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sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Dia das Crianças com promoções especiais é em Xandy Variedades

                                 




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🎁 Promoções especiais até o dia 12 de outubro!

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MACAJUBA Investe em Malas de Poliéster e Bolsas Térmicas

               

A prefeitura de Macajuba está investindo R$ 38 mil em malas de poliéster e bolsas térmicas para atender às necessidades de diversas secretárias, incluindo Educação, Cultura, Esporte e Lazer e Turismo.

Objetivos do Investimento:

- Melhorar as Condições de Trabalho: Garantir que os funcionários tenham acesso a equipamentos de qualidade para realizar suas atividades de forma eficiente.




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O que está faltando no Campeonato Municipal de Macajuba?

     

O Campeonato Municipal de Macajuba está se aproximando de uma fase crucial, com jogos decisivos previstos para breve. Para garantir o sucesso do evento, algumas medidas importantes precisam ser tomadas.

- Arbitragem de Fora: Contratar árbitros experientes de fora da cidade pode garantir imparcialidade e profissionalismo nos jogos.

- Água Mineral: Disponibilizar água mineral para as equipes é essencial para manter os atletas hidratados e garantir seu desempenho.

- Bilheteria feita pela Prefeitura: A bilheteria sendo feita pela prefeitura pode ajudar a garantir uma gestão transparente e eficiente dos recursos financeiros.

- Melhoria das Instalações: Melhorar os banheiros e instalações esportivas é imprescindível para oferecer conforto e segurança aos atletas, torcedores e funcionários.

Com essas medidas, o Campeonato Municipal de Macajuba pode ser um sucesso e contribuir para o desenvolvimento do esporte na cidade.


Editorial
 




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Câmara aprova em 2º turno PEC que regulamenta aposentadoria dos agentes de saúde e de combate a endemias

                               


Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Deputados na sessão do Plenário durante votação da proposta

A Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos de votação, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/21, que concede aposentadoria integral e com paridade a agentes de saúde e de combate a endemias que sejam servidores públicos, além de menor idade para se aposentar. A proposta será enviada ao Senado.

O placar da votação no segundo turno foi de 426 votos a 10. No primeiro turno, foram 446 votos a favor e 20 contrários.

O texto aprovado em Plenário é a versão elaborada pelo relator, deputado Antonio Brito (PSD-BA), na comissão especial que analisou a proposta. A PEC também proíbe a contratação temporária ou terceirizada desses profissionais, exceto em casos de emergência em saúde pública previstos em lei.

O deputado Antonio Brito destacou que a PEC foi elaborada com zelo com o Erário e com o setor social. "Não há qualquer ônus para os subentes federativos. Nenhum prefeito e governador pagará nada, estará tudo arcado pela União", afirmou.

Efetivação

Agentes que tenham vínculo temporário, indireto ou precário na data da promulgação da emenda deverão ser efetivados como servidores estatutários, desde que tenham participado de processo seletivo público realizado após 14 de fevereiro de 2006 ou em data anterior nos termos da Emenda Constitucional 51, de 2006. Os municípios terão até 31 de dezembro de 2028 para regularizar os vínculos.

As novas regras constitucionais também valerão para agentes indígenas de saúde (AIS) e agentes indígenas de saneamento (Aisan).

Regras de aposentadoria

A regra geral para se aposentar por idade será de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, com 25 anos de contribuição e de atividade. Atualmente, a reforma da Previdência estabeleceu a regra geral para todos os servidores públicos e da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) de 63 anos para mulher e 65 anos para homem.

No entanto, a PEC cria regras de transição para quem entrou na atividade até a futura promulgação.

Uma delas exige os mesmos 25 anos de contribuição e atividade se a pessoa tiver as seguintes idades:

•até 31 de dezembro 2030: 50 anos para a mulher e 52 anos para o homem;

•até 31 de dezembro de 2035: 52 anos para a mulher e 54 anos para o homem;

•até 31 de dezembro de 2040: 54 anos para a mulher e 56 anos para o homem; e

•até 31 de dezembro de 2041: 57 anos para a mulher e 60 anos para o homem.

Essas idades poderão ser reduzidas em até 5 anos por meio do desconto de 1 ano a menos de idade para cada ano de contribuição acima dos 25 exigidos.

Na contagem do tempo de atividade de 25 anos, contarão os afastamentos para mandato classista e o trabalho como readaptado, se isso decorrer de acidente de trabalho, doença profissional ou doença do trabalho.

Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Antonio Brito, relator da proposta


Quanto aos proventos, se o profissional for servidor público, eles serão iguais à remuneração no momento da aposentadoria, incluídas vantagens pecuniárias permanentes do cargo, vantagens de caráter individual e vantagens pessoais permanentes.

Será considerado estatutário mesmo aquele que for efetivado até 2028.

O reajuste será paritário à remuneração da ativa, estendidos aos aposentados quaisquer benefícios concedidos ao pessoal da ativa.

Idade e contribuição

Outra transição possível para os que já atuam na área é a soma de pontos de idade e tempo de contribuição. A idade mínima para mulher será de 60 anos; e para o homem, 63 anos. O tempo mínimo de contribuição será de 15 anos, sendo 10 anos de efetivo exercício de agente. Vale mandato classista e tempo como readaptado em outra função.

Além desses requisitos, será exigida a soma, em pontos, de idade e tempo de contribuição: 83 pontos para mulher e 86 pontos para homem, sem aumento progressivo como ocorre na regra para os demais trabalhadores após a reforma da Previdência de 2019.

Assim, 60 anos de idade e 15 de contribuição já somam 75 pontos. Mais 4 anos de trabalho, e a mulher se aposenta. Se a mulher tiver 60 anos de idade e 20 anos de contribuição, precisará apenas de mais 1,5 ano.

Para os estatutários, os proventos serão integrais com reajuste pela paridade.

Benefício extraordinário

Segundo a PEC, para os aposentados com as novas regras pelo Regime Geral da Previdência Social (RGPS) ou na condição de incapacidade permanente, será garantido o pagamento de um benefício extraordinário bancado pela União correspondente à diferença entre a remuneração do agente na ativa e o que a pessoa recebe como aposentado do INSS.

De igual forma, o texto determina à União que pague aos agentes já aposentados antes da futura emenda uma revisão da renda, se recebem por regime próprio de estados ou municípios, e o benefício extraordinário, se tiverem se aposentado pelo INSS. Em ambos os casos, os aposentados devem ter atendido aos requisitos de idade e tempo de contribuição listados.

Debate em Plenário

O deputado Antonio Andrade (Republicanos-TO), vice-presidente da comissão especial que analisou a proposta, declarou que a aprovação da PEC é um ato de justiça, reconhecimento e compromisso com a saúde pública. "É hora de garantir que quem cuida da nossa gente seja cuidado pelo Estado", disse.

O deputado Gilson Daniel (Pode-ES) afirmou que a proposta representa respeito e reconhecimento de que a saúde coletiva não é luxo, mas pilar do Sistema Único de Saúde (SUS). "A PEC reconhece esses profissionais. E reconhecê-los é dar valor à vida, dignidade e saúde pública para todos os brasileiros."

Segundo a deputada Enfermeira Ana Paula (Pode-CE), esses profissionais fazem a diferença nos indicadores de saúde pública da população. "Eles merecem o reconhecimento através da PEC, trazendo 25 anos de muito trabalho e contribuição", declarou. A deputada foi relatora do texto na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Para o deputado José Airton Félix Cirilo (PT-CE), os agentes cumprem papel de "suma relevância" para a saúde do povo brasileiro. "Essa matéria vai dar estabilidade constitucional para todos esses profissionais."

A deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) declarou que a proposta vai garantir aos agentes o direito de "não implorar" para não serem demitidos porque houve mudança de prefeitos. "Eles não são cabos eleitorais, eles são profissionais de saúde, daí a necessidade do artigo que fala da desprecarização", disse.

Críticas

Porém, o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) afirmou que a PEC é um "trem da alegria" para efetivar mais de 35 mil pessoas sem concurso público. "Vamos ter duas categorias de agente, aqueles que fizeram concurso, e muitos desses 35 mil entraram pela janela, contratados pelos prefeitos para ser cabo eleitoral, essa que é a verdade", criticou.

Agentes comunitários de saúde presentes nas galerias do Congresso viraram-se de costas durante o discurso de Rocha. Ele classificou a proposta como "politiqueira" e contra a moralidade pública.

O deputado Glauber Braga (Psol-RJ) argumentou que muitos agentes foram contratados a partir do seu local de moradia. "É fundamental que a PEC desprecarize, amplie o direito e faça com que a pessoa possa ter a sua atividade respeitada."

A deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) disse que os agentes, mesmo diante de todo o conhecimento acumulado e trabalho prestado, poderiam ser demitidos sem a aprovação da PEC. "Isso é uma injustiça tremenda com quem está há tantos anos garantindo direito à informação e acesso à saúde pública para o conjunto da população", afirmou.

STF

O deputado Kim Kataguiri (União-SP) disse que a proposta não tem previsão orçamentária e pode ser derrubada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). "De propósito não estão colocando a fonte de financiamento porque não querem garantia de direito para vocês, eles querem o voto de vocês", afirmou, ao se dirigir aos agentes comunitários presentes à sessão.

Kataguiri acredita que, depois da eleição, a emenda deve ser derrubada por inconstitucionalidade. "Isso é populismo e demagogia pura", criticou.

Fonte: Agência Câmara de Notícias


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Ex-bailarina do Faustão leva facada da mãe e recorre à Justiça por proteção; saiba tudo

    



A jovem sofreu um grande abalo ao ser agredida pela familiar no início do mês e, em entrevista ao portal LeoDias, revelou todos os detalhes do susto

Ex-bailarina do Faustão revela detalhes sobre agressão e pede por ajuda após levar facada da mãe (Reprodução/Instagram / Foto: Portal LeoDias)

Atenção: a matéria a seguir traz conteúdos sensíveis e pode ocasionar gatilhos sobre estupro, violência contra a mulher e violência doméstica. Caso você seja vítima deste tipo de violência ou conheça alguém que passe ou já passou por isso, procure ajuda e denuncie. Ligue para o 180.

Pablinny Faleiro Pedersoli, ex-bailarina do Faustão, de 36 anos, chocou a internet nesta semana ao expor a agressão sofrida no dia 1º de outubro, quando foi atacada pela própria mãe, uma senhora de 65 anos, com uma faca de 15 centímetros, em Minas Gerais. A facada atingiu o rosto da jovem, que precisou levar três pontos na face. Em conversa exclusiva com o portal LeoDias, ela detalhou como foi a agressão, relembrou o passado em que foi violentada pelo ex-marido e contou como tem sido sua rotina morando com a genitora que a atacou. A dançarina agora busca na Justiça uma medida protetiva e vive de doações.

Como foi a agressão?

Ex-bailarina do Faustão revela detalhes sobre agressão e pede por ajuda após levar facada da mãe
Foto: Portal LeoDias

Ex-bailarina do Faustão revela detalhes sobre agressão e pede por ajuda após levar facada da mãe
Foto: Portal LeoDias

Ex-bailarina do Faustão revela detalhes sobre agressão e pede por ajuda após levar facada da mãe
Foto: Portal LeoDias



De acordo com Pablinny, os episódios de violência começaram antes do ataque com a faca. Ela alega ter sido vítima de humilhações constantes por parte da mãe: “Tratamento de silêncio, gaslighting [manipulação emocional], desprezo, violência psicológica”.

A mãe ainda teria o hábito de citar problemas da vida pessoal da filha, como o fim do relacionamento anterior ou a necessidade de ela retornar para a casa da família. Até que a relação familiar chegou à “tentativa de homicídio”, como a própria classifica o ataque, ocorrido após o uso de álcool, drogas e medicamentos controlados.

“Eu estava sentada esperando a viatura chegar, quando fui agredida por ela. Foi uma tentativa de homicídio. Ela tem problema de coração, pressão alta, tireoide e colesterol, e estava tomando antibióticos para crise renal, mas não adianta porque ela bebe pinga todos os dias. E ela ainda usa crack”, conta Pablinny.

Depois de sofrer um corte profundo, Pablinny levou pontos no rosto, mas agora enfrenta outro problema relacionado à parte dentária. “O ponto abriu, por dentro eu estou com coágulo de sangue onde eu tinha feito um implante dentário”, contou, acrescentando que está com dificuldade na fala: “A minha fala não sai direito e, no vídeo [publicado nas redes sociais], a minha boca não mexe direito, não é botox, porque eu não estou conseguindo mastigar”, explicou. Ela afirma que tem feito uso de antibióticos para controlar a dor.

A relação da mãe com as drogas

A dançarina acrescenta que a mãe, que não teve o nome divulgado, faz uso de entorpecentes há anos: “O crack está presente na vida da minha genitora há aproximadamente 20 anos. Ela é dependente química há 40 anos, ou mais.

Por isso, Pablinny destaca a necessidade de ajuda médica para lidar com o caso, mesmo em meio à relação conturbada: “Antes de tudo acontecer, já estava pedindo ajuda. Não estou pedindo para ela ser presa. Estou pedindo ajuda médica para ela, independente do que ela fez comigo. O meu coração, a minha essência, a minha índole não me permitem colocá-la atrás das grades. Eu quero a internação dela”.

A ex-bailarina do Faustão voltou a morar com a mãe em maio, três meses após se divorciar do ex-marido. Ela vivia em Jundiaí, no interior de São Paulo, mas se mudou para Minas Gerais após a separação. “Eu estou na casa dela. Não tenho para onde ir. Todo mundo pergunta por que eu não vou para um abrigo. Porque o abrigo não aceita cachorro, e eu tenho a minha cachorra, que está comigo há sete anos. Inclusive, hoje ela tentou envenená-la”.

Ex-marido abusivo

Pablinny contou que não conseguiu levar nada da casa em que vivia com o ex-marido, contra quem obteve uma medida protetiva por ter sido vítima de violência doméstica. Ele havia sido policial por anos e possuía armas. Ao deixar a residência em Jundiaí, São Paulo, e ir para a casa da mãe, ela não conseguiu ficar com seus pertences. “Acordei com uma pistola na cara várias vezes.”

“Eu saí de uma relação abusiva, consegui buscar minhas coisas apenas em 16 de setembro, e tudo que eu tinha de valor, que podia vender, meu ex-marido quebrou, por vingança, porque ele nunca aceitou o término”, relatou.

Pedido de medida protetiva

A ex-bailarina ainda explicou que a mãe entrou com pedido de medida protetiva e que, caso a Justiça atenda primeiro ao pedido da genitora, Pablinny terá que deixar a casa.

Pablinny contou ainda que estava reformando a casa da mãe e tentando recomeçar sua vida: “Eu estava, na verdade, não só reconstruindo a minha vida, como pensei que, se reformasse a casa, deixasse o ambiente mais confortável, talvez conseguisse mostrar para ela o lado bom da vida, ajudar ela. E ninguém da família quer ajudar, porque todo mundo fala assim: ‘Ah, deixa ela viver! Foi o que ela escolheu’”.

Fonte: Portal Léo Dias 

                                

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Açaí Nova Cruz

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