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quinta-feira, 20 de março de 2025

Mãe faz duras críticas a Creche pública de Macajuba ao receber criança machucada

Uma mãe, de prenome Nana, entrou em contato com a redação do Deixa Comigo Macajuba no final da tarde desta quinta-feira (19) e demonstrou muita indignação, ela contou ao jornalista Cristiano Silva, que entrou em estado de choque ao se deparar com a testa de sua criança machucada, onde a equipe da Creche se quer ligou para avisar, segundo ela uma das profissionais relatou que a criança se machucou em um brinquedo, as imagens de câmeras de segurança ainda não foram disponibilizadas para a mãe.

A criança tem cerca de um ano e segundo Nana, só colocou na Creche por conta do trabalho e que ela irá retirar da instituição.

A mãe autorizou a divulgação da imagem da criança.

(Foto: cedida pela mãe)


O Deixa Comigo Macajuba entrou em contato com a Direção da Creche Julieta Sampaio, que se manifestou dizendo, que até o momento a mãe não procurou a direção!.



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Esposa de Zezé di Camargo é condenada a pagar R$ 30 mil a enteado




Graciele Lacerda e Zezé di Camargo
(Foto: Instagram @gracielelacerdaoficial)

Recentemente, Graciele Lacerda, conhecida por sua relação com o cantor Zezé di Camargo, esteve no centro de uma disputa judicial envolvendo seu enteado, Igor Camargo, e a esposa dele, Amabylle Eiroa. O caso, que atraiu atenção significativa da mídia, teve um desfecho parcial em que ambas as partes foram condenadas a pagar indenizações.

O processo judicial revelou que, apesar de Graciele ter obtido uma vitória parcial contra o casal, ela também foi condenada a pagar uma indenização. A decisão judicial determinou que Igor e Amabylle pagassem uma quantia significativa, mas também estabeleceu que Graciele deveria compensar o casal por danos morais.

Quais foram as acusações no processo?
O cerne da disputa judicial girou em torno de alegações de que Graciele Lacerda teria criado um perfil falso para difamar Amabylle Eiroa. Segundo informações do FeedTV de Felipe Reis , o juiz responsável pelo caso considerou que houve falta de provas suficientes para sustentar todas as acusações feitas por Amabylle, mas ainda assim, determinou que Graciele deveria pagar uma indenização.

Além da indenização de R$ 15 mil para cada um, Igor e Amabylle, Graciele também foi condenada a arcar com parte dos honorários advocatícios e custos processuais. A advogada de Amabylle, Adriana Pacheco de Lima, confirmou a condenação, mas preferiu não comentar sobre o caso em detalhes.

Como Graciele Lacerda está lidando com a situação?
Em meio à controvérsia, Graciele Lacerda tem se mantido ativa nas redes sociais, compartilhando aspectos de sua vida pessoal e profissional. Recentemente, ela abriu espaço para perguntas de seus seguidores no Instagram, onde abordou temas relacionados à maternidade e suas novas experiências como mãe.

Um dos tópicos abordados foi o medo que surgiu após o nascimento de sua filha, Clara. Graciele revelou que agora sente um medo constante de perder a filha ou de não estar presente para ela, um sentimento comum entre muitos pais de primeira viagem.

Qual é o impacto desse caso na família Camargo?
O caso judicial envolvendo Graciele Lacerda e a família Camargo destaca as complexidades das relações familiares, especialmente quando envolvem figuras públicas. A situação trouxe à tona questões sobre privacidade, responsabilidade e os desafios enfrentados por famílias sob os holofotes.

Apesar das tensões, a família Camargo continua a ser uma presença influente na música sertaneja e na cultura brasileira. A resolução deste caso pode servir como um exemplo de como disputas familiares podem ser tratadas de forma legal, mesmo quando envolvem personalidades conhecidas.

O que o futuro reserva para Graciele Lacerda?
Com o desenrolar deste caso, Graciele Lacerda parece estar focada em sua vida pessoal e profissional, buscando equilibrar suas responsabilidades como mãe e influenciadora digital. A atenção da mídia sobre sua vida privada pode ser um desafio, mas também oferece uma plataforma para ela compartilhar suas experiências e conectar-se com seu público.

O desfecho deste caso pode influenciar como Graciele e a família Camargo lidam com futuras controvérsias, destacando a importância de resolver disputas de maneira construtiva e respeitosa.

Fonte: Uai


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Golpe pedido de pix para esporte usando nome de lojas macajubenses como patrocinadores





Um pedido de ajuda para um time de futebol, que circulou nas redes sociais na manhã desta quinta-feira (20) é nada mais do que um golpe, usa os nomes de alguns comércios locais, escrito de maneira errada.

Genebaldo Chefe do Departamento de Esporte do Município, disse que tudo não passa de um golpe e que já aconteceu outra vez.

As lojas citadas como patrocínio na grande maioria são anunciantes do Deixa Comigo Macajuba e desmente patrocinado esta pessoa.



Deixa Comigo Macajuba 13 anos O Blog do Povo Macajubense.



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Coágulo cerebral na gravidez: entenda o quadro enfrentado por Gal Gadot



Coágulo cerebral na gravidez: entenda o quadro enfrentado por Gal Gadot —
 Foto: Getty Images/Axelle/Bauer-Griffin

Recentemente, Gal Gadot – a Rainha Má, no live action de ‘Branca de Neve’ – revelou que sofreu um episódio grave de coagulação cerebral durante a gravidez, o que a fez perder temporariamente a visão e a audição. O caso trouxe à tona uma temática de extrema importância para a saúde materna, mas pouco falada, deixando as mulheres em alerta sobre os riscos de trombose cerebral.


Coágulo cerebral na gravidez: entenda o quadro enfrentado por Gal Gadot —
 Foto: Divulgação

A gravidez já é um período sensível e de grandes transformações no organismo e corpo feminino, incluindo alterações na coagulação sanguínea que podem aumentar o risco de trombose e de coágulos cerebrais. Conversamos com a neurologista Vanessa Gil e a ginecologista Fernanda Torras, para entendermos melhor o quadro enfrentado por Gal Gadot, e para servir de alerta para as futuras mamães.

Quais são os fatores que podem facilitar o desenvolvimento de coágulos cerebrais durante a gravidez?

Durante a gestação, o corpo da mulher passa por diversas mudanças para garantir o desenvolvimento saudável do bebê, sendo um deles a hipercoagulabilidade natural – um mecanismo que reduz o risco de hemorragias durante o parto. “Embora rara, a trombose pode ocorrer no cérebro ou em outros órgãos durante a gestação e no pós-parto – o puerpério é uma fase de risco ainda maior do que a gestação para eventos trombóticos”, explica a ginecologista Fernanda Torras.

Além disso, alguns fatores aumentam ainda mais esse risco, como tabagismo, imobilização prolongada, parto prematuro, obesidade, doenças auto-imunes reumatológicas, idade materna avançada, gestações com pré-eclâmpsia ou de fetos com restrição de crescimento, histórico materno de abortos de repetição e gestação com óbito fetal. “O uso prévio de anticoncepcionais hormonais também pode contribuir, além de condições de trombofilias hereditárias, como a Síndrome do Anticorpo Antifosfolipídeo, a mutação do Fator V de Leiden, o Lúpus Eritematoso Sistêmico aumentam o risco”, afirma a neurologista Vanessa Gil.

Sinais de alerta

Muitas gestantes sofrem com dores de cabeça e enxaquecas ao longo da gravidez, o que pode acabar dificultando a identificação de sintomas mais graves. “O coágulo cerebral, dependendo da localização e extensão, pode gerar desde nenhum sintoma até sintomas como cefaléia localizada ou difusa, e geralmente são persistentes ao uso de analgésicos”, conta a Dra. Fernanda.

Enquanto uma enxaqueca comum pode vir acompanhada de aura e ser pulsátil, o coágulo pode provocar visão turva, perda da fala, fraqueza em um lado do corpo, tontura severa, convulsões, confusão mental, vômitos, dormência nos lábios, braços e pernas.

Diagnóstico e tratamento

Caso haja suspeita de um coágulo cerebral, exames de imagem, como ressonância magnética com contraste e angiotomografia de crânio, são fundamentais para confirmar o diagnóstico. “O tratamento deve ser iniciado com urgência, com anticoagulantes, controle da pressão arterial e, em casos mais graves, trombectomia mecânica, que remove o coágulo por meio de um cateter”, explica a neurologista. E em casos graves, a cirurgia é indicada pela localização e extensão do coágulo.


Medidas preventivas

Para reduzir os riscos, algumas medidas preventivas podem ser adotadas, como “manter uma boa hidratação, evitar longos períodos de inatividade, controlar rigorosamente a pressão arterial e monitorar a coagulação em gestantes de alto risco”, aponta Vanessa. Para mulheres com histórico de trombose ou trombofilias, pode ser recomendado o uso de heparina de baixo peso molecular sob orientação médica. E, claro, ter um acompanhamento médico e pré-natal é essencial.

A importância do pré-natal na identificação de riscos

O pré-natal é fundamental para todas as gestações, visto que é o acompanhamento da gestante e do feto. Qualquer sintoma como os relatados acima vão definir a gravidade e a urgência na investigação de fatores cerebrais. Exames laboratoriais para avaliar a coagulação, controle da pressão arterial e monitoramento contínuo podem ajudar a prevenir complicações graves. “Para gestantes de risco conhecido, a solução é a anticoagulação – o uso de medicamentos que impedem a formação de coágulos sanguíneos. Porém, nem todas as grávidas sabem sobre a condição ou não apresentam um quadro histórico de trombose ou alterações nos exames de rotina. Para isso, a rapidez no encaminhamento, diagnóstico e tratamento é necessária, para que o cenário não piore”, afirma Fernanda Torras.

O impacto nas futuras gestações

Para mulheres que já passaram por alguma alteração cerebral na gestação, é recomendado um acompanhamento rigoroso. “Geralmente, métodos contraceptivos hormonais após o ocorrido não são indicados, sendo orientada ao uso de métodos não hormonais”, conta a ginecologista. A investigação de trombofilias e doenças associadas também devem ser realizadas após o parto. E em uma nova gestação, pelo histórico, medidas como anticoagulação serão tomadas, assim como o acompanhamento pré-natal de alto risco.

O caso de Gal Gadot trouxe um problema que, embora seja raro, pode ter consequências sérias se não for cuidado de forma adequada. Por isso, o acompanhamento pré-natal e a atenção aos sinais de alerta fazem toda a diferença na detecção precoce e no tratamento adequado, garantindo mais segurança para a saúde da mãe e do bebê.

Fonte: Glamour 


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Chefão da Globo avalia baixa audiência de Mania de Você e nega veto a casal lésbico



Amauri Soares em inauguração de estúdio na Globo; diretor avalia desempenho de Mania de Você



Diretor-executivo dos Estúdios Globo, da TV Globo e de Afiliadas, Amauri Soares avaliou o desempenho bem abaixo do esperado de Mania de Você --especialmente na Grande São Paulo, principal termômetro para o mercado publicitário. O executivo também negou que tenha interferido na novela das nove e vetado tanto o romance de Fátima (Mariana Santos) e Diana (Vanessa Bueno) quanto o envolvimento de Volney (Paulo Rocha) com Bruna (Duda Batsow).

O profissional explicou que tem conversado com o autor João Emanuel Carneiro e José Luiz Villamarim, diretor de dramaturgia, para entender o que podem aprender com a baixa audiência do folhetim.

"Na segunda-feira, Mania de Você deu 30 pontos no Rio. Não chegou a 25 em São Paulo. Desde o começo, a audiência em São Paulo foi muito diferente em relação ao resto do Brasil. Por quê? Quais as questões dessa história, da maneira como foi contada, que geraram conexão menor em alguns lugares do que em outros? As performances em certas cidades e regiões do Brasil estão dentro ou acima da meta. Em outras, não foi o que a gente esperava, como é caso de São Paulo analisou em entrevista ao jornal O Globo.

"Estamos muito debruçados sobre isso, discutindo as questões dessa dramaturgia que o autor desenvolveu ao longo dos últimos anos. Uma dramaturgia mais sofisticada. Ele está tendo os insights dele, a gente conversa para pensar em projetos próximos. Talvez para determinados públicos essa dramaturgia mais complexa não esteja gerando o engajamento que a gente precisa ver na TV aberta. Vamos processar internamente e aprimorar nossas decisões", explicou Soares.

O diretor ainda ressaltou que as novelas da emissora não deixaram de propor discussões sociais importantes. "Não mudou nada. Eu não tenho esse retorno de que as pessoas têm essa avaliação. Pelo contrário, a gente se preocupa em continuar abordando os assuntos, como sempre fez, respeitando as sensibilidades da sociedade." Soares negou que tenha proibido Carneiro de criar um casal homoafetivo em Mania de Você. "Isso não foi um assunto aqui. Se o autor pensou e depois voltou atrás, essa decisão não passa por mim", disparou.

As novelas retratam relacionamentos homoafetivos há 25, 30 anos consecutivamente e tiveram um papel importante na construção do respeito e da tolerância pela diversidade. Acho que muitos brasileiros se informaram e se letraram em determinados assuntos acompanhando tramas e personagens. Isso acontece no ritmo que os contadores de histórias propõem.

"A criação é muito livre. Se esse ritmo não é o que alguém ou uma liderança de algum movimento considera adequado, eu entendo e respeito, mas quem decide é o autor. Acelerar uma história, um momento ou um encontro apenas para atender a uma eventual demanda não vai acontecer. Vai acontecer no tempo da nossa narração da história, conforme os criadores pensaram", completou.

O executivo ainda afirmou que a Globo não pretende produzir novelas com menos capítulos para a TV aberta, além de adiantar que não há previsão de outros remakes após Vale Tudo.

"Se tiver uma boa ideia de remake, tudo bem. As boas ideias que tínhamos na mesa fizemos. Neste momento, não temos outras, mas podem surgir. Temos uma oferta grande de histórias inéditas, boas e inovadoras", assegurou.

Direitos esportivos Apesar das recentes derrotas contra o Paulistão na Record, o executivo explicou que a compra dos direitos do campeonato ficou insustentável para as finanças da rede.

"Com relação aos estaduais, eles eram absolutamente insustentáveis do ponto de vista econômico. Os valores pretendidos pelos direitos, o nível dos campeonatos, com times reservas jogando... Essa conta não fechava para nós", lamentou.

"Agora voltamos a ter alguns direitos de estaduais em condições sustentáveis. Com o Paulista, infelizmente, não. Estamos sempre abertos à possibilidade de reabrir a discussão, desde que isso aconteça dentro de valores sustentáveis.Assim como para a Fórmula 1", completou.

"Esporte ao vivo é do DNA da TV aberta. A Globo tem o maior portfólio do país, comparando com qualquer plataforma paga ou não paga. Acabamos de renovar os direitos do Campeonato Brasileiro com as duas ligas (LFU e Libra). Estamos  Estamos bem perto de assinar o ciclo de Copa do Mundo Feminina e Masculina e o Mundial de Clubes", adiantou. 

60 anos da Globo 

Soares explicou como será feita a programação especial para comemorar o aniversário da rede. "No dia 24 de abril, teremos o Vídeo Show. No dia 25, o Globo Repórter especial. A partir dele até segunda-feira, 28, todos os programas falarão dos 60 anos do seu jeito", contou.

"Ana Maria Braga vai preparar o bolo do aniversário. Serginho Groisman apresentará um especial sobre a Globo de São Paulo. Luciano Huck fará uma homenagem às atrações de auditório. Sábado à tarde entra o Vídeo Game. Na segunda, o encerramento com o grande show após a novela", detalhou. O executivo quer que os especiais transmitam a mensagem de orgulho dos 60 anos da emissora. "É a História do Brasil contada pelo audiovisual. Esse é o ponto de partida para chegarmos à TV que queremos construir. Curiosamente, a Globo faz aniversário no momento em que a TV 3.0 está tomando forma. Em abril, o Brasil assinará a regulação. Olha que potente. Estamos interessados no futuro. Ele está acontecendo agora. Essa é a essência da festa."

"Teremos muitos encontros de talentos e vamos ver a cara da TV do futuro. Porque ela não é só a TV 3.0. É muita coisa que muda e que não muda. Não muda a determinação da Globo de ser relevante para a sociedade, de propor discussões
de ajudar a construir um ambiente de tolerância e respeito para a diversidade e de ser antialgoritmo, no sentido de trazer assuntos e enriquecer a conversa. Isso é futuro, juntamente com as novas tecnologias, a produção virtual, a TV 3.0 e a inteligência artificial. A ideia é que o show seja um tributo ao encontro entre legado e possibilidades", arrematou.

Fonte: Notícias da TV 


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Felicidade vem depois dos 60? Por que idosos são mais felizes do que jovens no Brasil e no mundo, segundo pesquisa




Felicidade chega ao maior patamar na terceira idade, aponta estudo da Ipsos,Crédito,Getty Images


Se você ainda não chegou aos 60 anos, uma nova pesquisa que mede o nível de felicidade das pessoas traz duas notícias, uma ruim e uma boa.

A ruim é que há uma estrada de mais insatisfação na sua frente. Mas a boa é que, uma vez nos 60 anos, seu nível de felicidade pode chegar a um patamar que você não vivenciou antes.

A pesquisa inédita Ipsos Happiness Index 2025, que entrevistou quase 24 mil pessoas com até 75 anos em 30 países, aponta os 60 anos como a idade mais provável de se ter uma virada no nível de satisfação com a vida.

O Dia Internacional da Felicidade, estabelecido pelas Nações Unidas (ONU), é comemorado nesta quinta-feira (20/3).

Os resultados corroboram com a chamada "curva em U" que costuma aparecer em índices que medem a felicidade da população no mundo. Isso é: começamos a vida adulta mais felizes, ficamos mais insatisfeitos à medida que envelhecemos, mas voltamos a ser mais felizes ao nos tornarmos idosos.

Você chega aos 60 hoje em dia muito diferente do que você chegava 30 anos atrás", diz o estatístico Rafael Lindemeyer, diretor de clientes na Ipsos.

"Sua capacidade de levantar da cadeira, de viver a vida aos 60 anos é muito maior do que era. Com isso, você tem ainda uma plenitude para poder viver bem por muito tempo bem."


A pesquisa mundial considerou, no Brasil e em outros países com nível de renda semelhante, apenas pessoas a partir da classe média. Ou seja, entre os brasileiros, apenas pessoas a partir da classe C, com renda familiar de R$ 3,4 mil ou mais.

As classes A, B e C hoje representam mais da metade (50,1%) da população do Brasil, segundo uma pesquisa recente da Tendências Consultoria.

Como mostra a própria pesquisa Ipsos, a falta de dinheiro é o principal motivo que contribui para a infelicidade das pessoas.

Isso quer dizer, segundo especialistas com quem a BBC News Brasil conversou, que, caso as pessoas mais pobres fossem incluídas, provavelmente os índices de felicidade seriam menores em todas as faixas.

"Para quem não tem as necessidades básicas atendidas, é muito mais difícil falar de felicidade", avalia a palestrante e consultora Renata Rivetti, que se especializou nos últimos anos em estudos da felicidade.

"A gente tem que falar como incluir uma camada da sociedade que está sendo excluída de algo que deveria ser um direito básico, que é a felicidade."

No ranking global da Ipsos, os países em que mais pessoas entrevistadas se disseram felizes são: Índia, Países Baixos (Holanda), México, Indonésia e Brasil.

Já os mais infelizes estão na Hungria, Turquia, Coreia do Sul, Japão e Alemanha.

Mas, diante do grupo pesquisado e das pesquisas que já se debruçaram sobre o tema, o que explica essa felicidade "tardia" na vida?

A felicidade depois dos 60

Relações familiares é principal motivo de felicidade, diz Ipsos Crédito,Getty Images


Nos corredores e no palco da Cúpula Mundial da Felicidade (Wohasu), encontro de especialista no assunto que aconteceu neste mês de março, em Miami, nos EUA, os palestrantes insistiram que a felicidade está principalmente relacionada a uma "vida com sentido", relata Renata Rivetti, após participar do evento.

E esse sentido é mais encontrado em sua plenitude após superada a chamada "crise da meia-idade", após os 40 anos, diz a especialista.

"É um momento em que a gente conquista muitos sonhos, coisas materiais e, mesmo assim, seguimos na busca, não nos sentimos felizes", conta Rivetti.

"Quando a gente chega numa maturidade, a gente começa a encontrar o que de fato faz a gente feliz, começa a ter clareza do que a gente é, não quer mais impressionar tanto os outros e cria mais senso de pertencimento e de conexão."

Na resposta à pergunta "você diz que está: muito feliz, feliz, não muito feliz ou nada feliz?" feita pela Ipsos, 75% dos maiores de 60 responderam que está muito feliz ou feliz, sete pontos percentuais a mais do que as pessoas na faixa dos 50 e três pontos a mais do que os na casa dos 20.

Estudos no Reino Unido com mais de 300 mil pessoas também já apontaram que o grupo acima dos 65 é o mais feliz. Há um declínio nessa satisfação, porém, após os 80.

Entre os "felizes", os principais motivos para esse estado de humor (e para os bons resultados dos 60+), segundo a Ipsos, foram o "meu relacionamento com a família", "sentir-se amado" e "estar em controle da própria vida". Entre os "infelizes", contam mais, além da situação financeira, a saúde mental e física.

Nessa equação, o economista Daniel Duque, pesquisador no Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) explica que a pressão do mercado de trabalho sobre os maiores de 60 anos costuma diminuir, o que abre espaço para os outros fatores que levam à felicidade.

"Quando você entra na terceira idade e está no fim da fase laboral, o trabalho passa a não ter uma centralidade tão grande na vida", diz Duque, que pesquisa a área de mercado de trabalho.

Na idade adulta, entretanto, a pressão econômica para "subir na vida" e pagar as contas faz o emprego e suas instabilidades serem muito mais central, levando a uma perda de bem-estar.

Na visão de Rafael Lindemeyer, do Ipsos, essa menor "pressão econômica" sobre os idosos não quer dizer que eles vivem confortavelmente, financeiramente falando. Mas é um fator que tem menos importância.

"A pessoa com mais de 60 anos têm um combo de variáveis de felicidade muito maior. Isso é: apesar de ter uma situação financeira que sempre é uma dificuldade, há outros componentes que têm a ver com os seus relacionamentos", explica Lindemeyer.

"Além da minha própria felicidade, o que está em torno de mim faz com que eu me sinta feliz. Quando tenho 30 anos, minha felicidade é mais individual do que uma felicidade aos 60 anos."

 Pressões da vida na fase adulta diminuem os níveis de satisfação e felicidade
 Crédito,Getty Images


Segundo a pesquisa Ipsos, o momento de mais infelicidade é logo após os 50 anos.

Para Lindemeyer, isso indica que essa idade tem sido um momento para se "redescobrir" até atingir o autoconhecimento após os 60.

Aos 50, diz o estatístico, muitas pessoas estão passando por um momento na vida em que levaram uma "porrada", em que você percebe que não se tornará um bilionário ou presidente da República e em que as relações se estremecem.

No caso do Brasil, por exemplo, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o casamento no país dura hoje em média 13,8 anos. Os homens se divorciam, em média, com 44 anos, e as mulheres, com 41.

Ou seja, aos 60, as relações estão voltando a ficar mais sólidas, e as expectativas sobre o futuro são mais claras.

No Brasil, também há um crescimento significativo dos chamados "casamentos grisalhos" — as uniões celebradas já na terceira idade.

"Essas pessoas provavelmente adquiriram mais autoconhecimento, começaram a focar mais em construir melhores relações, a dedicar menos tempo ao trabalho para conquistar a vida material e a equilibrar melhor a vida, buscando mais qualidade e tempo para seus hobbies", diz Renata Rivetti, que é pós-graduada em psicologia positiva, área que estuda o que torna a vida das pessoas mais satisfatória.

No entanto, a pesquisa Ipsos mostra ainda que homens e mulheres seguem trajetórias um pouco diferentes até esse ponto.

A felicidade das mulheres permanece mais estável entre os 18 e 59 anos. Já os homens experimentam um período de maior alegria na casa dos 20 anos, mas essa felicidade diminui na meia-idade, até alcançar o mesmo nível de felicidade que as mulheres mais tarde na vida.

Por que jovens estão mais infelizes?

Dados recentes do instituto de pesquisas Gallup, que publica um relatório de felicidade com 143 países, apontaram em 2024 um aumento na diferença entre a satisfação com a vida entre os mais jovens e o mais velhos em grande parte dos países, incluindo o Brasil e os EUA.

O relatório chega a apontar que pessoas com menos de 30 anos estão passando pelo equivalente a uma "crise de meia-idade", especialmente no mundo Ocidental.

Para Daniel Duque, do FGV Ibre, problemas sociais e econômicos nos países podem estar por trás do pessimismo na juventude.

"O mercado de trabalho tem se tornado mais difícil aos entrantes, porque eles não estão só competindo entre eles, mas até com os idosos que têm prolongado a vida laboral", diz

Renata Rivetti atribui a insatisfação a uma não descoberta de outras variáveis que contribuem para a felicidade, além dos prazeres momentâneos e individuais.

"A juventude tem focado muito numa busca rápida de dopamina. Então, a gente quer alegria instantânea, a gente quer satisfazer os nossos prazeres", diz a especialista.

"A gente busca muito a vida através do celular e das redes sociais e vive uma crise mesmo da solidão e de propósito."

Nos EUA, por exemplo, um relatório sobre a "epidemia de solidão" mostrou que o tempo que os jovens passam com os amigos foi reduzido em 70% nas últimas duas décadas.

Relações virtuais são desafios à felicidade Crédito,Getty Images


Famílias menores vão ter efeito na felicidade?

Se o principal motivo para a felicidade, segundo a pesquisa Ipsos, é o "meu relacionamento com a família", o que esperar de um futuro com núcleos familiares cada vez menores?

A taxa de natalidade no Brasil vem diminuindo ao longo dos anos, de acordo com o IBGE. Entre 2000 e 2023, seguindo uma tendência mundial, a taxa caiu de 2,32 para 1,57 filho por mulher.

O Brasil também tem visto aumentar a proporção de lares com apenas uma pessoa: em dez anos, saiu de 12,2% para 15,9%, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad),

"Com certeza daqui a 20 anos a gente vai ter uma nova leitura sobre essa felicidade. Porque a vida solitária traz um desafio muito grande que é a socialização, um dos grandes elementos para trazer felicidade", diz Rafael Lindemeyer, diretor no Ipsos.

"Vai ter que encontrar alguma válvula que seja diferente [de depender de um relacionamento familiar para ser feliz]."

Rivetti acredita que os formatos do que chamamos de "família" podem ser redesenhados: "Acho que a gente vai ter mais amigos, talvez viver mais em comunidade. A crise das relações que a gente vai ver daqui para o futuro não é sobre o padrão de família tradicional, mas é sobre a gente substituir as relações humanas por relações virtuais".

De fato, pesquisas sugerem consistentemente que as amizades são tão importantes quanto os laços familiares para prever o bem-estar na idade adulta e na velhice.

Em entrevista à BBC, o médico psiquiatra Robert Waldinger, autor do maior estudo já feito sobre felicidade, em Harvard, declarou que não há surpresa na conclusão que "pessoas em relacionamentos mais calorosos são mais felizes".

"Solidão e isolamento são estressantes. Se algo incômodo, estressante, aconteceu, posso ir para casa e conversar com minha esposa ou ligar para um amigo. Se eles forem bons ouvintes, posso sentir meu nível de estresse diminuir. Mas se não tenho ninguém assim, se estou isolado e sozinho, acreditamos que o corpo permanece em um grau latente de "reação de luta ou fuga", disse Waldinger à BBC.

"A mensagem é que vale a pena continuar trabalhando nisso porque a qualquer momento da vida você pode criar novas e boas conexões."

Rivetti diz que, a partir de agora, deveria ser dada mais atenção à "saúde social": "A gente cuidou da saúde física, começou a falar de saúde mental, mas, se a gente não falar de saúde social, a gente não vai ter nem saúde mental".

Falta de dinheiro traz infelicidade, mas ter não traz felicidade

Dinheiro não traz necessariamente felicidade Crédito,Getty Images


Segundo a pesquisa Ipsos, quando se trata do que nos faz infelizes, há um amplo consenso: nossa situação financeira. Não importa a idade, o local; se você está infeliz, é provável que suas finanças pessoais estejam por trás disso.

Isso tem a ver com a famosa hierarquia de necessidades de Maslow, proposta pelo psicólogo americano Abraham H. Maslow, que se baseia na ideia de uma divisão hierárquica em que as necessidades consideradas de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto.

No andar mais baixo dessa pirâmide, estão as necessidades fisiológicas, como manter-se vivo, comer, descansar, beber, dormir.

"Não ter dinheiro me faz não ter necessidades básicas atendidas. É muito difícil falar sobre realização, sobre sentido, sobre relações", diz Rivetti.

Mas ter o dinheiro não me garante subir na pirâmide também.

"Eu tenho as necessidades básicas atendidas, mas de repente eu não tenho boas relações, não trabalho a minha autoestima, o senso de comunidade e pertencimento", completa Rivetti.

De acordo com pesquisas, ter mais dinheiro faz menos diferença em termos de felicidade na medida em que as pessoas ficam mais ricas.

A relação entre renda maior e mais felicidade é "logarítmica", explicou à BBC Jean-Emmanuel De Neve, professor de Economia e Ciências Comportamentais da Universidade de Oxford.

Por exemplo, se o seu salário de repente dobrar de R$ 8 mil para R$ 16 mil, você ficará bem feliz.

Mas se você quiser ter o mesmo grau de aumento de felicidade e bem-estar novamente, outro aumento de R$ 8 mil não será suficiente. Você vai ficar mais feliz, mas não tanto.

Isso pode justificar, em parte, por que países como o Brasil, onde as pessoas têm mais problemas financeiros do que em nações desenvolvidas, aparecem na frente de rankings do tipo?

Essa é uma pergunta que Rafael Lindemeyer precisa responder sempre a clientes da Ipsos, em diversos tipos de pesquisas.

Ele costuma responder que, de maneira geral, isso tem a ver com a cultura na América Latina, onde as pessoas costumam ter mais leveza, valorizar as relações pessoais e as "pequenas" alegrias compartilhadas.

"Os países mais otimistas estão aqui", diz.

Em entrevista à BBC, o espanhol Alejandro Cencerrado, analista do Instituto da Felicidade de Copenhague, na Dinamarca, explicou que os latino-americanos estão fora do que é estatisticamente normal, considerando a riqueza dos seus países.

"Provavelmente, muitas pessoas tendem a exagerar como a sua vida vai bem. Os latino-americanos têm uma capacidade de se relacionar que não existe em outras partes do mundo. É algo muito, muito próprio", disse.

Em uma das perguntas feitas pela pesquisa Ipsos, os entrevistados precisavam responder: "Eu espero que minha qualidade de vida esteja muito melhor em cinco anos?".

Os mais pessimistas com o futuro, segundo o Ipsos, foram os japoneses, os franceses e os belgas.

Já os mais otimistas estão na Colômbia, Índia e Argentina, seguidos por todos os países latinos pesquisados: México, Peru, Chile e Brasil.

Fonte: BBC


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Homem é preso após tentar entrar com pistola no Congresso





A Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados prendeu, nesta quarta-feira (19), um homem que tentou entrar armado com uma pistola no Congresso Nacional, em Brasília.

O homem chegou ao Congresso pela chapelaria – uma das principais entradas de acesso ao Parlamento – por volta das 15h30 e, ao passar a mochila pelo detector de metais com raio-x, a pistola foi detectada.

Segundo apurou a CNN, a pistola era calibre .380 e não pertencia ao homem. Por isso, ele foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.

O homem foi encaminhado à Delegacia da Polícia Legislativa Federal da Câmara dos Deputados, onde prestou depoimento.

Na fala aos policiais, disse que entregaria a arma a um policial militar de Minas Gerais, que seria o proprietário do objeto e estaria visitando gabinetes. A intenção do homem seria encontrá-lo para entregar a mochila com a pistola.

Depois do depoimento e do pagamento de fiança, o homem foi liberado.

Fonte: CNN Brasil 


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Brasil x Colômbia: veja a provável escalação de Dorival




A Seleção Brasileira enfrenta a Colômbia nesta quinta-feira (20), às 21h45, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, em partida válida pela 13ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026.

O técnico Dorival Júnior deve escalar uma formação ofensiva, com destaque para a presença do jovem atacante João Pedro entre os titulares.

Após o último treino realizado na quarta-feira (19), Dorival Júnior manteve mistério sobre a escalação, mas indicou a chance de João Pedro, do Brighton, ser titular.

Com isso, a provável escalação do Brasil para o confronto contra a Colômbia é: Alisson; Vanderson, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Guilherme Arana; Bruno Guimarães, Gerson e Rodrygo; Raphinha, Vini Jr. e João Pedro.

A Colômbia, sob o comando do técnico Néstor Lorenzo, ocupa a quarta posição nas Eliminatórias, com 19 pontos, mesma pontuação do Equador, terceiro colocado.

A provável escalação colombiana conta com jogadores conhecidos do futebol brasileiro, como Richard Ríos, do Palmeiras, e Jhon Arias, do Fluminense: Camilo Vargas; Santiago Arias, Davinson Sánchez, Jhon Lucumí e Johan Mojica; Jefferson Lerma, Richard Ríos e Jhon Arias; James Rodríguez, Luis Díaz e Rafael Santos Borré.

Fonte: CNN Brasil 




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Ex-prefeito de Itaberaba é multado em R$ 3,5 mil por contratações irregulares de artistas




Foto: Matheus Morais/bahia.ba
 

O ex-prefeito de Itaberaba, município localizado no Centro da Bahia, Ricardo dos Anjos Mascarenhas (PP), foi multado em R$ 3,5 mil, devido a contratações irregulares de artistas durante os festejos juninos de 2019. Na época, as despesas com os contratos firmados foram de mais de R$ 1,61 milhão.

De acordo com a denúncia, não houve exclusividade em relação às empresas contratadas e também foi constatada a irrazoabilidade com os gastos, tendo em vista que a cidade estava em situação de emergência em razão da escassez de chuvas na época das contratações.

A relatoria afirmou que o ex-prefeito não apresentou quaisquer outros dados ou elementos favoráveis que demonstrassem os benefícios econômicos das referidas despesas.

A defesa de Ricardo não se pronunciou até o momento. A decisão cabe recurso

Fonte: Bahia.ba


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