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quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Vereador mais jovem do legislativo de Macajuba divulga nota sobre seus 10 meses de mandato

                               

“Ao longo destes dez meses de mandato como vereador, enfrentamos inúmeros desafios e dificuldades, mas nunca perdemos de vista o nosso principal objetivo: trabalhar pelo povo de Macajuba. Desde o primeiro dia, temos buscado incansavelmente recursos e parcerias que possam trazer melhorias reais para a vida das pessoas, especialmente para quem vive na zona rural.

Graças a esse empenho, conquistamos a perfuração de diversos poços artesianos e a instalação de várias caixas d’água, garantindo um melhor acesso à água para as famílias que mais necessitam. Essas ações representam dignidade, respeito e compromisso com o nosso povo.

Também firmamos importantes parcerias com grandes aliados da nossa cidade — o Deputado Federal Adolfo Viana e o Deputado Estadual Pedro Tavares — que têm sido fundamentais nessa caminhada, contribuindo com apoio, recursos e confiança no nosso trabalho.

Seguimos firmes, com fé, trabalho e responsabilidade, sempre pensando no bem de Macajuba e no futuro de todos os nossos cidadãos.” Essa foi a nota emitida pelo Vereador Miguel Pamponet(AGIR).













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Crianças acessam a internet cada vez mais cedo, e 65% já adotam IA generativa, aponta estudo

                                 


Tic Kids Online Brasil 2025 mostra que 65% dos mais jovens já utilizaram a inteligência artificial para buscar informações ou até conversar sobre sentimentos

Foto ilustrativa mostra criança enquanto usa aparelho eletrônico — Foto: Freepik

As crianças têm acessado a internet cada vez mais cedo e o uso da inteligência artificial generativa já é disseminado entre os mais jovens. É o que mostra a pesquisa Tic Kids Online Brasil 2025, divulgada nesta quarta-feira, sobre hábitos e riscos do acesso à web pela população brasileira de 9 a 17 anos. O levantamento do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) destaca que 85% dos usuários dessa faixa etária têm perfil em pelo menos uma plataforma digital, sendo o WhatsApp e o YouTube as mais acessadas. O estudo foi feito em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

Os dados mostram que 92% da população de 9 a 17 anos é usuária de internet no país, o que representa 24,5 milhões de crianças e adolescentes no ambiente digital — proporção semelhante à estimada na sondagem do ano passado. Por outro lado, outros 710 mil jovens nunca acessaram a internet. Entre as regiões do país, a presença digital dos jovens é mais comum no Sul (96%) e menos no Norte (85%). No recorte por renda, destaca-se o acesso das classes A, B e C (96%), quase dez pontos percentuais à frente de D e E (87%).

Coordenadora da pesquisa, Luisa Adib ressalta que, apesar da desigualdade regional, a última década registrou avanços na inclusão por região e por idade. Se os adolescentes e as classes A e B já se aproximavam da totalidade do uso da internet, em anos mais recentes, crianças e jovens das classes D e E também alcançaram patamar ao menos próximo dos 90%.

— Mas é importante analisar isso na perspectiva da conectividade. Há uma disparidade grande em relação à qualidade da internet, à disponibilidade de dispositivos e dados. Por exemplo, 30% das classes D e E acessam a internet exclusivamente pelo celular, então as classes A e B têm variedade maior de acesso, o que impacta na diversidade de atividades que podem desenvolver e nas habilidades que podem desenvolver também — pondera Luisa.

Em 2016, no início da série histórica, a pesquisa identificou que 10% dos usuários faziam o primeiro acesso à internet com até 6 anos. No novo levantamento, esse grupo chegou a 28% do total, o que aponta para uma inserção digital cada vez mais precoce.


 — Foto: Editoria de Arte

De maneira inédita, o levantamento de 2018 estima a frequência do uso de dispositivos digitais por parte dos usuários de 9 a 17 anos. O celular foi usado "várias vezes ao dia" por 78% desse grupo e a televisão, por 37%. Já 9% fizeram uso diário do computador de mesa ou computador portátil.

Apesar disso, os dados também mostram um queda entre os mais jovens que possuem um celular. Os "donos" de aparelhos eram 81% no ano passado e passaram a 77%, desta vez. O tombo se deu principalmente entre os entrevistados de 9 a 10 anos, com doze pontos percentuais a menos de "posse de celular" (a 55%), e de 11 a 12 anos, com dez pontos de recuo (a 69%).


 — Foto: Editoria de Arte

Luisa Adib ressalta que o novo levantamento vem na esteira da intensificação dos debates sobre a proteção de crianças e adolescentes na internet — por exemplo, com a repercussão do vídeo-denúncia sobre adultização do influenciador digital Felipe Bressanim Pereira, o Felca, e a posterior aprovação do "ECA Digital", com o reforço das regras para provedores e plataformas para a segurança dos mais jovens online. A coordenadora da pesquisa ressalta que ainda é preciso acompanhar como a regulamentação vai afetar a participação digital de crianças e adolescentes, mas aponta indícios que o debate público já pode ter influenciado as famílias.

— A gente viveu no último ano um debate público em torno da proteção de crianças e adolescentes. As recomendações de profissionais que advogam pela proteção é que os 13 anos sejam a idade para o início da posse de celular, e a gente vê que essa queda na posse se dá principalmente entre os mais novos. Dado importante alinhado a esse cenário é a tendência de queda na presença dos mais novos, de 9 a 10 anos, nas plataformas. O uso de redes sociais voltou à proporção mais próxima à de antes da pandemia depois de um período de uso mais intenso. É algo que a gente vai seguir monitorando, mas pode ser efeito do debate, do vídeo do Felca. Tem um papel dessa pauta que a gente não viu acontecer em anos passados — destaca.


— Foto: Editoria de Arte

Outro indicador inédito na Tic Kids Online Brasil 2025 expressa a frequência do acesso à internet em diferentes locais. Se 84% dos usuários de 9 a 17 anos apontaram ter entrado na internet em suas casas "várias vezes ao dia", outros 12% reportaram fazê-lo repetidamente, a cada dia, na escola.

A professora do ensino fundamental Raquel Mota, de 56 anos, conta que a filha, Amanda, de 14, passou a usar a internet aos 9, quando começou a usar o celular da mãe para gravar pequenos vídeos para o TikTok. Hoje, a professora de uma escola da rede pública estadual de Minas Gerias diz que a filha é “extremamente dependente da internet”.


— Ela costuma ficar de sete a oito horas por dia na rede — observa Raquel. Ela adiciona que a filha têm o hábito de usar o celular em todos os momentos livres do dia, principalmente durante a manhã e à noite.

Já a empreendedora Yzi Sáturnino, de 37 anos, é mãe de Maria Eduarda, de 12 anos. Ela compartilha que aos 5 Maria Eduarda teve acesso ao seu primeiro celular para se comunicar com o pai, de quem a mãe era divorciada há dois anos, e com a família paterna. Hoje, ela diz que a filha tem uma “relação com a Internet cuidadosamente monitorada”.

— Ela não possui perfil nominal no Instagram ou Facebook, porque não autorizo essa exposição, mas ela foi autorizada a usar o TikTok porque gosta de assistir a vídeos engraçados. Esse uso, por vezes, se torna excessivo, por isso preciso diariamente orientar e regular o tempo que ela passa on-line para evitar que se distraia das tarefas escolares — afirma Yzi.

A mãe compartilha que não deixa de monitorar o acesso da filha ao celular e à Internet. Uma das principais medidas que adota é usar opções de controle parental nos dispositivos da filha, o que permite filtrar e bloquear conteúdos impróprios, como de cunho sexual. Yzi também diz que acompanha periodicamente as configurações do seu celular da filha para manter o aparelho protegido enquanto ela cresce.

Maria Eduarda também costuma usar o ChatGPT, ferramenta de IA criada pela OpenAI, com frequência e para pesquisas, segundo a mãe.

— Embora não use como suporte psicológico, ela recorre à ferramenta para interpretar o significado do seus sonhos e pesquisar símbolos astrológicos — acrescenta.

Uso de IA

Pela primeira vez, o levantamento também questionou os usuários mais jovens sobre o uso de inteligência artificial generativa. A pesquisa mostra que, no total, 65% dos usuários entre 9 e 17 anos utilizaram ferramentas de IA para ao menos uma das atividades mencionadas.

Quase seis em cada dez deles (59%) se valeram desse artifício para realizar pesquisas escolares ou estudar, e 42%, para procurar informações. Além disso, 21% usaram a IA para criar conteúdo e 10%, para conversar sobre problemas pessoais ou suas emoções.

Os dados mostram que o uso da IA generativa cresce à medida que a idade do jovem avança — foi mais comum, por consequência, na faixa etária entre 15 a 17 anos, em que 68% usaram para estudar; 60%, para buscar informações; e 12%, para falar sobre questões pessoais.

Hoje com 16 anos, Pedro Henrique Moraes de Oliveira começou a acessar a internet aos 10 anos. Primeiro, recorreu à web para pesquisas e trabalhos da escola. Com o tempo, passou a assistir a vídeos de jogos, tutoriais e informativos e buscar informações sobre profissões e curiosidades. Mais recentemente, o rapaz incluiu a inteligência artificial na rotina de aprendizados e aproveitou o recurso para "desabafar" sobre a vida — sempre supervisionado pelo pai, Luciano Oliveira, a mãe ou outro responsável próximo.


— Ele já conversou com inteligência artificial algumas vezes, principalmente para aprender coisas novas e tirar dúvidas. Às vezes também fala sobre o que está sentindo, porque acha interessante poder “desabafar” e receber respostas rápidas, mas acredito que esse não seja o caminho. Eu, por exemplo, faço terapia há mais sete anos e estou lutando para que ele também comece. A IA pode ajudar com algumas coisas, mas não é o essencial. Precisamos de ajuda de outras pessoas para controlar emoções ou sentimentos — ressalta Luciano.

O pai classifica a relação do filho com a internet como "bastante comum": o adolescente a usa para conversar com os amigos, se informar e se distrair. No entanto, o responsável tenta manter o controle para que Pedro Henrique não exagere na quantidade de tempo conectado.

— O acesso à internet acontece em momentos específicos do dia, geralmente após cumprir as responsabilidades. Isso ajuda a manter o equilíbrio entre lazer e deveres, além de evitar o uso excessivo de telas — destaca Luciano.

Para a coordenadora da pesquisa, Luisa Adib, a identificação do fenômeno da disseminação da IA entre os jovens aponta para a necessidade de debates sobre a adequação da tecnologia às etapas de desenvolvimento e à idade.


— A gente pode considerar que essas ferramentas estão disseminadas. Em outros indicadores da série histórica a gente via que os mais velhos tendem a usar mais esse tipo de ferramenta. Agora, a gente passa a investigar esse tipo de interação, inclusive em relação à saúde, não só de busca de informações sobre a saúde, mas de questões emocionais. A gente não faz uma avaliação se isso é bom ou ruim, porque a gente não sabe como é essa conversa, mas essa interação é importante e entra numa agenda de políticas de privacidade, de adequação dessas plataformas para etapas de desenvolvimento, para a idade. A IA pode ampliar oportunidades de fazer buscas, mas pode colocar riscos por gerar essa interação, trazer uma proximidade — afirma Luisa Adib.

De maneira geral, em 2025, 81% de crianças e adolescentes usaram a internet para fazer trabalhos escolares e 70%, para buscar informações sobre temas que lhes interessam. A pesquisa mostra ainda que 48% recorreram ao ambiente digital para ler ou assistir a notícias, enquanto 31% procuraram informações sobre saúde. Em relação a finalidades mais ligadas à criatividade, um terço dos mais jovens disse ter produzido vídeo, música ou imagem e postado na Internet (33%), e um quinto (20%) ressaltou ter escrito e postado suas ideias e pensamentos online.


Influencers mais de uma vez por dia

Ao longo da série histórica da Tic Kids Online Brasil, as atividades multimídia se destacaram como as práticas mais comuns de crianças e adolescentes na internet. Mas a edição de 2025 traz, pela primeira vez, um levantamento sobre os tipos de conteúdo online consumido pelos mais jovens. Entre os usuários de 9 a 17 anos, 46% afirmaram ter visto vídeos de influenciadores digitais "mais de uma vez por dia", e 35% citaram o consumo diário de séries, filmes ou programas na internet.

Ainda nesse tema, 29% dos entrevistados reportaram que assistem "mais de uma vez por dia" a vídeos ou tutoriais que ensinam a fazer coisas de que gosta, e 23% disseram ver vídeos de pessoas jogando videogame online.

Os dados apontam, ainda, que o WhatsApp é a plataforma digital acessada com mais frequência pelos usuários de 9 a 17 anos no país — 53% afirmaram usar o aplicativo de mensagens "várias vezes ao dia" e outros 15%, todos os dias ou quase diariamente. Na sequência, vêm o YouTube e o Instagram, utilizados várias vezes ao dia por 48% dos entrevistados. Já o TikTok faz parte da rotina diária em "vários" momentos de 46% deles.

O estudo ressalta que quase a totalidade (99%) dos usuários de 15 a 17 anos possuem um perfil em pelo menos uma plataforma digital investigada. Entre os brasileiros de 9 a 10 anos, a proporção é de 64%. No cômpito geral, 85%.

A pesquisa ouviu 2.370 crianças e adolescentes e 2.370 pais ou responsáveis, em entrevistas face a face, de março a setembro deste ano.

Fonte: O Globo 100 



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quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Lula lança mega programa de R$ 40 bilhões para casas populares

                                    

Iniciativa será apresentada pelo presidente, nesta segunda-feira, 20, em Brasília

Presidente Lula durante entrega de casa do Minha Casa, Minha Vida, no Maranhão - Foto: Ricardo Stucert/PR

O presidente Lula (PT)  lançou, nesta segunda-feira, 20, o programa Reforma Casa Brasil, que vai disponibilizar R$ 40 bilhões em crédito para reformas e melhorias em moradias populares em todo o país.

Do total de recursos, R$ 30 bilhões virão do Fundo Social, destinados a famílias com renda de até R$ 9.600. Outros R$ 10 bilhões serão disponibilizados pela Caixa, por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), para faixas de renda superiores — nesse caso, serão cobradas taxas de mercado

A iniciativa tem como público-alvo famílias que já possuem imóvel, mas enfrentam problemas estruturais como telhados danificados, pisos comprometidos, instalações elétricas e hidráulicas precárias, falta de acessibilidade ou necessidade de ampliação. A meta inicial do governo é realizar 1,5 milhão de contratações.

Faixas de renda

O programa, segundo O Globo, é uma das apostas de agenda do governo às vésperas da eleição de 2026. O Reforma Casa Brasil prevê a divisão dos beneficiários por faixas de renda familiar e juros mais baixos que os praticados no mercado.

Na faixa 1, com renda familiar bruta de até R$ 3.200, o juro será de 1,17% ao mês. Já na faixa 2, de R$ 3.200,01 a R$ 9.600, será de 1,95% ao mês. Além disso, o Fundo Garantidor da Habitação Popular (FGHab) vai dar suporte aos financiamentos da faixa 1 em caso de inadimplência. Os empréstimos serão realizados com recursos do Fundo Social.

Os interessados só poderão contratar um financiamento por vez, com prazo de amortização entre 24 e 60 meses, ou de 2 a 5 anos. O valor da parcela será limitado a 25% da renda familiar

Conforme o governo, os imóveis têm de estar localizados em área urbana e ter destinação residencial ou mista. Os recursos poderão ser usados para compra de materiais de construção, pagamento de mão de obra, contratação de projetos e orientação técnica.

Fonte; A tarde


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Ciro Gomes oficializa filiação ao PSDB após 29 anos e assume comando do partido no Ceará

 

Foto: Jarbas Oliveira/Divulgação

                                   
O ex-governador do Ceará, ex-ministro e ex-candidato à Presidência da República Ciro Gomes oficializou, nesta quarta-feira (22), sua filiação ao PSDB, legenda à qual retorna após 29 anos. O ato foi realizado em Fortaleza (CE) e marcou também o anúncio de Ciro como novo presidente estadual do partido.

Durante o evento, Ciro fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ironizou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), a quem chamou de “socialista” e “grande guru da esquerda”

“Quando Lula se elege, chama o José Alencar, do PL, para ser o vice-presidente da República. Aí tudo bem, pode fazer aliança com o PL. Quando Lula resolveu lançar Dilma, sem vivência política nenhuma, já avisado que as coisas podiam ser gravemente traumatizadas, como infelizmente aconteceu, ele chamou a polêmica figura do Michel Temer, do MDB. Aí pode, não tem problema nenhum, porque sendo Lula e o PT, pode”, atacou Ciro.

 “Quando agora, mais recentemente, o Lula quis se eleger por quase 1% apenas de diferença do Bolsonaro, depois de todas as dificuldades que passou, quem ele chamou para ser o vice? Geraldo Alckmin, fundador do PSDB, agora é socialista, um grande guru da esquerda, companheiro, porque para eles tudo pode", concluiu ele. 

Ciro pediu desfiliação do PDT, após dez anos no partido. O político cearense retorna agora ao PSDB, sigla pela qual governou o Ceará entre 1991 e 1994.

Fonte:bahianoticias

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Governo anuncia apoio a pacientes e serviços que oferecem radioterapia

 Novo auxílio ajudará em deslocamento e hospedagem para tratamento 

© Valter Campanato/Agência Brasil

O Ministério da Saúde anunciou, nesta quarta-feira (22), em Brasília, ações para expandir os serviços de radioterapia no Sistema Único de Saúde (SUS). Entre elas, estão: 

. A criação de um auxílio para custear transporte, alimentação e hospedagem dos pacientes;

. a centralização da aquisição de medicamentos;

. o repasse de R$ 156 milhões por ano em estímulo financeiro para que os serviços de saúde ampliem o número de atendimentos.

“Estamos colocando a radioterapia em outro patamar, em relação ao cuidado ao paciente com câncer”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em entrevista coletiva à imprensa. Durante o evento, ele assinou portarias sobre as novas regras para os serviços de radioterapia e para a Autorização de Procedimentos Ambulatoriais de Alta Complexidade (Apac).

De acordo com o Ministério da Saúde, quase 40% dos pacientes do SUS buscam atendimento fora da sua região de saúde para fazer radioterapia e precisam se deslocar, em média, por 145 quilômetros. A radioterapia é indicada em 60% dos casos de câncer.

O novo auxílio garante, então, R$ 150 para custear o transporte e mais R$ 150 por dia para alimentação e hospedagem dos pacientes e acompanhantes.

O Ministério da Saúde publicou ainda, no Diário Oficial da União, uma portaria sobre a assistência farmacêutica oncológica, que visa ampliar o acesso a medicamentos de alto custo. A partir dela, a União assume a responsabilidade pela aquisição de medicamentos para tratamento de câncer, com prioridade para novas tecnologias em oncologia

A expectativa é reduzir preços em até 60% com as negociações de abrangência e escala nacional. O formato combina compra centralizada feita diretamente pelo ministério, negociações nacionais via registro de preços e aquisições descentralizadas pelos serviços oncológicos, mediante autorização específica.


O novo componente também garante ressarcimento a estados e municípios por demandas judiciais: durante o período de transição de 12 meses, a União reembolsará 80% dos valores judicializados. Além disso, serão criados centros regionais de diluição de medicamentos oncológicos, para reduzir desperdícios e otimizar o uso dos insumos.

As medidas anunciadas para o cuidado ao paciente com câncer fazem parte do programa Agora Tem Especialistas. Lançada em maio deste ano, a iniciativa tem o objetivo de reduzir o tempo de espera por atendimentos especializados na rede pública.

Estímulo financeiro

A nova portaria do Ministério da Saúde mudou a forma de financiamento dos serviços de radioterapia, criando um mecanismo de estímulo financeiro para aumentar o número de pacientes atendidos. Agora, quanto mais pacientes atendidos, mais recursos serão repassados por atendimento, “estimulando ao máximo o uso da capacidade do acelerador linear, equipamento utilizado nas sessões”.

Unidades que atenderem entre 40 e 50 novos pacientes por acelerador linear receberão 10% a mais por procedimento; o acréscimo sobe para 20%, entre 50 e 60; e para 30%, acima de 60 novos pacientes.

“Essa é uma nova lógica para estimular que essa capacidade ociosa possa atender mais e, com isso, reduzir o tempo de espera de quem está aguardando o tratamento”, destacou o ministro Padilha.

Os estabelecimentos que já atendem o SUS passarão a receber progressivamente, por procedimento realizado, por meio do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC). Até então, os recursos entravam no orçamento geral, no valor fixo repassado mensalmente aos estados e municípios para custeio dos serviços de média e alta complexidade.

“É uma forma direta de remuneração para os estados e municípios, que não disputa com os outros recursos gerais da média e alta complexidade, como é a quimioterapia, porque a gente remunera a quimioterapia pela Apac. Assim, a gente tira a radioterapia de ser o patinho feio do tratamento ao câncer”, afirmou Padilha.

Por fim, o governo quer mobilizar o setor privado, que terá condições especiais para o financiamento de equipamentos de radioterapia. Para isso, deverão ofertar, no mínimo, 30% de sua capacidade instalada para o SUS por, no mínimo, três anos.

“Não tem como você consolidar uma rede pública sem atrair a estrutura privada que existe no Brasil, hoje, de tratamento ao câncer. Porque os equipamentos e boa parte dos profissionais estão concentrados nessa estrutura privada”, disse o ministro.

Fonte;agenciabrasil.ebc


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Corridas de Rua: Impacto na Saúde em Macajuba

 As corridas de rua têm se tornado uma atividade cada vez mais popular em Macajuba, oferecendo benefícios significativos para a saúde e bem-estar dos moradores. No Brasil, estima-se que cerca de 13 milhões de pessoas pratiquem corrida de rua, tornando-a uma das atividades físicas mais populares do país.

Benefícios para a Saúde

- Melhora a saúde cardiovascular e reduz o estresse

- Aumenta a autoestima e a confiança

- Contribui para a perda de peso e melhora a qualidade do sono

A nível nacional, estudos mostram que a corrida pode reduzir o risco de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. Além disso, a corrida também tem um impacto positivo na saúde mental, reduzindo sintomas de ansiedade e depressão.

Em Macajuba, a prática de corrida de rua pode ter um impacto significativo na saúde da população, melhorando a qualidade de vida e reduzindo os custos com saúde pública. 


Editorial: deixa Comigo Macajuba 14 anos O Blog do Povo 

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3 em cada 5 jovens que estão fora do ensino superior são negros, mostra pesquisa

 


  Três em cada cinco brasileiros que interrompem os estudos antes de chegar ao ensino superior são negros, mostra uma pesquisa sobre as perspectivas da juventude brasileira publicada nesta segunda-feira (20) pelo British Council —organização de cultura e educação ligada ao governo do Reino Unido.

 Entre aqueles que param de estudar até o ensino médio, 63% são pretos e pardos, ante 33% de brancos, segundo o levantamento.  

Os dados mostram que, embora a população negra corresponda a 55,5% dos brasileiros, segundo os dados do Censo 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), eles ainda são minoria entre aqueles que concluem o grau universitário e ocupam uma maioria desproporcional na evasão escolar. 

 Metade dos jovens de 19 a 24 anos não está estudando nem tem diploma universitário, mostra a pesquisa. Pretos e pardos, além de abandonarem o ensino básico mais frequentemente, relatam o convívio com situações de violência em maior proporção, compõem a maior parte da força de trabalho informal e estão sujeitos a mais dificuldades para conseguir pagar por necessidades básicas.

O motivo mais comum para o abandono dos estudos é a restrição financeira (39% das respostas), seguida por responsabilidades familiares —cuidar de irmãos e filhos, sobretudo— e problemas com o transporte até a escola (19%, nos dois casos). Apoio insuficiente de professores (18%) e falta de acesso a cursos de qualidade (17%) também são citados. 

O British Council ouviu 3.248 jovens de 16 a 35 anos em todas as regiões do país sobre temas diversos, como trabalho, renda, violência, educação digital e participação política. A margem de erro geral para os dados quantitativos é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

 A divisão foi de 1.348 entrevistados brancos (42% do total), 1.171 pardos (36%) e 607 pretos (19%). Os pesquisadores optaram por incluir entrevistados de 29 a 35 anos, formalmente enquadrados como adultos. Essa decisão "reflete a complexidade do cenário socioeconômico no Brasil e segue práticas internacionais adotadas pela ONU", segundo a chefe de relações externas e governamentais do British Council, Bárbara Cagliari Lotierzo.                          

Além de pesquisa quantitativa online, a entidade também fez entrevistas e grupos focais com 105 jovens de grupos marginalizados. Também criou um comitê consultivo com dez pessoas que ajudaram a levantar temas para o trabalho.

 "Os respondentes foram una?nimes em apontar a seguranc?a financeira como o principal fator de bem-estar no presente e no futuro", diz trecho do relatório da pesquisa. "A palavra mais usada para descrever o futuro foi ‘preocupado’, acompanhada pela percepc?a?o de que a pobreza e? o maior obsta?culo global da atualidade."

Parte da explicação para a falta de continuidade dos estudos também está nas próprias escolas, indicam dados do estudo. Metade (51%) dos jovens entrevistados afirma que a educação no Brasil não é de boa qualidade.

 Nesse quesito, os dados da pesquisa mostram uma diferença entre realidades socioeconômicas diferentes. A proporção de entrevistados que faz avaliações ruins do ensino é muito maior entre moradores de favelas (68%).

O índice de reprovação da qualidade do ensino também é alto entre jovens que moram em periferias e regiões metropolitanas (58%) e entre moradores de capitais e outros grandes centros urbanos em geral (51%).

 O relatório do British Council lembra, com base em pesquisa do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) feita em 2023, que 87% dos adolescentes brasileiros frequentavam escolas públicas —com grande variação na avaliação de qualidade educacional— e que, no ensino superior, 79% estão matriculados em instituições privadas.

  As desigualdades no acesso ao ensino se repetem nos salários dos jovens adultos. "Jovens brancos entrevistados relataram uma renda 19% acima da me?dia ponderada geral, enquanto jovens pretos ganham, em me?dia, 31% a menos", diz a pesquisa. "A diferenc?a de rendimento entre jovens pardos e a me?dia geral e? menor, mas ainda significativa: 12% abaixo."

 O levantamento também mostra que mais da metade dos jovens pretos entrevistados recebem menos de 1,5 sala?rio mi?nimo por me?s.

 "Embora a maioria (56%) seja a principal fonte de renda de suas fami?lias, uma parcela significativa (39%) na?o consegue cobrir as despesas mensais ba?sicas. Enquanto quase metade (47%) dos jovens brancos te?m renda mensal superior a dois sala?rios mi?nimos, esse percentual cai para 22% entre jovens pretos e 35% entre jovens pardos", afirma o relatório.

 86% RELATAM CASOS DE RACISMO

 O relatório mostra, ainda, que a absoluta maioria dos negros relata já ter vivenciado experie?ncias pessoais de discriminação. Entre os autodeclarados pretos, a proporção de respostas afirmativas é de 86% e entre os pardos, 71%.

O questionário da pesquisa continha uma lista com diferentes situações de discriminação. A resposta mais comum foi "ouvi piadas sobre minha aparência", chegando a 33% dos entrevistados negros. Apelidos racistas foram citados por 28% dos pretos e 12% dos pardos.

 Parte significativa também reportou já ter sido seguida por seguranças em lojas ou outros espaços públicos, e um em cada quatro negros dizem que já viveram situações em que alguém presumiu que eles tinham menos capacidade ou inteligência.

"A desigualdade racial atravessou praticamente todas as falas das entrevistas", afirmou Lotierzo. "Muitas das vítimas de discriminação expressaram frustração com escolas que abordam o racismo de forma que consideram superficial, como palestras ou campanhas pontuais, mas que não enfrentem efetivamente situações de preconceito."

 A partir das entrevistas com grupos de jovens e lideranças comunitárias nas periferias brasileiras, o relatório do British Council faz uma série de recomendações para políticas governamentais.

Entre elas estão a promoção de acesso equitativo à cultura com financiamento de iniciativas comunitárias; a obrigatoriedade de avaliações de impacto de políticas focadas na juventude em nível municipal, estadual e federal; fortalecimento da formação pedagógica antirracista e melhoria da formação de professores em geral; políticas de inclusão digital e o fortalecimento do Plano Nacional da Juventude.

"A mensagem foi clara: os jovens querem um processo mais participativo na formulação de políticas públicas, com envolvimento real das juventudes em todas as etapas", diz o relatório.

Fonte:bahianoticias


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Prefeito João Filho se reúne com lideranças para alinhar detalhes da Festa de Maria Milza

                                    

Na manhã desta quarta-feira (22), o prefeito João Filho se reuniu em seu gabinete com o padre Roni, o secretário de Cultura, Adson Brás, e a secretária de Governo, Marigilza, para alinhar os preparativos da Festa de Maria Milza, um dos eventos mais tradicionais e aguardados de Itaberaba.

O encontro teve como objetivo principal discutir a parte estrutural e organizacional da celebração, garantindo que cada etapa do planejamento seja executada com antecedência para oferecer ao público um evento seguro, bem estruturado e repleto de simbolismo cultural e religioso.

Entre os temas abordados estiveram a logística do espaço, estrutura de palco, trânsito, segurança, iluminação e a programação cultural, reforçando o compromisso da gestão municipal em valorizar a fé e a cultura local.

“A Festa de Maria Milza é um patrimônio da nossa gente e merece todo o cuidado na sua organização. Estamos trabalhando juntos para que seja mais um grande momento de fé, cultura e alegria”, destacou o prefeito João Filho.

A Prefeitura de Itaberaba segue mobilizada, por meio das secretarias envolvidas, para garantir que a Festa de Maria Milza continue sendo um símbolo de devoção, tradição e identidade cultural para o povo de Itaberaba e toda a região.


Fonte; Ruybarbosanoticias 

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Açaí Nova Cruz

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