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terça-feira, 9 de setembro de 2025

Zap Cidadão segue solucionando demandas dos macajubenses*



O Zap Cidadão da prefeitura de Macajuba já atendeu diversas solicitações dos macajubenses, a ferramenta criada pela gestão municipal demonstra preocupação e empenho para ajudar os nossos munícipes, assim como a população também ajuda a pref a ter noção de qual lugar do município precisa de atenção.

A Administração Municipal reforça que o Zap Cidadão está à disposição da população como um canal direto de comunicação com a Prefeitura. Por meio dele, é possível enviar dúvidas, sugestões e reclamações, contribuindo para a melhoria dos serviços públicos.

Como utilizar?

Salve o número no WhatsApp:
 74 9941-0768

Envie sua mensagem com a solicitação

Nossa equipe está pronta para atender você!

Com essa ferramenta, garantimos mais transparência, agilidade e proximidade com os cidadãos. Use o Zap Cidadão e participe ativamente da busca por uma cidade cada vez melhor!








Fonte: Ascom 

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Salários das mulheres da Bahia são em média R$ 600 mais baixos que os dos homens

Levantamento do Ministério do Trabalho expõe desigualdade de gênero no mercado baiano; empreender vira uma das poucas alternativas

Mulheres têm salários inferiores mesmo atuando na mesma função que homens Crédito: Shutterstock


Anos atrás, a história de uma supervisora de controle operacional da Latam Brasil chamou atenção Brasil afora. Experiente na aviação e com uma trajetória de 14 anos na empresa, ela descobriu que ganhava 22% a menos que colegas homens que exerciam a mesma função. Ao questionar a companhia aérea, a resposta foi que seria um erro no sistema, mas que não seria corrigido, uma vez que, por ser mulher e solteira, ela “não tinha tantas despesas” quanto os homens.

Casos como esse, veiculado por O GLOBO em março de 2023, não são isolados. Na Bahia, a situação se repete: as mulheres recebem em média R$ 600 a menos que os homens, de acordo com dados do primeiro semestre de 2025 do Painel Transparência Salarial, produzido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Enquanto a remuneração média dos homens baianos é R$ 3.361,14, as mulheres recebem, em média, R$ 2.739,76

Para Juliana Costa Pinto, advogada especializada em Direito do Trabalho, receber menos pela mesma função não significa apenas ganhar menos dinheiro: é ser sistematicamente desvalorizada. “Esse cenário gera frustração, desmotivação e desengajamento profissional. Além de reduzir a produtividade, provoca impactos sérios na saúde mental, com altos índices de ansiedade, estresse e depressão entre trabalhadoras submetidas à desigualdade. A mensagem transmitida é clara: o esforço da mulher vale menos que o do homem. E isso corrói tanto a dignidade individual quanto o potencial coletivo do mercado de trabalho”, diz.

Esse cenário é ainda mais notável ao levar em conta que, em julho deste ano, a Lei nº 14.611/2023, que trata da igualdade salarial entre homens e mulheres que cumprem o mesmo trabalho, completou dois anos em vigor. De lá para cá, houve avanços relevantes, como a exigência de relatórios de transparência salarial e de critérios remuneratórios, mas a eficácia ainda depende do compromisso das empresas com o cumprimento das obrigações e da atuação firme dos órgãos de fiscalização, como o Ministério do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho. Juliana elabora:

“Não basta ter a lei no papel, é preciso que ela seja acompanhada de auditorias salariais periódicas, planos de carreira claros e políticas efetivas de diversidade e inclusão. Acontece que a máquina pública, além de não ter estrutura para esse tipo de fiscalização, não se estrutura para tanto. Contudo, a mudança não pode e nem deve decorrer apenas da fiscalização e sanção do Estado. O ideal seria uma mudança no cenário segregatório, rompendo o ciclo secular de desigualdades, o que depende, também, de uma mudança do senso comum coletivo.”

Para mulheres negras, a situação é ainda pior

Em comparação com o salário médio dos homens brancos, grupo mais bem remunerado, os ganhos das baianas negras é R$1,8 mil menor. O número escancara a força que fatores raciais ainda têm na empregabilidade na Bahia e em todo o Brasil.

Doutora em Ciências Sociais pela Universidade de Campinas (Unicamp), professora do departamento de Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pesquisadora do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher (Neim) da UFBA, Maíra Kubik reforça que essa imbricação entre gênero e raça está longe de ser recente: tem origem no histórico escravista do Brasil, que impacta até hoje a maneira como a sociedade brasileira se organiza.

“Não à toa, a maioria das pessoas pobres não é branca e está em curso um genocídio da juventude negra. Isso tem relação direta com o período escravista e com a transição para o Brasil República, em que não houve políticas de inclusão social nem qualquer tipo de reparação para as pessoas que foram escravizadas. Soma-se a isso a também histórica estruturação patriarcal da sociedade, e, dessa forma, as divisões sexual e racial do trabalho combinadas fazem com que homens brancos sejam mais bem remunerados e ocupem funções de maior prestígio social”, explica.

Foi buscando alcançar a independência financeira e uma remuneração mais justa que Monique Evelle, empresária de 30 anos, começou a empreender. Hoje, ela é a Shark mais jovem do Shark Tank América Latina e foi reconhecida pela Forbes Under 30 – lista que reconhece jovens talentos que se destacam em seus ramos de atuação – e pela Most Influential People of African Descent (MIPAD/ONU). Monique conta que vê todos os dias casos de mulheres que buscam abrir o próprio negócio com o objetivo de alcançar um rendimento melhor do que recebem em empregos formais.

“Muitas mulheres começam a empreender porque percebem que, mesmo entregando mais do que os colegas homens, continuam ganhando menos. Outras empreendem porque chegam ao teto do que o mercado ‘permite’ pagar a elas. Esse movimento é crescente: mulheres que decidem sair do mercado formal, ou que mantêm o emprego mas criam algo paralelo, justamente para não ficarem reféns da lógica da desigualdade. A pandemia também acelerou isso, com muitas mulheres transformando habilidades em fonte de renda e, depois, expandindo para negócios mais estruturados”, diz.

No caso de muitas mulheres negras, a empresária percebe que os negócios não são apenas uma escolha, mas uma estratégia de sobrevivência e liberdade. Para elas, defende Monique, ter o próprio empreendimento significa poder definir o valor do seu trabalho, construir narrativas sem pedir permissão e acessar diretamente o cliente, sem intermediários que costumam desvalorizá-las.

“É uma forma de transformar talento em autonomia financeira. Só que, diferente do discurso romantizado, as mulheres não empreendem porque acordaram um dia ‘inspiradas’, mas porque o mercado formal fecha as portas. Empreender, nesse cenário, é dizer: ‘se vocês não querem me pagar de forma justa, eu vou criar o meu próprio espaço, gerar minha própria renda e ainda empregar outras pessoas como eu.’ É resistência, mas também é construção de futuro. Por isso, apoiar mulheres negras empreendedoras não é só sobre inclusão, é sobre reparação histórica e investimento em inovação. Porque quando a gente empreende, não cria só um negócio: cria comunidade, cria oportunidade, cria cultura.”

A resistência das empresas em contratar mulheres é facilmente percebida nos dados. O Painel Transparência Salarial mostra que, na Bahia, menos da metade dos vínculos empregatícios no estado são com mulheres. Os cargos ocupados por elas correspondem a 311.151 dos 798.535 dos vínculos registrados na Bahia, o equivalente a 38,97% do total.

“A má remuneração das mulheres, sobretudo das mulheres negras, não é fruto de um acaso, mas de um sistema estruturado de desigualdades. O racismo e o patriarcado ainda determinam quais espaços são ‘reservados’ a elas no mercado de trabalho. Assim, funções historicamente associadas ao cuidado, como limpeza, telemarketing e enfermagem, seguem precarizadas e menos valorizadas. Além disso, a divisão sexual do trabalho reforça a falsa ideia de que as mulheres não estariam ‘disponíveis’ para cargos de liderança em razão da maternidade ou de responsabilidades familiares”, afirma Juliana.

Revertendo o cenário

Um passo de cada vez, é possível que o panorama de desigualdade salarial seja transformado. A lei é um início importante, mas, como dito pela advogada Juliana Costa Pinto, precisa ser posta em prática de maneira eficaz. Caso não seja, há sanções severas previstas.

“As multas podem chegar a dez vezes o valor do salário devido à trabalhadora discriminada, bem como multas administrativas de até 3% da folha salarial (limitada a 100 salários mínimos). Além disso, há possibilidade de indenizações por danos morais e de ações coletivas movidas por sindicatos ou pelo MPT. Portanto, a omissão custa caro, não apenas financeiramente, mas também em termos de reputação institucional”, diz a advogada.

Maíra Kubik, do Neim, concorda com a relevância da medida, mas defende que outras providências precisam vir junto. “É preciso que [a lei] seja efetivamente implementada e combinada com políticas de longo prazo, de formação, desde a escola, para o enfrentamento ao racismo e ao sexismo. Os meios de comunicação também têm um papel fundamental na difusão de informações que permitam enfrentar as hierarquias sociais, trazendo dados e relatos de vida que sensibilizem a população quanto a essas pautas.”

Para aquelas que veem como a melhor saída a gerência do próprio trabalho e querem começar a empreender, esse também é um bom jeito de valorizar o talento. Monique Evelle tem algumas dicas: saber o próprio valor, não normalizar fazer o dobro para receber o mínimo, investir em conexões. E por último e talvez mais importante, não aceitar a desigualdade como inevitável.

“Questionar e pressionar também faz parte da estratégia. Cada vez que uma mulher se posiciona, abre espaço para outras. A remuneração justa começa quando a gente para de aceitar menos do que merece e passa a jogar o jogo com consciência, estratégia e coragem.”

Fonte: Correio24horas 

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Mãe agride funcionária com chinelada no rosto após filho gastar R$ 10 em mercearia

Polícia Militar conduziu as duas mulheres para a delegacia

Funcionária foi agredida com uma chinelada no rosto Crédito: Reprodução/Redes sociais

Um vídeo gravado em um mercadinho de Pastos Bons, no interior do Maranhão, viralizou nas redes sociais nesta semana. As imagens mostram uma mãe agredindo uma atendente com um chinelo após descobrir que seu filho, de 10 anos, realizou uma compra no estabelecimento. O episódio aconteceu na última quarta-feira (3), no bairro Santa Maria. O caso foi registrado pela Polícia Civil.

Nas imagens, a mãe aparece chegando ao estabelecimento após, segundo informações do portal G1, descobrir que o filho havia comprado cerca de R$ 10 em figurinhas sem sua autorização. Ela reclama com a criança e chega a agredi-la com o chinelo. Logo depois, inicia uma discussão com a funcionária, que tenta explicar que apenas realizou a venda normalmente.

Durante a briga, a mulher pede que o dinheiro seja devolvido, alegando que a compra foi feita sem o seu consentimento. A discussão se intensifica até que a mãe parte para a agressão contra a atendente. Ela bate no rosto da funcionária usando calçado e pouco depois é retirada do local por uma mulher que entrou segurando uma criança de colo no estabelecimento no momento da briga.

Após a confusão, a funcionária acionou a Polícia Militar, que encaminhou as duas mulheres para a delegacia local para prestar depoimento.

Fonte: Correio24horas 

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Márcia Sensitiva faz previsão certeira e informa se Lula irá se reeleger em 2026





Márcia Sensitiva surpreende com previsão certeira sobre Lula e revela de forma direta se o presidente conseguirá se reeleger em 2026


Presidente Lula - Márcia Sensitiva
 (Foto: Reprodução)

Márcia Sensitiva surpreende com previsão certeira sobre Lula e revela de forma direta se o presidente conseguirá se reeleger nas eleições de 2026

Márcia Sensitiva, renomada médium e astróloga, vareja previsões sobre tensões globais e política brasileira.

Em sua mais recente declaração ao Metrópoles, ela avalia o conflito no Oriente Médio e, com firmeza, descarta a chance de uma terceira guerra mundial, mas acende o debate sobre a reeleição do presidente Lula em 2026.

Guerra e Reeleição de Lula

Ela afirma que o “caldo vai engrossar”, em relação aos embates entre Israel, Palestina, Irã e o envolvimento dos EUA, mas afirma categoricamente que “não existe a menor chance” de escalada global catastrófica.

Contudo, essa previsão conjuga astrologia, numerologia e vidência numa interpretação espiritualmente fundamentada.



Presidente Lula (Foto: Reprodução/ Ricardo Stuckert/ Instituto Lula)



Lula vai se reeleger em 2026?

Em relação ao pleito presidencial em 2026, Márcia Sensitiva ecoa um posicionamento claro: “Não vi chance de reeleição de Lula”.

Ela ressalta ter acertado a vitória de Lula em 2022, mas admite que agora não enxerga uma nova conquista eleitoral. “Eu tinha visto que ele ia voltar a ser presidente. Agora, eu não vejo. A resposta é não, como vidente. Tem que fazer o mapa [astral] dele”, complementa a espiritualista

O que Márcia Sensitiva previu?

Veja os pontos principais de suas declarações:

•Conflito no Oriente Médio: piora nas tensões, com possível amplificação do envolvimento dos EUA.

•Guerra mundial: completamente descartada, sem indícios nos indicadores espirituais e astrológicos.

•Reeleição de Lula: não está prevista; Márcia diz não ver chance de vitória em 2026.

•Método de previsão: utiliza astrologia, numerologia e vidência; descreve suas análises como apartidárias.

Quem é Márcia Sensitiva?

A trajetória de Márcia Fernandes, nascida em 1952, com carreira iniciada na TV nos anos 1990, rádio, YouTube e atualmente no programa “Vou Te Contar” (RedeTV!).

Contudo, sua atuação fusiona
espiritualidade com comunicação, o que garante atenção tanto de admiradores quanto de críticos.

Conclusão

No final das contas, seu diagnóstico é direto: Lula pode até tentar a reeleição, mas, segundo sua leitura mediúnica e astrológica, não será bem-sucedido.

Ainda assim, ela prossegue convidando os interessados a “fazer o mapa astral” do presidente.

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Prefeitura de Macajuba entregará mais uma casa do Projeto Viver Melhor



Mais um sonho realizado pelo Projeto Viver Melhor!

Nesta quarta-feira (10), a Prefeitura de Macajuba entregará mais uma casa construída pelo Projeto Viver Melhor, garantindo moradia digna para quem mais precisa. Desta vez, a beneficiada será Cleidineia, na Região da Iramaia. 

A entrega acontecerá a partir das 17h.

Com esse projeto, seguimos transformando vidas e fortalecendo o compromisso de construir um município mais justo e acolhedor para todos!




Fonte: ASCOM - Prefeitura de Macajuba

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Moraes vota para condenar Bolsonaro e outros sete réus por tentativa de golpe Estado




Relator do processo penal contra o chamado núcleo crucial da trama golpista foi o primeiro a votar no julgamento na 1ª Turma do STF. Para Moraes, Bolsonaro liderou organização criminosa. Demais ministros ainda precisam votar.


Moraes durante seu voto no julgamento de Bolsonaro e outros 7 réus da trama golpista — Foto: Adriano Machado/Reuters

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (9) para condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado.

Moraes é o relator, na Primeira Turma da Corte, do processo penal contra o chamado núcleo crucial da trama golpista – parte de uma organização criminosa que tentou manter o ex-presidente no poder e impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Como relator, Moraes foi o primeiro a votar no julgamento. Os demais ministros – Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, presidente do colegiado – ainda precisam se posicionar.

Os tamanhos das penas ainda serão debatidos e definidos pelos magistrados. A expectativa é de que o julgamento seja concluído até a próxima sexta-feira (12).

O ministro votou pela condenação de todos os oito réus pelos seguintes crimes denunciados pela Procuradoria-Geral da República:

•Organização criminosa armada

•Tentativa de abolição violenta do Estado

•Democrático de Direito

•Tentativa de golpe de Estado

Nos crimes de dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado, Moraes votou pela condenação de sete dos oito réus do núcleo crucial. A única exceção foi o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) – a ação contra o parlamentar por esses dois crimes foi suspensa por decisão da Câmara dos Deputados.

•Além do ex-presidente, a Primeira Turma do STF também julga:

•Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);

•Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;

•Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;

•general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;

•Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência;

•Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;

•Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro.

Para Moraes, Jair Bolsonaro, que está preso em regime domiciliar, liderou a organização criminosa que tinha um projeto autoritário de poder e tentou impedir ou depor o governo eleito.

•As provas, segundo Moraes

Ao longo do julgamento, Moraes listou o que para ele são provas "cabais" da tentativa de golpe.

O ministro descreveu uma sequência de atos, citou documentos e mensagens que, em sua visão, demonstram a existência de uma organização criminosa hierarquizada sob a liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro.

•Live de julho de 2021

Em primeiro lugar, Moraes apontou a live de julho de 2021, quando Bolsonaro fez ataques sem provas às urnas eletrônicas. Para o relator, não foi apenas discurso político: “Todas as mentiras criminosas feitas na live eram disseminadas pelas milícias digitais. A live foi mais um ato executório”, disse.

•Reunião ministerial em 2022

Outro ponto destacado foi a reunião ministerial de 5 de julho de 2022, encontrada no computador de Mauro Cid. O ministro classificou o encontro como uma “confissão” dos participantes.

“A reunião ministerial agravou a atuação contra o Estado Democrático de Direito. Tudo isso constou da minuta do golpe — prisões, fechamento do TSE, gabinete pós-golpe”, afirmou.

•Reunião com embaixadores

A seguir, Moraes mencionou a reunião com embaixadores em 18 de julho de 2022, no Palácio da Alvorada, quando Bolsonaro repetiu ataques às urnas diante de diplomatas estrangeiros.

“Essa reunião talvez entre para a história como um dos momentos de maior entreguismo nacional, preparatória para uma tentativa de retorno à posição de colônia brasileira, só que não mais em Portugal”, disse.

•Ações da PRF

Também foram citadas as operações da PRF no segundo turno de 2022, em especial no Nordeste. Para Moraes, as abordagens não foram casuais.

“A cronologia comprova a ilicitude dessa conduta, liderada por Bolsonaro, com participação de Anderson Torres. Aqui a cronologia mostra o absurdo total e o desespero desse grupo criminoso”, declarou.

•Plano Punhal Verde e Amarelo

Entre novembro e dezembro de 2022, segundo o ministro, avançaram planos concretos de ruptura. Moraes destacou o documento chamado “Punhal Verde e Amarelo”, que previa a neutralização de autoridades.

“Se pretendia matar o presidente eleito da República. Não é possível banalizar esse retorno a momentos obscuros da nossa história. A prova é farta: o documento Punhal Verde e Amarelo foi impresso no Palácio do Planalto em 9 de novembro”, disse.

Nesse contexto, Moraes chamou atenção para o encontro do general Mário Fernandes com Bolsonaro logo após imprimir o plano.

“Não é crível achar que ele imprimiu, foi ao Alvorada, ficou uma hora e seis minutos com o presidente e fez barquinho de papel com o plano. Isso seria ridicularizar a inteligência do tribunal”, ironizou.
Outro elemento considerado crucial foi o áudio gravado por Mário Fernandes e enviado a Mauro Cid, no qual Bolsonaro teria anuído com a possibilidade de agir até a diplomação.

“Não há prova mais cabal além desse áudio. Todas as alegações do colaborador Mauro Cid foram confirmadas por reuniões, impressões dos planos e por esse registro patente da participação do líder da organização criminosa”, disse Moraes.

•Minutas golpistas

O ministro também afirmou que não há dúvidas sobre a ligação de Bolsonaro com as minutas de decreto que previam prisão de ministros e intervenção no TSE.

“A organização já tinha decidido pelo golpe — só faltava definir os termos do golpe”, resumiu.

•Atos violentos

Por fim, Moraes lembrou episódios violentos, como a bomba em caminhão no Natal de 2022, os ataques em 12 de dezembro e a invasão de 8 de Janeiro.

“Nós estamos esquecendo aos poucos que o Brasil quase voltou a uma ditadura que durou 20 anos, porque uma organização criminosa constituída por um grupo político não sabe perder eleições”, disse o ministro.

Fonte: G1 Globo






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Leite do PAA volta a ser distribuído no município de Macajuba; saiba mais


De acordo com A Secretaria de Assitência Social de Macajuba, a distribuição do Leite PAA retorna nesta terça-feira (09), tanto em Nova Cruz, quando em Macajuba.

O Secretário Sidney Rocha divulgou um vídeo na noite desta segunda-feira (08) falando sobre o retorno do leite; Confira:


Deixa Comigo Macajuba 14 anos O Blog do Povo Macajubense

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Açaí Nova Cruz

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