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quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Eleições 2022: apoios de novos aliados de Lula e Bolsonaro podem definir 2º turno?



Passado o primeiro turno das eleições, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) já começaram a costurar os primeiros acordos com novos aliados na disputa pela Presidência.

Enquanto Bolsonaro conseguiu o apoio dos governadores dos dois maiores colégios eleitorais do país, Lula deve ter o apoio dos terceiro e quarto colocados e que receberam juntos 8,5 milhões de votos.

A diferença entre Lula e Bolsonaro foi de 6 milhões. O petista recebeu 48,43% dos votos válidos, e Bolsonaro, 43,20%. Para ganhar, eles precisam de 50% mais um.

A disputa foi mais apertada do que indicavam as pesquisas, o que torna os apoios fechados agora importantes e bem-vindos, mas isso não deve ser o fiel da balança para a vitória de Lula ou de Bolsonaro, dizem cientistas políticos ouvidos pela BBC News Brasil.
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Quem apoiou Lula e Bolsonaro?

Lula conseguiu o apoio do PDT. O diretório nacional do partido tomou a decisão por unanimidade.

O seu candidato à Presidência, Ciro Gomes, que ficou em quarto, com 3,04%, falou que vai seguir o seu partido. Mas ele se mostrou bastante contrariado e não citou Lula ao anunciar o apoio.

"É a última saída. Lamento que a democracia brasileira tenha afunilado a tal ponto que reste para o brasileiro duas opções, a meu ver, insatisfatórias", disse.

"Ao contrário da campanha violenta da qual fui vítima, nunca me ausentei ou me ausentarei da luta pelo Brasil. Sempre me posicionei e me posicionarei na defesa do país contra projetos de poder que levaram o país a essa situação grave e ameaçadora."
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A senadora Simone Tebet (MDB) também já sinalizou que deve apoiar o ex-presidente. "Eu já tenho um lado, não esperem de mim omissão", anunciou Tebet após o primeiro turno, em que ficou em terceiro lugar, com 4,16% dos votos.

Ela deu 48 horas para que os partidos da sua coligação se manifestassem antes de apresentar sua decisão.

O Cidadania era um deles e disse que apoia Lula. O PSDB, terceiro partido da federação formada pelas três legendas, ficou neutro e liberou seus diretórios para apoiar quem acharem melhor.

O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), declarou seu "apoio incondicional" a Bolsonaro.



Garcia foi adversário de Fernando Haddad (PT) na eleição e ficou em terceiro, atrás do petista e de Tarcísio de Freitas (Republicanos), o candidato apoiado pelo presidente.

São Paulo é o maior colégio eleitoral do país, e Bolsonaro ganhou ali de Lula por 47,71% a 40,89%. O presidente também já tem um apoio importante no terceiro maior colégio, o Rio de Janeiro.

O governador Cláudio Castro, que é do seu partido (PL) e foi reeleito no primeiro turno com 58,67% dos votos, reforçou que está com Bolsonaro. O presidente venceu no Rio no primeiro turno com 51,09% contra 40,68% de Lula.

O ex-juiz Sergio Moro (União Brasil), eleito senador pelo Paraná com 1,9 milhão de votos, também declarou apoio ao presidente.
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Moro foi ministro da Justiça e Segurança Pública e saiu do governo acusando Bolsonaro de tentar interferir na Polícia Federal. O presidente nega.

Bolsonaro disse agora que as desavenças entre os dois estão "superadas". "O passado é o passado, não temos contas a ajustar", afirmou o presidente para jornalistas.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), reeleito no primeiro turno com 56,2% dos votos, foi um dos primeiros a declarar que está com Bolsonaro.

Minas é um Estado-chave para a eleição presidencial, porque é o segundo maior colégio eleitoral. Nenhum presidente eleito desde a redemocratização venceu sem ganhar em Minas.

Neste primeiro turno, a votação ali espelhou quase exatamente o resultado nacional.

O Partido Social Cristão, comandado pelo Pastor Everaldo, anunciou seu apoio formal ao presidente.

"Bolsonaro é o candidato que defende as bandeiras conservadoras do PSC: defesa da família e da vida desde a concepção, da segurança, das mulheres e da liberdade econômica", disse.

Apoio dá voto?


É um começo melhor para o presidente, avalia o cientista político Cláudio Couto. "Acho que Bolsonaro sai um pouco na frente porque conseguiu apoios mais significativos", diz o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Isso é relevante porque pode influenciar a percepção do eleitorado sobre as candidaturas. "O mais importante é essa percepção do conjunto de apoios. O eleitor vai ver quem está conseguindo atrair mais, e isso conta", afirma o cientista político Rafael Cortez, da consultoria Tendências.

Mas os analistas avaliam que os apoios anunciados até agora não devem trazer os votos que Bolsonaro precisa para virar o jogo, porque muitos dos eleitores dos seus "novos aliados" provavelmente já votaram nele no primeiro turno.
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"Tem um valor mais simbólico do que prático. Além disso, Rodrigo Garcia, por exemplo, se tivesse uma grande capacidade de influência não teria ficado em terceiro lugar", diz Cortez.

O apoio de Zema tem mais peso, avalia Couto. "Mas não são nomes que inflamam paixões, não estamos diante de lideranças carismáticas", afirma.

"O Zema é um gestor bem avaliado, e isso ajudou ele a se reeleger facilmente, então, é claro que é bom ter o apoio, porque pode deixar os eleitores que votaram em Lula mais pensativos, mas não acredito que vai virar tudo de cabeça para baixo."



A cientista política Maria do Socorro Sousa Braga ressalta que "Minas é quase um Brasil" e isso limita quantos votos Bolsonaro pode conquistar no Estado.

"Claro que vai conseguir um pouco, mas é um colégio eleitoral imenso, e as regiões do Norte de Minas votam em Lula, ele venceu muito forte ali."


Do lado de Lula, o apoio resignado de Ciro também não ajuda muito, diz Couto.

"Porque não é o Carlos Lupi (presidente do PDT) que vai conseguir trazer votos para Lula. Pode ajudar um pouco se houver articulações das lideranças locais, mas o eleitorado não tem uma identificação com o partido."

O apoio de Tebet, se confirmado, também não deve ser suficiente para garantir a vitória petista, segundo Braga.

"Entre os novatos, a Tebet é quem sai com maior capital político, mas ainda não tem capacidade de fazer uma grande transferência, leva tempo para um político conquistar isso, ainda mais entre campos antagônicos como ela e o PT."

Mas a cientista política avalia que isso pode ter um efeito dentro de um partido bastante dividido como o MDB e fazer a legenda pender para o lado de Lula.

"O partido já tem vários segmentos que apoiam Lula, e isso deve se ampliar com o apoio da Tebet", diz Braga. O MDB é o partido que está à frente do maior número de prefeituras no país.

Os analistas dizem que, tanto de um lado quanto do outro, as transferências de votos não são automáticas e que vai depender muito mais das campanhas conseguirem mudar a percepção sobre os candidatos para conseguir os votos que faltam para vencer.

Bolsonaro vai precisar reduzir a sua rejeição, e Lula tem que desfazer as desconfianças sobre como ele deve governar nas áreas econômica e de costumes.

Mas, em uma eleição disputada, os votos conquistados com as novas alianças podem ter um impacto maior do que antes. "É o pouco que pode significar muito", diz Couto.

Fonte: BBC NEWS Brasil

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terça-feira, 4 de outubro de 2022

As inscrições para o Garantia Safra se encerra em 30 de outubro de 2022. Corra e se inscreva

Atenção agricultores!

Realize a sua inscrição para o Garantia Safra até o dia 30/10, na Secretaria de Agricultura ou no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Macajuba.
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Fonte: Ascom da Prefeitura de Macajuba 






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segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Com grande expressão de votos em Macajuba, Otto Alencar, do PSD, é reeleito senador pela Bahia

Com 84% das urnas apuradas, por volta das 20h49, Otto tinha 57,44% dos votos. Cacá Leão é o segundo com 25.26%.

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Otto Alencar, do PSD, foi reeleito senador pela Bahia, neste domingo (2), para os próximos oito anos. Com 84% das urnas apuradas, por volta das 20h40, Otto tinha 57,44% dos votos válidos ( 3.515.292 votos).

Otto integrou a chapa de Jerônimo Rodrigues, do PT, que às 20h47 lidera a apuração para governador. O candidato Cacá Leão (PP) aparece na segunda colocação com 25.26% (1.544.659 votos válidos).

Neste ano, o eleitor escolheu um candidato ao Senado. O mandato dos senadores é de oito anos, mas as eleições para o cargo ocorrem de quatro em quatro anos. A cada eleição, a Casa renova, alternadamente, um terço e dois terços de suas 81 cadeiras. Neste ano, 27 vagas estavam em disputa no país, uma delas na Bahia.

Otto Roberto Mendonça de Alencar, de 67 anos, é natural de Ruy Barbosa, na Chapada Diamantina. Estudou em Salvador, no Colégio 2 de Julho, e depois cursou medicina na Universidade Federal da Bahia (UFBA).

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Em 1973, entrou para a Secretaria de Saúde da Bahia. Trabalhou para o Hospital Getúlio Vargas, no Centro Industrial de Aratu, como médico do trabalho, e foi professor universitário pela UFBA. Concorreu ao cargo de vice-prefeito em 1985, na chapa de Edvaldo Britto.

Em 1986, Alencar foi eleito deputado estadual por três mandatos, pelo PTB. Foi secretário de Saúde entre os anos 1990 e 1994, no governo de Antônio Carlos Magalhães (ACM). Foi governador da Bahia entre abril e dezembro de 2002, com a renúncia de César Borges. Migrou de grupo político, assumindo como vice-governador e secretário de Infraestrutura no governo de Jaques Wagner.

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Em 2014 foi eleito senador com 3 milhões e 341 mil votos. No senado atuou como titular nas Comissões de Assuntos Econômicos, de Meio Ambiente, de Segurança Pública, na Frente Parlamentar em Defesa das Políticas Públicas de Juventude, no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, na Frente Parlamentar dos Senadores dos Estados do Norte e do Nordeste e em grupos parlamentares com parlamentares de outros países.

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Em 2021 integrou o Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, que apurou as ações e possíveis omissões do Governo Federal no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Brasil.

Confira apuração às 20h40

OTTO ALENCAR - PSD – 57,49% - 3.556.011 Votos computados

CACÁ LEÃO - PP – 25,26% - 1.562.344 Votos computados

DOUTORA RAISSA SOARES - PL – 15,29% - 945.470 Votos computados

TÂMARA AZEVEDO - PSOL - 1,77% - 109.622 Votos computados

MARCELO BARRETO - PMN – 0,17% • 10.621 Votos computados

CICERO ARAUJO - PCO – 0,02% • 1.427 Votos computados (sub judice)


Em Macajuba Otto obiteve PSD 68,89% 4.178 VOTOS

Fonte: G1 



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Podcast que relata vida de macajubenses que trabalha em SP realizará bate papo com o cantor macajubense Wagner Santiago nesta segunda-feira (03)




Bate papo com o cantor macajubense Wagner Santiago, será exibida nessa segunda dia 03/10 no canal POBRECAST SP no YouTube, a partir das 18:00 (seis horas) .

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O cantor é da zona rural na região do Distrito de Nova Cruz e mora em Taboão da Serra em SP.

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Acesse o link do canal:

https://www.youtube.com/channel/UCDd53RE0xewfAkhutQSdnxA

 



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Confira quantos votos as lideranças política de Macajuba deram a seus candidatos

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O Deixa Comigo Macajuba mostra a votação para Deputados Estaduais e Federais apoiados por lideranças política no município de Macajuba.

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Votação para Deputados Estaduais apoiado por lideranças políticas em Macajuba:

Eduardo Alencar(PSD) é apoiado pelo Prefeito Luciano de Noé  44,85% 3.074 votos



Sandro Régis UNIÃO apoiado por André Guerra, presidente do partido em Macajuba, Vereadores de oposição e outras lideranças. 12,65% 867 votos

Davi Anjos (PL)
apoiado pelo ex-Vereador Neto Macedo,Tio Gão, que foi candidato a vereador. 4,35% 298 Votos

Pedro Tavares (União Brasil)
apoiado por Miguel, filho de Leo de Zé Linheiro e Ney Dias. 3,97% 272 votos

Neuza Cadore (PT) apoiada pelo PT, Vereadora Fabrizzia, Evanuzia Agente de Saúde e Everaldo Macedo. 3,57% 245 vOTOS.

Matheus de Geraldinho (MDB) apoiado pelo ex-Prefeito Murilo Sampaio. 3,50% 240 VOTOS.

Adolfo Menezes (PSD)
é apoiado por Sid da Loja Mato Limpo 2,74% 188 votos

Bira Coroa (PT) apoiado por Everaldo Macedo 1,82% 125 votos

Samuel Junior (Republicanos)
apoiado pela Igreja Assembleia de Deus 1,56% 107 votos

Robinson Almeida (PT) apoiado por Jó Suzart, liderança política de Malhada Nova e Everaldo Macedo. 0,22%15 votos.




Votação para Deputados Federais apoiado por lideranças políticas em Macajuba:

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Otto Filho (PSD) apoiado pelo Prefeito Luciano de Noé. 46,72% 3.226 votos

Uldurico junior (MDB)
apoiado por Murilo Sampaio e os vereadores de oposição. 16,54% 1.142 votos

Elmar Nascimento (União Brasil)
apoiado por Sid da Loja Mato Limpo. 11,37% 785 votos

Afonso Florence (PT) apoiado por Everaldo Macedo e a Vereadora Fabrizzia. 4,69% 324 votos

Marcelo Guimarães Filho (União Brasil) apoiado por Miguel filho de Leo de Zé Linheiro e Ney Dias. 2,62% 181Votos

Dra. Elane(PSD) apoiada por Evanuzia Agente de Saúde. 2,16% 149 votos

Alex Santana (Republicanos) apoiado pela Igreja Assembleia de Deus 1,40% 97

Dal (União Brasil) apoiado por Leo de Zé Linheiro e Tio Gão. 1,07% 74 Votos

Esta foi a votação para candidatos apoiados por lideranças políticas em Macajuba nas eleições 2022.


Eleições 2022 é no Deixa Comigo Macajuba.



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Conheça Otto Alencar Filho, deputado federal mais votado da Bahia

Nascido em Salvador, o baiano tem 45 anos e é filho do senador reeleito pelo estado, Otto Alencar (PSD).
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Otto Alencar Filho, do PSD, foi o deputado federal mais votado pela Bahia, no domingo (2), e recebeu 200.909 votos. Ele tem 45 anos e é filho do senador reeleito pelo estado, Otto Alencar (PSD).

Este é o segundo mandato do político, que foi eleito como deputado federal pela primeira vez em 2018. Na época, ele foi o segundo mais votado do estado.

Nascido em Salvador, Otto Filho é formado em administração e tem pós-graduação nas áreas de controladoria para gestão de negócio e política estatégica, pela Universidade Salvador (Unifacs) e Universidade do Estado da Bahia (Uneb).
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O baiano também fez uma especialização em investimento, gestão de fundos e gerenciamento no Canadá.

Na carreira profissional, Otto Filho já atuou como diretor do conselho da associação brasileira de desenvolvimento, na Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (ABDE). Ele também foi presidente e membro do conselho administrativo da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia).

Fonte: G1 



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Eduardo Alencar (PSD) é eleito deputado estadual; veja votos



Bahia escolheu neste domingo dia  (2) os deputados estaduais que ficarão na Assembleia Legislativa no próximo mandato. Um dos eleitos é Eduardo Alencar, do PSD, que recebeu 0,85% dos votos válidos com 100,00% das urnas apuradas no estado.

O Eduardo Alencar fará parte da bancada do partido na assembleia pelos próximos quatro anos.

Os números detalhados das Eleições 2022 em todo o país para presidente, governador, senador e deputados podem ser acessados no painel de apuração da eleição.

Como os deputados estaduais são eleitos?

Os deputados estaduais são eleitos pelo sistema proporcional, que leva em consideração não apenas os votos diretamente recebidos pelos candidatos, mas também o conjunto de votos nos partidos e federações.
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O primeiro passo para compreender este sistema é conhecer como são definidos o quociente eleitoral e o quociente partidário.

O quociente eleitoral define o "custo" de cada cadeira. Ele é calculado a partir da divisão do total de votos válidos pelo total de cadeiras na Assembleia Legislativa de cada estado. Nesta conta não são levados em consideração votos brancos ou nulos.

O quociente partidário, por sua vez, é o número que define quantas cadeiras cada partido terá direito. Ele é calculado a partir do número de votos recebidos por cada partido dividido pelo quociente eleitoral. Para a definição das vagas, são descontadas as frações.

Entenda no exemplo abaixo: Continue lendo após a publicidade:


500 mil votos válidos/ 25 cadeiras na Assembleia Legislativa = 20 mil votos é o quociente eleitoral do estado X

130 mil votos recebidos pelo partido Y/ 20 mil = 6,5 é o quociente partidário

O Partido Y terá direito a 6 vagas.

Os candidatos que vão para a Assembleia Legislativa são os mais votados dentro de seus próprios partidos, dentro do número de vagas definidas para cada legenda.

Para ser efetivamente eleito deputado estadual, o candidato ainda precisa superar a cláusula de barreira. Esta regra determina que cada candidato precisa receber, individualmente, 10% do quociente eleitoral de seu estado.

Seguindo o exemplo acima, para ser eleito deputado federal no estado X o candidato do Partido Y precisaria ter, no mínimo, 2.000 votos.

Se o partido não tiver candidatos que conseguirem superar a cláusula de barreira para ocupar as cadeiras de direito da legenda, as vagas que sobrarem ficam disponíveis para todos os partidos.
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Para ocupar uma vaga da "sobra", o candidato precisa ter votação equivalente a 20% do quociente eleitoral de seu estado e seu partido deverá ter alcançado, no mínimo, 80% do quociente eleitoral.
O que faz um deputado estadual?

Os deputados estaduais são responsáveis por fiscalizar a atuação dos governadores e apresentar projetos de lei, resoluções, decretos e propostas de emenda às Constituições Estaduais. Também é de responsabilidade dos parlamentares nas Assembleias Legislativas a proposição e criação de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs).


Fonte: UOL 



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Sandro Régis amplia votação e é reeleito para o sexto mandato de deputado estadual



O deputado estadual Sandro Régis (União Brasil) foi reeleito, neste domingo (2), para o sexto mandato na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) com 76.361 votos.

“Fico muito feliz e agradecido com a demonstração de confiança dos baianos no trabalho do nosso mandato. Quero agradecer a minha família, minha equipe, aos amigos e todas as lideranças que abraçaram este projeto. Não vai faltar disposição e energia em favor dos municípios que nós representamos”, declarou o deputado.

A votação deste ano também foi superior em 12 mil em relação ao resultado alcançado em 2018, quando ele teve 64.268 votos. Líder da Oposição na Assembleia, Sandro Régis tem atuação marcada pela coerência, já que é um dos poucos baianos que nunca mudou de lado na política.
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2º TURNO COM ACM NETO

Sandro Régis destaca que agora todas as atenções estão voltadas para a disputa ao governo do estado. “Vamos com tudo para o segundo turno fazer ACM Neto governador da Bahia”.

“O momento é de renovação e de alternância de poder. A Bahia precisa de um gestor moderno que torne o estado mais eficiente para o cidadão nas áreas que são essenciais, como saúde, segurança e educação. O governo que está aí há 16 anos já teve a sua oportunidade, é hora de mudar e acreditar que a Bahia pode mais”, aponta Sandro Régis.

Fonte: InformeBaiano

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Neto Macedo surpreende e da aproximadamente 300 votos ao seu deputado Davi; confira o vídeo gravado pelo ex-Vereador



Neto Macedo que teve a ajuda e parceria de Tio Gão suplente de vereador conseguiu da 298 votos a seu candidato a deputado Davi Anjos.

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Apesar de não ter sido eleito na Bahia, o Deputado Estadual obteve o 3º lugar entre os deputados mais votados em Macajuba.

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Confira o vídeo gravado por Neto Macedo:

 

Eleições 2022 é no Deixa Comigo Macajuba



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7 Deputados Estadual apoiados por lideranças políticas de Macajuba foram eleitos; confira a lista



A Bahia elegeu neste domingo (2) os deputados que irão assumir um novo mandato na Assembleia Legislativa (Al-BA) a partir de janeiro de 2023. Ivana Bastos (PSD) foi a deputada estadual mais votada da Bahia, seguida por Alex da Piatã (PSD). A Federação Brasil Esperança (PT, PCdoB e PV) elegeu 17 deputados, tendo a maior representação entre as siglas.

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7 Deputados apoiados por lideranças politica em Macajuba estão entre os eleitos.

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Samuel Junior (Republicanos) apoiado pela Igreja Assembleia de Deus.

 

Eduardo Alencar (PSD) é apoiado pelo Prefeito Luciano de Noé.

 

Sandro Regis (União Brasil), apoiado por André Guerra, presidente do partido em Macajuba, Vereadores de oposição e outras lideranças.

 

Adolfo Menezes (PSD) é apoiado por Sid da Loja Mato Limpo

 

Pedro Tavares (União Brasil) apoiado por Miguel, filho de Leo de Zé Linheiro e Ney Dias.

 

Robson Almeida (PT) apoiado por Jó Suzart, liderança política de Malhada Nova e Everaldo Macedo.

Matheus de Geraldinho (MDB) apoiado pelo ex-Prefeito Murilo Sampaio.

 

 

Confira os parlamentares eleitos:


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Avante (1 vaga):
Patrick Lopes.

 

União Brasil (10 vagas):
Kátia Oliveira;
Marcinho Oliveira;
Pedro Tavares;
Sandro Régis;
Alan Sanches;
Marcelinho Veiga;
Robinho;
Manuel Rocha;
Luciano Simões;
Junior Nascimento.

 

Progressistas (6 vagas):
Niltinho;
Nelson Leal;
Eduardo Salles;
Hassan de Zé Cocá;
Felipe Duarte;
Antonio Henrique Jr..

 

Republicanos (3 vagas):
Samuel Jr.;
Jurailton Santos;
José de Arimateia.

 

PL (4 vagas):
Vitor Azevedo;
Leandro de Jesus;
Raimundinho da JR;
Dr. Diego Castro.

 

MDB (2 vagas):
Rogério Andrade;
Matheus de Geraldo Jr..

 

PSC (1 vaga):
Laerto do Vando.

 

PSD (9 vagas):
Ivana Bastos;
Alex da Piatã;
Adolfo Menezes;
Angelo Coronel Filho;
Eures Ribeiro;
Eduardo Alencar;
Cafu Barreto;
Ricardo Rodrigues;
Cláudia Oliveira.

 

Patriota (1 vaga):
Binho Galinha.

 

PSB (2 vagas):
Soane Galvão;
Angelo Almeida.

 

PDT (1 vaga):
Emerson Penalva.

 

Solidariedade (2 vagas):
Luciano Araújo;
Pancadinha.

 

PSOL/ Rede (1 vaga):
Hilton Coelho.

 

PSDB/ Cidadania (3 vagas):
Tiago Correia;
Jordávio Ramos;
Pablo Roberto.

 

PT/PV/PCdoB (17 vagas):
Olívia Santana;
Rosemberg;
Zé Raimundo;
Osni;
Marquinho Viana;
Vitor Bonfim;
Junior Muniz;
Ludmilla Fiscina;
Bobô;
Robinson Almeida;
Fabrício;
Euclides Fernandes;
Fátima Nunes;
Roberto Carlos;
Maria Del Carmen;
Paulo Rangel;

 Eleições 2022 no Deixa Comigo Macajuba




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Deputado Federal apoiado pelo Prefeito de Macajuba é o mais votado da Bahia; confira a lista dos eleitos



O Deputado Otto Filho (PSD), que é apoiado pelo Prefeito Luciano de Noé (PSD) em Macajuba foi reeleito o Deputado Federal mais votado do Estado da Bahia, já o 2º mais votado foi Elmar Nascimento, que é apoiado por Sid da Loja Mato Limpo.

Detalhe Uldurico Junior (MDB), que foi apoiado pelo ex-Prefeito Murilo Sampaio (MDB), não foi reeleito, embora tenha sido o 2º mais votado no município de Macajuba.

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São 39 deputados federais eleitos na Bahia para os próximos quatro anos na Câmara dos Deputados, ao término da apuração dos votos.

As urnas foram fechadas no País às 17h. O resultado é divulgado oficialmente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Deputados federais eleitos na Bahia

Após apuração das urnas, os deputados federais eleitos na Bahia foram:

  1. Otto Filho (PSD) - 200.811 votos
  2. Elmar Nascimento (União) - 174.180 votos
  3. Diego Coronel (PSD) - 170.630 votos
  4. Antonio Brito (PSD) - 165.196 votos
  5. Neto Carletto (PP) - 164.577
  6. Roberta Roma (PL) - 160.588
  7. Cláudio Cajado (PP) 153.557 votos
  8. Mário Negromonte Jr (PP) - 145.574 votos
  9. Léo Prates (PDT) - 143.710 votos
  10. Deputado Dal (União) - 140.026 votos
  11. Gabriel Nunes (PSD) - 137.168 votos
  12. Paulo Azi (Uião) - 136.932 votos
  13. Ricardo Maia (MDB) - 134.477
  14. Jorge Solla (PT) - 128.809 votos
  15. Zé Neto (PT) - 128.408 votos
  16. Daniel (PC do B) - 125.126 votos
  17. Alice Portugal (PC do B) 124.299 votos
  18. Adolfo Viana (PSDB) - 122.361 votos
  19. Márcio Marinho (Republicanos) - 118.793 votos
  20. Afonso Florence (PT) - 117.347 votos
  21. Sérgio Brito (PSD) - 115.359 votos
  22. Waldenor Pereira (PT) - 113.084 votos
  23. Lídice da Mata (PSB) - 112.320 votos
  24. Bacelar (PV) - 110.759 votos
  25. Paulo Magalhães (PSD) - 107.036 votos
  26. Alex Santana (Republicanos) - 106766 votos
  27. Ivoneide Caetano (PT) 105.128 votos
  28. Arthur Maia (União) - 104.603 votos
  29. Joseildo Ramos (PT) 104.036 votos
  30. João Leão (PP) - 101.554 votos
  31. Capitão Alden (PL) - 95.066 votos
  32. Valmir Assunção (PT) - 89.985 votos
  33. João Carlos Bacelar (PL) - 89.662 votos
  34. Rogéria Santos (Republicanos) - 81.865 votos
  35. Leur Lomato Jr (União) - 81.855 votos
  36. José Rocha (União) - 78.430 votos
  37. Pastor Sargento Isidório (Avante) - 77.160 votos
  38. Felix Mendonça (PDT) - 70.964 votos
  39. Raimundo Costa (Podemos) - 53.271 votos

Eleições 2022 é no Deixa Comigo Macajuba.



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Eleição para governador da BA terá segundo turno entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto

ACM Neto e Jerônimo Rodrigues - tamanho lâmina versão 1 — Foto: Divulgação


Com 99% das urnas apuradas, por volta das 23h25, Jerônimo (PT) tinha 49% e ACM Neto (União) 40%.

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Com 99% das urnas apuradas, está definido que Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto (União BrasiL) farão o segundo turno nas eleições da Bahia.

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A definição ocorreu somente no fim do apuração, com 99,08% das urnas apuradas. Com isso, depois de 28 anos, a eleição para governo do estado será definida em uma nova rodada.


Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto (União Brasil) decidirão no próximo dia 30 quem será o futuro governador da Bahia. O resultado ficou matematicamente confirmado às 22h50, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com 99% das urnas apuradas, o ex-secretário de educação tinha 3.974.015 votos (49%) no primeiro turno e o ex-prefeito de Salvador, 3.294.467 votos (40%). João Roma (PL) recebeu 734.012 votos (9%) e ficou em terceiro lugar.

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O resultado, com Jerônimo a frente, se mostrou diferente das pesquisas de intenção de voto divulgadas no sábado (1), véspera da eleição, que apontavam ACM Neto na liderança de intenção de voto divulgadas pelo Ipec (antigo Ibope) e Datafolha. No entanto, ambas já registravam o crescimento de Jerônimo Rodrigues.


O estado volta a ter segundo turno depois de 28 anos. A última vez foi em 1994, quando Paulo Souto (PFL) enfrentou João Durval (PMN). Após confirmação de que haverá segundo turno, a expectativa agora é pelos pronunciamentos de Jerônimo e ACM Neto.


Segundo a apuração do TSE às 23h26


João Roma (PL) tem 734.039 mil votos (9%)

Kleber Rosa (PSOL) tem 48 mil votos (0.62%%)

Giovani Damico (PCB) tem 5.924 votos (0,07%)

Marcelo Millet (PCO) tem 825votos (0,01% )



Fonte G1.


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Lula e Bolsonaro vão para o segundo turno, e disputa ao Planalto será definida no dia 30


O ex-presidente Lula e o presidente Jair Bolsonaro — Foto: Bruno Kelly/Reuters e Bruna Prado/AP


Os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais.


A confirmação de que haverá segundo turno foi anunciada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 21h25, quando 96,93% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela altura, Lula tinha 47,85% dos votos válidos, e Bolsonaro 43,7% .

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O candidato eleito em segundo turno toma posse no cargo no próximo dia 1º de janeiro, em cerimônia no Congresso Nacional. Desta vez, o mandato presidencial terá quatro dias a mais: uma reforma eleitoral aprovada em 2021 definiu que, em 2027, a posse presidencial será em 5 de janeiro.

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Ritmo da apuração




Lula começou liderando assim que o TSE iniciou a apuração nas primeiras urnas. O candidato do PT perdeu a dianteira para Bolsonaro às 17h13. Bolsonaro, então, ficou na frente por quase duas horas.

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Ele voltou à segunda posição às 20h02. Desde então, o petista aumentou a diferença para o atual presidente.


Ciro Gomes (PDT) apareceu em terceiro lugar entre 17h04 e 17h10, quando perdeu o posto para Simone Tebet (MDB).




Fonte G1.



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Açaí Nova Cruz

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