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terça-feira, 7 de outubro de 2025

Perícia confirma metanol em bebidas de duas distribuidoras em SP

                                    



Locais foram alvos de buscas na última sexta-feira (3) e a presença da substância tóxica foi constatada após análises da Polícia Científica

Em meio à suspeitas de intoxicação por metanol, governo de São Paulo fiscaliza comércios suspeitos de vender bebidas adulteradas • Divulgação/Governo de SP

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, afirmou que a perícia da Polícia Científica confirmou a presença de metanol em análises de bebidas alcóolicas de duas distribuidoras da capital paulista.

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (6), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), endossou que as análises tem relação direta com os óbitos registrados na cidade.

De acordo com o governador, as duas distribuidoras foram alvos de buscas na última sexta-feira (3) e a presença de metanol foi constatada após as análises em algumas bebidas.

Ministério da Saúde já registrou dezenas de casos suspeitos de intoxicações por metanol no Brasil. • CNN

Ministério da Saúde já registrou dezenas de casos suspeitos de intoxicações por metanol no Brasil. • CNN

Ministério da Saúde já registrou dezenas de casos suspeitos de intoxicações por metanol no Brasil. • CNN


Em meio à suspeitas de intoxicação por metanol, governo de São Paulo fiscaliza comércios suspeitos de vender bebidas adulteradas • Divulgação/Governo de SP

Em meio à suspeitas de intoxicação por metanol, governo de São Paulo fiscaliza comércios suspeitos de vender bebidas adulteradas • Divulgação/Governo de SP

Tarcísio de Freitas disse que as distribuidoras alvos de inspeção se tratam dos locais onde haveria partido os produtos que levaram a óbito uma pessoa.

"O que existiu foi um crime", diz Padilha sobre casos de bebida com metanol

"Então você confirma que a origem daquela bebida que foi consumida naquele bar, que gerou o resultado óbito, saiu daquela distribuidora. Essa distribuidora tá fechada e com seu o registro suspenso", afirmou.

Ministério da Justiça se reúne com setor de bebidas nesta terça-feira (7)

Fonte: CNN Brasil 


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Por que a morte de Odete Roitman na 1ª versão de 'Vale Tudo' marcou uma época?

                                  
Mistério, comoção e uma vilã inesquecível: relembre impacto do assassinato da vilã.


O tão esperado “Quem matou Odete Roitman?” chegou no remake "Vale Tudo". Manuela Dias já havia antecipado que o assassino deve ser diferente nesta versão.

Em 1988, o mistério foi um marco na teledramaturgia e mobilizou o público, que queria descobrir quem era o responsável pela morte de uma das maiores vilãs da história das novelas.

A cena da morte de Odete foi ao ar na véspera do Natal de 1988. O mistério durou apenas 11 dias até a revelação, mas mobilizou o Brasil. Em vários lugares, foram organizados bolões para tentar descobrir quem havia cometido o crime.


Morte Odete Roitman 
Foto: Reprodução/Globo

Como foi o bolão oficial?

Na época, a curiosidade era tanta que foi lançado um concurso para que o público enviasse seus palpites sobre o mistério. Quase 2,5 milhões de cartas chegaram, e os nomes mais mencionados foram:

César Ribeiro (Carlos Alberto Riccelli);

Marco Aurélio (Reginaldo Faria);

Eugênio (Sérgio Mamberti), o mais votado;

mas só 5% acertaram que foi Leila (Cássia Kis)




Cartas do concurso Quem matou Odete Roitman? e o bolão de empresas — Foto: Globo/Reprodução

O que disse a imprensa?

O jornal “O Globo” dedicou um terço da página principal da edição do dia 17 de dezembro de 1988 para falar sobre o velório da vilã. "Foi enterrada ontem no jazigo da família Roitman, no Cemitério São João Batista, no Rio, a empresária Odete Roitman, presidente da TCA, a megera da novela ‘Vale tudo’."

"A cerimônia foi prejudicada pelas municipais, que decidiram recapear a Rua Real Grandeza nas horas de maior movimento, o que tornou o tráfego lento e causou enorme engarrafamento nas imediações do cemitério. Como se vê, até no enterro Odete teria motivos para críticas às 'coisas do Brasil'", dizia parte do texto do jornal.


Jornal O Globo na cobertura da morte de Odete Roitman — Foto: O Globo/Reprodução

Para que o final não vazasse para a imprensa, foi só no dia 6 de janeiro de 1989 que os atores souberam quem seria o assassino de Odete Roitman. Foram escritos cinco finais diferentes, mas apenas um foi gravado.

Como foi que a equipe soube da morte?

A morte estava prevista desde a sinopse da novela, mas apenas alguns dias antes da gravação, Dennis Carvalho, diretor da trama, ficou sabendo quem seria responsável pela morte. No livro “Gilberto Braga: O Balzac da Globo”, Artur Xexéo e Maurício Stycer contam como aconteceu essa revelação.


Leila (Cássia Kis) foi a assassina de Odete Roitman — Foto: Globo/Reprodução


“Três dias, liguei para o Gilberto. Quem é o assassino, você mudou de novo? Gilberto respondeu: ‘Quem é a mulher que tem a cara de mais louca do elenco?'. O diretor então respondeu: ‘Cassia Kis’. ‘Acertou’”.

E a atriz adorou ter sido escolhida. “No dia seguinte, eu estava estampada na primeira página de todos os principais jornais do país, como a assassina de Odete Roitman. Foi marcante, histórico!”, relembrou a atriz para o Memória Globo.

Décadas depois, Beatriz Segall seguiu sendo lembrada pela personagem mais emblemática de sua carreira. “Odete Roitman é uma personagem que vai ficar na história; não por um valor meu, mas por tudo o que a novela reuniu”, disse a atriz em 2019.

A pergunta “Quem matou Odete Roitman?” segue viva na memória coletiva e um símbolo da mobilização das novelas no Brasil.

Fonte: G1 Globo 



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segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Como foi a morte de Odete Roitman em Vale Tudo? Veja a cena

Capítulo desta segunda-feira (6) de Vale Tudo foi totalmente voltado para o assassinato de Odete Roitman (Débora Bloch) - Foto: Reprodução/Globo

Odete Roitman (Débora Bloch) morreu no capítulo desta segunda-feira (6) de Vale Tudo, na Globo. O episódio foi totalmente dedicado ao assassinato da vilã, e a sequência final mostrou a megera levando um tiro em sua suíte no Copacabana Palace. 

"Para que essa barbárie? Vamos conversar! Meu bem, ninguém tem coragem de atirar em Odete Roitman!", disse a megera, antes do disparo na barriga. Ela encostou na parede, que ficou suja de sangue, e caiu no chão, morta.

Antes, vários personagens surgiram tramando o fim trágico da milionária. Os cinco principais suspeitos do crime são Maria de Fátima (Bella Campos), César (Cauã Reymond), Marco Aurélio (Alexandre Nero), Celina (Malu Galli) e Heleninha (Paolla Oliveira..

Vale Tudo é escrita por Manuela Dias e tem direção artística de Paulo Silvestrini. O remake é baseado na novela exibida entre 1988 e 1989, criada por Gilberto Braga (1945-2021), Aguinaldo Silva e Leonor Bassères (1926-2004) e que teve direção de Denn Carvalho e Ricardo Waddington. 

Fonte: Natelinha 



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Presidente da Câmara de Macajuba homenageia o Dia do Prefeito

                 

"Quero parabenizar o nosso prefeito Luciano de Noé pelo seu compromisso, responsabilidade e carinho com o povo de Macajuba.

Um gestor que tem olhado com atenção para cada comunidade, buscando sempre o melhor para o nosso município.




Parabéns, prefeito! Que Deus continue te abençoando nessa caminhada e te dando sabedoria para seguir trabalhando por uma Macajuba cada vez melhor.




Do povo, para o povo!"



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Sistema nervoso, pulmões, coração: como o metanol age no corpo e pode provocar falência de órgãos

   


O metanol pode causar danos graves mesmo em pequenas quantidades, levando a cegueira, insuficiência de órgãos e risco de morte  

Casos recentes de intoxicação grave por metanol — um composto químico de uso industrial, presente em solventes, combustíveis e outros produtos, mas impróprio para consumo humano devido à sua elevada toxicidade — têm provocado preocupação e amplo debate no Brasil ao longo da última semana.

Segundo o balanço do Ministério da Saúde deste sábado (4/10), há 14 casos confirmados de ingestão de metanol, incluindo duas mortes em São Paulo, e outros 181 casos estão em investigação.

O cenário levanta uma questão central: por que o metanol é tão mais perigoso que o etanol, o álcool presente nas bebidas comuns?

Ambos são classificados quimicamente como álcoois e, do ponto de vista visual, são muito semelhantes: são transparentes, tem a mesma liquosidade e incluse o mesmo odor - e não é possivel distingui-los por percepção.

Sistema nervoso, pulmões, coração: como o metanol age no corpo e pode provocar falência de órgãos — Foto: Getty Images via BBC    

Mas os efeitos que produzem no organismo humano são radicalmente diferentes — e essa diferença, aponta a infectologista Jessica Fernandes Ramos, explica a gravidade dos casos registrados.

"No fígado, os dois são metabolizados pela mesma enzima, mas os resultados são distintos: o etanol gera substâncias menos nocivas, enquanto o metanol é transformado em formaldeído (o formol usado para embalsamar cadáveres) e em ácido fórmico, extremamente tóxico."

"Esse ácido é corrosivo para o nervo óptico, para estruturas do sistema nervoso e altera o pH do sangue, o que pode comprometer o metabolismo celular, afetar o funcionamento de órgãos vitais e levar a complicações graves, incluindo falência de múltiplos sistemas", descreve Ramos, que integra o Núcleo de Infectologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Os casos recentes ganharam ainda mais destaque porque, diferentemente de situações anteriores em que a ingestão de metanol estava ligada principalmente a contextos de uso intencional, muitas vezes entre populações em situação de rua, desta vez as ocorrências se deram em bares e envolveram diferentes tipos de bebidas adulteradas, como gim, uísque, vodca e outros destilados.

Ainda não se sabe se o metanol foi adicionado a bebidas falsificadas (para dar mais volume e barateá-las), ou se são casos de contaminação — mas as declarações dadas pelas autoridades até o momento apontam para a primeira opção.    


Os efeitos do metanol no corpo

O metanol é rapidamente absorvido. Os primeiros sintomas podem ser sentidos de duas até 48 horas - a depender de quanto da substância foi ingerido.

"Em algumas intoxicações se usa lavagem gástrica, mas no caso do metanol isso não adianta, porque a absorção é muito rápida. Uma vez absorvido pelo trato digestivo, ele passa pelo fígado e se transforma nesses dois metabólitos tóxicos, que entram na circulação", aponta a infectologista.

Os metabólitos, descreve Ramos, chegam rapidamente ao sistema nervoso, e as células mais vulneráveis são os neurônios.

"Por isso os primeiros sintomas são dor de cabeça intensa, alterações no nervo óptico, visão turva ou borrada, podendo evoluir para redução da acuidade visual e, nos casos mais graves, cegueira."

O corpo também passa a produzir substâncias muito ácidas durante a digestão desse produto. Isso faz com que o sangue fique mais ácido do que deveria, uma condição chamada acidose metabólica.

Para tentar compensar, a pessoa começa a respirar de forma rápida e curta, numa tentativa de eliminar esse excesso de acidez pelo ar.

"Esse desequilíbrio afeta todas as células do corpo, mas o coração é um dos primeiros a sofrer, porque precisa de um funcionamento muito estável para manter os batimentos. O sistema respiratório também é prejudicado, já que precisa trabalhar além do normal para tentar equilibrar o organismo. Os rins, por sua vez, têm papel central nesse processo: eles tentam segurar bicarbonato (que é uma substância alcalina) para neutralizar a acidez. Mas esse esforço cobra um preço — a função de filtração fica comprometida, e o paciente pode evoluir para uma insuficiência renal."

Essa combinação de efeitos — toxinas circulando no sangue, acidose metabólica, sobrecarga do coração, dos pulmões e dos rins — pode levar à falência múltipla de órgãos, porque cada sistema vital passa a funcionar de forma inadequada, sobrecarregando os demais e comprometendo a capacidade do corpo de manter funções essenciais.

Segundo a médica, não há dose de metanol que possa ser considerada segura.

"Já foram descritos casos graves em outros países com ingestão de apenas 10 ml de metanol. Pode ser que mínimas pequenas, diluídas em bastante etanol, não causem sintomas imediatos, mas não existe nível seguro comprovado. O que se sabe é que até pequenas quantidades já foram suficientes para levar pacientes ao hospital."

Quanto mais rápido o atendimento, melhor o prognóstico

De acordo com Ramos, quanto mais cedo o atendimento após suspeita de intoxicação por metanol, maior a chance de impedir complicações.

Segundo a médica patologista clínica do DB diagnósticos Maria Gabriela de Lucca Oliveira, os sintomas mais comuns incluem náuseas, vômitos, dor abdominal, tontura, dor de cabeça, visão borrada ou dupla, confusão mental, convulsões, falta de ar e dificuldade para urinar.

O tratamento envolve oferecer o antídoto (etanol endovenoso, para competir com o metanol no fígado) e medidas de suporte.

O que já foi metabolizado pode ser removido por hemodiálise. Também é feito o uso de bicarbonato endovenoso, hidratação, suporte respiratório e outros cuidados conforme o caso.

O antídoto para a intoxicação por metanol é justamente o etanol — o mesmo tipo de álcool encontrado em bebidas alcoólicas e que o corpo humano consegue metabolizar de forma tolerada, ainda que também nociva em excesso e a longo prazo.

Como é feito o tratamento

Isso ocorre porque tanto o metanol quanto o etanol disputam a mesma enzima no fígado, chamada álcool desidrogenase. Quando o fígado está ocupado processando o etanol, o metanol deixa de ser metabolizado rapidamente. Isso é essencial porque, ao ser transformado no fígado, o metanol se converte em ácido fórmico, que é a substância realmente tóxica e capaz de causar danos severos, como cegueira, lesões neurológicas e até a morte.

O tratamento é feito em ambiente hospitalar e sempre supervisionado por profissionais de saúde. O etanol pode ser administrado por via oral ou intravenosa, mas apenas na forma farmacêutica, em grau de pureza adequado para uso médico.

O objetivo é manter níveis constantes de álcool no sangue por um período prolongado, até que o metanol seja eliminado naturalmente pela respiração e pela urina, sem se transformar em ácido fórmico.

Esse processo geralmente é combinado com hemodiálise, que ajuda a filtrar o sangue e acelerar a retirada do metanol e de seus subprodutos. Assim, o corpo consegue se livrar da substância antes que ela cause danos irreversíveis.

No Brasil, os atendimentos de emergência em casos de intoxicação são feitos em parceria com os Centros de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox), serviços especializados em diagnóstico e manejo de envenenamentos. O país conta atualmente com 32 unidades, sendo nove delas em São Paulo, estado que concentrou a maior parte das ocorrências recentes de intoxicação por metanol.

Outra opção, mas ainda não disponível no Brasil, é o fomepizol, um medicamento desenvolvido justamente para tratar intoxicações por metanol.

"É considerado um antídoto melhor do que o etanol, porque bloqueia a enzima responsável pelo metabolismo do metanol, impedindo a produção de ácido fórmico e formaldeído. Ele não gera o efeito de embriaguez que o etanol causa", avalia Ramos.

Medida mais segura é evitar destilados — Foto: Getty Images via BBC


Medida mais segura é evitar destilados
A recomendação é evitar completamente o consumo de destilados.

"Até agora não há registros de contaminação em cerveja ou vinho, mas já houve em cachaça, gin, vodka, uísque. Como o metanol é incolor e tem o mesmo odor do etanol, não há como identificar. Também não é possível garantir segurança com base em marcas, cidades ou distribuidores — todas estão sob suspeita até novas orientações das autoridades sanitárias", aponta a infectologista.

O conselho que Ramos tem dado a pacientes é: consumo zero de destilados até segunda ordem. É muito arriscado.

"Estamos vendo casos em pessoas jovens, saudáveis, que ingeriram pequenas quantidades em estabelecimentos de alto padrão, em regiões que teoricamente teriam mais fiscalização. Então, neste momento, não há margem para arriscar"

A psiquiatra e pesquisadora de consumo de álcool Olivia Pozzolo aponta que a população precisa, mais do que nunca, estar atenta a sintomas suspeitos como náusea intensa, tontura, alteração visual e falta de ar após o consumo de álcool.

"Diante da recomendação da Anvisa de evitar neste momento o consumo de destilados, como vodca, gim e uísque, é importante alertar: quem sente dificuldade em ficar sem consumir bebidas alcoólicas deve buscar ajuda profissional", aponta Pozzolo, que faz parte do CISA (Centro de Informações sobre Saúde e Álcool).

Fonte: G1 Globo/ Saúde 



                

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Vias de fato e desacato dupla é conduzida pela PM em Macajuba

         



     

Na noite da última sexta-feira, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada, via funcional, com a informação de que estaria ocorrendo uma briga de casal na Rua do Planalto em Macajuba.

De imediato, a equipe deslocou-se até o local e encontrou um aglomerado de pessoas. Durante a verificação, uma mulher identificada pelas iniciais E. S. P. relatou que outra mulher, de iniciais R. S., teria lhe dirigido ofensas, feito ameaças e arremessado um pedaço de telha em sua direção.

Ao tentar ouvir a versão de R. S., a guarnição encontrou-a em estado de descontrole, portando uma pedra e proferindo ameaças contra os policiais e contra a denunciante.

Durante o atendimento, chegou ao local um homem identificado pelas iniciais S. S., irmão de R. S., que apresentava sinais de embriaguez. No momento em que um dos policiais tentou dialogar com ele, o indivíduo partiu em direção ao militar, tentando agredi-lo fisicamente. Neste momento, R. S. lançou uma lata de cerveja contra o policial e arremessou a pedra que segurava.

Diante da situação, foi dada voz de prisão aos dois, que resistiram à ação policial. O homem foi contido e algemado, enquanto a mulher correu para dentro de sua residência, retornando logo depois ao exterior, onde voltou a ameaçar a guarnição. Ela também foi contida e detida.

Os envolvidos foram conduzidos e apresentados na Delegacia Territorial de Itaberaba, juntamente com a vítima, para registro da ocorrência e adoção das medidas cabíveis.



Fonte: Polícia Militar                   


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EUA sob Trump desaceleram, e 'caça' a imigrantes distorce taxa de desemprego


Foto: CNN


A economia norte-americana perdeu ímpeto sob o presidente Donald Trump, mas o emprego ainda mostra alguma resiliência devido a uma disrupção na oferta de mão de obra dos imigrantes.
 
Após crescer 2,8% em 2024, o PIB (Produto Interno Bruto) do país deve desacelerar para 1,8% neste ano, segundo previsões de mercado e de órgãos internacionais. Em dezembro, antes da posse do republicano e da imposição de tarifas, havia expectativa de crescimento de até 3%.

A perda de ritmo na maior economia do mundo -US$ 29,2 trilhões (US$ 2,2 trilhões no Brasil)- ocorre em meio a pressões inflacionárias persistentes, sobretudo no gigantesco setor de serviços, que representa quase 80% do PIB.
 
Em agosto, enquanto a inflação geral anual foi de 2,9%, ela rondava 3,6% nos serviços (exceto energia) e 3,2% no setor de alimentos. A meta perseguida pelo Fed, o banco central americano, é 2% ao ano.

A questão central hoje não é quando a inflação cairá, mas se ela voltará a subir antes que o crescimento desacelere decisivamente. Isso pode colocar em xeque a intenção do Fed de seguir baixando os juros até 2026. Em setembro, a taxa foi reduzida em 0,25 ponto, para uma banda entre 4% e 4,25% anuais -mas Trump pressiona o Fed para que acelere os cortes.
 
As duas políticas mais agressivas do republicano neste início de mandato -tarifas e perseguição a imigrantes- estão diretamente relacionadas ao quadro de incerteza.
 
Para Kenneth Rogoff, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, muitas empresas estão diminuindo margens de lucro para absorver o impacto das tarifas, mas isso teria um limite.

"Com o tempo, todos começarão a repassar custos, que aparecerão nos preços. Isso provavelmente elevará a inflação para 3,5% ou 4% no final deste ano. Há um debate sobre o quanto o Fed deveria se incomodar: por um lado, [o impacto] seria temporário e eles não deveriam se importar; por outro, estão preocupados com sua credibilidade após permitirem a grande inflação pós-pandemia", diz.
 

Professor em Harvard, o economista afirma que o Fed poderá optar por apenas mais um corte nos juros neste ano "por razões políticas". Ele diz que a economia terá de desacelerar para conter os preços, mas não vê chance de recessão nos próximos meses.

Enquanto o choque tarifário encarece produtos e matérias-primas importados, o combate à imigração reduz a oferta de mão de obra, distorcendo o mercado de trabalho.
 

Segundo o Fed regional de São Francisco, os EUA terão saldo positivo líquido entre entradas e saídas de apenas 1 milhão de imigrantes neste ano -1,6 milhão e 2,6 milhões a menos que em 2024 e 2023, respectivamente. Entre 2022 e 2024, os imigrantes contribuíram com mais da metade do total de novos trabalhadores.
 

A diminuição dessa oferta de trabalho, segundo o IIF (Instituto de Finanças Internacionais, que reúne 400 instituições financeiras), cria a ilusão de que o mercado laboral está aquecido, mas o que falta são pessoas para preencher vagas.
 

Isso ocorre principalmente em estados dependentes de imigrantes, como Califórnia, Texas, Flórida e Nova York. Neles, a taxa de desemprego está menor que em estados menos dependentes da imigração. Enquanto o aumento salarial diminui em nível nacional, há aceleração nas regiões dependentes de imigrantes.
 

Para Marcello Estevão, diretor-gerente do IIF, essa fragmentação implica que o Fed precisa interpretar os agregados nacionais com cautela, pois a taxa de desemprego geral (4,3% em agosto) pode indicar um mercado de trabalho mais frágil do que se supõe.

"O ponto é que há fraqueza suficiente no emprego e no crescimento deste ano, que vai impor disciplina na formação de preços. O choque das tarifas pode até ser limitado sobre a inflação, mas ainda assim obrigará o Fed a uma calibragem paulatina [no corte de juros]", diz. O IIF prevê crescimento entre 1,4% e 1,5% neste ano, metade da evolução do ano passado.
 
José Júlio Senna, ex-diretor do Banco Central e pesquisador do Ibre-FGV, concorda que a inflação segue pressionada, o que poderá atrapalhar o plano do Fed de cortar juros. Ele põe em dúvida, porém, a dimensão da desaceleração.
 
Senna afirma que um dos principais indicadores observados pelo banco central dos EUA são as Vendas Finais para Compradores Domésticos, que destaca gastos e investimentos de residentes e empresas, deduzindo a variação de estoques privados.
 
Após desaceleração entre janeiro e março frente às incertezas com a chegada de Trump, o indicador subiu 2,9% anualizados no segundo trimestre, próximo à média de 3% observada em 2023 e 2024 -quando a inflação fechou em 3,4% e 2,9%, respectivamente.
 
"Por enquanto, a desaceleração não é significativa, e o Fed precisará manter a preocupação com os preços", diz.

Apesar dos ventos contrários de curto prazo, a economia dos EUA continua ostentando vantagens estruturais. Neste ano, o trabalhador americano médio deve gerar cerca de US$ 171 mil em produção, em comparação com US$ 120 mil na zona do euro e US$ 96 mil no Japão (considerando a paridade de poder de compra).
 

Apesar da expectativa de crescimento menor, o mercado de ações também segue batendo recordes, mas pode haver distorção pelo peso e valorização das empresas de tecnologia. Hoje, as sete maiores companhias do ramo nos EUA valem juntas mais do que as bolsas de valores de Reino Unido, Canadá, Alemanha e Japão combinadas.

Fonte: Bahia Notícias 
 

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CBF afasta árbitros após polêmicas em São Paulo x Palmeiras e RB Bragantino x Grêmio

                              

Fotos: Reprodução/Premiere/Nasi Filho

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou afastamento de quatro árbitros envolvidos em duas partidas da 27ª rodada do Campeonato Brasileiro: Red Bull Bragantino x Grêmio e São Paulo x Palmeiras.
 
De acordo com comunicado oficial da Comissão de Arbitragem, os profissionais serão submetidos a um processo de “treinamento, aprimoramento e avaliação interna”, antes de voltarem a atuar nas competições nacionais.

No Choque-Rei, o árbitro principal Ramon Abatti Abel e o responsável pelo VAR, Ilbert Estevam da Silva, foram os nomes indicados para o afastamento. Já na partida entre Bragantino e Grêmio, a decisão atinge o juiz Lucas Casagrande e o árbitro de vídeo Gilberto Rodrigues Castro Junior, que passarão por um período de reciclagem.

 

Em nota, a CBF reforçou que as medidas visam a melhoria contínua do quadro de arbitragem do país. 

 

“A Comissão de Arbitragem da CBF informa que os árbitros centrais e de vídeo (VAR) das partidas Red Bull Bragantino x Grêmio e São Paulo x Palmeiras, válidas pela 27ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro 2025, serão condicionados a treinamento, aprimoramento e avaliação interna, para posterior retorno às atividades.”

No clássico paulista realizado no Morumbis, o São Paulo protestou contra a arbitragem por dois lances decisivos: um possível pênalti não assinalado e a ausência de cartão vermelho para Andreas Pereira, do Palmeiras, ainda com o placar em 2 a 0 para o Tricolor. 

Já em Bragança Paulista, no sábado, o Red Bull Bragantino teve um pênalti marcado a seu favor nos acréscimos, enquanto o Grêmio sofreu uma expulsão no fim do jogo. Inconformado, o clube gaúcho enviou uma manifestação formal à CBF pedindo esclarecimentos sobre a atuação da arbitragem.

Fonte:Bahia Notícias 


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Açaí Nova Cruz

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