terça-feira, 10 de setembro de 2019

Novidade: Eleição para o Conselho Tutelar de Macajuba terá urnas também nos povoados


Foi publicado no Diário Oficial a informação do CMDCA, onde fala dos locais de votação para eleição do Conselho Tutelar de Macajuba, que ocorre no dia, 06 de outubro de 2019.



Esse ano conta com uma novidade, haverá urnas nos dois maiores povoados do município, confira o edital, onde mostra os locais.





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Prefeitura Municipal de Macajuba entregará kits esportivos aos atletas no lançamento do Campeonato Municipal de Futebol Amador 2019

Confira o Convite 








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Dia D do Setembro Amarelo: valorização da vida, conscientização e ações

Nove em cada dez mortes por suicídio poderiam ser evitadas. Os dados, da Organização Mundial da Saúde (OMS), reforçam a importância da valorização da vida e da conscientização sobre ela. Por isso, dia 10 de setembro é considerado o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio: o Dia D do mês que celebra e reforça a importância do tema: o setembro amarelo.
Professores, educadores, psicólogos e os próprios estudantes podem e devem agir em combate ao suicídio e no apoio a colegas e outras pessoas que possam ter pensamentos assim. Sabendo desse compromisso, a Secretaria da Educação elaborou um material de apoio para professores, diretores, coordenadores e dirigentes, com o objetivo de fornecer as orientações necessárias para a realização das atividades do Dia D e promover discussões e reflexões dentro e fora da sala de aula.
Acesse o Manual do Dia D
No material estão algumas sugestões de ações educativas, atividades pedagógicas, gincanas e jogos lúdicos para promover debates e conscientização sobre a prevenção ao suicídio. Vale lembrar que o professor pode sugerir outras ações. “O professor tem total autonomia. Queremos que ele leia esse material e sugira suas próprias atividades, bem como ofereça percursos formativos com roteiros a serem desenvolvidos nas ATPCs ao longo do mês”, pontua Cristina Mabelini, coordenadora da EFAPE.

Conversa, prevenção e saúde mental

O suicídio é a segunda maior causa de mortes de jovens entre 15 a 24 anos, segundo pesquisa do CVV (Centro de Valorização à Vida). Só perde para acidentes.
Os motivos são os mais diversos, e muitos casos acontecem impulsivamente em momentos de crise, quando as pessoas têm surtos diante de estresses, problemas financeiros, separações, dores ou doenças. De acordo com a OMS, o grupo de risco é o de populações rurais e entre grupos que sofrem discriminação.
O primeiro passo para prevenir o suicídio é conversar.  Não há certo ou errado ao conversar sobre pensamentos suicidas, o importante é começar a conversa, diz à BBC Emma Carrington, porta-voz da entidade de combate à doenças mentais Rethink UK. “Em primeiro lugar é preciso reconhecer que é uma conversa difícil. Não é uma conversa que temos todos os dias. Então, você vai ficar nervoso e isso é normal. O importante é ouvir e não julgar.”
Conversar sobre suicídio é quebrar um tabu. Para a organização australiana Beyond Blue, da ex-primeira-ministra Julia Gillard, ter a liberdade de conversar sobre o assunto pode ajudar a restaurar a esperança das pessoas que estão tendo pensamentos suicidas. “Você não precisa ser um profissional de saúde para apoiar alguém que está em risco. Só precisa ser alguém que está preparado para ter a conversa”, diz Gillard, da Beyond Blue.

Depois da conversa, o ideal é encaminhar e encorajar a pessoa a procurar ajuda profissional, com medicamentos e acompanhamento. A maioria dos casos vem de quedas ou desequilíbrio na saúde mental do indivíduo, tão importante quanto a saúde física. Cuidar, prevenir e agir para o equilíbrio da saúde mental, evitando emoções negativas como ansiedade ou descontrole e doenças como depressão, é fundamental para valorizar a vida.
Todo mês é Setembro Amarelo. Todo dia é Dia D. E hoje é um dia de reflexão. A data surgiu há 25 anos. A cor da campanha foi adotada por conta da trágica história de Mike Emme, um jovem americano, de 17 anos que, em 1994, tirou a própria vida dirigindo seu carro amarelo. Seus amigos e familiares distribuíram no funeral cartões com fitas amarelas e mensagens de apoio para pessoas que estivessem passando pelo mesmo desespero.
A fita amarela virou símbolo do dever de conscientização, de todo mundo, sobre o tema.


Fonte:Educacao.sp.gov.br

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Chuva voltou a cair em Macajuba na manhã desta terça-feira (10) ônibus teve dificuldades para circular e prefeitura disponibilizou maquinas para descongestionar estrada


Na manhã desta terça-feira, 10 de setembro de 2019, a chuva voltou a cair de força no município de Macajuba e causou transtorno com a lama.

Ônibus escolares e de passageiros tiveram dificuldade para circular, chegando a causar congestionamento, como foi o caso da estrada de Nova Cruz a Macajuba, que teve que contar com maquinas da prefeitura para poder liberar passagem dos ônibus que não conseguia trafegar por causa da lama.



Depois de pelo menos uma hora de atraso, os veículos conseguiram sair da ladeira, conhecida como a ladeira do Riachão, que fica na BA 484, estrada de Macajuba ao distrito de Nova Cruz.



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Posse com muito mato há mais de um ano no Loteamento João Borges 1, moradores diz que fiscal da prefeitura de Macajuba tem conhecimento e nada foi resolvido



A mensagem do internauta diz:

"Boa noite Cris,

Essa posse aqui, mas de ano sem capinar, no loteamento João Borges 1. Obrigada,

Já falei pra o fiscal e até agora nada foi resolvido...."


A reportagem do Deixa Comigo Macajuba conversou com o fiscal Joelcio, que disse que é preciso identificar o proprietário da posse para notificar.






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A Deputada Estadual Fabíola Mansur manda um recado amarelo para a prevenção do Suicídio

Hoje, 10 de setembro, é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, uma data para lembrar a importância de uma boa conversa, de estar ao lado de quem se ama, inclusive para buscar apoio. Se esse for o seu caso, ligue para 188. Você não está sozinho, conversar com alguém que está pensando em cometer suicídio é fundamental. Os números alarmantes mostram a importância de se falar no assunto, não só hoje, mas todos os dias.

#SetembroAmarelo
#DiaMundialdePrevençãoDoSuicídio
#RecadoAmarelo


















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Jovens têm dificuldade de falar sobre depressão com família e colegas

Depressão e suicídio são assuntos que, de alguma forma, estão no radar de adolescentes e adultos jovens. A discussão é impulsionada, por exemplo, por filmes e séries que tratam os temas, como 13 Reasons Why, da Netflix. Mas apesar de estarem 'antenados' quando o assunto é saúde mental, esse mesmo público não se sentiria à vontade para falar sobre depressão com a família, colegas de trabalho ou de escola se recebesse o diagnóstico da doença.

A constatação é de uma pesquisa feita pelo Ibope Conecta com dois mil brasileiros, a partir dos 13 anos de idade, em diferentes regiões metropolitanas do País. Segundo os resultados, 39% dos adolescentes de 13 a 17 anos dizem que não se sentiriam à vontade para dividir o problema com a família e 49% não compartilharia o diagnóstico na escola ou no trabalho.

Entre a população de 18 a 24 anos, a porcentagem é um pouco maior: 56% não contaria aos colegas de trabalho ou de escola sobre o problema e o principal motivo seria a percepção de que as pessoas não costumam levar a depressão a sério.

Os dados são preocupantes porque a depressão é o principal fator de risco para o suicídio e, ao contrário do que se pensava, não falar abertamente sobre esses temas pode piorar a condição. Ou seja, esconder não é a solução. Outro alerta é que o suicídio é a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta segunda-feira, 9.

"Os adolescentes estão muito mais 'ligados', percebendo os sintomas, mas a pesquisa revelou algo forte. Apesar de estarem 'ligados', eles não têm coragem de falar que estão com depressão porque existe estigma, tabu, preconceito, como se não fosse uma doença. Eles têm noção [da depressão], mas também têm noção do quanto ainda tem preconceito", avalia a psiquiatra Alexandrina Meleiro, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Segundo a especialista, o preconceito que existe contra a depressão afeta os jovens a ponto de eles evitarem reconhecer que estão sofrendo da doença. A desinformação também é outro fator que contribui negativamente. Na faixa etária de 18 a 24 anos, a pesquisa mostrou que 26% considera que a depressão é uma 'doença da alma' e 29% não está totalmente convencido de que a doença é semelhante a qualquer outra e pode ser tratada com sucesso.

Entre os mais jovens, de 13 a 17 anos, 23% acredita que não existem sintomas físicos na depressão, porque ela seria "apenas um momento de tristeza". "As pessoas entendem a doença mental como falha de caráter", justifica o médico psiquiatra Primo Paganini sobre essa percepção errada. "A depressão é um desafio, porém jamais uma fraqueza. Ela é uma condição física com repercussão psíquica, precisa tratar com medicação e psicoterapia", afirma o especialista, diretor-médico da eCare.

Os sintomas físicos da depressão incluem consequências cardiovasculares, aumento da glicemia e do colesterol, risco de trombose, enfarte e arritmia. "Uma doença mental que começou com estresse ou trauma faz morrerem neurônios no cérebro e diminuir o nascimento de novos, processo chamado de neurogênese", explica Paganini. Um evento traumático libera proteínas inflamatórias pelo corpo, que vão agir para aumentar a resposta agressiva e do medo e reduzir a capacidade de memória e controle do estresse. Em seu canal no YouTube, Meu Primo é Médico, Paganini dá algumas aulas sobre doenças mentais, principalmente sobre depressão, e explica essas consequências da doença.

Depressão em adolescentes

Segundo os especialistas, a irritabilidade é a principal característica da depressão em adolescentes, diferente do humor deprimido que fica mais claro em adultos. Isso pode fazer com que as pessoas ao redor confundam a doença com a manifestação típica da chamada 'aborrescência'.

"Normalmente, a irritabilidade típica não vem acompanhada de baixa autoestima, sensação de inferioridade ou questionamentos da própria competência", alerta Paganini. Ele orienta que família, amigos e escola fiquem atentos a um comportamento mais isolado. Alexandrina também afirma que os adolescentes não têm hábito de queixas emocionais psíquicas e que é preciso ajudá-los e buscar essa expressão.

Segundo Paganini, existe resistência em perceber a depressão em pessoas nessa faixa etária. "Muitos pais entendem a depressão ou a ansiedade na adolescência como culpa deles. Eles se sentem ofendidos quando falamos que o filho está deprimido ou perguntamos se tem ideação suicida. Têm resistência porque eles entendem a doença mental como doença de louco e na verdade é [doença] cívica", afirma.

Depressão e suicídio

A depressão é uma doença psiquiátrica que causa tristeza profunda e pessimismo, sentimentos que podem culminar em comportamentos suicidas. Uma revisão sistemática de 31 artigos sobre o tema apontou que 35,8% das pessoas que cometeram suicídio tinham transtornos de humor, classificados como depressão.

Embora a ideação suicida esteja presente em 60% das pessoas com depressão, segundo o Manual da Psiquiatria Clínica, 15% delas se suicidam. Ou seja, nem toda pessoa diagnosticada com depressão cometerá suicídio, mas os sintomas da doença são um sinal de alerta.

"Quem vai se suicidar, avisa sim. Existem estudos que mostram que, um ano antes, pessoa foi a um pronto-socorro ou médico com queixa de doença mental: depressão, ansiedade, irritabilidade. E um mês antes, a pessoa procurou psicólogo e verbalizou ideia de morte", diz Paganini.

Quando falar sobre depressão e suicídio com adolescentes

Alexandrina orienta que os pais e as escolas comecem a discutir o tema da depressão com crianças por volta dos 12 anos idade. É preciso passar uma noção do que é a doença e, com isso, ensinar a identificar os sintomas mais conhecidos. Ela podera que é preciso ter habilidade para falar sobre o assunto e, caso os pais não se sintam confortáveis, é importante buscar o auxílio de um psicólogo ou psiquiatra.

"O mais importante é os pais ficarem atentos: se o adolescente está mais isolado, deixou de ir a festas, está comendo demais ou de menos, deixou de comer ou mudou algum comportamento", diz a psiquiatra. Paganini reforça que é necessário pensar em prevenção e começar a falar do assunto como se falaria de diabete, por exemplo. "E a psicoterapia 
sempre faz muito bem para saúde mental", aconselha o médico.

A orientações também valem para abordar o suicídio. Aproveitar séries e filmes que falam do assunto para iniciar uma conversa pode ser uma alternativa. É importante deixar claro que suicídio tem prevenção e que falar abertamente sobre o tema e as questões que o permeiam é a melhor forma de ajudar. Ao se deparar com uma queixa de depressão de um adolescente, Alexandrina orienta a escutar sem fazer julgamento, crítica ou banalização e se colocar no lugar do outro.

Setembro Amarelo - busque ajuda

O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. É neste mês que ações em diferentes esferas sociais buscam promover a saúde mental e dar destaque a centros que oferecem ajuda a quem precisa. Neste 10 de setembro é celebrado o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio e segundo a OMS, mais de 90% dos casos de suicídio estão associados a distúrbios mentais e, portanto, podem ser evitados se as causas forem tratadas corretamente.

Conversar sobre depressão, sentimentos negativos e suicídio é a melhor forma de prevenir o atentado contra a própria vida. Para ajudar nesse processo, o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece atendimento voluntário e gratuito 24 horas por dia a quem está com pensamentos suicidas ou enfrenta outros problemas.

"Mesmo que você não tenha certeza de que precisa de nossa ajuda, não tenha receios em entrar em contato com a gente. Um de nossos voluntários estará à sua disposição", explica a equipe do site.

A organização, uma das mais antigas do País, atua no apoio emocional e na prevenção do suicídio por meio do telefone 188 e também por chat, e-mail e pessoalmente. Confira as opções aqui.

Onde buscar ajuda? 

O CVV (Centro de Valorização da Vida) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, 
atendendo de forma voluntária e gratuita todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, email, chat e voip 24 horas todos os dias. 

A ligação para o CVV, em parceria com o SUS, pode ser feita pelo número 188. As ligações são gratuitas a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular. Também é possível acessar o site www.cvv.org.br para falar por chat, e-mail ou obter mais informações.

(A Microsoft News apoia a causa Setembro Amarelo, uma campanha de conscientização e de prevenção ao suicídio da ABP, junto ao Conselho Federal de Medicina. 


Fonte: MSN Notícias 















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'A Dona do Pedaço': saiba como Maria da Paz vai conhecer sua suposta filha

Joana será uma moça doce e com quem a protagonista se sente imediatamente conectada

Maria da Paz (Juliana Paes) vai finalmente conhecer sua suposta filha, Joana (Bruna Hamú), em 'A Dona do Pedaço' na próxima quinta (12). Até o atual momento da trama das nove, a boleira acredita que Josiane (Agatha Moreira) é sua filha. 

A personagem de Bruna Hamú vai ver dois homens assaltando o carrinho de bolos de Maria e correrá para ajudar. “Você tá bem?”, perguntará Joana. “Quem é você?”, responderá a boleira. “Meu nome é Joana”, se apresentará.
A boleira então vai dizer que perdeu o dinheiro. Além disso, vários bolos dela vão ficar caídos no chão e a protagonista falará que está com dor. “Acho que foi quando eles pegaram a bolsa. Mas não é nada não, olha, não tem nem marca”, explicará.

Doce e simpática, Joana vai se oferecer para empurrar o carrinho de bolos de Maria. As duas caminharão juntas e próximas com a progressão da novela.





Fonte:iBahia

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