um ano. Memórias de infância vão bater de forma diferente. Descansem em paz, lendas", publicou ainda mais um.


Fonte: Gshow

Assista ao vivo: Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Macajuba - 20/08/2026

 


Assista ao vivo agora 4ª Sessão Ordinária do Segundo Período da Câmara Municipal de Macajuba - 20/08/2026

Tragédia no Nepal e Tibete: vales em 'V' fizeram com que avalanche ganhasse ainda mais força, como em um funil

 




As causas desse desastre ainda estão sendo investigadas. O Centro Geológico dos EUA explicou que, na verdade, não teve terremoto. É que o deslizamento foi tão forte que os sensores registraram o impacto como se tivesse havido um tremor.


China e Nepal enfrentam a fúria da natureza. Uma avalanche de gelo, pedra e lama provocou uma enxurrada que varreu vilarejos na fronteira entre os dois países. O maior número de vítimas, por enquanto, é no Nepal: são 157 mortos. Na China, na região autônoma do Tibete, são três. Equipes de resgate tentam encontrar mais de 800 desaparecidos, incluindo centenas de turistas estrangeiros.

As pessoas correram o máximo que conseguiram, mas não deu tempo. A avalanche de lama engoliu tudo pelo caminho. Os prédios, ônibus e carros desapareceram embaixo da enxurrada, como uma nuvem, que cobriu vilarejos no Nepal e no Tibete, região autônoma da China.

Tragédia no Nepal e Tibete: vales em 'V' fizeram com que avalanche ganhasse ainda mais força, como em um funil — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução


O fato de serem vales no formato da letra "V" fez com que a avalanche ganhasse ainda mais força, como em um funil. Por isso, a intensidade da água na onda gigante que desceu pela montanha e levou as casas pelo caminho como se fossem de brinquedo.

Em outra cidadezinha, a água chegou com tanta força que levou a ponte junto. No ônibus, as crianças viram a avalanche avançar sobre o lugar onde vivem. De uma hora para outra, partes dos vilarejos deixaram de existir, levadas pela correnteza de lama. Elas desaguaram no Rio Trishuli. E no caminho do rio cheio de detritos, mais uma ponte foi junto.

Do chão, deu para ver a destruição no Nepal. Os resgatistas - com os pés segurados pela lama - começaram uma corrida contra o tempo para levar vítimas às ambulâncias e aos helicópteros.

Tragédia no Nepal e Tibete: vales em 'V' fizeram com que avalanche ganhasse ainda mais força, como em um funil — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução


As áreas afetadas ficam na fronteira entre o Nepal e o Tibete, no sudoeste da China. É em pleno Himalaia, a cordilheira mais alta da Terra, onde ficam o Monte Everest e outros dos picos mais altos do mundo.

As causas desse desastre ainda estão sendo investigadas. Em um primeiro momento, o governo do Nepal afirmou que um terremoto tinha provocado o deslizamento de uma geleira nas montanhas. Mas, depois, o Centro Geológico dos Estados Unidos explicou que, na verdade, não teve terremoto. É que o deslizamento foi tão forte que os sensores registraram o impacto como um tremor.

O gelo desceu arrastando pedras e rochas. E é provável que o deslizamento também tenha liberado muita água represada lá no alto das montanhas. Essa primeira enxurrada teria bloqueado o Rio Trishuli. A água foi se acumulando, aumentando a pressão, até romper o bloqueio e descer com ainda mais violência, destruindo tudo pelo caminho.

Tragédia no Nepal e Tibete: vales em 'V' fizeram com que avalanche ganhasse ainda mais força, como em um funil — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução


Toda essa região está na temporada das monções, quando chove bem mais. O que pode ter aumentado o volume de água nas montanhas e no rio - e contribuído para a dimensão da tragédia.

O aquecimento global também aumenta o risco dos deslizamentos e inundações. Para os cientistas, esse é mais um exemplo de desastre causado pelas mudanças climáticas. Uma pesquisa de março mostrou que a velocidade do derretimento do gelo no Himalaia dobrou desde o ano 2000. É uma ameaça direta à população que vive nos vales dessa região montanhosa.

O Jornal Nacional conversou com um brasileiro que mora em Catmandu, a capital do Nepal, desde 2008.

“Nós estamos em uma época de chuva e essa época aqui, ela é aconselhada pelo governo a não ficar viajando se não for necessário. Há muito deslizamento. Aqui acontece muito isso por ser um país montanhoso, de muitas montanhas. Foi em uma região que essa lama, a gente pode dizer como foi em Brumadinho, veio através do rio, um dos rios principais aqui do Nepal. Eu acho que o trauma, a gente, pela imagem que a gente vê, já fica chocado. Imagina quem estava lá, viu, e sem poder fazer nada”, diz o empresário Vinicius Moreira.

Tragédia no Nepal e Tibete — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução


Buscas

Direto para Nova York, o correspondente Felippe Coaglio tem novas informações sobre as buscas por sobreviventes.

"São quase 5h no Nepal, e as equipes de resgate estão virando a madrugada. A polícia afirmou que 466 estrangeiros estão entre os desaparecidos. O maior grupo é de indianos. Muitos participavam de uma peregrinação sagrada do hinduísmo na região onde aconteceu o desastre. Também estão desaparecidos cidadãos dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Reino Unido. Até agora, não há relatos de brasileiros. O Departamento de Estado americano afirmou que está pronto para enviar assistência humanitária para o Nepal e um satélite da União Europeia está mapeando as áreas afetadas para dar suporte aos socorristas. A ONU já enviou equipes de emergência e suprimentos para as comunidades mais afetadas. No Tibete, são 265 desaparecidos. O acesso a essas áreas já é difícil porque se trata de regiões montanhosas. Mas, agora, ficou ainda pior, porque pontes e estradas foram destruídas", conta Felippe Coaglio.


Fonte: G1 Globo/ Jornal Nacional 



Moradores do Distrito de Nova Cruz sofrem com falta de água e cobram solução urgente da Embasa

 Moradores da Rua 7 de Setembro e de outras localidades do Distrito de Nova Cruz, em Macajuba, enfrentam uma grave crise no abastecimento de água. 


A interrupção constante do serviço, que é essencial, tem obrigado a comunidade a arcar com custos extras para comprar água potável para tarefas básicas do dia a dia.







A população relata que o problema é antigo e que diversas reclamações já foram registradas formalmente, mas nenhuma solução definitiva foi adotada até o momento. De acordo com os residentes, a cobrança pelas tarifas continua chegando regularmente, apesar da ausência do produto nas torneiras.
A situação gerou indignação geral, resultando em pedidos de fiscalização por parte dos órgãos competentes para que a Empresa de Baiana de Saneamento Básicos (Embasa) seja cobrada e normalize o fornecimento.
Na manhã desta quinta-feira (27), prepostos da Embasa estiveram no local para averiguar as queixas. A comunidade aguarda que a visita resulte em providências concretas e imediatas, já que o acesso à água é um direito básico e essencial.
Deixa Comigo Macajuba 15 anos O Jornal do Povo Macajubense

Cão de morador de Nova Cruz apresentou reação após vacina e Secretaria de Saúde de Macajuba acompanha o caso

 Um caso recente chamou a atenção dos moradores do Distrito de Nova Cruz, em Macajuba. O cidadão Val, residente na Rua 2 de Julho, levou a público através do Jornal Deixa Comigo Macajuba que um de seus cachorros apresentou reação adversa após ser vacinado. Diante da repercussão, a Secretária de Saúde do município, Renildes Santana, informou oficialmente que a pasta tomou conhecimento do fato e acompanhou o caso de perto para garantir a assistência necessária.


O episódio acendeu um alerta entre os tutores de pets da região, levantando a dúvida: afinal de contas, o que é a “reação de vacina em cachorros”?
Sabe quando você vai vacinar o seu amigão e ele fica com aquela carinha de triste depois da aplicação? Então, é isso… A “reação” é aquele incômodo natural que fica depois da vacina.
Por que as reações acontecem?
As vacinas são feitas de vírus ou bactérias inativas que estimulam o sistema imunológico a produzir anticorpos para combater as doenças. Com os cães acontece o mesmo processo. Ao aplicar as vacinas, o organismo pode desencadear as mais diversas reações, como a superprodução de anticorpos, o que pode deixar o seu amiguinho com aparência de cansado e mais quietinho.
Por que eles ficam com dores?
Pois é, imagine que a vacina fura a pele do seu amigo e é aplicada de forma subcutânea (debaixo da pele). O líquido da vacina é injetado num lugar onde antes não havia nada. Por isso, ali vai ficar um calombinho que será absorvido pouco a pouco pelo corpo. Além do mais, ao furar a pele do animal, a região naturalmente fica dolorida.
Eu devo me preocupar com as reações?
De forma geral, não. Porém, caso o seu amigo apresente alguma alteração persistente por mais de 24 horas após a aplicação, como:
  • Coceira intensa
  • Edema (inchaço) na face e no pescoço
  • Agitação ou salivação excessiva
  • Vômitos ou tremores
Leve-o ao veterinário imediatamente, pois estes podem ser sinais de uma reação vacinal mais séria. A vacinação continua sendo a forma mais segura de proteger os animais de doenças graves, e o acompanhamento profissional garante que qualquer imprevisto seja resolvido rapidamente.
Deixa Comigo Macajuba 15 anos O Blog do Povo Macajubense

Thalita Tavares, ex-apresentadora do Globo Esporte TO, morre aos 46 anos

 



Comunicadora atuou na TV Anhanguera e na rádio CBN Tocantins. Ela morreu na madrugada desta quarta-feira (26), em Santa Catarina, onde morava com a família.


A jornalista Thalita Tavares Caturelli Passoni, ex-apresentadora do Globo Esporte Tocantins, morreu na madrugada desta quarta-feira (26), em Santa Catarina, onde morava com a família. Aos 46 anos, Thalita lutava contra um câncer. Ela deixa um filho de 10 anos.

Natural de Ribeirão Preto (SP), Thalita chegou a Palmas em abril de 2007 e iniciou a carreira no esporte cobrindo campeonatos amadores e categorias de base regionais. Ao longo da trajetória no estado, cobriu diversas modalidades, com destaque para as decisões do futebol tocantinense.

Com uma presença marcante no esporte, Thalita assumiu a edição e a apresentação do Globo Esporte na TV Anhanguera, além de atuar como comentarista esportiva na rádio CBN Tocantins. Ela costumava destacar que acreditava no poder transformador do esporte na vida das pessoas.

Conhecida carinhosamente entre os colegas de redação pelo apelido de “Japinha”, Thalita deixou sua marca na história da cobertura esportiva do estado, onde viveu e trabalhou por seis anos.

Jornalista teve carreira marcada pela atuação na cobertura esportiva e apresentou o programa no estado — Foto: Reprodução/Tv Anhanguera

Em 2013, Thalita encerrou seu ciclo na emissora tocantinense e se mudou para Maceió, em Alagoas.

Além da carreira no jornalismo, Thalita foi uma das idealizadoras e fundadoras do Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo, criado e batizado em homenagem ao filho. Em nota de pesar divulgada nesta quarta-feira (26), a instituição lamentou a perda e destacou a força e a leveza com que a comunicadora enfrentou a doença no último ano.

“Quem conviveu com ela sabe da força que ela era. Uma mulher de energia rara, que não passava despercebida em lugar nenhum, e que foi exemplo nos mais diferentes sentidos. No último ano, encarou um câncer do mesmo jeito que encarava tudo na vida: com bom humor e com uma leveza que impressionava todo mundo em volta”, diz o comunicado.

Segundo o centro, a pedido de Thalita, não haverá velório. Até o momento, não há informações sobre o sepultamento.

Lula reúne Motta e Alcolumbre para negociar fim da "Taxa das Blusinhas"

 



De olho nas eleições, Lula recebe para almoço os presidentes da Câmara e do Senado para costurar a aprovação da MP que acaba com a cobrança sobre compras on-line


A pauta do Congresso passou a ser destravada desde que Lula e Alcolumbre se reaproximaram - (crédito: Redes sociais)


Um acordo para a possível aprovação da Medida Provisória que retira a chamada "Taxa das Blusinhas" deve ser o tema de um almoço entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os chefes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). A convocação de um encontro entre os três foi anunciado pelo petista no último domingo e na semana passada, durante agenda com Hugo Motta, no Rio Grande do Norte.

Assinada pelo governo em maio deste ano, a MP que põe fim ao imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 tem de ser aprovada pelo Legislativo para continuar em vigor, já que perderá a validade em 9 de setembro. 

A ala política do governo enxerga na transformação em lei da MP do fim da taxa das blusinhas como um dos principais ativos políticos do governo Lula para as eleições de outubro. Quanto à reunião de hoje entre Lula, Motta e Alcolumbre, o ministro Guilherme Boulos avaliou com otimismo a busca pelo consenso na tramitação e possível aprovação da MP.

"Vai ser aprovada em tempo hábil e sem precisar ultrapassar o prazo, porque ela caducaria, então teria que, eventualmente, ter uma outra estratégia para poder mantê-la", afirmou Boulos, em conversa com jornalistas no Senado.

Além de buscar a consolidação da MP do fim da taxa das blusinhas, o almoço entre Lula, Motta e Alcolumbre deve repercutir outros temas considerados prioritários para o Planalto no Congresso, como as Propostas de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, além da que prevê o fim da jornada de trabalho 6x1.

As duas matérias, em comum, já estão na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) do Senado e serão relatadas por parlamentares aliados do petista: senador Omar Aziz (PSD-AM), na PEC da 6x1, e o senador Rogério Carvalho (PT-SE), da Segurança.

Em seu perfil nas redes sociais, ontem, Lula disse ter certeza de que Alcolumbre colocará a matéria em votação. "Nós mandamos o projeto para o fim da escala 6x1, que já foi aprovado na Câmara, porque o presidente [da Casa,] Hugo Motta colocou para votar. Eu tenho certeza que o presidente Alcolumbre também vai votar a escala 6x1", disse.

"O fim da escala 6x1 é um benefício para milhões de homens e mulheres que estão cansados de ser escravos e querem descansar um pouco mais", completou o presidente.

Interlocutores de Lula avaliam que há "grandes chances" de a proposta que prevê o fim da escala 6x1 chegar ao plenário do Senado durante a semana de esforço concentrado, prevista para ocorrer entre 31 de agosto e 4 de setembro. 

Omar Aziz afirmou ao Correio que pretende fazer poucos ajustes no texto aprovado pela Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Léo Prates (Republicanos-BA). Segundo o senador, eventuais mudanças não devem atingir o mérito da proposta, mas apenas contemplar "apontamentos gerais".

A sinalização do relator reduz a possibilidade de que a tramitação seja prolongada por alterações substanciais no texto. Caso a matéria avance sem mudanças relevantes, a expectativa de aliados do presidente é que a proposta possa ser submetida à votação ainda no início de setembro.

A movimentação ocorre paralelamente à aproximação entre Lula e Alcolumbre. Nos últimos dias, os dois ampliaram as conversas e protagonizaram acenos públicos, além de participarem de jantares. A relação entre os chefes do Executivo e do Legislativo é considerada estratégica para a construção de uma agenda comum no Congresso.

A eventual reunião ocorre em um momento de articulação política no Congresso e pode servir para que os três discutam pautas que deverão ganhar espaço na agenda legislativa nas próximas semanas. Entre elas está a proposta que busca alterar a jornada de trabalho e pôr fim à escala 6x1, uma das bandeiras defendidas pelo governo e por setores do movimento sindical.


Fonte: Correio Braziliense 

Zap Cidadão em ação: novas demandas são solucionadas em Macajuba

 




O Zap Cidadão continua contribuindo para aproximar a população dos serviços da Prefeitura de Macajuba. Por meio do canal, os moradores podem informar problemas e necessidades identificadas em diferentes pontos da cidade.

Entre as demandas atendidas recentemente está a recuperação de um buraco no Loteamento Parque Verde. O problema foi informado e o serviço necessário foi realizado, melhorando as condições do local.

Outra solicitação atendida foi na Travessa 02 de Julho, onde moradores informaram sobre a presença de mato. A demanda foi encaminhada e o serviço de limpeza foi realizado.


Ajude a Prefeitura de Macajuba a solucionar os problemas

Viu um problema em sua rua, bairro ou em algum espaço público? Envie para o Zap Cidadão, informando o problema e, sempre que possível, encaminhando foto e localização para facilitar a identificação.

Após o envio, é necessário aguardar o atendimento da demanda. As solicitações são encaminhadas aos setores responsáveis e atendidas conforme o tipo de serviço, disponibilidade das equipes e programação das demandas.


📲 Zap Cidadão: (74) 9941-0768

Você informa, a Prefeitura trabalha para solucionar. Ajude a cuidar de Macajuba!





ASCOM - Prefeitura de Macajuba

Quem é Kelly Fazendeira, a 'Diva do Pantanal' envolvida em confusão em Barretos

 


Influenciadora viveu quase toda a vida em Mato Grosso do Sul e começou a produzir conteúdo na pandemia, quando morava em uma fazenda. Ela estava em trailer depredado durante confusão na Festa do Peão.


A influenciadora Kelly Fazendeira, que se apresenta nas redes sociais como “Diva do Pantanal”, estava dentro do trailer depredado durante uma confusão entre influenciadores no camping da Festa do Peão de Barretos (SP), nesta quarta-feira (26).

Companheira do influenciador Miguel Mendes, um dos envolvidos na briga, Kelly viveu quase toda a vida em Mato Grosso do Sul e começou a produzir conteúdo ainda adolescente, quando morava com a família em uma fazenda.

Hoje, ela tem mais de 300 mil seguidores no Instagram e cerca de 180 mil no TikTok, onde soma 7 milhões de curtidas. O conteúdo mistura caminhonetes, rotina no campo, viagens, família e relacionamento.


Começou cedo

Kelly começou a produzir conteúdo durante a pandemia, aos 17 anos. Em declarações antigas, contou que ainda vivia em uma fazenda com a família e que, por ser menor de idade e morar na área rural, tinha poucas oportunidades de trabalho. Foi quando decidiu investir no interesse por internet e fotografia.


Kelly Fazendeira compartilha nas redes sociais conteúdos sobre rotina, universo rural, caminhonetes, viagens e família — Foto: Reprodução/Redes sociais


Em 2022, aos 18 anos, ela morava em Brasilândia (MS), estudava Publicidade e Propaganda em Três Lagoas (MS) e já tinha 104 mil seguidores no Instagram.

A relação com o campo também passou para as redes. Kelly já contou que viveu entre fazenda e cidade e que boa parte do público que a acompanhava era ligada ao agro.

Com o tempo, o perfil passou a reunir também outros aspectos da rotina. Além de caminhonetes e conteúdos ligados ao meio rural, ela compartilha viagens, momentos em família e a vida com o namorado.

Em um vídeo publicado no TikTok, ao explicar uma mudança de endereço aos seguidores, Kelly falou sobre a relação com Mato Grosso do Sul.

“Eu morei quase a minha vida toda no MS, aí eu me mudei para Santa Catarina para morar junto com meu namorado, só que não me adaptei.”

Ela contou que ficou cerca de dez meses em Santa Catarina. Depois, o casal decidiu se mudar para Londrina (PR), onde passou a morar.


Kelly Fazendeira e o namorado, Miguel Mendes, em publicação nas redes sociais; casal se envolveu em confusão no camping da Festa do Peão de Barretos — Foto: Reprodução/Redes sociais


Confusão em Barretos

Kelly estava com Miguel no camping da Festa do Peão quando ocorreu a confusão. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ela afirmou que várias caminhonetes chegaram ao local e que o namorado a colocou dentro do trailer.

“O Miguel pegou e tacou eu dentro do trailer, né? Que vai saber Deus o que eles ia fazer comigo também. E eles começaram a quebrar tudo e gritar. [...] O segurança tentou apaziguar, mas não teve jeito. Eles acabaram com o trailer.”

Segundo César Rincon, Miguel teria chegado embriagado, desrespeitado funcionários e quase atropelado uma mulher ao deixar o local dirigindo uma caminhonete. Miguel nega as acusações.

Rincon admitiu nas redes sociais ter agredido Miguel com um cinto. A equipe dele também reconheceu que integrantes do grupo foram responsáveis pelos danos ao trailer e informou que Rincon vai pagar pelos prejuízos.

Kelly afirmou ainda que havia crianças em trailers próximos e criticou a segurança do evento.

“Será que você tá realmente segura aqui na festa, né? A maior festa da América Latina, você e sua família tá segura aqui dentro?”

A Polícia Militar e a organização da Festa do Peão de Barretos foram procuradas pelo g1 Ribeirão Preto e Franca para comentar o caso.


Fonte: G1 Globo 



Aumentar os passos diários é tão eficaz quanto treino aeróbico no controle da asma

 



Ensaio clínico realizado na USP demonstrou que as duas abordagens não farmacológicas melhoram a qualidade de vida e aliviam sintomas respiratórios e de ansiedade a médio prazo


Pesquisador ressalta que tanto o treinamento como a intervenção comportamental são um complemento da medicação: "Não podemos jamais parar de fazer uso do tratamento que o médico prescreve", diz David Halen Araújo Pinheiro, da USP (imagem: Shutterstock)



Frances Jones | Agência FAPESP— Para pessoas que sofrem com asma moderada a grave, aumentar o número de passos diários pode ser tão eficaz para o controle da doença quanto suar a camisa em sessões estruturadas de treinamento aeróbico. É o que revela um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e publicado na revista Pulmonology. A pesquisa demonstrou que as duas abordagens melhoram a qualidade de vida, aliviam sintomas de ansiedade e depressão e mantêm a asma sob controle a médio prazo, oferecendo aos médicos e pacientes alternativas mais flexíveis eu acessíveis de tratamento não farmacológico.

O artigo é fruto do doutorado do fisioterapeuta David Halen Araújo Pinheiro, desenvolvido na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) em colaboração com a Unidade de Doenças de Vias Aéreas da Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (HC) da FM-USP. O grupo recebeu apoio da FAPESP (projetos 21/03745-3, 24/00263-6, 21/04198-6 e 18/17788-3) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

“Em um estudo anterior, vimos que, se um paciente caminha 7.500 passos por dia, ele já tem um melhor controle clínico da asma”, afirma Pinheiro, atualmente pós-doutorando do Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC-FM-USP, com bolsa da FAPESP.

De 480 pacientes convidados a fazer parte do novo estudo, 52 ingressaram no programa após triagem. As intervenções duraram dois meses e uma reavaliação foi feita quatro meses depois. Para participar da pesquisa, os voluntários com diagnóstico de asma moderada a grave não controlada deveriam estar até então inativos (praticando menos de 150 minutos de atividade física moderada a vigorosa por semana), recebendo tratamento médico por ao menos seis meses, clinicamente estáveis (sem exacerbação nos últimos 30 dias) e não ser fumantes.

Antes de iniciar o programa, os participantes assistiram a uma aula educacional presencial, com tópicos como fisiopatologia da asma, uso correto da medicação e benefícios da prática de atividade física. Por sorteio, os voluntários foram divididos em dois grupos. Um deles passou a frequentar duas vezes por semana o HC para um treinamento aeróbio em esteira ergométrica com orientação profissional por 45 minutos. O segundo grupo frequentou o HC uma vez por semana, para sessões de até 90 minutos, a fim de receber orientações, aconselhamentos e incentivos para aumento da prática de atividade física, com caminhadas e estabelecimento de metas semanais. Os membros desse grupo receberam no período um relógio inteligente (smartwatch) para a contagem dos passos. Ambas as intervenções duraram oito semanas.

Os parâmetros de atividade física, controle clínico da asma, qualidade de vida e sintomas de depressão e ansiedade foram medidos em três momentos: antes do início da pesquisa (basal), logo após concluídas as oito semanas de intervenção (pós-intervenção) e quatro meses depois (follow-up). Nas três etapas de avaliação, que duraram sete dias e sete noites, os voluntários usaram um acelerômetro na cintura durante o dia, para medir os passos, e outro no punho à noite, para verificar a qualidade do sono. Os profissionais que fizeram as avaliações não estavam diretamente envolvidos no estudo e não sabiam em qual dos grupos o paciente estava.


Baixa qualidade de vida

As pessoas com asma que integraram a pesquisa tinham entre 18 e 65 anos. A maioria era de mulheres com sobrepeso ou obesidade grau 1 e apresentava sintomas de ansiedade e depressão, além de baixa qualidade de vida, escrevem os autores do artigo. Os voluntários dos dois grupos tiveram menos sintomas respiratórios e mantiveram o benefício quatro meses após o término.

“Ambas as intervenções são benéficas para o paciente e proporcionam um melhor controle clínico da doença. E, em nosso resultado, nenhuma das estratégias se sobressaiu à outra”, ressalta Pinheiro. “Entretanto, o treinamento aeróbio requer um aparato maior e precisa ser supervisionado. Já com uma simples caminhada, ao aumentar o número diário de passos, o paciente tende também a controlar a doença e obter outros benefícios, como, por exemplo, a melhora da qualidade de vida e a redução dos sintomas de ansiedade e depressão.”

Após concluídos os dois meses de uma intervenção ou de outra, os pesquisadores ficavam quatro meses sem entrar em contato com os pacientes e só então os chamavam para follow-up. “Fizemos isso para não influenciar e deixar que seguissem a vida cotidiana”, conta o pesquisador. “Depois dos quatro meses, muitos pacientes do grupo do treinamento aeróbio contaram que entraram na academia para fazer esteira e os pacientes do grupo da intervenção comportamental mantiveram a caminhada no dia a dia”, diz.

Nem todos, porém. A variação climática (de tempo frio para o quente ou vice-versa) foi apontada como o principal motivo para a descontinuidade das atividades.

“Observamos que, no grupo de treinamento aeróbio, o número de passos aumentou em comparação com o momento basal e decaiu no follow-up. O mesmo ocorreu no grupo de intervenção comportamental, embora nos dois casos os números tenham ficado acima do registrado antes da intervenção.”

No grupo de treinamento aeróbio, no pós-intervenção houve um aumento em média de 1.537 passos por dia, em relação ao momento inicial. No follow-up desse grupo, o aumento foi menor: ficou em 983 passos. Já no grupo da intervenção comportamental, o número de passos diários logo após os dois meses de programa teve aumento de 1.126. Quatro meses depois, o número foi para 996.

“Isso foi uma curiosidade que notamos. Depois de quatro meses, o número de passos registrados pelo grupo da intervenção comportamental foi um pouco maior do que o do treinamento aeróbio.”

Pinheiro ressalta, no entanto, que em seu protocolo o paciente deve fazer uso contínuo da medicação, como preconizado pela organização internacional Iniciativa Global para a Asma (Gina). “Tanto o treinamento aeróbio como a intervenção são um complemento da medicação. Não podemos jamais parar de fazer uso do tratamento que o médico prescreve”, afirma o pesquisador.


Fonte: Agência FAPESP

Beber leite antes de dormir faz mal? Nutricionista explica

 

Copo de leite servido para consumo. Foto: Reprodução


Beber leite pouco antes de dormir pode provocar mais desconforto digestivo em algumas pessoas do que consumi-lo durante o dia. Inchaço, gases, indigestão e refluxo podem surgir especialmente quando a bebida é ingerida depois de um jantar farto e seguida pelo hábito de se deitar.

A nutricionista Patricia Yárnoz Esquiroz, da Clínica Universidad de Navarra, explica que a digestão tende a ficar mais lenta à noite. Além disso, ao deitar, o corpo perde o efeito da gravidade que ajuda a manter o conteúdo gástrico no estômago, o que facilita o refluxo para o esôfago. Azia, gosto ácido na boca, tosse e irritação na garganta estão entre os possíveis sintomas.

A quantidade de leite também pode influenciar quem tem intolerância à lactose, condição associada a gases, dor abdominal, náuseas e diarreia. A especialista recomenda reduzir a porção, evitar leite imediatamente antes de dormir e separar a última refeição do horário de sono por duas a três horas em casos de refluxo. Sintomas frequentes, intensos ou acompanhados de perda de peso, vômitos, sangue nas fezes ou dificuldade para engolir exigem avaliação médica.


Fonte: Diario do Centro do Mundo 



Secretaria da Saúde promove capacitação em insulinoterapia para profissionais das UBS de Macajuba

 



A Prefeitura de Macajuba, por meio da Secretaria Municipal da Saúde e da Diretoria de Assistência Farmacêutica, promoveu capacitações em insulinoterapia destinadas aos atendentes de farmácia e profissionais médicos que atuam nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município.

Os encontros tiveram como principal objetivo preparar e atualizar as equipes para a transição da insulina NPH para a insulina Glargina, fortalecendo os conhecimentos necessários para garantir uma orientação adequada aos pacientes durante esse processo.

A capacitação também contribui para que os profissionais estejam ainda mais preparados para realizar um atendimento seguro, qualificado e humanizado, esclarecendo dúvidas e acompanhando as necessidades dos usuários que fazem uso de insulina.

A iniciativa integra as ações de educação permanente desenvolvidas pela Secretaria Municipal da Saúde e reforça o trabalho de fortalecimento da Assistência Farmacêutica no município.

Com profissionais cada vez mais capacitados e atualizados, a gestão municipal busca aprimorar continuamente os serviços oferecidos à população e garantir mais qualidade e segurança na assistência à saúde.






ASCOM - Prefeitura de Macajuba

Pílula contra câncer de pâncreas que fez médicos chorarem é aprovada nos EUA

 



Daraxonrasib quase dobrou a sobrevida de pacientes com câncer de pâncreas metastático em estudo de fase 3 apresentado em junho. Medicamento foi liberado pela FDA mais de seis meses antes do prazo previsto.


A pílula contra o câncer de pâncreas que fez médicos chorarem e levantou a plateia no maior congresso de oncologia do mundo foi aprovada nesta quarta-feira (26) nos Estados Unidos.

A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora americana, autorizou o uso do daraxonrasib, vendido no país com o nome comercial Rasonque, para determinados pacientes adultos com câncer de pâncreas metastático.

Em junho, o g1 mostrou que os resultados do medicamento haviam provocado uma rara ovação durante a sessão plenária da American Society of Clinical Oncology (ASCO), em Chicago.

Na ocasião, médicos se levantaram para aplaudir os dados de um estudo de fase 3 com 500 pacientes. O tratamento praticamente dobrou a sobrevida mediana em comparação com a quimioterapia.

Agora, menos de três meses depois daquela apresentação, o remédio deixou de ser apenas experimental nos Estados Unidos.


➡️ A aprovação vale para adultos com adenocarcinoma de pâncreas metastático que já receberam pelo menos um tratamento sistêmico anterior ou que não podem receber uma combinação de diferentes medicamentos sistêmicos.

Segundo a FDA, a autorização ocorreu cerca de seis meses e meio antes da data prevista para a conclusão da análise regulatória.

“A aprovação de hoje oferece uma nova opção fundamental para pacientes diante de um câncer extraordinariamente difícil e historicamente complicado de tratar”, afirmou Kyle Diamantas, comissário interino da FDA.


Por que essa pílula chamou tanta atenção?

O daraxonrasib é tomado uma vez por dia e age sobre diferentes formas da proteína RAS, que participa do crescimento dos tumores e está alterada na grande maioria dos casos de adenocarcinoma de pâncreas.

Durante décadas, bloquear essa proteína foi considerado um dos grandes desafios da oncologia.

Foi justamente o resultado obtido contra esse alvo que chamou a atenção durante a ASCO.

O estudo RASolute 302 seguiu o padrão mais rigoroso da medicina: um ensaio clínico randomizado de fase 3. Quinhentos pacientes foram divididos por sorteio em dois grupos — nem os médicos nem os pacientes escolheram quem receberia o quê. Um grupo tomou o comprimido; o outro seguiu com a quimioterapia convencional.

Esse formato existe para eliminar vieses e garantir que qualquer diferença nos resultados seja atribuível ao tratamento, não ao acaso. É o tipo de evidência que a medicina exige antes de mudar um protocolo global. Os resultados foram considerados finais — não há análise pendente, não há dado faltando.


Os números:

•No grupo de pacientes com a mutação RAS G12 — a mais comum no câncer de pâncreas —, a sobrevida mediana foi de 13,2 meses com o comprimido contra 6,6 meses com a quimioterapia. Sobrevida mediana significa que metade dos pacientes viveu mais do que isso —e metade, menos.

O risco de morte caiu 60%.

•O tempo até a doença voltar a avançar também dobrou: 7,3 meses contra 3,5 meses com a quimioterapia.

•Os resultados foram praticamente idênticos quando se analisou o grupo total de pacientes, incluindo aqueles sem mutação RAS identificada.

•E mais de 31% dos pacientes que tomaram o comprimido tiveram redução mensurável do tumor —contra 11,2% no grupo de quimioterapia.

Um dado, particularmente, chamou atenção dos pesquisadores: apenas 1,2% dos pacientes que usaram daraxonrasib precisaram interromper o tratamento por efeitos colaterais. No grupo de quimioterapia, essa taxa foi de 11,2%.


Daraxonrasib é um antineoplásico oral — Foto: Adobestock


A conclusão dos pesquisadores, publicada no Journal of Clinical Oncology, foi direta: o daraxonrasib deve se tornar o novo padrão de tratamento para pacientes com câncer de pâncreas metastático em segunda linha.


‘O aplauso em pé foi merecido’

Stephen Stefani, oncologista da Americas Health Foundation, estava presente na sessão plenária em Chicago. Ao g1, ele explica a comoção:

"Raramente celebramos um medicamento com esse perfil: baixa toxicidade, impacto real em sobrevida e um mecanismo inédito para essa doença", diz ele. "Eram mais de 500 pacientes com câncer de pâncreas avançado, já sem resposta à quimioterapia, avaliados no desenho mais rigoroso da pesquisa clínica —e com sobrevida dobrada em relação ao padrão anterior. O aplauso em pé foi merecido."


Stefani destaca o peso estatístico dos resultados:

"Os 13 meses são uma mediana — há pacientes que viveram muito além disso. Mais de 30% tiveram redução objetiva da doença, com duração suficiente para ampliar a sobrevida de forma significativa. E o perfil de toxicidade é manejável, o que, numa doença dessa gravidade, não é um detalhe menor."


Para ele, o resultado ultrapassa o dado clínico.

"O resultado confirma que estamos avançando numa direção que por muito tempo pareceu fechada —a de oferecer sobrevida real a pacientes para os quais, até agora, pouco havia a fazer."


Por que é tão difícil tratar

Para quem não acompanhou a história desde o começo, vale entender o tamanho do obstáculo que o daraxonrasib superou.

O câncer de pâncreas mata de um jeito particular. Não avisa. Não dá sintomas no começo. Quando é diagnosticado, cerca de 80% dos casos já estão em estágio avançado ou metastático — espalhado para outros órgãos, fora do alcance de cirurgia.

Nos Estados Unidos, aproximadamente 60 mil pessoas recebem o diagnóstico por ano; 50 mil morrem. No Brasil, são 13 mil novos diagnósticos anuais; cerca de 12 mil morrem. A sobrevida em cinco anos, para a forma metastática, é de cerca de 3%. Uma das mais baixas entre todos os cânceres.

A resistência da doença ao tratamento está, em grande parte, numa proteína chamada RAS —um interruptor celular que, quando mutado, trava na posição "ligado" e não para de ordenar às células que cresçam e invadam. Isso acontece em mais de 90% dos tumores pancreáticos.

Durante décadas, pesquisadores tentaram bloquear o RAS. E falharam. A molécula não oferece uma superfície clara onde uma droga possa se fixar — como uma fechadura cujo miolo foi polido até perder os relevos. A chave entra, mas não encontra onde se firmar. O RAS ficou conhecido na literatura médica como undruggable (intratável).

O daraxonrasib conseguiu chegar lá, e não apenas numa variante da mutação, mas em várias ao mesmo tempo. Para os pacientes do estudo, todos metastáticos e sem mais opções após a quimioterapia, isso fez uma diferença de 6,5 meses a mais de vida, em mediana.



Fonte:G1 Globo 

Veja o que é #FATO e o que é #FAKE na entrevista de Renan Santos à Globo

 





Candidato à Presidência da República pelo Missão foi entrevistado, nesta quarta-feira (26), pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli.


Renan Santos (Missão) com Renata Vasconcellos e César Tralli nos Estúdios Globo. — Foto: Globo/ Manoella Mello


O candidato à Presidência da República pelo Missão, Renan Santos, foi entrevistado nesta quarta-feira (26) pela Globo.

Conduzida pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli diretamente dos Estúdios Globo, no Rio, a entrevista faz parte de uma série realizada com presidenciáveis. É a primeira vez que as sabatinas com postulantes ao Palácio do Planalto são exibidas após o "Jornal Nacional", e não durante o telejornal.

A emissora convidou os seis mais bem colocados na pesquisa de intenção de voto divulgada pela Quaest em 14 de agosto. A ordem das entrevistas foi definida por sorteio, com a presença de representantes dos partidos.


A programação é a seguinte:


•24 de agosto (segunda-feira) - Romeu Zema (Novo) – leia a checagem

•25 de agosto (terça-feira) - Ronaldo Caiado (PSD) – leia a checagem

•26 de agosto (quarta-feira) - Renan Santos (Missão)

•27 de agosto (quinta-feira) - Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

•28 de agosto (sexta-feira) - Flávio Bolsonaro (PL)

•29 de agosto (sábado) - Augusto Cury (Avante)

A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações de Renan Santos. Leia:


"Os Estados Unidos não dispõem nem das terras raras no seu território, nem da extração, nem do processamento."

Selo Fake (Horizontal) — Foto: g1


A declaração é #FAKE. Veja por quê:


Segundo fontes oficiais do governo americano e a Agência Internacional de Energia, os Estados Unidos têm reservas de terras raras e fazem extração e processamento. Terras raras são um grupo de 17 elementos químicos essenciais para a produção de produtos como smartphones, TVs, câmeras digitais e LEDs. Mesmo usados em pequenas quantidades, são insubstituíveis.

O relatório "Sumário de commodities minerais" divulgado em maio pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) e disponível para consulta no site oficial do órgão, indica que o território americano tem 1,9 milhão de toneladas de óxidos de terras raras.

Com relação à extração, há destaque para a MP Materials, empresa local que explora terras raras na mina e refinaria Mountain Pass, na Califórnia. Dados enviados em junho de 2026 pela MP Materials à Securities and Exchange Commission (SEC, na sigla em inglês), órgão que atua na regulação do mercado de capitais dos Estados Unidos, mostram que a empresa produziu 50.692 toneladas de óxidos de terras raras em 2025, além de 2.599 toneladas de óxido de neodímio, com separação de terras raras pesadas em implantação. A empresa opera ainda a fábrica de ímãs Independence, em Fort Worth (Texas), e fechou em julho de 2025 um acordo com o Pentágono com preço mínimo garantido por dez anos.

Por fim, a Agência Internacional de Energia lista os Estados Unidos como um dos principais motores da diversificação do refino fora do território chinês, que detém quase o monopólio desse mercado. Segundo o documento "Perspectivas globais para minerais críticos de 2026", publicado em maio, a produção refinada americana (liderada por projetos como o da MP Materials em Mountain Pass) atingiu 5 mil toneladas em 2025 (em termos de terras raras magnéticas contidas). Projeta-se, ainda alcance 9 mil toneladas em 2030 e 11 mil toneladas em 2040.

"Quem é o país que dispõe das segundas maiores reservas globais de terras raras? É justamente o Brasil."

 — Foto: g1


A declaração é #FATO. Veja por quê:


O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) compila dados globais sobre reservas das chamadas terras raras.

O mais recente boletim do órgão, divulgado em fevereiro, aponta que o Brasil tem uma reserva de 11 milhões de toneladas destes elementos (a segunda maior do mundo). O volume só é superado por China (44 milhões de toneladas) e supera as cifras de Austrália (6,3 milhões), Rússia (3,8 milhões) e Vietnã(3,5 milhões).

O uso mais importante dessas substâncias conhecidas como "terras raras" está na fabricação de ímãs permanentes. Potentes e duráveis, eles mantêm suas propriedades magnéticas por décadas. Graças a isso, é possível produzir peças menores e mais leves, algo essencial por exemplo, para tecnologias, turbinas eólicas e veículos elétricos.

Esses elementos também são fundamentais para a indústria de defesa. Estão presentes em aviões de caça, submarinos e equipamentos com telêmetro a laser. Justamente por essa relevância estratégica, o valor comercial é elevado.

"Se os Estados Unidos da América, que são a nação hoje mais poderosa do mundo, não fizeram a lição de casa, deixaram a China ficar com todo o processamento de terras raras do mundo neste instante [...]."

— Foto: g1


#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê:


Como mostra o relatório "Perspectivas globais para minerais críticos de 2026", publicado em 21 de maio pela Agência Internacional de Energia, a China não controla todo o processamento de terras raras do mundo – mas o país é, de longe, dominante no segmento, com: 85% de todo o refino desses elementos, segundo dados de 2025.

A agência projeta também que essa participação chinesa caia para 73% até 2035. Em um segundo cenário, em que todos os projetos anunciados internacionalmente entrem em operação nos próximos dez anos, o percentual da China poderia cair para 70%.

"Dentre as principais nações do mundo [...], que têm muito território, muita população e grande economia, e [se] a gente blocar União Europeia, Rússia, Índia, Estados Unidos, China e Brasil, essas são as maiores nações. A única que não dispõe de armas nucleares é o Brasil."

Selo Fato (Horizontal) — Foto: g1


A declaração é #FATO. Veja por quê:


Entre os países e o bloco citados por Renan Santos, o Brasil é o único que realmente não tem armas nucleares. A Constituição brasileira determina que atividades nucleares em território nacional devem ter fins pacíficos e exigem aprovação do Congresso Nacional.

Segundo um levantamento de janeiro de 2025 do Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (Sipri), apenas nove nações dispõem desses artefatos (veja infográfico a seguir).

A Rússia tem o maior arsenal, com 5.459 ogivas nucleares, e é seguida pelos Estados Unidos, com 5.177. Juntos, eles representam 90% do estoque mundial.

Na sequência, vêm China (600), França (290) – o único membro da União Europeia com armas nucleares – , Reino Unido (225), Índia (180), Paquistão (170), Israel (90) e Coreia do Norte (50).


Infográfico mostra os 9 países com ogivas nucleares no mundo e o tamanho do arsenal de cada um. — Foto: Kayan Albertin/Arte g1


"O PIB do Brasil está próximo de R$ 12 trilhões, [e] a dívida, próximo dos R$ 10 trilhões."


— Foto: g1


A declaração é #FATO. Veja por quê:


O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2025 foi de R$ 12,7 trilhões, como divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 3 de março deste ano.

Também em 2025, a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) fechou o mês de dezembro em R$ 10,017 trilhões, conforme dados divulgados mensalmente pelo Banco Central do Brasil.

As cifras mais atualizadas do Banco Central, referentes ao mês de junho deste ano, indicam uma DBGG de R$ R$ 10,809 trilhões.


"Hoje quase 40 milhões de brasileiros vivem direta ou indiretamente sob a influência do crime organizado."


Selo Não é Bem Assim (Horizontal) — Foto: g1


#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê:


Não foram encontradas estatísticas recentes mencionando 40 milhões de brasileiros sob influência do crime organizado. Pesquisa contratada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública junto ao Datafolha, publicada em maio deste ano, estima que 68 milhões de brasileiros percebem a presença de grupos criminosos envolvidos com o tráfico de drogas ou milícias no seu bairro de moradia, o equivalente a 41% da população. Destes, quase metade classifica essa atuação como "visível" ou "muito visível". No entanto, 12% dos entrevistados disseram ter sido compelidos a contratar serviços oferecidos pelos criminosos.

A diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, afirmou em entrevista ao jornal "O Globo" que isso pode ser interpretado como uma "notícia positiva" do levantamento, em termos de incidência, pois essa "nova camada, ainda mais cruel de exploração da população nesses territórios, ainda parece restrita a algumas localidades".

Em junho de 2025, o mesmo Datafolha publicou estudo também encomendado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em que afirmou que ao menos 28,5 milhões de pessoas convivem com o crime organizado no bairro onde vivem.

Já o estudo "Governança criminal na América Latina: prevalência e correlações", realizado pela universidade britânica Cambridge e publicado em agosto de 2025, estimou que entre 50,6 milhões e 61,6 milhões de pessoas vivem em locais com regras impostas por facções criminosas.

"[...] especialmente para crimes violentos cometidos com armas, que é basicamente a maior parte dos crimes que assolam a vida dos brasileiros."

Selo Fato (Horizontal) — Foto: g1


A declaração é #FATO. Veja por quê:


O termo "crimes violentos cometidos com armas" não existe formalmente em nenhum dos dois principais estudos sobre segurança pública e violência no Brasil: o Atlas da Violência e o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. No entanto, uma análise em versões recentes desses documentos, divulgados anualmente pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), indicam prevalência do uso de armas de fogo na maior parte das chamadas "mortes violentas intencionais (MVI)", que compreendem homicídio doloso, feminicídio, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes decorrentes de intervenções policiais em serviço e fora.

Segundo o Atlas da Violência 2026, divulgado em maio, dos 42.590 homicídios oficialmente registrados pelo Ministério da Saúde em 2024, 70,1% foram por armas de fogo, isto é, 29.870.

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 informa que armas de fogo foram utilizadas em 63,6% das mortes violentas intencionais de mulheres registradas em 2025. Quando feito o recorte especificamente para feminicídio, as armas brancas (como facas e canivetes) são os principais instrumentos utilizados, representando 50,8% dos casos no ano passado, contra 22,5% das armas de fogo.

O anuário lista também dados sobre mortes de policiais civis e militares, nas quais armas de fogo correspondem a 88,3% dos instrumentos utilizados, contra 6,8% referentes às armas brancas e 4,9% de outros meios.

No Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2025, com informações referentes a 2024, as MVI aparecem com especificações sobre os instrumentos usados para os crimes. O levantamento mostra que, das 44.127 mortes violentas intencionais, 73,8% tiveram uso de arma de fogo.

"Dentre as metas de desempenho [...], estão rankings ligados à segurança: diminuição do número de violência contra a mulher (estão na casa dos 250 mil todos os anos, isso só os casos reportados) [...]"


Selo Fato (Horizontal) — Foto: g1


A declaração é #FATO. Veja por quê:


Em sua fala, o candidato não citou um tipo específico de violência contra mulher. No entanto, de acordo com a 20ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em 2026, o total de registros de violência doméstica contra a mulher foi de 286.270 (2,6% a mais que no ano anterior). Em 2024, haviam sido 277.916 casos.

Esse número referente a 2024 foi, inclusive, atualizado na edição mais recente do levantamento. Na versão anterior, a cifra originalmente divulgada era de 257.659.

Participaram da checagem: Camila Zarur, Camilla Alcântara, Carolina Callegari, Gustavo Petró, Jorge Fofano, Marcelo Parreira, Mel Trench, Roney Domingos e Vinícius Cassela.


Fonte: G1 Globo 



Açaí Nova Cruz

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