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quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Objetos foram furtados de propriedade rural de Macajuba

Na noite de segunda-feira (08) para terça-feira (09) o Sitio Bom Jesus foi alvo de furto, botijão, TV, guaraná e cadeiras foram os objetos furtados, a casa na localidade rural de Macajuba foi arrombada.

A informação foi passada pelo proprietário Neto de Zé Boquinha. O caso foi registrado na Delegacia local.



Deixa Comigo Macajuba 14 anos O Blog do Povo Macajubense.


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Homem tenta invadir Palácio do Planalto e leva dois tiros

Disparos foram de borracha e atingiram quadril e perna do invasor

Palácio do Planalto Crédito: Pedro Rafael/Agência Brasil

Um homem tentou invadir o Palácio do Planalto na madrugada desta quarta-feira (10). Para contê-lo, militares do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) precisaram disparar balas de borracha. As informações foram confirmadas pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

O episódio aconteceu por volta das 3h. O homem, identificado como Leonildo dos Santos Fulgieri, de 54 anos, pulou a grade que cerca o espaço e tentou passar pela proteção da rampa que dá acesso ao segundo andar do imóvel.

Os militares do GSI chegaram a advertir Leonildo para que não ultrapassasse, mas ele ignorou e continuou avançando. Foi então, que os agentes dispararam.

O homem foi atingido no quadril e na perna. Em seguida, ele foi contido e encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Ainda não foi informada a motivação da invasão.

O Palácio do Planalto fica na Praça dos Três Poderes, no centro de Brasília, e é o local onde o presidente da República trabalha.


Fonte:Correio24horas


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Justiça determina retorno de pagamentos a instituto baiano dois anos após corte do governo estadual

PGE apresentou recurso contra decisão unânime dos desembargadores

Instituto Geográfico e Histórico da Bahia Crédito: Marina Silva/Arquivo CORREIO

Após considerar ilegal o corte de verbas do governo estadual ao Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB), a Justiça determinou a reinclusão do equipamento à lista de instituições contempladas com repasses mensais. A determinação foi unânime entre os desembargadores, que consideraram a possibilidade de encerramento das atividades do instituto pela crise financeira. O Estado entrou com recurso, solicitando mais informações sobre a decisão

O CORREIO já havia adiantado, com exclusividade, que todos os 20 desembargadores da Seção Cível de Direito Público votaram para considerar o corte ilegal. Em março de 2024, o governo estadual cortou a verba destinada ao IGHB, que é garantida pela Lei nº 6.575/1994. A Justiça determinou a reinclusão do equipamento ao Programa de Apoio às Ações Continuadas de Instituições Culturais. 

"Não se pode admitir uma quebra drástica de continuidade institucional sem fundamentação robusta e clara, sobretudo quando se trata de instituição com reconhecido histórico de serviço público cultural", afirma o desembargador Alberto Raimundo Gomes dos Santos. O acórdão foi oficializado em agosto. O valor dos repasses mensal é R$ 700 mil, o que representa 85% do orçamento do instituto.

Trecho do acórdão publicado em agosto Crédito: Reprodução

"O Estado da Bahia não demonstrou impedimento orçamentário, sendo inaceitável que a continuidade de atividade cultural centenária seja inviabilizada por ato administrativo desprovido de transparência e contraditório com os pareceres técnicos", completa o desembargador, na decisão. Em 18 meses, desde o início do corte de verbas, o IGHB deixou de receber R$ 12,6 milhões do governo. 

Recurso 

Diante da determinação de retorno do equipamento ao programa, a Procuradoria-Geral do Estado da Bahia (PGE) informou que apresentou embargos de declaração, solicitando mais informações sobre a decisão, na última quarta-feira (3). O órgão afirma que não está claro a maneira que a reinserção deverá acontecer. 

"A decisão não esclareceu de que forma se daria a operacionalização dessa reinclusão — se haveria substituição imediata de alguma das instituições já listadas como suplentes ou se seriam aplicados novos critérios para reorganização das vagas. Também não foi considerado, no julgamento, o interesse jurídico direto das demais instituições classificadas, que podem ser afetadas pela decisão", diz a PGE, em nota. 

Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB),

Decisão unânime dos desembargadores do TJ-BA por Reprodução

Acervo do IGHB reúne a maior coleção de jornais, mapas e pinacoteca do Estado da Bahia por Divulgação

Instituto Geográfico e Histórico da Bahia por Divulgação

Ainda segundo a Procuradoria-Geral, o Estado aguarda a manifestação do Tribunal de Justiça sobre os embargos para definir se ingressará ou não com novos recursos. O Instituto Geográfico e Histórico da Bahia entrou com mandado de segurança para reaver os repasses estaduais em setembro do ano passado. 

Fundado em 13 de maio de 1894, o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia é qualificado como organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), sem fins lucrativos, cuja finalidade é a promoção de estudos, difusão de conhecimento, além da defesa e conservação do patrimônio baiano e brasileiro. O equipamento possui a maior coleção de jornais e o maior acervo cartográfico do estado.

IGHB alega perseguição

A diretoria do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, que tem sede na Praça da Piedade, avalia que a instituição é alvo de perseguição e retaliação política por parte do governo estadual. Em novembro de 2023, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult) retirou apoio a um evento sobre o Dia da Proclamação da República, promovido pelo IGHB, depois que foi anunciado que Ernesto Araújo seria um dos participantes.

Na ocasião, a pasta disse que não pactua com "práticas de fake news" e que a programação do evento não havia sido submetida a avaliação da Secult. Araújo foi ministro das Relações Exteriores do governo Jair Bolsonaro. A pasta estadual nega que a retirada do instituto do Fundo de Cultura tenha motivações políticas e diz que tem "apoiado, de forma democrática e plural, instituições culturais que garantem a salvaguarda da memória e da arte na Bahia".

Para Ricardo Nogueira, advogado que representa o IGHB, a decisão dos desembargadores representa uma vitória. "Todas as entidades da sociedade civil organizada estavam atentas ao ato de censura que havia sido empreendido contra a entidade mais antiga em atividade na Bahia. É um marco para o nosso Estado, de respeito à liberdade de manifestações culturais", afirma. "A unanimidade reforça que o Tribunal está afinado com a defesa do direito constitucional e dos direitos à liberdade cultural", completa o advogado.

Relembre o caso
Em março de 2024, o Governo do Estado cortou a verba destinada ao Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, que é garantido pela Lei nº 6.575/1994. Nos pré-requisitos para repasses do Fundo de Cultura, a Secult-BA apontou como pior critério da instituição a “harmonia com a política estadual”. O IGHB entrou com um mandado de segurança contra a medida no dia 9 de setembro do ano passado.

O valor de R$ 700 mil representa 85% do orçamento do instituto. Após o corte, o IGHB lançou uma campanha de doação para manter as atividades. Em abril deste ano, o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia conseguiu aprovação na Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e recebeu R$ 241 mil para a preservação de bens e apoio a iniciativas culturais.

Bruno Monteiro, secretário de Cultura da Bahia, disse, durante o anúncio, que o instituto nunca foi alvo de retaliação. “O Instituto Geográfico e Histórico da Bahia participou do Programa de Ações Continuadas do Funceb por 15 anos, resultado de edital público feito que seleciona essas instituições. No ano de 2023, foi feito um novo edital, atualizado, adequado à legislação atual e o instituto ficou na condição de suplente, a partir de uma análise da comissão técnica”, defendeu.

A Prefeitura de Salvador firmou, em julho deste ano, uma parceria com o Instituto Geográfico e Histórico para repasse de recursos municipais. O investimento anunciado foi de R$ 400 mil para custear a manutenção e atividades promovidas pela instituição. 


Fonte:correio24horas

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Cerceamento de defesa, incompetência do STF para o caso: os motivos de Fux para pedir anulação do julgamento da trama golpista



Ministro, terceiro a votar na trama golpista, entendeu que o caso deveria ser analisado na primeira instância da Justiça. Isso não impediu ministro de votar no mérito, ou seja, se os réus deverão ser condenados.

“Reconheço cerceamento e declaro a nulidade do processo", diz Fux

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (10) pela “incompetência absoluta” da Corte para julgar a ação penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus do chamado núcleo crucial da trama golpista.

Na avaliação de Fux, os acusados não têm prerrogativa de foro — ou seja, não poderiam ser processados diretamente no Supremo. O ministro também defendeu que, mesmo que o STF tivesse competência, o caso deveria ser julgado pelo plenário, e não pela Primeira Turma, formada por cinco ministros.

Se prevalecesse sua posição, todos os atos processuais já praticados seriam anulados.

Esses votos de Fux foram proferidos durante a análise das questões preliminares do julgamento. Isso não o impediu de votar no mérito, ou seja, se houve crime e se os réus devem ser condenados.

Veja abaixo os motivos listados pelo ministro para defender a nulidade do caso:

Incompetência do STF

Ao fundamentar seu voto, Fux disse que o julgamento não envolve autoridades que, pela Constituição, devem ser processadas no STF.

“Não estamos julgando pessoas que têm prerrogativa de foro. Estamos julgando pessoas sem prerrogativa de foro”, afirmou.

O ministro reforçou que compete ao Supremo julgar originariamente apenas o presidente da República, o vice, parlamentares, seus próprios ministros e o procurador-geral da República.


“Meu voto é no sentido de reafirmar a jurisprudência dessa Corte. Concluo, assim, pela incompetência absoluta do STF para o julgamento desse processo, na medida em que os denunciados já haviam perdido seus cargos”, completou.

Ele disse ainda que, na época do suposto cometimento dos crimes julgados na trama golpista, a regra era outra. Naquele período, só tinha foro privilegiado quem estava efetivamente no mandato.

Crítica ao julgamento na Primeira Turma

Fux também apontou que, se a ação tivesse de permanecer no STF, a competência seria do plenário, com 11 ministros.

“Os réus não têm prerrogativa de foro, porque não exercem função prevista na Constituição. Se ainda estão sendo processados em cargos por prerrogativa, a competência é do plenário do STF. Impõe-se o deslocamento do feito para o órgão maior da Corte”, disse.

Cerceamento de defesa

O ministro acolheu ainda o argumento das defesas de que houve restrição ao direito de defesa diante da dificuldade para acessar os documentos do processo.

“O devido processo legal vale para todos. Nesse ponto, eu grifo o que tem sido denominado de document dumping: a disposição tardia de um grande número de dados. Em razão da disponibilização tardia de um tsunami de dados, sem identificação com antecedência, acolho a preliminar de violação constitucional da ampla defesa e declaro cerceamento de defesa”, afirmou.

Validade da delação

Fux, por outro lado, validou a delação do ex-ajudante de ordens Mauro Cid, firmada com a Procuradoria-Geral da República (PGR).

“Nesse caso, o réu colaborou com as delações sempre acompanhado de advogado e com advertências pontuais feitas pelo relator ao colaborador. Isso faz parte do rol de perguntas que se pode fazer. E, na verdade, esse colaborador acabou se autoincriminando, porque confessa”, disse.

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Capitão da PM é condenado a cinco anos de prisão por receber propina para liberar festas 'paredão' em cidade no sul da Bahia




Sentença que condenou o capitão foi publicada nesta terça-feira (9). Militar é acusado de receber caixas de cerveja, além de dinheiro, como pagamento.

Um capitão da Polícia Militar da Bahia foi condenado a cinco anos, um mês e 27 dias de prisão, além da perda do cargo, por crime de corrupção passiva na cidade de Santa Cruz Cabrália, localizada no extremo sul da Bahia.

O caso foi denunciado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) e acatado pela Justiça Militar. A sentença que condenou o PM Fabrício Carlos Santiago dos Santos foi publicada nesta terça-feira (9).

Conforme as investigações realizadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), que foram base para a denúncia do MP, Fabrício dos Santos operava um esquema de cobrança de propinas a comerciantes locais para liberar eventos na cidade, como festas do tipo "paredão". Ele geria o esquema criminoso enquanto atuava como comandante da 4ª Companhia da Polícia Militar do município.

Entre junho de 2023 e fevereiro de 2024, o capitão da PM solicitou e recebeu diversos depósitos via PIX realizados pelos comerciantes locais. Os valores variavam entre R$ 135 e R$ 500.

O esquema era apelidado pelo próprio PM como "Toddy", termo que funcionava como senha para cobrança do pagamento nas mensagens trocadas entre ele e os comerciantes.


Capitão da PM-BA é condenado por corrupção passiva — Foto: Reprodução/TV Bahia

Ainda segundo a denúncia, o crime de corrupção passiva foi praticado pelo menos 13 vezes. Além das transferências financeiras, a propina consistiu também em caixas de cerveja e outras bebidas alcoólicas.

A pedido do MP-BA e por considerar os antecedentes criminais do capitão, a Justiça determinou a prisão preventiva dele para preservação da ordem pública. Fabrício dos Santos já havia sido condenado por corrupção passiva, com uma pena de seis anos, dois meses e oito dias. O PM responde a quatro ações penais na 1ª Vara de Auditoria Militar.

Fonte: G1 Globo 

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Anvisa alerta para uso indiscriminado de remédios para disfunção erétil; médicos citam riscos de infarto e dependência




Agência também alerta para venda irregular em suplementos e gomas; médicos dizem que automedicação pode mascarar doenças como hipertensão e diabetes


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta sobre os riscos do uso recreativo de medicamentos para disfunção erétil, como sildenafila, tadalafila e vardenafila.

Segundo a agência, esses remédios, aprovados apenas sob prescrição médica, vêm sendo consumidos de forma indiscriminada, muitas vezes em suplementos, gomas e até em academias. O uso fora das indicações pode provocar efeitos graves, como infarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC), perda de visão e dependência psicológica.

Jovens na linha de frente do consumo
Para o urologista Mark Neumaier, membro da Sociedade Brasileira de Urologia, o fenômeno do “uso recreativo” tem crescido justamente entre os mais novos.

“Muitos jovens começam a usar por curiosidade ou insegurança. Há também a influência da pornografia, que cria expectativas irreais de desempenho. O problema é que, em pouco tempo, eles passam a acreditar que só funcionam com o comprimido, e isso gera dependência psicológica precoce”, afirma.
Urologista da Rede Total Care e membro da Associação Europeia de Urologia, Mauro Gasparoni reforça que esse comportamento pode ter consequências duradouras.

“Estamos vendo homens saudáveis, sem disfunção erétil, transformando o remédio em um ritual. Isso pode prejudicar a autoconfiança e, no futuro, levar até à disfunção erétil psicogênica — quando a dificuldade de ereção é causada pelo próprio medo de falhar sem a pílula”, explica.

Riscos imediatos e mascaramento de doenças

Os efeitos colaterais mais comuns do uso de medicamentos para disfunção erétil sem prescrição incluem dor de cabeça, vermelhidão no rosto, congestão nasal, palpitações e queda de pressão arterial. Mas os especialistas alertam para complicações mais graves: priapismo (ereção prolongada e dolorosa), arritmias e até eventos cardiovasculares.

Segundo Gasparoni, mesmo em pessoas jovens e aparentemente saudáveis, há riscos:

“Em doses altas ou quando combinados com álcool, esses medicamentos podem provocar queda brusca da pressão arterial, desmaio e até complicações cardíacas. É um erro achar que por ser jovem o corpo vai aguentar sem consequências.”
Cardiologista da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Bruno Sthefan destaca que a associação com álcool e drogas recreativas torna o quadro ainda mais perigoso.

“O esforço físico da relação, somado ao efeito vasodilatador, pode precipitar um infarto ou um AVC. E quando há consumo de cocaína, êxtase ou até energéticos, a chance de arritmia e morte súbita aumenta muito”, alerta.


Tadalafila é o 2º remédio mais vendido do Brasil — Foto: Reprodução/TV Globo

Outro ponto crítico é o mascaramento de doenças graves. A disfunção erétil pode ser o primeiro sinal de problemas como diabetes, hipertensão ou aterosclerose.

“Quando o paciente se automedica, perde a chance de investigar a verdadeira causa. Corrige apenas o sintoma e atrasa o diagnóstico de doenças que podem ser fatais”, afirma Sthefan.

Diferenças entre os principais medicamentos para disfunção erétil
Todos os fármacos listados pela Anvisa pertencem à mesma classe: inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5). Eles atuam promovendo vasodilatação e aumentando o fluxo sanguíneo no pênis, o que facilita a ereção após estímulo sexual.

Apesar da ação semelhante, cada um tem particularidades:

Sildenafila (Viagra e genéricos)

Início de ação: 30 a 60 minutos.
Duração: até 4 horas.
Pode ter a absorção prejudicada por alimentos gordurosos.
Tadalafila (Cialis e genéricos)

Início de ação: em torno de 30 minutos.
Duração: até 36 horas.
Pode ser usada em dose diária baixa, inclusive para pacientes com sintomas de próstata aumentada.
Vardenafila (Levitra e genéricos)

Início de ação: cerca de 30 minutos.
Duração: até 5 horas.
Boa tolerância, mas também afetada pela ingestão de alimentos.
Udenafila

Menos disponível no Brasil.
Perfil parecido com a tadalafila, podendo ser usada em dose contínua.
Lodenafila

Desenvolvida no Brasil.
Início rápido de ação (cerca de 20 minutos).
Duração média de até 6 horas.

Importante: todos são medicamentos de uso controlado, vendidos apenas com prescrição médica. Nenhum deles tem indicação aprovada para aumento de desempenho físico, ganho de massa muscular ou uso recreativo.

Mercado paralelo aumenta risco
Outro ponto levantado pelos médicos é a diferença entre comprar em farmácia, com prescrição, e recorrer a canais paralelos, como internet ou academias.

“O remédio vendido em farmácia é fiscalizado, tem dose garantida e procedência. Já no mercado paralelo pode estar adulterado, conter substâncias tóxicas ou doses irregulares. O risco é muito maior”, afirma Gasparoni.

Neumaier acrescenta que, além de perigoso, esse tipo de comércio é ilegal. “O paciente nunca sabe o que está tomando de fato. Pode ser uma dose maior que a indicada ou até outro composto disfarçado. É uma roleta-russa para a saúde”.

“Não é atalho para prazer”
A Anvisa reforça que esses remédios só devem ser usados com acompanhamento médico. Entre as recomendações estão: não consumir produtos não regularizados, não manipular fórmulas sem prescrição e denunciar comercializações ilegais.

Para Neumaier, a mensagem é clara: “A saúde sexual precisa ser tratada com seriedade. O uso recreativo não é um atalho para o prazer, mas sim um risco que pode custar caro à saúde”.

Gasparoni resume: “Não é um comprimido inofensivo. Ele pode trazer riscos sérios até para quem se acha saudável”.

E Sthefan conclui: “Esses medicamentos são seguros quando bem indicados. Mas usados sem avaliação clínica, podem custar uma vida”.

Fonte: G1 Globo 



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Globo arma esquema antivazamento, blinda final de “Vale Tudo” e muda rotina do elenco



Atores da novela das nove da Globo só sabem das próprias cenas e perderam acesso ao cronograma completo das gravações


Odete Roitman (Débora Bloch) e César (Cauã Reymond) têm casamento bombástico em "Vale Tudo" (Estevam Avellar/Globo)

A Globo apertou o cerco para evitar qualquer spoiler na reta final de “Vale Tudo”. O esquema, que já vinha sendo planejado nos bastidores, começou a valer nesta semana e mudou completamente a rotina do elenco.

Até pouco tempo, os roteiros eram enviados por e-mail toda quinta-feira. Assim, os atores recebiam a programação da semana inteira com antecedência e conseguiam organizar compromissos pessoais e profissionais. Agora, nada disso: os capítulos só foram liberados na sexta, e ainda com várias restrições.

A primeira: em vez da agenda de gravações completa, os artistas receberam apenas os compromissos de segunda e terça. A segunda: nada de e-mail. O material só aparece no EVA, aplicativo interno da emissora. Tudo para reduzir ao máximo a chance de vazamentos.

Outra mudança importante: ninguém mais recebe o roteiro inteiro. Cada ator só tem acesso às cenas em que participa. Isso significa que não há mais como acompanhar o andamento da trama por completo — uma estratégia pensada justamente para preservar os mistérios do desfecho.

As gravações estão previstas para terminar em 4 de outubro. Até lá, os atores terão que conviver com a incerteza: sem saber com antecedência quais serão seus dias de trabalho, horários de estúdio ou folgas.

Não é a primeira vez que a Globo recorre a esse tipo de blindagem. Em novelas consideradas estratégicas, a emissora costuma adotar medidas de segurança extras para manter a curiosidade do público até o último capítulo. E, pelo jeito, “Vale Tudo” entrou oficialmente nessa lista.

Fonte: Portal Léo Dias 


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Prefeitura de Macajuba disponibilizará transporte para as pessoas que serão jurados no júri em Ruy Barbosa nesta sexta-feira (12)


COMUNICADO

A Prefeitura de Macajuba informa que irá disponibilizar transporte para as pessoas que foram selecionadas para atuarem como jurados no júri que vai acontecer na próxima sexta-feira, 12/09/2025, no Fórum de Ruy Barbosa.

O ônibus sairá da Praça Alípio Fraga, na sexta-feira 12 de Setembro às 08:00 horas

"Aqui tem informação"




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Açaí Nova Cruz

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