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| Imagem ilustrativa • Rafael Neddermeyer |
No Brasil, o índice está hoje no menor patamar em mais de 20 anos, o que representa um feito importante para a política econômica e, em particular, para a condução da política monetária pelo Banco Central.
Esse resultado está intimamente ligado ao chamado duplo mandato de um Banco Central — conceito usado especialmente nos EUA e que vem sendo cada vez mais observado no Brasil. O duplo mandato significa que a autoridade monetária deve perseguir simultaneamente dois objetivos: estabilidade de preços e pleno emprego. Em outras palavras, o Banco Central não pode mirar apenas a inflação, ignorando o mercado de trabalho, nem apenas o desemprego, deixando a inflação descontrolada.
A meta é minimizar o somatório dos dois problemas: inflação alta e desemprego elevado. Quando o índice de miséria cai, é sinal de que essa missão está sendo cumprida.
Nos últimos meses, o Brasil avançou de forma notável nessa frente. Em meados de 2024 a inflação acumulada em 12 meses chegou a 5,6% quase se igualando à taxa de desemprego de 5,8%, algo que indicava uma pressão inflacionária significativa. Desde então, a política monetária do Banco Central conseguiu reduzir a inflação para baixo de 5%, sem provocar uma deterioração relevante no mercado de trabalho. O resultado é um índice de miséria em queda contínua que deve se aproximar de 10% refletindo o equilíbrio entre preços estáveis e empregos preservados — exatamente o que se espera de uma política econômica bem calibrada.
Esse desempenho é um sinal de competência do Banco Central brasileiro, que conseguiu transitar de um ambiente de inflação elevada para um quadro de maior estabilidade, sem sacrificar o emprego. Isso reforça a importância de instituições sólidas e autônomas, capazes de tomar decisões técnicas mesmo em cenários de pressão política. Um índice de miséria em níveis historicamente baixos não é apenas um número bonito no gráfico: ele se traduz em bem-estar para as famílias, previsibilidade para os empresários e um ambiente econômico mais saudável para o investimento e o crescimento de longo prazo.
Fonte; CNN brasil
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Foi a quarta edição do evento de uma raça em que Lira está se tornando especialista
Criador de gado Nelore, Lira fez um leilão no interior de Alagoas. O evento foi realizado no sábado na sede da Fazenda Santa Maria, que fica em São Sebastião.
O faturamento foi obtido da seguinte maneira:
– 700 bezerros vendidos;
– R$ 2,15 milhões faturados;
– 62 touros vendidos;
– R$ 1,8 milhão faturado
O deputado é integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária. Lira foi presidente da Câmara por quatro anos, deixou o cargo em fevereiro deste ano, e sua gestão aprovou projetos que favorecem o setor como o marco temporal.
O leilão teve até patrocinadores como a cerveja Império. Foi a quarta edição do evento de uma raça em que Lira está se tornando especialista.
Os compradores eram políticos e fazendeiros do Nordeste. Fernando Pereira é exemplo dos clientes do deputado. Ele é deputado estadual pelo PP, mesmo partido de Lira, e criador de gado.
Prefeitos e deputados estaduais estiveram no leilão. Quando as vendas foram encerradas, houve almoço e show do Vaqueiro Chamequinho, um cantor local.
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| Foto: Divulgação/Arquivo |
A venda de Shash foi anunciada com pompa. O motivo era a linhagem que o touro que fará 2 anos de idade mês que vem. “Ele é filho do fantástico e fabuloso REM Armador”, gritou o locutor ao microfone.
REM Armador é um touro conhecido por produzir animais que ganham peso rápido. As vantagens genéticas incluem ganho rápido de peso, o que resulta em bastante carne e lucro.
Avaliações colocaram REM Armador a frente de outros mil touros de elite. O animal produziu bezerros de destaque e transformou seus herdeiros são objeto de cobiça porque podem se tornar touros Nelore tão produtivos quanto o pai.
O prestígio de REM Armador ocorre porque a prioridade do leilão de Lira era a fertilidade. O locutor ressaltou várias vezes este ponto e usou adjetivos positivos para descrever a CE (circunferência escrotal) dos 62 touros vendidos.
Lira também foi as compras. Havia alguns lotes de outros criadores e ele comprou bezerros para a filha adolescente Malu.
Preocupação com uísque
Os casos de bebida com metanol foram uma preocupação. Um posicionamento foi colocado nas redes sociais e lido pelo locutor. “Todas as bebidas utilizadas aqui no nosso leilão têm procedência comprovada, rastreabilidade garantida e são adquiridas com nota fiscal”.
O assunto foi tratado pelo próprio Lira ao final do leilão. “Amanhã é domingo, então ainda dá para tomar mais cerveja. E uísque aqui é com nota fiscal e lacrado. Não tem metanol não. Então, pode beber à vontade.”
O deputado também disse que seu gado está cada vez melhor. Ele prometeu animais de ainda maior qualidade ano que vem e lembrou que haverá leilões em outras fazendas suas até novembro.
Fonte:iclnoticias
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Proposta precisa agora ser votada no Senado
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| Lula Marques/Agência Brasil |
A proposta, encaminhada pelo governo federal, ainda terá que ser aprovada no Senado, antes da sanção pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para entrar em vigor.
A redução do IR foi uma promessa de campanha de Lula em 2022. Enviado para a Câmara em março, o texto foi aprovado em uma comissão especial que analisou o texto.
Atualmente, são isentos do imposto quem ganha até R$ 3.036. O projeto determina que, em 2026, as pessoas que ganham até R$ 5 mil, terão um desconto mensal de até R$ 312,89, de modo que o imposto devido seja zero. Já quem ganha de R$ 5.000,01 até R$ 7.350,00, o desconto será de R$ 978,62.
Segundo o governo, com a aprovação da proposta, serão beneficiados com a isenção mais de 26,6 milhões de contribuintes, em 2026.
Após a aprovação unânime, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), destacou que a aprovação é um dia histórico para o país e para o Parlamento.
"Aqui demonstramos que quando o tema é o bem-estar das famílias brasileiras, não há lados, nem divisões. É interesse do país acima de qualquer diferença", disse. "A Câmara dos Deputados sabe ouvir, decidir e estar ao lado do Brasil", acrescentou.
Compensação
Para compensar a isenção, cujo custo está estimado será de R$ 25,8 bilhões aos cofres públicos, o projeto prevê a tributação das pessoas com rendimentos acima de R$ 600 mil por ano, com uma alíquota progressiva de até 10%.
A alíquota máxima incidirá para quem recebe anualmente a partir de R$ 1,2 milhão. Além disso, ela não será aplicada para quem já paga a alíquota máximo do IR, que é de 27,5%.
Segundo o Ministério da Fazenda, a medida atingirá cerca de 140 mil pessoas, 0,13% dos contribuintes, que hoje pagam, em média, apenas 2,54% de Imposto de Renda.
O relator do projeto, deputado Arthur Lira (PP-AL), estima que haverá uma sobra de R$ 12,7 bilhões até 2027 com a taxação. Em seu parecer, Lira destinou esses recursos para compensar a redução da alíquota da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), instituída pela Reforma Tributária.
“É importante ressaltar que esse projeto vai atender diretamente a 15,5 milhões de pessoas no país. Esse projeto é fruto de uma base de cálculo de quase R$ 227 bilhões, que é apurado no imposto de renda no Brasil. E estamos discutindo uma renúncia de receita, no primeiro ano de, R$ 25,4 bilhões, portanto 10% do valor total do imposto de renda pago por todos os brasileiros”, disse.
Justiça tributária
O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) disse que com o projeto, o país começa a fazer justiça tributária.
“Nosso país é um país da desigualdade, é um país onde uma ínfima minoria detém a maior parte da riqueza enquanto a maioria do povo brasileiro vive em difíceis condições. A justiça tributária precisa ser feita e esse projeto que mira na justiça tributária. Uma justiça que pode reduzir as desigualdades, que pode fazer com que as pessoas de menor renda e a classe média brasileira possam ter uma capacidade de consumo melhor, uma capacidade de viver melhor a sua vida”, afirmou.
A deputada Fernanda Melchiona (PSOL-RS) lembrou que a iniciativa foi pautada após as manifestações de setembro contra a proposta de Emenda à Constituição (PEC) das prerrogativas, a chamada PEC da Blindagem e o projeto de anistia aos presos pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
“Esse projeto é muito importante, milhões de brasileiros serão impactados com a redução imediata do imposto de renda e com a redução para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7 mil e, ao mesmo tempo, um imposto mínimo que vai ser cobrado dos super-ricos”, completou.
Críticas
A iniciativa foi objeto de críticas de alguns parlamentares. O deputado Gilson Marques (Novo-SC) disse que os recursos não irão para os mais pobres e criticou a tributação de lucros e dividendos.
“Vamos cobrar dos mais ricos, são só 140 mil pessoas para dar para os mais pobres. Isso é mentira! Esse dinheiro não vai para os mais pobres, vai para os políticos. E é melhor que esse dinheiro ficasse ainda que com os mais ricos, porque são eles que empregam, compram as máquinas, fazem os produtos”, argumentou.
O texto determina que o emprego ou a entrega de lucros e dividendos por uma mesma pessoa jurídica a uma mesma pessoa física residente no Brasil em montante superior a R$ 50 mil mensal ficará sujeito à retenção na fonte do IRPF à alíquota de 10% sobre o total do valor pago, creditado, empregado ou entregue.
Não ficarão sujeitos à incidência do imposto sobre a renda na fonte, os lucros e dividendos relativos a resultados apurados até o ano-calendário de 2025, e cuja distribuição tenha sido aprovada até 31 de dezembro de 2025.
Mais cedo, o deputado Bibo Nunes (PL-RS) classificou a medida como "populista", apesar de concordar que seja necessária. "É só jogada política, clientelismo, por que Lula não apresentou isso no primeiro ano [de governo]?”, questionou.
Para o deputado Luiz Carlos Hauly (Pode-PR), a proposta é uma medida eleitoral, mas sem reparo estrutural. “Isso resolveu o problema do imposto dos pobres? Não. O pobre continua pagando a mais alta carga tributária do mundo. Isso é enganação. Não tem nada a ver com a reestruturação do sistema de carga tributária sobre os pobres”, disse.
Fonte:agenciabrasil.ebc
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Condição causada pela inflamação ou compressão do nervo ciático pelo músculo piriforme
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| Adriane Galisteu no comando do reality "A Fazenda" • Youtube/A Fazenda |
"Bom, gente, descobrimos o que eu tenho, já é um bom caminho. Síndrome do piriforme. Nunca tinha ouvido falar disso, agora que estou entendendo um pouco mais sobre. Fica ao lado do ciático", compartilhou ela.
Na segunda-feira (6), a estrela explicou que ainda não sabia a causa da dor, e que estava sendo acompanhada por profissionais de saúde.
"Estou tomando anti-inflamatório e fiz uma ressonância magnética. É uma dor muito estranha, que eu não sei nem explicar. Tenho a sensação de que enfiaram uma faca na minha perna e, de vez em quando, alguém vai lá e dá uma giradinha. Me dá cada choque."
No domingo (5), a loira havia contato aos seguidores que não estava se sentindo bem. "Estou aqui na minha sacada olhando eles e hoje estou com um probleminha. Estou me arrastando um tiquinho. Eu fui treinar, fazer um agachamento e errei o peso. Deve ter dado algum enrosco com algum nervo", relatou na ocasião
"Eu vou sair daqui e vou para o hospital fazer uma ressonância para ver o que aconteceu. Porque é uma dor chata. Eu já tomei um anti-inflamatório que me ajudou muito, mas eu não estou 100%. Nunca tive essa dor. Uma dor que irradia assim na perna", desabafou.
A síndrome do piriforme é uma condição musculoesquelética pouco conhecida, mas relativamente comum em pessoas que praticam atividades físicas. O tratamento costuma envolver repouso, uso de medicamentos anti-inflamatórios e fisioterapia.
Fonte: CNN Brasil
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