A Prefeitura municipal de Macajuba através do Departamento de Esporte, Cultura e Lazer informa que a abertura do Campeonato Municipal de futebol 2022 inicia neste domingo, 09 de outubro no Estádio Municipal a partir das 15h.
sexta-feira, 7 de outubro de 2022 . 00:36
Prefeitura de Macajuba divulga estreia do Campeonato Municipal com jogo para este domingo(09)
A Prefeitura municipal de Macajuba através do Departamento de Esporte, Cultura e Lazer informa que a abertura do Campeonato Municipal de futebol 2022 inicia neste domingo, 09 de outubro no Estádio Municipal a partir das 15h.
quinta-feira, 6 de outubro de 2022 . 22:43
Prefeito Luciano de Noé deu a maior votação a Deputados dos últimos 16 anos em Macajuba
Vereador flagra animais em via pública em Macajuba e faz um alerta
Na tarde de quarta-feira, 05 de outubro de 2022, o Vereador
Joelcio(MDB) enviou um vídeo para a redação do Deixa Comigo Macajuba mostrando
animais em via pública, o edil chamou a atenção do setor responsável da
Prefeitura de Macajuba.
Joelcio também tem usado a tribuna da Câmara para falar
sobre as péssimas condições de algumas estradas vicinais e sobre esgotos na
sede do município.
Veja vídeos:
André Guerra, vereadores da bancada de oposição e demais lideranças agradecem ao povo macajubense pela votação ao Deputado Estadual Sandro Regis
André Guerra, que é presidente do União Brasil em Macajuba,
vereadores da bancada de oposição, Allison Santana, Toi, Joelcio e Netinho
todos do MDB e outras lideranças políticas, vem através desse importante canal
de comunicação expressar o sentimento de gratidão pelos votos depositado ao
Deputado Estadual Sandro Regis (União Brasil)
Sandro Régis UNIÃO é apoiado por André Guerra, presidente do
partido em Macajuba, Vereadores de oposição e outras lideranças. 12,65% 867
votos no município.
Sandro foi reeleito, neste domingo (2), para o
sexto mandato na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) com 76.361 votos em
todo o Estado.
Eleições 2022 a melhor cobertura local é no
Deixa Comigo Macajuba.
Sid da loja Mato Limpo divulga vídeo agradecendo a macajubenses pela votação aos seus candidatos
O empresário Sidney Rocha veio a público agradecer aos macajubenses, que depositaram seu voto de confiança em seus candidatos Federal e Estadual, no vídeo ele fala que não esteve sozinho e cita Targino Machado.
Os candidatos apoiados por Sid da Loja Mato Limpo, foram Adolfo Menezes (PSD) Deputado Estadual obteve 188 votos no município de Macajuba, já o Deputado Federal Elmar Nascimento (União Brasil) 785 votos, o 3º Deputado Federal mais votado pelos eleitores macajubense.
Ex- Prefeito Murilo Sampaio grava vídeo e fala sobre apoio a chapa de Jeronimo
“Matheus está eleito! Obrigado aos amigos que se dispuseram em dar um voto de lembrança ao jovem que deseja trabalhar junto com o MDB de Macajuba! O MDB está na chapa de Jerônimo junto com Geraldinho que tem tudo para vencer neste segundo turno.” Disse Murilo Sampaio ex-Prefeito de Macajuba.
No vídeo ele aparece ao lado do seu Deputado Estadual que obteve 240 VOTOS no município de Macajuba.
O vídeo repercutiu e até uma montagem feita com o ex-Prefeito foi feita com o Presidente Lula e Jeronimo, não se sabe o autor da foto, Murilo que enviou o vídeo , mas não respondeu ao Blog sobre a autoria da foto que circulou nas redes sociais.
Neto Macedo, Tio Gāo, Edvan do Xodó entre outras lideranças políticas de Macajuba agradecem a votos depositados a Davi Anjos 3º Deputado Estadual mais votado em Macajuba
quarta-feira, 5 de outubro de 2022 . 18:58
Pagamentos do Auxílio Brasil e do Auxílio Gás são antecipados em outubro. Repasses terão início no dia 11
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| Foto: Júlio Dutra/ Min. Cidadania |
O calendário de outubro do Auxílio Brasil e do Auxílio Gás foi antecipado.
O Ministério da Cidadania publicou no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 3.10, a Instrução Normativa nº 21. Ela oficializa um novo cronograma de repasses do programa de transferência de renda para o mês de outubro de 2022.
Originalmente, a data de início dos pagamentos seria no dia 18. De acordo com o novo calendário, os repasses do valor mínimo de R$ 600 por família vão começar na terça-feira, 11.10, para beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1. Os pagamentos seguirão de forma escalonada, como ocorre normalmente, até o dia 25 de outubro. Nesta data receberão os contemplados pelo programa com final do NIS 0 (confira o calendário completo abaixo).
No mês de outubro, além do Auxílio Brasil, será pago também mais uma parcela do Auxílio Gás. O benefício bimestral equivale ao valor da média nacional do botijão de gás de cozinha de 13 quilos. Em agosto, 5,6 milhões de famílias foram contempladas. O Auxílio Brasil, por sua vez, chegou a 20,65 milhões de famílias em setembro de 2022, o maior patamar da história dos programas de transferência de renda nacionais, a partir de um repasse total de R$ 12,47 bilhões.
O Auxílio Brasil é voltado a famílias em situação de vulnerabilidade econômica e social.
Para serem habilitadas, elas precisam atender critérios de elegibilidade, como apresentar renda per capita classificada como situação de pobreza ou de extrema pobreza, ter os dados atualizados no Cadastro Único nos últimos 24 meses e não ter informações divergentes entre as declaradas no cadastro e as de outras bases de dados federais. A seleção é feita considerando a estimativa de pobreza, a quantidade de famílias atendidas em cada município e o limite orçamentário anual.
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Pantanal: Zé Leôncio abre o jogo para Filó e emociona espectadores
Após mais de duas décadas ao lado de Filó (Dira Paes), Zé Leôncio (Marcos Palmeira) disse “eu te amo” a ela pela primeira vez, mas essa, nem de longe, foi a maior prova de amor deles. No capítulo desta terça-feira, 4, o fazendeiro contou à parceira que sempre soube que ele não é pai de Tadeu (José Loreto) e, desde o começo, entendeu que ela mentiu para salvar o amado da depressão. O momento tirou lágrimas até dos menos emocionados.
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Fonte: GShow
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Velho do Rio é a sucuri que matou Tenório? Cobra arrastou vilão em Pantanal.

Tenório (Murilo Benício) morreu no capítulo desta terça (4) de Pantanal. Apesar da vingança ser de Alcides (Juliano Cazarré), foi uma sucuri a responsável por dar fim ao vilão da novela das nove da Globo ao arrastá-lo para o lado.
Disfarce favorito do Velho do Rio (Osmar Prado), a cena deixou como dúvida se foi ou não a entidade que matou o crápula. O Notícias da TV responde: sim, era o Velho do Rio!
O serviço do idoso foi basicamente terminar a ajudar Alcides e Zaquieu a mandar Tenório para o Além. Tudo começou em um confronto entre o fazendeiro e Alcides, possesso de raiva após o abuso sexual sofrido como castigo.
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Ao ver o ex-funcionário, Tenório percebeu que o rival estava armado com uma zagaia e disse para eles lutarem com as mãos, mas sacou sua arma. "Baixa essa arma... E me enfrenta feito home!", reagiu o personagem de Juliano Cazarré.
Rápido, Zaquieu salvou Alcides apontando um revólver para o grileiro. "Um movimento em falso e eu te mato!", ameaçou Zaquieu, ao lado do amigo. Tenório, então, partiu com tudo para cima do rapaz, dando-lhe um tiro no peito.
Debochado, o fazendeiro fez questão de pisar no carioca. "Passo fogo em cima de viado", ironizou o homofóbico, aos risos. Em um golpe de mestre, Alcides acertou o inimigo com a zagaia, perfurando seu peito brutalmente e deixando e deixando o resto com o Velho do Rio.



Fonte: Notícias da TV
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Eleições 2022: apoios de novos aliados de Lula e Bolsonaro podem definir 2º turno?

Passado o primeiro turno das eleições, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) já começaram a costurar os primeiros acordos com novos aliados na disputa pela Presidência.
Enquanto Bolsonaro conseguiu o apoio dos governadores dos dois maiores colégios eleitorais do país, Lula deve ter o apoio dos terceiro e quarto colocados e que receberam juntos 8,5 milhões de votos.
A diferença entre Lula e Bolsonaro foi de 6 milhões. O petista recebeu 48,43% dos votos válidos, e Bolsonaro, 43,20%. Para ganhar, eles precisam de 50% mais um.
A disputa foi mais apertada do que indicavam as pesquisas, o que torna os apoios fechados agora importantes e bem-vindos, mas isso não deve ser o fiel da balança para a vitória de Lula ou de Bolsonaro, dizem cientistas políticos ouvidos pela BBC News Brasil.
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Quem apoiou Lula e Bolsonaro?
Lula conseguiu o apoio do PDT. O diretório nacional do partido tomou a decisão por unanimidade.
O seu candidato à Presidência, Ciro Gomes, que ficou em quarto, com 3,04%, falou que vai seguir o seu partido. Mas ele se mostrou bastante contrariado e não citou Lula ao anunciar o apoio.
"É a última saída. Lamento que a democracia brasileira tenha afunilado a tal ponto que reste para o brasileiro duas opções, a meu ver, insatisfatórias", disse.
"Ao contrário da campanha violenta da qual fui vítima, nunca me ausentei ou me ausentarei da luta pelo Brasil. Sempre me posicionei e me posicionarei na defesa do país contra projetos de poder que levaram o país a essa situação grave e ameaçadora."
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A senadora Simone Tebet (MDB) também já sinalizou que deve apoiar o ex-presidente. "Eu já tenho um lado, não esperem de mim omissão", anunciou Tebet após o primeiro turno, em que ficou em terceiro lugar, com 4,16% dos votos.
Ela deu 48 horas para que os partidos da sua coligação se manifestassem antes de apresentar sua decisão.
O Cidadania era um deles e disse que apoia Lula. O PSDB, terceiro partido da federação formada pelas três legendas, ficou neutro e liberou seus diretórios para apoiar quem acharem melhor.
O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), declarou seu "apoio incondicional" a Bolsonaro.

Garcia foi adversário de Fernando Haddad (PT) na eleição e ficou em terceiro, atrás do petista e de Tarcísio de Freitas (Republicanos), o candidato apoiado pelo presidente.
São Paulo é o maior colégio eleitoral do país, e Bolsonaro ganhou ali de Lula por 47,71% a 40,89%. O presidente também já tem um apoio importante no terceiro maior colégio, o Rio de Janeiro.
O governador Cláudio Castro, que é do seu partido (PL) e foi reeleito no primeiro turno com 58,67% dos votos, reforçou que está com Bolsonaro. O presidente venceu no Rio no primeiro turno com 51,09% contra 40,68% de Lula.
O ex-juiz Sergio Moro (União Brasil), eleito senador pelo Paraná com 1,9 milhão de votos, também declarou apoio ao presidente.
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Moro foi ministro da Justiça e Segurança Pública e saiu do governo acusando Bolsonaro de tentar interferir na Polícia Federal. O presidente nega.
Bolsonaro disse agora que as desavenças entre os dois estão "superadas". "O passado é o passado, não temos contas a ajustar", afirmou o presidente para jornalistas.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), reeleito no primeiro turno com 56,2% dos votos, foi um dos primeiros a declarar que está com Bolsonaro.
Minas é um Estado-chave para a eleição presidencial, porque é o segundo maior colégio eleitoral. Nenhum presidente eleito desde a redemocratização venceu sem ganhar em Minas.
Neste primeiro turno, a votação ali espelhou quase exatamente o resultado nacional.
O Partido Social Cristão, comandado pelo Pastor Everaldo, anunciou seu apoio formal ao presidente.
"Bolsonaro é o candidato que defende as bandeiras conservadoras do PSC: defesa da família e da vida desde a concepção, da segurança, das mulheres e da liberdade econômica", disse.
Apoio dá voto?

É um começo melhor para o presidente, avalia o cientista político Cláudio Couto. "Acho que Bolsonaro sai um pouco na frente porque conseguiu apoios mais significativos", diz o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Isso é relevante porque pode influenciar a percepção do eleitorado sobre as candidaturas. "O mais importante é essa percepção do conjunto de apoios. O eleitor vai ver quem está conseguindo atrair mais, e isso conta", afirma o cientista político Rafael Cortez, da consultoria Tendências.
Mas os analistas avaliam que os apoios anunciados até agora não devem trazer os votos que Bolsonaro precisa para virar o jogo, porque muitos dos eleitores dos seus "novos aliados" provavelmente já votaram nele no primeiro turno.
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"Tem um valor mais simbólico do que prático. Além disso, Rodrigo Garcia, por exemplo, se tivesse uma grande capacidade de influência não teria ficado em terceiro lugar", diz Cortez.
O apoio de Zema tem mais peso, avalia Couto. "Mas não são nomes que inflamam paixões, não estamos diante de lideranças carismáticas", afirma.
"O Zema é um gestor bem avaliado, e isso ajudou ele a se reeleger facilmente, então, é claro que é bom ter o apoio, porque pode deixar os eleitores que votaram em Lula mais pensativos, mas não acredito que vai virar tudo de cabeça para baixo."

A cientista política Maria do Socorro Sousa Braga ressalta que "Minas é quase um Brasil" e isso limita quantos votos Bolsonaro pode conquistar no Estado.
"Claro que vai conseguir um pouco, mas é um colégio eleitoral imenso, e as regiões do Norte de Minas votam em Lula, ele venceu muito forte ali."
Do lado de Lula, o apoio resignado de Ciro também não ajuda muito, diz Couto.
"Porque não é o Carlos Lupi (presidente do PDT) que vai conseguir trazer votos para Lula. Pode ajudar um pouco se houver articulações das lideranças locais, mas o eleitorado não tem uma identificação com o partido."
O apoio de Tebet, se confirmado, também não deve ser suficiente para garantir a vitória petista, segundo Braga.
"Entre os novatos, a Tebet é quem sai com maior capital político, mas ainda não tem capacidade de fazer uma grande transferência, leva tempo para um político conquistar isso, ainda mais entre campos antagônicos como ela e o PT."
Mas a cientista política avalia que isso pode ter um efeito dentro de um partido bastante dividido como o MDB e fazer a legenda pender para o lado de Lula.
"O partido já tem vários segmentos que apoiam Lula, e isso deve se ampliar com o apoio da Tebet", diz Braga. O MDB é o partido que está à frente do maior número de prefeituras no país.
Os analistas dizem que, tanto de um lado quanto do outro, as transferências de votos não são automáticas e que vai depender muito mais das campanhas conseguirem mudar a percepção sobre os candidatos para conseguir os votos que faltam para vencer.
Bolsonaro vai precisar reduzir a sua rejeição, e Lula tem que desfazer as desconfianças sobre como ele deve governar nas áreas econômica e de costumes.
Mas, em uma eleição disputada, os votos conquistados com as novas alianças podem ter um impacto maior do que antes. "É o pouco que pode significar muito", diz Couto.

















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