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domingo, 14 de setembro de 2025

CIPE Chapada apreende indivíduo com drogas durante a Festa do Vaqueiro em Macajuba



Durante o patrulhamento especializado nas proximidades da praça J. J. Seabra, na cidade de Macajuba-BA, durante a 32° festa do Vaqueiro de Macajuba, um indivíduo abordado e com o mesmo fora encontrado 05 papelotes de substância análoga a cocaína, um aparelho smartphone e a quantia em dinheiro de R$ 124,00.


Diante do flagrante delito, foi feita a condução do infrator, juntamente com todo material apreendido, à Delegacia Territorial de Itaberaba-BA, onde foi lavrado o Boletim de Ocorrência.

O fato aconteceu por volta de 03:30 da madrugada de sábado para domingo.

FONTE: ASCOM CIPE/Chapada

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Entenda a diferença entre o Auxílio Gás e o novo programa Gás do Povo

Programa Gás do Povo passará por uma transição gradativa entre a modalidade atual, o Auxílio Gás, e o novo formato (Crédito: Arquivo/Agência Brasil)

A partir de novembro, o governo federal começa a distribuir gás de cozinha para 15,5 milhões de famílias, ou cerca de 50 milhões de pessoas, em todo o país até março de 2026, por meio do programa Gás do Povo, lançado na semana passada. O programa é uma versão ampliada e ajustada do já existente auxílio-gás.

Segundo o governo, no Brasil, cerca de 12 milhões de domicílios ainda utilizam lenha e gás de forma combinada para cozinhar, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre esses, aproximadamente 5 milhões são famílias de baixa renda — um universo de cerca de 15 milhões de pessoas que ainda recorrem à lenha, sobretudo devido ao impacto do botijão no orçamento familiar.

O programa passará por uma transição gradativa entre a modalidade atual e o novo formato.

Veja as diferenças entre eles:

Como funciona

Enquanto o Auxílio Gás repassa, a cada dois meses, o valor integral do botijão de gás de 13 kg, calculado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), liberado em conta digital ou bancária, seguindo o calendário do Bolsa Família, o Gás do Povo não fará repasse de valores para o beneficiado, mas sim, dará um voucher e pagará diretamente o fornecedor. Haverá uma espécie de “vale-gás” – que não poderá ser utilizado para outros fins.

O vale eletrônico para desconto no botijão será emitido em nome do responsável familiar registrado no CadÚnico. São quatro as possibilidades para a retirada do produto: uso de um aplicativo específico, um cartão próprio para o programa, QR Code via Caixa Econômica e cartão do Bolsa Família. O detalhamento dessas opções sairá antes de 30 de outubro, informou o governo.

O beneficiário vai retirar os botijões diretamente nas revendas credenciadas mais próximas de sua moradia, sem intermediários. A gratuidade será concedida no momento da compra, mediante validação eletrônica na revenda habilitada. Não haverá, portanto, qualquer pagamento em dinheiro no ato da retirada. O beneficiário disporá de um vale digital.

Valor do benefício

Se no Auxílio Gás o valor era padronizado, no Gás do Povo o valor do benefício será definido a partir de um preço de referência por estado, calculado pelo MME e pelo Ministério da Fazenda, com base nos preços da ANP. O valor do benefício será atualizado periodicamente.

O novo programa não cobre o valor do frete e o beneficiário terá de arcar com esse custo, caso queira receber o botijão em casa.

Público

Tanto no Auxílio Gás como no Gás do Povo, o programa é destinado a famílias inscritas no CadÚnico, com renda per capita de até meio salário mínimo (R$ 759), com prioridade para aquelas que recebem Bolsa Família. Nos dois programas, a participação pode ser acumulada com outros benefícios e auxílios.

O primeiro programa atende atualmente a cerca de 5 milhões de famílias. Já o novo Gás do Povo prevê atingir 15,5 milhões de famílias, ou 50 milhões de pessoas.

Quantidade

No Auxílio Gás, é repassado a cada dois meses o valor integral do botijão de gás para a família. No Gás do Povo, famílias com 2 integrantes receberão até três botijões por ano. Já as famílias com três integrantes receberão até quatro botijões por ano. Famílias com quatro ou mais integrantes receberão até seis botijões por ano.

Fonte:/istoedinheiro

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Cidade do boi: município brasileiro tem rebanho bovino 38 vezes maior que sua população

Foto: Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias



Em São Félix do Xingu (PA), um município com pouco mais de 65 mil habitantes e território maior que países como Costa Rica e Holanda, o rebanho bovino de 2,5 milhões de cabeças impulsiona a economia local, o agronegócio nacional e a segurança alimentar do Brasil.

Uma vila amazônica transformada em potência da pecuária, ou melhor, na “Cidade do Boi”. No coração do Pará, São Félix do Xingu deixou de ser apenas uma pequena vila para se consolidar como um dos maiores polos de produção de proteína animal do mundo. Hoje, o município é o líder absoluto em rebanho bovino no Brasil, com aproximadamente 2,5 milhões de cabeças de gado, o maior número registrado em um único município, segundo dados do IBGE e da Agência Brasil.

 Esse destaque fez com que a região ganhasse o título de “cidade do boi”, refletindo sua importância estratégica não só para o abastecimento interno de carne, mas também para a exportação brasileira.

Dados oficiais do IBGE e proporção impressionante

De acordo com o Censo 2022 do IBGE, São Félix do Xingu possui 65.418 habitantes Quando comparado ao rebanho bovino local, isso significa 38 bois por morador, um número muito acima das estimativas anteriores de 18 cabeças por habitante, apontadas por reportagens da CNN Brasil e da Revista Piauí.

Além disso, o município ocupa uma área de 84.212,9 km², extensão territorial maior do que países como a Costa Rica (~51 mil km²) e a Holanda (~41 mil km²). Esse vasto território permite a expansão de pastagens e explica em grande parte a força da pecuária na região.

Foto: Bruno Cecim / Agência Pará / Arquivo

Relevância para o agronegócio e a segurança alimentar

 A pecuária é o motor econômico de São Félix do Xingu. Estima-se que a atividade movimente cerca de R$ 3 bilhões por ano, representando quase metade de toda a economia local. O estado do Pará, onde está o município, concentra aproximadamente 10,6% do rebanho bovino nacional, ficando atrás apenas de Mato Grosso. Já em nível nacional, o Brasil registrou 234,4 milhões de cabeças em 2022, superando em 15,4% o total de habitantes do país. Nesse mesmo ano, a pecuária movimentou R$ 116,3 bilhões, um crescimento de 17,5% frente ao ano anterior, segundo o IBGE e a Agência Brasil.

Neste cenário, São Félix do Xingu é peça-chave para a produção de carne bovina brasileira, contribuindo tanto para o consumo interno quanto para exportações estratégicas, que fortalecem o papel do Brasil como maior exportador de carne do mundo.

 Alguns dados em destaque da Cidade do Boi

População (Censo 2022): 65.418
 habitantes 

Território: 84.212,9 km²

 Rebanho bovino (2022): 2,5 milhões de cabeças Proporção

 Proporção gado/população: cerca de 38 bois por morador

nacional: ~1,1% do total do Brasil, 10,2% do Pará

Impacto socioeconômico e ambiental 

A presença de um dos maiores rebanhos bovinos do mundo em São Félix do Xingu garante receitas e empregos, além de fomentar setores da agroindústria, transporte e comércio. Porém, a força da pecuária também traz desafios importantes: desmatamento, emissão de gases de efeito estufa e conflitos fundiários estão entre as questões mais debatidas quando se trata do avanço da atividade na região amazônica.

Assim, a busca por modelos mais sustentáveis de produção e práticas que conciliem conservação ambiental com desenvolvimento econômico torna-se cada vez mais urgente. 

De pequena vila amazônica a potência global da pecuária, São Félix do Xingu consolidou-se como a maior “cidade do boi” do planeta. Com 2,5 milhões de cabeças de gado espalhadas por um território gigantesco e de baixa densidade populacional, o município paraense reforça sua posição estratégica no agronegócio brasileiro, sendo fundamental para a segurança alimentar, a economia regional e a projeção internacional do setor.

Fonte:comprerural

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Preço do café cai pelo 2º mês seguido, mas voltará a subir em breve, dizem indústrias

Produto deve ficar de 10% a 15% mais caro nas próximas semanas, segundo a Abic. Alta já acontece no campo.

Café ainda vai continuar caro por um bom tempo no Brasil. — Foto: Mike Kenneally/Unplash

Nem deu tempo de o brasileiro sentir a queda da inflação do café moído, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), que calcula a média dos preços praticados nas principais capitais brasileiras.

O levantamento mostrou que, em agosto, o café ficou 2,17% mais barato em relação a julho. Foi o segundo mês seguido de queda, depois de um ano e meio de altas, resultado do pico da colheita.

Mas os preços devem voltar a subir já nas próximas semanas entre 10% e 15%, estima o diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Celírio Inácio, com base em informações de duas grandes empresas do setor.

Segundo Inácio, o quilo do café poderá chegar a R$ 80 nos próximos meses. Em agosto, o preço médio do produto foi de R$ 62,83, de acordo com a Abic.

Isso tem acontecido porque a indústria está pagando mais caro pelo café que vem das fazendas.

No campo, as cotações, que chegaram a cair a partir de março, voltaram a subir desde o início de agosto. Veja no mapa abaixo, que mostra os valores para os tipos robusta e arábica, os principais produzidos no país.

Cotação média mensal do preço do café ao produtor. — Foto: Arte/g1


O aumento no campo é o reflexo de fatores como:

. a concretização do tarifaço de 50% dos EUA sobre o café brasileiro, que fez o preço do grão disparar na bolsa de Nova York, que é referência mundial para a negociação do grão;

. os baixos estoques de café no mundo, resultado de quatro anos seguidos de queda na colheita dos principais produtores do mundo em razão dos problemas climáticos;

. a queda na produção brasileira de café arábica este ano, principal variedade produzida no país;

geadas no Cerrado Mineiro, que causaram um prejuízo de 424 mil sacas (25 mil toneladas), segundo a StoneX Brasil.

Efeito do tarifaço nos preços

Até o início de agosto, o tarifaço ainda não havia provocado alta nas cotações do café no campo brasileiro e na bolsa de Nova York.

Isso porque o mercado esperava que o presidente dos EUA, Donald Trump, colocasse o café na lista de produtos isentos do tarifaço, como fez com o suco de laranja, explica o analista da StoneX Brasil, Fernando Maximiliano. Afinal, mais de 30% do grão consumido nos EUA sai do Brasil.

Como o café ficou de fora da lista, a cotação do produto disparou na bolsa, diante da expectativa de redução da oferta dentro dos EUA.

O tarifaço também não aumentou a quantidade de café disponível no Brasil, um cenário que poderia ter dado um alívio para o bolso do brasileiro.

"Esse excedente de café [que iria para os EUA] vai ser comercializado para outros destinos", diz Maximiliano.

Na avaliação dele, os exportadores brasileiros devem começar a vender mais café para a Europa. Isso porque grandes países produtores, como a Colômbia, devem direcionar mais café para os EUA, deixando de atender outros clientes, como os europeus.

A Colômbia é uma competidora do Brasil na exportação de café arábica, e está sendo tarifada em 10% pelos EUA, taxa bem menor que a imposta aos produtos brasileiros.

Estoque de café no mundo está baixo

Há muito tempo o brasileiro convive com preços altos e o analista da StoneX explica que existe um fator mais estrutural por trás de tudo isso.

"Os principais produtores de café [Brasil, Vietnã e Colômbia] estão enfrentando problemas climáticos desde 2020 e isso tem dificultado o restabelecimento de uma produção ampla, que seja capaz de atender a demanda global e preencher os estoques", afirma Maximiliano.

"Este é um problema persistente e que só será superado com uma safra grande no Vietnã, na Colômbia e, principalmente, no Brasil, que é o país que mais coloca café no mundo. Mas não é o que vai acontecer com a gente este ano", diz.

Colheita veio menor que o esperado

Segundo Celírio Inácio, da Abic, a expectativa inicial era de que o Brasil colhesse uma boa quantidade de café, mas a realidade mostrou outro cenário.

No mês passado, com a colheita já no fim, foram constatados dois problemas na safra, relacionados a volume e rendimento.

Além de a quantidade de grãos colhidos ter sido menor que a esperada, o café também veio em um tamanho menor e mais leve. “Nesse caso, é preciso mais grãos para encher uma saca de 60 kg, o que também faz o preço subir.”

A safra brasileira de café arábica, que é a variedade mais produzida no Brasil, deve ter queda de 18,7% este ano, em relação a 2024, estima a StoneX Brasil.

Clima ruim no campo e no bolso

Maximiliano lembra que as quedas consecutivas na produção de café entre 2020 e 2024 aconteceram em razão de secas e geadas.

Esse cenário fez o preço da saca do arábica, por exemplo, saltar de cerca de R$ 600, em 2020, para aproximadamente R$ 2.500, neste ano.

"É uma diferença muito grande. A indústria acaba repassando esse aumento para o consumidor final, pois, caso contrário, não consegue nem se manter na atividade", finaliza.

Fonte;g1.globo

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Conheça a cidade no interior da Bahia famosa por seus dinossauros

Esculturas gigantes de espécies pré-históricas atraem visitantes e transformam o local em referência turística

Dinossauro em Santa Inês Crédito: Reprodução/TV Bahia


No centro-sul da Bahia, Santa Inês, município com cerca de 10 mil habitantes, vem ganhando fama nacional ao ser apelidado de “cidade dos dinossauros”. O título é fruto do projeto Dinovale, da prefeitura, que espalhou pelas praças e ruas réplicas em tamanho real de animais pré-históricos, tornando o cenário urbano um verdadeiro museu a céu aberto.

Entre os gigantes já instalados está o Pycnonemossauro, carnívoro de 8,5 metros que viveu no Centro-Oeste há cerca de 70 milhões de anos, no período Cretáceo. Também chamam atenção o Irritator Challengeri, encontrado na Chapada do Araripe (CE), e o pterossauro Tropeognathus. O acervo inclui ainda uma preguiça-gigante, animal pré-histórico que habitou a Bahia há mais de 11 mil anos e cujos fósseis já foram encontrados em cidades vizinhas como Irajuba, Anagé e Planaltino.

Santa Inês, a cidade dos dinossauros

Santa Inês, na Bahia por Divulgação

Dinossauro em Santa Inês por Reprodução/TV Bahia

Anilson Borges por Anilson Borges/Divulgação

Dinossauro em Santa Inês por Reprodução

Dinossauro em Santa Inês por Reprodução


As esculturas foram concebidas pelo paleoartista Anilson Borges, 40 anos, nascido em Santa Inês. Autodidata, ele começou a esculpir aos 15 anos, aprimorou técnicas ao longo de décadas e hoje utiliza ferro, isopor, resina e fibra de vidro para dar realismo às peças. “Aprendi sozinho a fazer as esculturas. Com o tempo, fui aprimorando a técnica, usando materiais melhores, mais resistentes”, explicou ele ao CORREIO em 2019. Borges também tem trabalhos espalhados em museus de estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Ceará.

A maior escultura já produzida por Anilson foi a de um Camarassauro, dinossauro herbívoro quadrúpede que viveu no período Jurássico, na América do Norte. A peça, com 18 metros de comprimento e cerca de 8 metros de altura, levou oito meses para ser concluída com o apoio de três artistas que trabalharam diariamente no ateliê “Criando Dinossauros”. O projeto é resultado de anos de dedicação e da paixão do artista, que começou após assistir ao filme Jurassic Park, em 1994, experiência que o motivou a criar sua primeira escultura no ano seguinte.

O que inicialmente era apenas um hobby ganhou força em 2001, quando Anilson recebeu o convite para realizar sua primeira exposição no antigo Shopping Iguatemi, atual Shopping da Bahia, em Salvador. Na ocasião, apresentou esculturas menores do que as que produz hoje, mas já despertou o interesse do público. A boa recepção fez com que ele passasse a investir na produção de novas peças voltadas ao mercado.

Educacional

Além de embelezar os espaços públicos, o projeto tem objetivos turísticos e pedagógicos. Em cada réplica, há informações sobre a espécie retratada, o período em que viveu e seus hábitos alimentares. “Anilson Borges é um talento que temos na nossa cidade, uma pessoa da terra, seria ignorância da nossa parte não fazer algo que valorizasse as suas obras e ao mesmo tempo estimulasse a nossa economia”, afirmou o então secretário de Cultura, Reubem Alves.

Especialistas ressaltam que a iniciativa também tem relevância científica. A professora Rita Barreto Bittencourt, bióloga da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), lembra que fósseis da preguiça-gigante chegaram a ser usados como utensílios domésticos por moradores de Irajuba, até que pesquisadores explicaram o valor das peças. Para ela, o Dinovale deveria receber incentivos de outras esferas de governo: “Ele é algo inédito, torço para que Santa Inês vire referência no assunto”.

*Com informações do repórter Mário Bittencourt

Fonte: Correio24horas 

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Cachê das Bandas na Festa de Vaqueiros 2025 em Macajuba Totaliza R$ 422 Mil


A Prefeitura Municipal de Macajuba contratou quatro atrações musicais para a Festa de Vaqueiro. O investimento total em cachês artísticos chega a R$ 422.000,00, segundo publicações no Diário Oficial do Município.

Confira abaixo os valores pagos e as empresas contratadas:

Banda/Artista: Tayrone

Valor do cachê: R$ 250.000,00


Banda/Artista: Ramon e Randinho

Valor do cachê: R$ 150.000,00


Banda/Artista: Ygor a Cara Metade

Valor do cachê: R$ 16.000,00


Banda/Artista: Tatay Vaqueiro

Valor do cachê: R$ 6.000,00

Total investido com atrações: R$ 422.000,00

A Festa de Vaqueiros é um dos eventos mais tradicionais do município, movimentando o comércio, o turismo e valorizando a cultura local. A presença de artistas de renome nacional e regional reforça a importância da celebração para Macajuba e toda a região.



Fonte: Diário Oficial do Município de Macajuba

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Açaí Nova Cruz

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