sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Como evitar explosões de caixas eletrônicos‏



(Imagem de explosão a banco)
Quase que diariamente, assistimos nos noticiários, sobre explosões de caixas eletrônicos. Junto com esta ação de bandidos, outros problemas acompanham isso. Geralmente estas ações são em cidades pequenas, sem indústrias e sem uma economia aquecida. Portanto, a economia local fica estagnada quando um incidente deste ocorre além da sensação de medo que a população passa, onde até uma simples falta de energia apavora a todos. O problema é que quando explodem os caixas eletrônicos, as agências também ficam destruídas e durante este processo para reformar a agência, a população fica desamparada já que na grande maioria das vezes é o único caixa eletrônico da cidade, onde são realizados saques e pagamentos de benefícios e programas do Governo Federal.
Ai eu te pergunto: o que fazer para resolver esta situação que hoje é realidade em nosso país? Colocar escolta na frente de cada agência seria além de muito caro, inviável. Deixar de colocar dinheiro nos caixas? Seria um transtorno em enormes proporções, já que as cidades ficariam economicamente “mais pobres”. Se houvesse uma política preventiva, não seria mais eficaz?
Estive observando recentemente que, a maioria das explosões dos caixas eletrônicos ocorre em cidades com menos de 30 mil habitantes, e os caixas mais explodidos são de bancos privados, se um bandido desses for desprovido de inteligência e explodir um caixa eletrônico de um banco estatal, quem investiga a ação é a Policia Federal e não mais a policial civil daquela localidade, ou seja, a chapa esquenta. Além disso, são cidades onde geralmente tem apenas  uma viatura, ou as vezes nenhuma.  Eu te pergunto: canso de ver que ao redor das agências, são colocadas correntes, fechando as ruas, impedindo o direito de ir e vir dos cidadãos, achando eles acorrentar os bancos estaria protegendo. Mas geralmente depois das 15 horas, as correntes são retiradas, e a noite os caixas são explodidos.
Mas, vem cá. Se houvesse uma segurança preventiva não seria melhor? Para monitorar uma cidade pequena não é caro, comparado ao prejuízo que os comerciantes locais levam, quando as agências ficam inoperantes. Colocar sistema de câmeras nas entradas e saídas da cidade seria um “trocado” em relação aos transtornos que as pequenas cidades sofrem, já que muitas vezes as agências passam até seis meses sem funcionar.  Isso faz com que as pessoas se desloquem para as cidades vizinhas para sacar dinheiro e aproveitar para fazer as suas compras por lá mesmo. Portanto caberia para os comerciantes e os bancos se juntarem para monitorar as cidades. Até a Prefeitura poderia entrar no embalo e ajudar, pois um bom prefeito sabe o quando é ruim para seu município quando o dinheiro deixa de circular.
Seria melhor prevenir, não é mesmo? Que bastasse entrar um carro suspeito na cidade e uma abordagem simples fosse realizada, impediria uma ação futura por parte dos bandidos.
Em uma pesquisa recente realizada por mim, utilizando os dados da FEBRABAN, das cidades monitoradas, o índice de assaltos e explosões são de apenas 6%, portanto minhas colocações possuem um pouco de respaldo, não é,?
Verificação de documentos do veículo, motorista e integrantes do veículo e um registro anotado com estes dados, com toda certeza se os abordados forem bandidos, irão desistir da ação, pois sabem que foram vistos, e o melhor, foram notados como estranhos na cidade alheia. Eu como um bom cidadão não ficaria incomodado em ser abordado ao entrar em uma cidade. Mas também, tem que saber abordar, não é?

Ficam aqui as minhas palavras que poderão ser bem aproveitadas por alguns e ignorada por outros.
Portanto, diante de tantas observações, criei um projeto de segurança que poderia ser eficaz em pelo menos 90% das cidades, ao qual evitaria explosões e assaltos a banco, uma profissão bastante rentável e fácil para os bandidos.

Esse artigo é um Editorial escrito Por Marcos Marinho | www.marcosmarinho.com












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