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quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Rio de Janeiro está entre os 25 melhores destinos para visitar em 2026

                                 



Seleção mundial da National Geographic destaca a capital fluminense como uma megacidade com agito cultural e gastronômico de sobra

Rio de Janeiro é um dos 25 destinos globais para se visitar em 2026, segundo publicação internacional • Davi Costa/Unsplash

O Rio de Janeiro está entre os 25 melhores destinos mundiais para se visitar em 2026. A Cidade Maravilhosa faz parte da lista Best of the World 2026, elaborada pela comunidade global de fotógrafos, viajantes e editores da publicação internacional National Geographic.

Segundo a publicação, "a megacidade sul-americana está vivendo um momento". Entre os destaques, aparecem o Museu Nacional de Belas Artes, com previsão de reabertura completa no final de 2026, e o Museu Nacional da UFRJ, que pode abrir parcialmente no ano que vem - a reabertura completa está prevista para 2028.

Destaque ainda para o Belmond Copacabana Palace, ícone da hotelaria carioca, que ampliará os quartos e terá um novo spa após reformas, e para uma nova edição do megaevento Todo Mundo no Rio, que atrai milhões de pessoas para a Praia de Copacabana e que já sediou shows de Lady Gaga e de Madonna.

Entram na conta ainda uma nova trilha para caminhadas até o Cristo Redentor e a cena gastronômica da cidade, com destaque para os restaurantes estrelados pelo Guia Michelin - neste ano, o Casa 201 e o Oseille ganharam a primeira estrela.

Turismo no Rio

A inclusão do Rio de Janeiro na lista internacional acontece em um momento em que a cidade tem batido recordes de turistas estrangeiros. Segundo dados da Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo), a cidade recebeu 1,154 milhão de turistas internacionais no primeiro semestre, um crescimento de 51,8% em comparação com o mesmo período de 2024.

Com base nos números, a expectativa da Prefeitura é que o Rio ultrapasse a marca de dois milhões de turistas internacionais até o fim do ano.

Além dos dados, o Rio foi destaque na 32ª edição do WTA (World Travel Awards) para a América do Sul. A premiação é conhecida como o "Oscar do turismo". Dentre as distinções, a cidade venceu em três categorias: Melhor Destino de Praia, Melhor Destino para “City Break” (viagem curta a uma cidade) e Melhor Destino de Eventos e Festivais.

25 destinos imperdíveis em 2026



Pequim é a grande porta entrada de turistas que visitam a China • Unsplash


Além do Rio, entraram para a seleção da National Geographic destinos na Itália como Milão e as Dolomitas, que receberão os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de 2026. Guimarães, em Portugal, foi destaque por ser a Capital Verde da Europa no ano que vem.

Na Ásia, a China também entrou para a lista com Pequim. O país tem despontado nas buscas dos brasileiros, com a capital entre as cidades mais pesquisadas para turismo.

Confira os 25 melhores destinos para se visitar em 2026, segundo a National Geographic:  

•Milão e as Dolomitas (Itália)
•Québec (Canadá)
•Pequim (China)
•Dominica (Caribe)
•Rabat (Marrocos)
•Hull (Inglaterra)
•Terras áridas da Dakota do Norte (Estados •Unidos)
•Manila (Filipinas)
•Costa do Mar Negro (Turquia)
•Khiva (Uzbequistão)
•Parque Nacional de Akagera (Ruanda)
•Vancoucer (Canadá)
•Yamagata (Japão)
•Rota 66 (Oklahoma, Estados Unidos)
•Parque Nacional Uluru-Kata Tjuta (Austrália)
•Rio de Janeiro (Brasil) 
•Oulu (Finlândia)
•Coreia do Sul
•Guimarães (Portugal)
•País Basco, Espanha
•Maui (Havaí, Estados Unidos)
•Pittsburgh (Estados Unidos)
•Costa de Oaxaca (México)
•Fiji (Oceania)
•Medellín (Colômbia)

Fonte: CNN Brasil 



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Lula oficializa Guilherme Boulos como ministro de olho em 2026

    




Presidente faz novas mudanças na Esplanada dos Ministérios

Lula ao lado de Guilherme Boulos, novo ministro do governo - Foto: Ricardo Stuckert | PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou, nesta segunda-feira, 20, a nomeação do deputado federal Guilherme Boulos, do Psol de São Paulo, para o Ministério da Secretaria-Geral da Presidência da República. A mudança ministerial foi antecipada pelo Portal A TARDE em maio deste ano.

Boulos assume o cargo ocupado anteriormente por Márcio Macêdo (PT-SE), indicado desde 2023 para o posto. A alteração na pasta é uma estratégia do presidente Lula para se fortalecer diante dos movimentos sociais para as eleições de 2026, visto que o parlamentar do Psol é conhecido por seu trânsito com importantes lideranças desses grupos.

A substituição está engatilhada desde maio, como noticiado por A TARDE. Na ocasião, a volta de Lula da China era tida como a data limite para o anúncio que, de acordo com fontes ligadas ao Psol, foi adiado por precaução do chefe do Planalto, que preferiu aguardar as eleições nacionais do PT para poder fazer qualquer movimento.

"Convidei o deputado Guilherme Boulos para assumir o cargo de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. Ele vai substituir o companheiro Márcio Macedo na função, a quem agradeço por todo o trabalho realizado para a ampliação e o fortalecimento da participação social em nosso governo", escreveu Lula em publicação nas redes sociais.


Lula ao lado de Guilherme Boulos, novo ministro, e Márcio Macêdo, antecessor no cargo | Foto: Ricardo Stuckert | PR

Nas últimas semanas, no entanto, o nome de Boulos voltou a ficar em evidência para assumir a Secretaria-Geral da Presidência. O acordo, segundo apurou o Portal A TARDE, envolve a sua permanência como ministro até o final do mandato atual de Lula, desistindo da reeleição para a Câmara dos Deputados em 2026.

Para assumir o Ministério, Boulos articulou com movimentos sociais e lideranças, a fim de evitar uma rejeição ao assumir o cargo. O Psol, seu partido, ficou 'dividido', embora a direção nacional tenha afirmado ao Portal A TARDE, no último mês, que ele não seria alvo de qualquer retaliação.

Perda de votos

Um dos fatores que levanta preocupação no Psol, segundo fontes ligadas ao partido, é a perda do principal puxador de votos da legenda para o legislativo no país. Principal ativo da sigla, o deputado e agora ministro obteve uma das maiores votações para a Câmara dos Deputados em toda a história na sua primeira tentativa, em 2022, tendo 1.001.472 de votos.

Na ausência de Boulos nas urnas, o Psol agora aposta em nomes como o de Erika Hilton, responsável pela inserção do debate do fim da escala 6 x 1 de trabalho, e Sâmia Bonfim, deputada de longa data da legenda, como opções para fazer uma ampla bancada no próximo ano.

Além disso, a presença de nomes como Ricardo Galvão e Marina Silva, da Rede Sustentabilidade, que tem uma federação com a legenda, é apontada como uma possibilidade para fortalecer a bancada. Atual ministra do Meio Ambiente, Marina é deputada licenciada pela federação partidária, assim como a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, do Psol.

Foco é 2028

A ida de Boulos para o ministério, assim como sua desistência de concorrer à reeleição na Câmara dos Deputados, tem um grande objetivo: turbinar seu nome para uma nova disputa pela prefeitura de São Paulo nas eleições de 2028.



Boulos e Lula durante campanha em São Paulo, em 2024 | Foto: Leandro Paiva | Assessoria campanha de Boulos

Boulos, que deve ser candidato pela terceira vez, novamente com o apoio do presidente Lula e da estrutura do PT, entende, segundo nomes próximos ao novo ministro, que ao mostrar um trabalho competente dentro da Esplanada dos Ministérios, ele conseguirá 'furar a bolha' entre os eleitores que não acreditam no seu potencial enquanto gestor.

Trajetória de Boulos

Conhecido por sua trajetória como dirigentedo Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), Boulos ganhou projeção nacional com sua candidatura à presidência da República em 2018. Defensor da liberdade de Lula, na época preso por suas condenações na Lava-Jato, o psolista teve um desempenho aquém do esperado nas urnas, com a pior votação da história do partido em uma disputa pelo Planalto (617 122 votos).

Em 2020, durante a pandemia, foi candidato a prefeito de São Paulo. Iniciando longe de alcançar uma vitória, Boulos cresceu durante a campanha e colocou o Psol no segundo turno da eleição da principal cidade da América Latina.

Apesar do feito, Boulos perdeu para Bruno Covas (PSDB) no segundo turno, com 2 168 109 votos.

Em 2024, já como deputado federal, Boulos voltou a concorrer à prefeitura de São Paulo, indo para o segundo turno contra Ricardo Nunes (MDB), alçado a prefeito com a morte de Bruno Covas. Mais uma vez, o psolista foi derrotado nas urnas, tendo 2 323 901 votos.


Veja o desempenho eleitoral do novo ministro

•Eleições 2018 (presidente) - 617.122 votos
•Eleições 2020 (prefeito SP) - 2.168.109 votos
•Eleições 2022 (deputado federal) - 1.001.472 votos (eleito)
•Eleições 2024 (prefeito SP) - 2.323.901 votos

Fonte: A Tarde


                                

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Prefeitos são alvos de operação contra desvio e lavagem de dinheiro na BA; prejuízo estimado é de R$ 12 milhões

                                




Entre os alvos estão o prefeito de Encruzilhada, Dr Pedrinho (PCdoB), a prefeita de Poções, Dona Nilda (PCdoB) e o ex-chefe de gabinete da prefeitura de Poções.

A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram, na manhã desta quinta-feira (23), uma operação para combater uma organização criminosa responsável pelo desvio e lavagem de recursos públicos federais repassados à Prefeitura de Poções, cidade do sudoeste da Bahia, entre 2021 e 2023. O prejuízo estimado ao erário ultrapassa R$ 12 milhões.

Segundo a Polícia Federal, estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão nos municípios baianos de Poções, Encruzilhada, Barreiras e Vitória da Conquista.


Prefeita de Poções, Dona Nilda, e o prefeito de Encruzilhada, Dr Pedrinho, ambos do PCdoB — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Entre os alvos estão o prefeito de Encruzilhada, Dr Pedrinho (PCdoB), a prefeita de Poções, Dona Nilda (PCdoB) e o ex-chefe de gabinete da prefeitura de Poções, que também já exerceu o cargo de prefeito do município, Otto Wagner de Magalhães. Ele foi preso por posse ilegal de arma.

Anteriormente, a reportagem afirmou que o atual chefe de gabinete Jorge Luiz era um dos alvos da operação. No entanto, ele não foi citado na ação da PF.

O g1 tenta contato com as defesas dos alvos, mas não conseguiu até a última atualização desta reportagem.



Ex-prefeito de Poções é preso durante operação contra desvio e lavagem de dinheiro — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Como funcionava o esquema

De acordo com a PF, as investigações apontam irregularidades em contratos de terceirização de mão de obra financiados com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), Sistema Único de Saúde (SUS) e Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS), incluindo ausência de estudos técnicos, pesquisa de preços inadequada, majoração indevida de valores contratuais e prestação fictícia de serviços.

A investigação revelou ainda a existência de uma estrutura criminosa organizada, com atuação em diversos municípios baianos, que utilizava empresas de fachada, familiares como intermediários financeiros, movimentações bancárias atípicas e ocultação patrimonial para viabilizar os desvios e a lavagem de dinheiro.

A PF informou que os crimes apurados incluem organização criminosa, peculato, fraude à licitação, lavagem de dinheiro e crimes contra a legislação trabalhista.


Mandados de busca e apreensão são cumpridos nos municípios baianos de Poções, Encruzilhada, Barreiras e Vitória da Conquista. — Foto: Polícia Federal

Fonte: G1 Globo 

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Autismo: o que diz a nova diretriz para diagnóstico e tratamento

                                 



Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil (SBNI) publicou novo documento em que aconselha os profissionais sobre como identificar o quadro e orienta quais terapias têm comprovação científica



'O autismo sempre existiu. Mas nem sempre o chamamos de autismo' — Foto: Freepik

A Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil (SBNI) publicou uma nova diretriz com orientações e recomendações para o diagnóstico e o tratamento do transtorno do espectro autista (TEA). Segundo a entidade, desde a elaboração do primeiro documento, em 2021, houve diversos novos estudos sobre o tema que levaram à necessidade da sua atualização.

Entre os principais pontos, a diretriz instrui profissionais sobre como identificar o TEA, esclarece quais intervenções de fato têm eficácia e alerta sobre abordagens sem comprovação científica, como ozonioterapia, transplante fecal, suplementação de vitaminas e dietas sem glúten.

O documento esclarece ainda que o canabidiol, embora muito usado, tem resultados inconclusivos sobre benefícios para autismo, sem a qualidade metodológica e de evidência necessária para prescrição a indivíduos com TEA por enquanto.

Abaixo, confira os principais pontos da diretriz.

Diagnóstico

O diagnóstico do autismo é essencialmente clínico, ou seja, feito a partir da observação da criança, análise de seu histórico e entrevista com os pais. Professores e outros cuidadores também podem ser contatados para auxiliar na avaliação.


Segundo o documento, é possível identificar sinais de alerta de TEA desde os primeiros meses de vida, como falha no contato visual durante a mamada e pouca ou nenhuma vocalização, embora eles sejam mais evidentes entre um e dois anos de idade.

Algumas características clínicas do TEA são dificuldade para iniciar e manter conversação, responder a uma interação social e em demonstrar corretamente as emoções e pouco contato visual. Além disso, sofrimento ou desconforto frente a mudanças, padrões rígidos de pensamento e comportamento e ações repetitivas motoras ou vocais.

A diretriz destaca ainda a importância de se avaliar o ambiente em que a criança está inserida, já que situações de vulnerabilidade social, afetiva, cultural e econômica podem impactar o desenvolvimento e levar a diagnósticos incorretos de TEA.

O mesmo alerta é feito em relação ao uso de telas, cuja exposição precoce e intensa pode gerar sintomas semelhantes aos do autismo, como atraso no desenvolvimento da linguagem e dificuldades de regulação emocional. No entanto, não há evidência de relação direta entre telas e um diagnóstico de TEA.

— Excesso de tela para criança pequena não causa autismo, não existe uma relação causal direta. Mas é importante a restrição de telas para todas as crianças, tenham ela TEA ou não — neuropediatra Julio Koneski, membro do Departamento Científico de Transtornos de Neurodesenvolvimento da SBNI e um dos autores do documento.

Sobre as escalas disponíveis para a avaliação de crianças, o documento cita que a Modified Checklist for Autism in Toddlers (M-CHAT), a Escala de Pontuação para Autismo na Infância - Childhood Autism Spectrum Disorders Test (CAST – crianças entre 4 e 11 anos) e o Questionário de Comunicação Social (SCQ) podem ser usados para triagem, mas não para estabelecer diagnóstico.

A M-CHAT é a mais amplamente utilizada no país, recomendada por autoridades como governos e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), e está disponível no aplicativo do SUS digital e na Caderneta da Criança.

Muitos estudos buscam um marcador biológico para identificação do autismo, com destaque para técnicas de rastreamento visual que têm se mostrado promissoras e foram aprovadas nos EUA, mas ainda não há abordagens do tipo disponíveis no Brasil.

— O documento reforça que o diagnóstico do autismo é clínico, que não existem exames laboratoriais. E aborda a importância do diagnóstico precoce, que deve ser feito antes dos 3 anos — afirma Koneski.

Nível de suporte e investigação complementar

Seguindo o Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais — 5.ª Edição (DSM-5), a SBNI lembra que o nível de gravidade do TEA é definido conforme nível de suporte, indo de pouco suporte (nível 1) até completamente dependente de suporte (nível 3).


A definição consiste “em avaliar a necessidade que o paciente requer para as atividades da vida cotidiana e a sua independência funcional” e demanda que o paciente tenha uma idade mais avançada e tempo de evolução do quadro. Por isso, a diretriz não recomenda classificar crianças recém-diagnosticadas ou muito pequenas.

A SBNI também orienta que todos os indivíduos passem por exames físicos com dermatologista, otorrinolaringologista e oftalmologista e torna obrigatório o exame neurológico como parte da investigação complementar.

Outros testes, como genéticos, podem ser considerados em casos específicos, como de históricos familiares ou associados a epilepsia e alterações congênitas.


Tratamentos

Segundo a nova diretriz, as intervenções para indivíduos com TEA buscam potencializar o seu desenvolvimento. A abordagem transdisciplinar é considerada a mais efetiva.

Aquelas com maior nível de evidência são baseadas na ciência da Análise do Comportamento Aplicada (ABA - Applied Behavior Analysis) associada a técnicas como fonoterapia e terapia ocupacional com integração sensorial.

“As intervenções baseadas em ABA variam desde abordagens altamente estruturadas, direcionadas e controladas, até intervenções que podem ser conduzidas por profissionais que se guiam pela liderança da criança e implementadas no contexto natural do comportamento”, diz o documento.

Outras abordagens como terapia mediada por música, terapia motora (fisioterapia, psicomotricidade ou educação física) ou abordagem pedagógica podem ser orientadas de acordo com cada caso individual.

A carga horária e frequência do tratamento devem ser indicadas após avaliação individual feita pelo médico responsável.

— Não é à toa que a nomenclatura é espectro autista, porque há uma heterogeneidade muito grande. Não tem como abordar terapeuticamente todas as crianças da mesma maneira, isso é muito claro. Cabe ao médico definir as necessidades e direitos do seu paciente junto com a família e à equipe multidisciplinar — diz Koneski.

Não há medicamentos especificamente para TEA, mas alguns remédios podem ser recomendados para aliviar sintomas de comorbidades associadas, como agressividade e irritabilidade, transtorno de ansiedade e distúrbios do sono.

“Contudo, vale ressaltar que é importante avaliar bem a causa e função de eventuais comportamentos interferentes ou disruptivos, pois em sua maioria são decorrentes de falha na comunicação, busca por atenção, esquiva, dentre outros”, alerta a diretriz.

Indivíduos com TEA apresentam uma prevalência mais alta de distúrbios do sono, por isso o documento orienta técnicas como higiene do sono, reforço positivo de comportamentos adequados, restrição planejada de sono, redução de estímulos e despertares programados, além da terapia cognitivo-comportamental e da educação parental.

Medicamentos e melatonina podem ser considerados, mas devem envolver um diagnóstico preciso de um distúrbio relacionado à hora de dormir e não substituem as medidas anteriores.

A sociedade reforça ainda que vacinas não causam nem desencadeiam o TEA, e que é indicado que os indivíduos recebam todos os imunizantes disponíveis para a sua faixa etária.

Abordagens sem eficácia

O documento alerta que diversas técnicas têm sido propostas e usadas sem evidências científicas que comprovem a eficácia para indivíduos com TEA. São elas:

•Ômega 3

•Vitaminas e suplementos sem haver uma deficiência diagnosticada: piridoxina,

•B12, vitamina D

•Leuprorrelina

•Dieta sem glúten (na ausência de doença celíaca ou intolerância diagnosticada)

•Dieta sem caseína

•Transplante fecal

•MMS

•Ozonioterapia

•Oxitocina

•Quelantes de metais pesados

•Corticoesteróides

•Imunoglobulina

•Antiparasitários

•Células-tronco

•Óleos essenciais, florais

•Sulforafano

•Son-rise, Padovan, psicanálise

•Oxigenioterapia hiperbárica

“O surgimento das mídias sociais possibilitou a disseminação de uma grande variedade de informações num curto espaço de tempo, o que fez com que a maioria dos pacientes com TEA use ou já tenha usado alguma terapia alternativa sem eficácia comprovada. A prescrição de um tratamento sem comprovação científica pode causar danos significativos (não apenas financeiros), uma vez que, quando a família decide adotar um tratamento alternativo, muitas vezes abandona o tratamento comprovadamente eficaz”, alerta a SBNI.

Canabidiol e ácido folínico

Em relação ao canabidiol (CBD), um dos compostos terapêuticos da planta cannabis sativa, embora seja comum a sua utilização em casos de autismo, a SBNI esclarece que os estudos ainda têm resultados que divergem entre si e que eles não têm “qualidade metodológica necessária para aprovação das agências regulatórias e indicação de prescrição”.

— Novos estudos devem definir melhor essa eficácia. Hoje, indicar o uso de canabidiol para indivíduos com autismo é experimental e sem garantia de eficácia. Tem que ter isso em mente — afirma Koneski.

Preferencialmente, o documento recomenda que a indicação deve ser feita mediante assinatura de termo de autorização e consentimento.

Já para o ácido folínico, forma bioativa do folato, alguns estudos nos últimos anos têm sugerido um possível benefício clínico. No entanto, até agora os trabalhos foram de fase 2, de três etapas, e nem todos demonstraram resultados positivos consistentes, “muito provavelmente pela heterogeneidade do TEA”, diz o documento.

A diretriz orienta que são necessários mais estudos e com mais participantes para confirmar potenciais benefícios e que, assim ocorre como o canabidiol, a indicação enquanto isso deve ser vista como experimental.

Outras abordagens, como estimulação craniana não invasiva, que usa uma corrente elétrica contínua, e técnicas naturalísticas, como Floortime, também têm sido alvo de estudos, mas ainda sem resultados robustos.

Fonte: O Globo 100 


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Senado aprova gratuidade para bagagem de mão de até 10 kg

                                 



CCJ aprova projeto que impede companhias aéreas de cobrarem taxas por malas pequenas em voos nacionais e internacionais


O projeto define também as dimensões máximas para o transporte gratuito das malas de mão: até 55 centímetros de altura, 35 cm de largura e 25 cm de comprimento - (crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (22/10), o Projeto de Lei nº 120/2020, que proíbe companhias aéreas de cobrarem taxas adicionais por bagagens de mão de até 10 quilos. A proposta, aprovada em caráter terminativo, segue agora para análise na Câmara dos Deputados sem necessidade de passar pelo plenário do Senado.

De autoria do líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), o texto busca impedir a cobrança por malas pequenas, após discussões sobre a possibilidade de novas taxas para bagagem de mão além da tradicional cobrança por malas despachadas. A votação foi unânime entre os membros da comissão.

O projeto define também as dimensões máximas para o transporte gratuito das malas de mão: até 55 centímetros de altura, 35 cm de largura e 25 cm de comprimento. Atualmente, cada empresa aérea tem autonomia para estabelecer suas próprias medidas, o que gera divergências e queixas de consumidores.

A medida é vista como uma tentativa de reforçar os direitos dos passageiros e evitar o aumento de custos nas viagens aéreas. Randolfe argumentou que a cobrança pela bagagem de mão representa “um retrocesso nas garantias do consumidor” e destacou que o transporte de pequenos volumes é um direito básico de quem viaja.

Na véspera, a Câmara dos Deputados aprovou a urgência de um projeto semelhante, que também impede a cobrança por bagagens de até 10 quilos. Com isso, o texto poderá ser votado diretamente no plenário, acelerando a tramitação da medida e abrindo caminho para a unificação das propostas nas duas Casas.

Fonte: Correio Braziliense 


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Prefeitura de Macajuba publica edital para a I Feira Literária do município – FLIMAC 2025

      


     


A Prefeitura Municipal de Macajuba divulgou o Edital de Chamamento Público para a realização da I Feira Literária de Macajuba (FLIMAC 2025), um evento que promete celebrar a literatura, a arte e a cultura local.

O edital tem como objetivo selecionar propostas de participação de escritores, editoras, livreiros, artistas e instituições interessadas em integrar a programação do evento, fortalecendo o acesso à leitura e valorizando a produção cultural do município.

A Feira Literária de Macajuba será um espaço de encontro, aprendizado e troca de experiências, reunindo diversas expressões artísticas em torno do livro e da palavra.

Os interessados podem acessar o edital completo e conferir todas as informações sobre prazos, critérios e formas de participação por meio do link:  https://doem.org.br/ba/macajuba/diarios/previsualizar/EN25xpV5

  


 

Fonte: ASCOM


                     

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Homem simula a própria morte para saber quantas pessoas iriam ao enterro

        



Ex-militar da força aérea de 74 anos só revelou que estava vivo quando a cerimônia chegou ao crematório

Mohan Lal: "As pessoas carregam o esquife, mas eu queria testemunhar isso eu mesmo e ver quanto respeito e afeto as pessoas me dão" - (crédito: Reprodução/Redes sociais)

Um indiano de 74 anos enganou os amigos e familiares com uma pegadinha, no mínimo, sem graça. Mohan Lal fingiu a própria morte simplesmente para ver quantas pessoas compareceriam ao funeral. O plano, no entanto, deu certo pois dezenas de pessoas estiveram presentes.

O caso ocorreu Kochi, localizada na região sul da Índia, o falso funeral aconteceu seguindo todos os rituais religiosos da comunidade, incluindo estar em um caixão com um lençol branco e guirlandas de flores por cima. No fim da cerimônia, quando a procissão chegou ao crematório, o idoso se levantou do suposto local de descanso final e revelou estar vivo.

"Após a morte, as pessoas carregam o esquife, mas eu queria testemunhar isso eu mesmo e ver quanto respeito e afeto as pessoas me dão", contou Mohan Lal em uma entrevista à mídia local sobre o porque ele teria simulado a própria morte.

Depois da revelação bombástica, uma esfinge foi queimada com homenagem simbólica, em seguida todos os presentes se reuniram em um banquete comunitário. Mohan Lal é um ex-militar da Força Aérea Indiana, e alguns moradores relataram que Mohan é um pessoa muito respeitada na região em que mora, fato que explica o grande número de pessoas no velório.

Fonte: Correio Braziliense 

                          

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Comissão aprova urgência de projeto do PT que eleva taxação de bets dos atuais 12% para 24%

                                 




Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados

Em um movimento que antecipa o envio ao Congresso do novo projeto do governo federal para elevar a taxação das bets, a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) um requerimento de urgência para um projeto que eleva a alíquota cobrada sobre a receita bruta das casas dos atuais 12% para 24%.

Com a aprovação da urgência, o projeto poderá agora ser analisado diretamente pelo plenário, sem passar por outras comissões. Caberá ao presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), decidir em que o momento o projeto será levado à votação no plenário. 

A articulação para aprovação da urgência foi liderada por parlamentares do PT. O movimento para acelerar a proposta sobre bets teve o aval da equipe econômica do governo, que busca recompor parte da perda de arrecadação com a derrubada da MP 1303/2025.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou nesta semana que o governo enviará ao Congresso dois projetos de lei para repor a arrecadação que deixará de ingressar nos cofres públicos com a rejeição da medida provisória: um projeto voltado ao aumento de receitas, com foco na taxação das apostas on-line e das fintechs, e outro destinado ao controle de gastos públicos. 

Segundo disse Haddad, a separação das matérias tem o objetivo de evitar que a oposição ou blocos parlamentares utilizem a mescla entre despesa e receita para travar a tramitação. Haddad já queria ter enviado os projetos nesta semana, mas a Casa Civil da Presidência pediu para fazer ajustes nos textos e aguardar a volta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de sua viagem ao exterior. 

O projeto que teve a urgência aprovada foi apresentado pelo deputado Lindbergh Farias e assinado por toda a bancada do PT. A proposta dobra a alíquota efetiva sobre o setor, elevando a fatia da arrecadação destinada ao poder público de 12% para 24%.

O texto cria um novo artigo na lei atual, mudando a repartição da arrecadação líquida das apostas:

•76% continuam com o agente operador (custos de operação e manutenção das plataformas);

•12% vão para a Seguridade Social, especificamente para ações na área da saúde;
 

Outros 12% passam a ter novas destinações definidas em lei. Na prática, será estabelecida uma nova fatia de 12 pontos percentuais que dobra a participação governamental no montante arrecadado.

Com isso, o total transferido ao poder público sobe de 12% para 24%, enquanto a parcela das empresas é reduzida.

Como esse projeto teve a urgência aprovada na Comissão de Finanças e Tributação, a proposta que será enviada ao governo para taxar bets e fintechs pode “pegar carona” e ser apensada à proposição do líder do PT. Essa seria uma forma de acelerar a aprovação do projeto do governo. 

Fonte: Bahia Notícias 


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Açaí Nova Cruz

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