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quarta-feira, 15 de outubro de 2025

Previsão de Chuvas em Macajuba.

 A região de Macajuba está enfrentando uma forte seca, com impactos significativos no gado e na vegetação. No entanto, de acordo com a previsão do clima, há uma expectativa de chuvas fortes entre os dias 20 e 24 de outubro.

A Situação Atual:

- A seca está muito forte em Macajuba.

- A ração está sendo fornecida para o gado devido à falta de pastagem.

- A vegetação está muito árida.

A Previsão:

- Chuvas fortes estão previstas para o período de 20 a 24 de outubro.

Expectativas:

- A mudança no clima pode trazer alívio para a região.

- A chuva pode ajudar a melhorar a situação do gado e da vegetação.

Vamos aguardar e torcer para que as chuvas tragam benefícios para Macajuba!                                  


Deixa Comigo Macajuba 14 anos O Blog do Povo Macajubense 

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O Papel Fundamental dos Professores no Brasil

Os professores são pilares essenciais na formação de indivíduos e da sociedade. No Brasil, existem aproximadamente 2,2 milhões de professores, segundo dados do Ministério da Educação.

Salários Médios:

- O salário médio de um professor no Brasil varia de acordo com a região, nível de ensino e experiência. Em média, um professor pode ganhar entre R$ 2.500 e R$ 6.000 por mês.

Desafios:

- Infraestrutura: Muitas escolas carecem de recursos básicos, como laboratórios, bibliotecas e materiais didáticos.

- Valorização: Os professores enfrentam desafios para serem valorizados e reconhecidos pelo seu trabalho.

- Formação Continuada*: A necessidade de atualização constante é um desafio para muitos profissionais da educação.

Valorização da Educação:

- A educação é fundamental para o desenvolvimento do país e dos indivíduos.

- Investir em educação é investir no futuro.

É importante reconhecer o valor dos professores e trabalhar para melhorar suas condições de trabalho e remuneração. A valorização da educação é essencial para o desenvolvimento do país.                             

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Padre é flagrado com noiva de fiel em casa paroquial de MT e Igreja investiga

 

Foto: Reprodução / Redes sociais

 A Diocese de Diamantino, no interior do Mato Grosso, abriu uma investigação contra um padre que foi flagrado com a noiva de um fiel em uma casa paroquial de Nova Maringá, a 392 km de Cuiabá, nesta segunda-feira (13). O padre Luciano Braga Simplício é o representante da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, a 392 km de Cuiabá. Imagens mostram o momento em que o noivo da mulher aparece arrombando a porta do quarto em que o padre e a mulher estavam no local. 

  O padre se recusa a abrir a porta do quarto e, em seguida, a noiva é encontrada chorando embaixo da pia do banheiro. O vídeo repercutiu nas redes sociais e na cidade, que tem pouco mais de 5 mil habitantes. Ao g1, o padre e a família da noiva não comentavam o caso. Em nota, a Diocese de Diamantino, responsável pela comunidade onde o padre atua, informou que iniciou, nesta terça-feira (14), uma investigação sobre a conduta do padre.                                 

"Comunicamos que, tendo em vista o bem da Igreja e do povo de Deus, todas as medidas canônicas previstas já estão sendo devidamente tomadas. Pedimos a compreensão e a oração de todos", disse.

Em um áudio não oficial que circula nas redes sociais, Luciano Simplício justifica a presença da fiel na casa paroquial e afirma que ela pediu permissão para usar o quarto externo para trocar de roupa e tomar banho, pois tinha trabalhado pela manhã na igreja. As informações são do g1. 

Fonte: bahia noticias

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Mãe e padrasto confessam que mataram menina e concretaram corpo no quintal: 'Ela atrapalhava'

  Criança de 5 anos era constantemente agredida pelo casal, segundo investigação                                  

Maria Clara Aguirre Lisboa Crédito: Reprodução

O corpo da menina Maria Clara Aguirre Lisboa, de cinco anos, foi encontrado concretado no quintal da casa onde morava com a mãe e o padrasto, em Itapetininga (SP). Já em decomposição, o cadáver estava enterrado em uma cova rasa e coberto por concreto. A Polícia Civil afirma que a mãe, Luiza Aguirre Barbosa da Silva, e o companheiro dela, Rodrigo Ribeiro Machado, confessaram ter matado a criança e tentar esconder o crime. 

De acordo com o delegado Franco Augusto, responsável pelas investigações, o casal levou cerca de dois dias para enterrar o corpo nos fundos do imóvel. “Eles concretaram o local para ocultar o crime”, disse o delegado ao portal G1. Os dois foram presos temporariamente e deverão responder por homicídio e ocultação de cadáver.

Menina de 5 anos foi morta pela mãe e pelo padrasto

Corpo de Maria Clara foi enterrado e concretado no quintal por Reprodução

Maria Clara Aguirre Lisboa por Reprodução

Maria Clara Aguirre Lisboa por Reprodução

As investigações apontam que Maria Clara era vítima de agressões constantes. Segundo a polícia, Rodrigo, que já tinha passagens criminais, submetia a menina e a própria mãe a violência física e psicológica. Durante o depoimento, o casal admitiu que a criança “atrapalhava” a vida deles e que descontavam nela a raiva e as frustrações do dia a dia.

Uma rebitadeira, ferramenta que teria sido usada nas agressões, foi apreendida na casa. Peritos identificaram manchas de sangue no objeto. O corpo da menina, encontrado na terça-feira (14), estava enterrado havia cerca de 20 dias, segundo estimativas da perícia.

O caso começou a ser investigado após uma denúncia feita pela avó paterna ao Conselho Tutelar, relatando o desaparecimento da neta. No início, a polícia não trabalhava com a hipótese de homicídio. Agora, além do casal, os pais de Rodrigo também são investigados, já que são proprietários do imóvel onde o corpo foi localizado.

Fonte: Correio24horas 

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Deputado federal Dal se pronuncia após ser alvo da Polícia Federal

 Parlamentar informou que ainda não teve acesso ao inquérito policial para tomar conhecimento dos fatos investigados                                   

Deputados Crédito: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Alvo de um mandado de busca e apreensão da Polícia Federal nesta terça-feira (14), o deputado federal Dal Barreto (União Brasil) informou, por meio de nota, que ainda não teve acesso ao inquérito policial para tomar conhecimento dos fatos investigados.

O parlamentar também afirmou que está à “disposição da Polícia Federal para colaborar com as investigações e prestar os devidos esclarecimentos, sempre que solicitado, agindo com transparência e respeito às instituições”.

“Reitero, igualmente, minha plena confiança nas instituições brasileiras e que, tão logo seja possível, todos os pontos serão devidamente esclarecidos, seja por meio do meu depoimento às autoridades competentes ou por intermédio da defesa técnica devidamente constituída nos autos do inquérito, pois tenho certeza da conduta proba, republicana e dentro da legalidade que sempre tratei com os recursos públicos, logo a minha completa inocência será amplamente demonstrada. Reafirmo, ainda, meu compromisso com o povo baiano, com a verdade e com a legalidade, confiando que a apuração será conduzida de forma isenta, técnica e respeitosa”, acrescentou, por meio de nota.

A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra Dal Barreto no momento em que ele embarcava no Aeroporto de Salvador com destino a Brasília. A ação faz parte de mais uma fase da Operação Overclean, que investiga desvios em emendas parlamentares.

Fonte: Correio24horas 

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Mulheres estudam e trabalham mais, mas ganham menos, diz IBGE

 Censo 2022 mostra que desigualdade salarial persiste, apesar do maior nível de instrução entre as mulheres  

Enquanto os homens recebiam, em média, R$ 3.115 mensais, as mulheres ganhavam R$ 2.506, uma diferença de R$ 609 - Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

                                

Apesar de representarem 52% da população brasileira, as mulheres continuam sendo minoria no mercado de trabalho e recebendo salários mais baixos do que os homens. É o que revela o módulo Trabalho e Rendimento do Censo Demográfico 2022, divulgado na quinta-feira, 9, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com os dados, apenas 44,9% das mulheres com 14 anos ou mais estavam ocupadas no momento da coleta dos dados, contra 62,9% dos homens. Com o resultado, as mulheres compunham apenas 43,6% da força de trabalho brasileira naquele ano.

A desigualdade de gênero também se reflete nos rendimentos. Enquanto os homens recebiam, em média, R$ 3.115 mensais, as mulheres ganhavam R$ 2.506, uma diferença de R$ 609. E diferença se acentua entre os trabalhadores com ensino superior completo. Enquanto eles ganhavam, em média, R$ 7.347, elas recebiam R$ 4.591, o equivalente a cerca de 60% do rendimento masculino.

Essa desigualdade salarial é ainda mais alarmante quando se considera que as mulheres são, em média, mais instruídas do que os homens. Segundo o levantamento, 28,9% das trabalhadoras tinham ensino superior completo, contra apenas 17,3% dos trabalhadores homens.

Segundo Mariana Viveiros, supervisora de Disseminação de Informação do IBGE na Bahia, a explicação para essa discrepância está em múltiplos fatores estruturais e culturais.

“As mulheres ganham menos do que os homens, mesmo sendo mais instruídas em média do que eles, e isso se explica por uma conjunção de fatores que acabam levando as mulheres a estarem mais presentes em profissões, em atividades que pagam menos, menos valorizadas, e em cargos também, em posições que pagam menos”, afirma.

Menos chefia, menos valorização

A pesquisa mostra que a presença feminina é maior em ocupações com menor remuneração. As mulheres predominam em apenas três dos dez grandes grupos de ocupação:

. profissionais das ciências e intelectuais;

. trabalhadores de apoio administrativo;

. trabalhadores dos serviços;

. vendedores do comércio;

. mercados.

No extremo oposto, são minoria entre operadores de máquinas, montadores e nas forças armadas e de segurança pública.

Além disso, Viveiros destaca que a baixa presença feminina em cargos de chefia e nas áreas mais valorizadas financeiramente contribui para a desigualdade de renda.

“Você tem menos mulheres em cargos de chefia, em posição de direção, que são posições que pagam melhor. E em profissões também que são mais valorizadas em termos de salário, você acaba tendo menos mulheres”, explica. “E por que as mulheres não estão nesses locais mais valorizados? Além de, claro, você também ter menos mulheres trabalhando, isso também é um fator”, complementa

Jornada dupla e barreiras culturais

A dupla jornada - trabalho remunerado e tarefas domésticas -, também impacta diretamente a trajetória profissional feminina. A supervisora lembra que as mulheres ainda dedicam o dobro do tempo dos homens aos cuidados da casa e da família.

“As mulheres gastam o dobro do tempo dos homens nas atividades que não são remuneradas, mas são um trabalho e consomem o tempo que poderia estar sendo usado para o trabalho remunerado”, pontua.

Para ela, essa sobrecarga dificulta o acesso das mulheres a posições que exigem maior dedicação. “Muitas vezes as mulheres têm essa dupla jornada, a necessidade de gastar o seu tempo com pessoas, com afazeres domésticos, que acaba dificultando que elas tenham tempo, tenham disponibilidade de tempo para se dedicar no nível que certas carreiras e certas posições exigem”, afirma ela.

Mariana Viveiros também ressalta a influência de fatores culturais na escolha profissional das mulheres.

“Há também, claro, questões culturais que acabam levando as mulheres para algumas carreiras e algumas profissões consideradas, entre aspas, mais femininas. E afastam um pouco elas, desde muito cedo das carreiras tecnológicas, científicas, matemáticas, mesmo das carreiras de medicina”, expõe a supervisora, afirmando que apesar das mudança desse cenário "ainda é uma realidade".

Recorte racial agrava desigualdades

O Censo 2022 também escancara as desigualdades de renda quando se considera a cor ou raça dos trabalhadores. A menor média salarial foi registrada entre os indígenas, com R$ 1.653 mensais, seguidos por pessoas pretas (R$ 2.061). No outro extremo, trabalhadores de cor ou raça amarela recebiam R$ 5.942 e brancos, R$ 3.659.

A disparidade se torna ainda mais evidente entre aqueles com ensino superior completo. Trabalhadores indígenas com formação superior ganhavam, em média, R$ 3.799, menos da metade do rendimento dos amarelos (R$ 8.411). Já pessoas pretas com diploma universitário recebiam R$ 4.175, ante R$ 6.547 dos brancos.

O nível educacional também acompanha essas desigualdades. Entre trabalhadores brancos e amarelos, a proporção de pessoas com ensino superior ultrapassa a de pessoas sem instrução ou com fundamental incompleto.

Entre pretos, pardos e indígenas, ocorre o inverso. Entre os indígenas, por exemplo, 34,7% não completaram o ensino fundamental 

Fonte; A tarde

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Alunos da Escola José do Lago apresentam projeto “Culturas Nordestinas: Bahia e suas Maravilhas”



Com uma programação repleta de arte, música e valorização da identidade baiana, os alunos do 1°E e 1°D realizaram a apresentação do projeto “Culturas Nordestinas: Bahia e suas Maravilhas”, que encantou o público com um verdadeiro mergulho nas tradições e expressões culturais do Nordeste.

Durante o evento, os estudantes destacaram as riquezas culturais da Bahia, explorando danças, costumes e manifestações populares que fazem parte da história e do cotidiano do povo baiano. Uma exposição de obras de arte produzidas pelos alunos do 1°E – turma integral – também chamou atenção pela criatividade e sensibilidade artística.

A condução do projeto ficou por conta dos alunos Yuri, Lorenzo e Maria Alice, que deram um show de talento e desenvoltura. As apresentações culturais incluíram xote, axé e samba-reggae, com participação especial da fanfarra do município, além de vibrantes demonstrações de capoeira e bumba-meu-boi, celebrando a força e a alegria da cultura nordestina.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Amanda Sousa e Ana Beatriz Machado, da área de Ambiência, em parceria com a professora Rosane Nascimento, contando com o importante apoio da direção escolar.

A atividade também marcou a abertura da Feira Literária 2025, que neste ano traz o tema “Cordéis que contam e encantam”, unindo arte, cultura e literatura em um momento de aprendizado, valorização da cultura popular e incentivo à leitura.                                  















Fonte; ASCOM 

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Açaí Nova Cruz

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