segunda-feira, 2 de abril de 2018

Nesta segunda-feira(02) completou 3 anos do assassinato de Fernão, julgamento acontece na próxima sexta-feira(06) e Blog Deixa Comigo Macajuba(DCM) está montando esquema para fazer a cobertura.

Nesta segunda-feira, 02 de abril de 2018, completou 3 anos do assassinato do então prefeito de Macajuba, Fernão.

De acordo com a publicação do diário oficial da justiça está marcado para o dia 06 de abril de 2018, as 8:00 horas da manhã na cidade de Ipirá Bahia, o júri (julgamento) de Flavio Albergaria De Oliveira, acusado do assassinato do então prefeito de Macajuba Fernão Dias de Ramalho Sampaio, que aconteceu no dia 02 de abril de 2015 em praça pública.

Na segunda-feira, 19 de março de 2018, Iniciados os trabalhos, conferidos os cartões com os nomes dos jurados, passou-se ao sorteio respectivo, sendo sortidos.

O Blog Deixa Comigo Macajuba estará montando um esquema para fazer a cobertura.



(Foto: Internet)

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 Filomena Tend Tudo, breve em Nova Cruz

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BRASIL É DESTAQUE NO DIA MUNDIAL DO AUTISMO




Não foi à toa que a ONU (Organização das Nações Unidas) decretou todo 2 de abril como sendo o Dia Mundial de Conscientização do Autismo (World Autism Awareness Day), desde 2008. Este é o quarto ano do evento mundial, que pede mais atenção ao transtorno do espectro autista (nome oficial do autismo), que é mais comum em crianças que AIDS, câncer e diabetes juntos.

O autismo é uma síndrome complexa e muito mais comum do que se pensa.

Atualmente, o número mais aceito no mundo é a estatística do CDC (Center of Deseases Control and Prevention), órgão do governo dos Estados Unidos: uma criança com autismo para cada 110. Estima-se que esse número possa chegar a 2 milhões de autistas no país, segundo o psiquiatra Marcos Tomanik Mercadante citou em audiência pública no Senado Federal no fim de 2010, onde discute-se uma lei exclusiva para o autismo, liderada pelo senador Paulo Paim (PT-RS). Mercadante é um dos autores da primeira (e por enquanto única) estatística brasileira, num programa piloto por amostragem na cidade de Atibaia (SP), que registrou naquela amostragem incidência de uma para cada 333 crianças -- publicada no final de fevereiro último. No mundo, segundo a ONU, acredita-se ter mais de 70 milhões de pessoas com autismo, afetando a maneira como esses indivíduos se comunicam e interagem. A incidência em meninos é maior, tendo uma relação de quatro meninos para uma menina com autismo.


No Brasil, é preciso alertar, sobretudo, as autoridades e governantes para a criação de políticas de saúde pública para o tratamento e diagnóstico do autismo, além de apoiar e subsidiar pesquisas na área. Somente o diagnóstico precoce, e conseqüentemente iniciar uma intervenção precoce, pode oferecer mais qualidade de vida às pessoas com autismo, para a seguir iniciarmos estatísticas na área e termos idéia da dimensão dessa realidade no Brasil. E mudá-la.


Vários níveis no espectro


O autismo faz parte de um grupo de desordens do cérebro chamado de transtorno invasivo do desenvolvimento (TID) – também conhecido como transtorno global do desenvolvimento (TGD). Para muitos, o autismo remete à imagem dos casos mais graves, mas há vários níveis dentro do espectro autista. Nos limites dessa variação, há desde casos com sérios comprometimentos do cérebro além de raros casos com diversas habilidades mentais, como a Síndrome de Asperger (um tipo leve de autismo) – atribuído inclusive a aos gênios Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Mozart e Einstein. Mas é preciso desfazer o mito de que todo autista tem um “superpoder”. Os casos de genialidade são raríssimos.




A medicina e a ciência de um modo geral sabem muito pouco sobre o autismo, descrito pela primeira vez em 1943 e somente 1993 incluído na Classificação Internacional de Doenças (CID 10) da Organização Mundial da Saúde como um transtorno invasivo do desenvolvimento.Muitas pesquisas ao redor do mundo tentam descobrir causas, intervenções mais eficazes e a tão esperada cura.


Atualmente diversos tratamentos podem tornar a qualidade de vida da pessoa com autismo sensivelmente melhor. E vale destacar que o neurocientista brasileiro Alysson Muotri conseguiu um primeiro passo para uma possibilidade futura de cura, em seu trabalho na Califórnia (EUA). Ele curou um neurônio autista em laboratório e trabalha no progresso de sua técnica na Universidade de San Diego.


Tão importante quanto descobrir a cura, é permitir que os autistas de hoje sejam incluídos na sociedade e tenham mais qualidade de vida e respeito.


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 Filomena Tend Tudo, breve em Nova Cruz

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Promoção dos 7 anos do Blog: 56 pessoas acertaram quem foi o primeiro anunciante do Deixa Comigo Macajuba(DCM), confira quem foi ganhador dos R$ 25,00



O Blog Deixa Comigo Macajuba(DCM), completou 7 anos nesta segunda-feira, 02 de abril de 2018 a lançou uma promoção para os nossos internautas.

A brincadeira foi a seguinte: Quem foi o primeiro anunciante do Blog Deixa Comigo Macajuba(DCM)

Os internautas tiveram duas opções:

A Super Mercado Pamponet

B Mercadinho do Vovó





Quem falou Mercadinho do Vovó acertou, pois Vovó, foi o primeiro comerciante de Macajuba a acreditar no nosso Blog, em seguida o Sindicato dos Trabalhadores Rurais, foi o segundo anunciante, ambos não estão anunciando no momento.

Já o Super Mercado Pamponet, está com um anuncio no no top do Blog, mas Edinho só passou a anunciar quando O Blog já estava no auge.

O sorteio feito no grupo do Blog Deixa Comigo Macajuba(DCM) de WhatsAPP e a sortuda foi

Ganhadora:

Numero sorteado no grupo:

Obrigado! A todos que participaram de nossa brincadeira e obrigado! Pelas homenagens ao Blog.



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 Filomena Tend Tudo, breve em Nova Cruz

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Promoter Carolina Oliveira natural de Baixa Grande parabeniza O Blog Deixa Comigo Macajuba(DCM)


(Foto retirada do vídeo)



A moça que é um poço de simpatia, reconhece o trabalho do Blog Deixa Comigo Macajuba(DCM) e passou a seguir nosso trabalho desde que foi agraciada com um de nossos serviços de utilidade publica.



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 Filomena Tend Tudo, breve em Nova Cruz

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Bonde do Forró pode ser uma das atrações do São João 2018 de Macajuba


Enquanto a Prefeitura de Macajuba não lança a Grade Oficial das atrações do São João 2018, os blogs Deixa Comigo Macajuba(DCM) e Macajuba vão tentando descobrir aos poucos.

 Max Ribeiro entrou  em contato com o empresário da Banda "Bonde do Forró", o mesmo disse que talvez seria possível que a atração esteja no São João de Macajuba, segundo o empresário, foi passado para a Prefeitura o orçamento do valor da Banda, mas ainda não tinham fechado contrato.

 Se atração for mesmo confirmada, será ótima para Macajuba.
Veja o clipe abaixo:



Fonte: Macajuba Acontece

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 Filomena Tend Tudo, breve em Nova Cruz

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Unha Pintada é uma das atrações do Aniversário da cidade de Macajuba


Ainda não saiu a grade oficial do São João 2018 de Macajuba, mas o aniversário da cidade promete, uma das atrações já foi divulgada para nossa reportagem, segundo prepostos da Prefeitura Municipal, o aniversário de 112 anos de Emancipação Política terá o show da Banda Unha Pintada, que vem se destacando na Bahia e no Brasil.

Veja abaixo o Clipe da atração. "Mala"  
           

Fonte: Macajuba Acontece

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Gigante de cristal: mulher com ‘ossos de vidro’ se forma psicóloga e abre consultório

Com 51 anos e 92 cm de altura, Glady Silva já teve mais de cem fraturas pelo corpo, superou limitações e quer lançar autobiografia

No dia 19 de agosto de 1966, médicos da maternidade Tsylla Balbino, na Baixa de Quintas, acreditavam estar realizando uma cesariana como outra qualquer. Estavam enganados. 
- Será que a bebê está morta?

A mãe apenas pensou em fazer a pergunta. Intuiu algum problema. A equipe médica percebeu a ansiedade e tentou lhe acalmar:
- Calma! A bebê não está morta!
Mas, o que havia de errado? Porque não a deixavam ver sua filha? Depois de cinco noites no hospital, não se conteve. Na madrugada, invadiu o berçário e encontrou a menina. Deu um grito! Naquele berço de hospital, estava Glady Maria da Silva, hoje com 51 anos. Além de algumas más formações, tinha parte do corpo imobilizado. Bem na hora do nascimento, havia sofrido as duas primeiras fraturas entre as mais de uma centena que teria na vida.
Glady nasceu com Osteogênese imperfeita, popularmente conhecida por doença dos ossos de vidro. Sua principal característica é a fragilidade dos ossos, que se quebram com enorme facilidade. Os exames de ultrassom da época não apontavam qualquer imperfeição no feto. Até que, às 10h40 de uma quinta-feira, Glady veio ao mundo. Um susto para a equipe médica e para a família. O que seguiria dali para frente seria uma vida de limitações, desafios e dores, muitas dores.  
Formatura foi momento mais emocionante da vida de Glady
Foto: Acervo Pessoal

Corta para a noite de 24 de janeiro de 2013. Carregada pelo irmão, Glady é convocada pela reitora da Faculdade Social da Bahia (FSBA). Naquele evento, receberia o diploma do curso de Psicologia. Como pode? A mulher que sequer conseguia se locomover, que tem escolioses graves, ossos curvados, deformidades na coluna cervical e na caixa torácica, estava habilitada a aconselhar os outros sobre seus problemas.
Glady é uma gigante de cristal. De cristal inquebrável, como em Unbreakable, filme estrelado por Bruce Willis e Samuel L. Jackson. Este último vive um personagem portador da mesma doença de Glady. Já Willis, é o seu oposto: com superpoderes, se tornou inquebrável ou, em inglês, unbreakable. Glady, pode-se dizer, é a mistura de ambos. Nasceu frágil, mas, dia a dia parece ter ganhado superpoderes. Tanto que, desde a formatura, sonhava em abrir o seu próprio consultório. Pós graduou-se na área cognitiva comportamental.
Desde janeiro deste ano, enquanto realiza a sua segunda pós (em teoria da Gestalt), tem uma sala de atendimento que, por enquanto, utiliza apenas no sábado. No momento, tem quatro pacientes fixos, além dos que visita em domicílio. “Já consigo pagar a sala e o Uber que me transporta todos os dias”, explica. “Só de chegar aqui e olhar para Glady minha depressão vai embora na hora. Ultimamente, vinha sentindo uma tristeza estranha. Com esse trabalho de Glady melhorei muito”, disse Maria de Lourdes Barbosa, 51 anos, uma das pacientes.   
“A gente tem que saber trabalhar com a realidade da gente. ‘A realidade que eu tenho é essa! O que eu vou fazer com ela?’. A gente precisa aprender a ressignificar a realidade para que ela seja menos dolorosa”, ensina Glady.
Ela fala não sobre si mesma e sua realidade, mas sobre as limitações dos seus pacientes. “Uma paciente minha está com um grau de depressão que não quer nem sair do quarto. Tem gente que não consegue segurar os problemas da vida”.
Livro 
Difícil é a vida segurar Glady. Nossa pequena gigante não tem limites. Nos últimos anos, escreveu uma autobriografia. A história de sua vida, desde aquele nascimento dramático, está prontinha para ser publicada. Busca apoio de editoras e patrocínio para poder divulgar sua trajetória de superação. Um dos momentos mais emocionantes do livro, claro, é o dia de sua formatura. 
Em 2007, sem que a família soubesse, Glady fez vestibular para Psicologia. “Eu disse a minha mãe que ia na casa de uma amiga e na verdade fui fazer a prova”, lembra. Belo dia, uma amiga que trabalhava na instituição de ensino ligou. A própria mãe de Glady atendeu. “Dona Maria, Glady passou no vestibular!”. “Que vestibular?”, respondeu, surpresa, Maria Anunciação da Silva, hoje com 81 anos.  
Diferente do que algumas pessoas possam imaginar, Glady nunca teve posses. Moradora de Itacaranha, no Subúrbio Ferroviário, custeou as três primeiras parcelas da Faculdade sozinha e depois conseguiu bolsa total. Se virou para pagar as mensalidades dando banca de matemática, português, ciências e história. “Eu dava banca nos outros dois turnos”. Lutou para não perder aulas no período da faculdade, que fica longe, em Ondina. “Ia de ônibus. Na saída, quase 23h, pegava o último buzu”.  

Aniversário: Glady enfrentou bullying e fraturas, mas sempre desfrutou da vida 
Foto: Acervo Pessoal

Infância
Desde que se entende por gente, Glady vê pessoas apontar o dedo para ela ou cochichar baixinho sobre sua condição. Sempre aconteceu e acontece até hoje. Muitas vezes, evitam o contato. “O povo parece que tá vendo algo de outro planeta. Dão risada, apontam”. Mas, isso também foi superado.
“Hoje não me atinge em nada. Tô nem aí! Quem paga minhas contas sou eu. Trabalho pra isso!”. 
Antes, não se aceitava. Com uma mãe superprotetora, só foi sair de casa pela primeira vez sem a mãe com 12 anos. “Só saía com ela. Era de casa para a escola e da escola para casa”. Claro, sofreu bulling dos colegas. “Na hora da merenda pegavam meu lanche e saiam correndo. Mas, tinha aqueles que me ajudavam também”. Mas nada impediu que dali surgisse uma personalidade expansiva, vaiorosa, extrovertida e cheia de estima.
Tanto que veio a adolescência e, em vez de se retrair em seu mundo diminuto, Glady se soltou mais. No ensino médio, no Colégio Clériston Andrade, teve o seu primeiro paquera. “Ficamos juntos um ano e meio escondidos de minha mãe. Ela nunca aceitou e não aceita até hoje”, ri Glady. Depois da formatura, terminaram o relacionamento. O fato é que Glady nunca deixou de tentar viver uma vida normal. Até hoje, frequenta praias, festas e não perde um Carnaval. Sua maior luta sempre foi arrumar um emprego. A cada tentativa, se despedaçava por dentro.  
“Uma vez enviei currículo para uma agência de emprego e fui selecionada. Fiz a entrevista e, no final das contas, o RH me dispensou sem muitas explicações. Saí arrasada. Voltei chorando dentro do taxi. Como exclui alguém assim?”. Hoje, Glady é pura alegria. “Hoje sou uma mulher que pago minhas contas, cuido da minha casa e lavo meus pratos”. Só perde o bom humor quando enfrenta as dificuldades das ruas. “Falta muita estrutura. Costumo dizer que deficiente é o mundo. Deficiente é quem exclui as pessoas”.

A doença
“A primeira coisa é suportar a dor”, afirma Glady, questionada sobre o que faz quando um dos seus ossos se quebra. “Dor de fratura só sabe quem sente. E você ainda fica dois ou três meses imobilizado”, explica Glady. Ela calcula já ter sofrido mais de cem fraturas pelo corpo, algumas delas involuntárias. Foram principalmente as fraturas que deixaram seus membros superiores e inferiores, além de tórax, com deformações.
“Quando um osso se quebra, por mais que ele seja colocado no lugar, nunca volta ao normal. Agora, imagine mais de cem fraturas, alguma delas no mesmo osso”. As fraturas ocorrem desde o nascimento. “Devo ter sentido muita dor quando bebê, mas não me lembro. Só tive noção disso quando fui amadurecendo”. 
O caso de superação de Glady surpreendeu o ortopedista Marcos Lopes, da clínica Ortopet, especialista em colunas. “Fantástico! Uma heroína!”. A Osteogênese imperfeita ou doença dos ossos de vidro (ou ainda doença dos ossos de cristal) é causada por uma alteração genética hereditária que acomete as fibras do colágeno tipo 1, explica Marcos Lopes. “As fibras do colágeno são a proteína que sustenta os ossos. Os ossos nascem frágeis”, confirma o ortopedista.
A Osteogênese imperfeita atinge uma pessoa a cada 20 mil no mundo e tem diversos graus. A de Glady é grau 4, um dos mais graves. “Normalmente têm deformação óssea, problemas auditivos, baixa estatura, ossos frágeis e defeitos nos dentes”, lista o médico. A maior parte da população acometida pela doença tem grau 1, o mais brando. O grau mais complicado é o 2. Em alguns casos, o feto não resiste às fraturas e morre no útero. “Há fraturas de crânio e costelas”.  
Hoje, existem tratamentos à base de vitamina D, cálcio e alendronato, que favorecem à reconstituição dos ossos. Mas ele deve ser ministrado quando o paciente ainda está em fase de crescimento. É antes da puberdade, inclusive, que ocorrem mais fraturas. “Quando chega a puberdade, melhora”, diz o médico. “Não tive acesso aos medicamentos que existem hoje para calcificação óssea. Comi muita casca de ovo triturada e muito leite Despois que os ossos se desenvolveram não adianta mais”, afirma Glady. 
O diagnóstico da Osteogênese é basicamente feito por exame clínico. “Muitos colegas acham que a criança está sofrendo maus tratos e não chegam ao diagnóstico com rapidez”. Doença rara e hereditária, com gene dominante, uma pessoa saudável tem 50% de chances de ter um filho com a doença caso tenha herdeiros com uma pessoa acometida pela Osteogênese imperfeita.     
Consultas com Glady: 
Dia: todos os sábados
Contato: 98606-3819 
Preço: o valor é negociado diretamente com a profissional
Fonte: Correio


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