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quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Começou as trezenas de Santa Luzia Padroeira de Macajuba; veja a repercussão



Na abertura da Trezena de Santa Luzia, a emoção tomou conta dos fiéis. A comunidade de Nova Cruz foi a responsável por conduzir a imagem da padroeira até a igreja matriz, concluindo um belo percurso pelas diversas comunidades da paróquia. A chegada aconteceu em meio a uma linda e organizada carreata, marcada pela fé, devoção e alegria dos participantes, que acompanharam o trajeto em oração e cantos.



A liturgia da noite esteve sob a responsabilidade das comunidades, que prepararam com carinho cada detalhe. O ponto alto da celebração foi o ofertório, simples e profundamente significativo. Foram apresentados cestos repletos de alimentos, verduras e frutas, todos produzidos pelas próprias comunidades, simbolizando gratidão, partilha e confiança na intercessão de Santa Luzia.



Assim, a primeira noite da Trezena foi marcada pela união, devoção e pelo testemunho vivo de uma fé que se expressa na caminhada, no trabalho e na solidariedade. Um início abençoado que prepara os corações para os próximos dias de celebração e oração à nossa querida padroeira, Santa Luzia.










A segunda noite da Trezena de Santa Luzia foi marcada por profunda espiritualidade e emoção. A liturgia ficou sob a responsabilidade da Pastoral Catequética e dos coroinhas, que prepararam cada momento com dedicação e zelo, conduzindo a assembleia a viver uma celebração harmoniosa e cheia de significado.



O celebrante da noite, Padre Cláudio, presenteou a comunidade com uma belíssima homilia. Com sensibilidade e clareza, ele refletiu sobre o tema proposto, convidando todos a fortalecerem sua fé e a viverem com mais autenticidade o compromisso cristão. Suas palavras tocaram os corações e trouxeram inspiração para a continuidade da caminhada espiritual.



Um dos momentos mais emocionantes da celebração foi a renovação e o envio dos novos coroinhas e cerimoniários. Com alegria e brilho nos olhos, eles se colocaram diante do altar para assumir, com responsabilidade e amor, o serviço litúrgico. A comunidade acompanhou com aplausos e orações, reconhecendo a importância dessa missão tão bonita na vida da Igreja.



Assim, a segunda noite da Trezena se encerrou com a quermesse com a apresentação do grupo bumba meu boi.



Muita gratidão, fé renovada e o coração da comunidade aquecido pela presença de Santa Luzia, que continua iluminando e guiando cada passo de seus devotos.
























A programação segue:


Qua03/12-NOITE DA PASTORAL DA COMUNICAÇÃO

TEMA: Anunciar a Evangelho, das alegres, ste esperança, do az e participando do banquete da vida

06h: Oficio de Nossa Senhora

18h30: Procissão (Casa de Thiago- Lot Josafah Brandão)

19h: Trezena Santa Missa Igreja Matriz Presidente: Pe. Rafael Freitas - Várzea da

Roga Resp.: Pastoral da Comunicação e Radio Capivari FM



Homenageados: Profissionais de Comunicação, Sócios de Radio

Deixa Comigo Macajuba 14 anos O Blog do Povo Macajubense.

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Bingo e atraçôes musicais movimentará o Bar Novo Ponto da Praça no Distrito de Nova Cruz neste domingo(07)

🎉 Bingo no Bar Novo Ponto!🎉

Neste domingo 07 de dezembro, às 17h00, na Praça em Nova Cruz. Pagamento da cartelas : Cartão de crédito, débito

💰 Prêmio: R$ 500,00

Não fique de fora dessa!

🎶 Logo após, haverá shows com:

- Léo da Pisadinha 

 - Evandro Dantas

- JB Paredão

Venha se divertir!


                                

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Correios suspendem negociação de empréstimo após veto do Tesouro

                                 



Operação vinha sendo discutida com o Banco do Brasil, Citibank, BTG Pactual, ABC Brasil e Safra, que ofereceram o empréstimo com taxa de juros que podia chegar a 136% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário)

Os Correios acumulam um prejuízo de R$ 6,05 bilhões apenas entre janeiro e setembro deste ano, e entre os principais motivos estão a queda de receitas e aumento das despesas operacionais - (crédito: Portal Gov MCom)

O Tesouro Nacional comunicou nesta terça-feira (2/12) que não autorizará o empréstimo de R$ 20 bilhões com taxas de juros superiores a 120% pleiteado pelos Correios. Com isso, a cúpula da empresa anunciou a suspensão das negociações com o consórcio formado por cinco instituições financeiras. A estatal afirmou que vai continuar em busca de uma solução para a crise financeira.

A operação vinha sendo discutida com o Banco do Brasil, Citibank, BTG Pactual, ABC Brasil e Safra, que ofereceram o empréstimo com taxa de juros que podia chegar a 136% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que é um título emitido por bancos para emprestar dinheiro entre si, com prazo de um dia útil. Imediatamente, o governo reagiu, por considerar o valor muito acima do convencional, principalmente pelo fato de se tratar de uma operação com garantias públicas.

Os Correios acumulam um prejuízo de R$ 6,05 bilhões apenas entre janeiro e setembro deste ano, e entre os principais motivos estão a queda de receitas e aumento das despesas operacionais. Por nota, os Correios informaram que pretendem continuar em busca de alternativas para quitar suas dívidas e pagar fornecedores. "A diretoria-executiva segue trabalhando, em conjunto com os Ministérios, na avaliação de alternativas que reforcem a liquidez imediata dos Correios, assegurando o andamento das iniciativas necessárias para a recuperação financeira da estatal", diz um dos trechos da nota.

Em outro trecho, o texto confirma que o Tesouro Nacional "não permitiu contratações com juros acima do limite defendido para as operações com garantia da União". Técnicos da equipe econômica já admitem que o rombo contábil dos Correios poderá obrigar uma revisão da meta de resultado das estatais em 2026, reduzindo o espaço para investimentos públicos no ano eleitoral. Pressionado pelos números negativos, o então presidente dos Correios, Fabiano Silva, pediu demissão em julho deste ano. Em seu lugar assumiu Emmanoel Schmidt Rondon, executivo de carreira do Banco do Brasil, que passou a conduzir diretamente as negociações com o Ministério da Fazenda e o setor bancário desde setembro.


Fonte: Correio Braziliense 



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Prefeitura de Macajuba informa os dias para entrega dos kits da Corrida da Padroeira

         



A Prefeitura de Macajuba informa que a entrega dos kits da Corrida da Padroeira acontece nos dias 05 e 06 de dezembro, das 8h às 17h.

Local: Departamento de Esportes

Pedimos aos participantes que levem 3 kg de alimentos não perecíveis para doação.

Sua solidariedade faz a diferença!





                         

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Artista baiano monta presépio natalino ambientado em operação policial do Complexo da Penha

                            


Anualmente, Ladário Brites monta presépio com crítica social em Salvador. Neste ano, lista de personagens inclui policiais, suspeitos e até o rapper Oruam, que fez uma música sobre a operação.

A menos de um mês para o Natal, o artista plástico Ladário Brites transformou a sala de casa, em Salvador, em um presépio. Mas, diferentemente das montagens tradicionais, o presépio do baiano é ambientado no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, onde mais de 100 pessoas foram mortas em uma operação policial em outubro deste ano.

Os personagens da obra são policiais, suspeitos e moradores da comunidade. Maria, José, Jesus e os três Reis Magos aparecem no meio do fogo cruzado, em frente a uma casa com marcas de tiros.

"O nascimento do menino Jesus acontece na favela, bem no meio do fogo cruzado entre a polícia e os criminosos. Isso representa os inocentes que moram na comunidade e são obrigados a conviver assustados e com medo da violência", explicou o artista, que é cristão e que já morou no Complexo da Penha.



José, Maria e Jesus sendo abordados pela polícia — Foto: Ladário Brites


Uma das figuras mais inusitadas da obra é o rapper Oruam, que aparece do lado esquerdo do presépio, em cima de um palco. O artista carioca criticou a operação policial e escreveu uma música sobre as mortes.

A música integra a composição sonora do presépio, que também reproduz os barulhos dos tiros.

"Quero que as pessoas reflitam sobre a violência, sobre essa operação que, para mim, não teve sucesso, foi um desastre. Uma operação bem programada é uma operação que prende quem tem que responder por seus crimes, não que mata tanta gente como matou".

Rapper Oruam aparece no presépio montado por baiano — Foto: Ladário Brites


Detalhista, Ladário incorporou vielas, escadas, luzes de pisca-pisca e até gatos e cachorros nas "ruas do presépio".

Na montagem, os policiais vestem uma farda preta, enquanto os suspeitos estão sem camisa e usam cabelos coloridos. Todos carregam metralhadoras.

Do lado direito, um grupo de moradores segura cartazes em um protesto contra a violência na comunidade: "Chega de chacinas! Paz no Complexo da Penha", dizem os textos.

Confira o que significam as cenas do presépio montado pelo baiano


•A família de Jesus fugindo da comunidade representa as diversas famílias que deixam suas casas por medo da violência.

•A Santa Ceia de Jesus e seus apóstolos é feita em cima de uma laje, representando as famílias que fazem seus churrascos com os amigos durante o fim de semana.

•Jesus já adulto joga bola em um terreno baldio, com crianças de cabelos pintados de vermelho e com camisetas de time, representando que Jesus não julga ninguém pela sua aparência externa.

Presépio do Elon Musk

Fazer presépios "diferentões" é uma tradição que Ladário alimenta há anos. Em 2024, o tema do presépio foi a tecnologia das empresas do bilionário Elon Musk.

A ideia surgiu após o artista acompanhar as últimas invenções do empresário, que envolvem empresas de trânsito espacial e de inteligência artificial.

Artista plástico usou elementos das empresas do bilionário Elon Musk em presépio de Natal — Foto: Ladário Brites


No presépio do artista, as ovelhas e camelos foram substituídos pelos carros luxuosos da Tesla e a estrela de Belém, que ilumina a noite do nascimento do menino Jesus, foi representada por um drone. A produção contou até com música autoral feita com ajuda de inteligência artificial.

"Não monto presépios de Natal como adoração de imagens, mas sim como uma ilustração. Uso o presépio como uma parábola, uma ferramenta para expor minhas ideias, sentimentos e conhecimentos", disse em entrevista ao g1 em 2024.

Fonte: G1 Globo 




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Bahia receberá mais de 44 mil doses da vacina que protege recém-nascidos da bronquiolite e pneumonia pelo SUS

       


Imunizante, que pode custar até R$ 1,5 mil na rede privada, será oferecido gratuitamente pela primeira vez. Medicamento é destinado a mulheres a partir da 28ª semana de gestação.

A Bahia receberá 44.525 doses da vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), que provoca bronquiolite e pneumonia em recém-nascidos. O repasse será feito por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

A informação foi divulgada pela Secretaria da Saúde do estado (Sesab), nesta terça-feira (2). O medicamento chega em Salvador na quarta-feira (3) e a previsão é de que a vacinação já comece no dia seguinte, nos municípios próximos à capital. Um cronograma será elaborado.

Ofertado gratuitamente pela primeira vez, o imunizante pode chegar a custar até R$ 1,5 mil na rede privada. O público-alvo da campanha são gravidas a partir da 28ª semana.

Conforme detalhou a Sesab, não há restrição de idade para o uso da vacina. A recomendação é tomar uma dose única a cada nova gestação.


Vacina que protege gestantes e recém-nascidos da bronquiolite chega à Bahia pelo SUS — Foto: João Risi/MS


Importância da vacinação

Segundo o Ministério da Saúde (MS), o Brasil registrou 43,2 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus sincicial. de janeiro a 22 de novembro deste ano.

Na Bahia, foram 2.269 casos. Destes, 1.870 ocorreram entre crianças menores de dois anos, o que representa 82,42% dos casos.

De modo geral, o vírus é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos no país. A vacina oferece proteção imediata.

Fonte: G1 Bahia 

                             

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Nas entrelinhas: 'Vidas Secas', o elo perdido entre o craque Reinaldo e o ator Wagner Moura

         


 
O craque não participava de organizações de esquerda, era apenas um dos maiores atacantes de sua geração e comemorava seus gols com o punho cerrado   


Entrelinhas 0312 - (crédito: Caio Gomez
)

A decisão da Comissão de Anistia de reconhecer o ex-jogador José Reinaldo de Lima, ídolo do Atlético Mineiro e da Seleção Brasileira, como vítima da perseguição política da ditadura militar ilumina uma faceta menos lembrada, porém decisiva, da repressão brasileira: a violência cotidiana, difusa, que atingia não apenas militantes clandestinos, mas qualquer cidadão que ousasse romper o enquadramento simbólico e disciplinador imposto pelo regime.

Reinaldo não conspirava, não participava de organizações de esquerda. Era apenas um dos maiores atacantes de sua geração, um jovem negro, carismático, que comemorava seus gols com o punho cerrado, símbolo dos movimentos de direitos civis norte-americanos, que simbolizava autoestima, dignidade e autonomia. Para os generais e para a cúpula da antiga Confederação Brasileira de Desportos, aquele gesto era uma mensagem perigosa para os torcedores e demais jogadores.

A perseguição sofrida pelo atacante, agora reconhecida como violação de direitos pelo Estado brasileiro, revela como a repressão atuava para além dos porões. Ela se exercia também nos estádios, convocações para a Seleção, clubes e imprensa esportiva. O atleta foi observado, advertido, prejudicado, enquadrado. Reinaldo insistiu no gesto, contrariando o grau de controle social que o regime desejava impor. Para além do silêncio político, o regime promovia a domesticação simbólica de figuras públicas capazes de influenciar multidões.

Essa mesma dimensão da repressão, que escapava às prisões e torturas clandestinas, também é revisitada com força pelo vitorioso filme O agente secreto, de Kleber Mendonça Filho, que, ontem, foi proclamado vencedor do New York Film Critics Circle Awards, sendo o seu protagonista, Wagner Moura, premiado como melhor ator.

Depois de Ainda estou aqui, de Walter Salles Junior, com Fernanda Torres no papel principal, O agente secreto reinscreve o Brasil no debate global sobre as cicatrizes do autoritarismo, resgatando a atmosfera de vigilância e violência institucional que atravessava o cotidiano. Ao lado de Pixote, Cidade de Deus e Bacurau, o longa expressa uma cinematografia que denuncia a permanência da brutalidade de Estado no cotidiano dos cidadãos.

Essa é uma chave para a compreensão do país e, também, da violência instalada ainda hoje na sociedade brasileira, dos grandes centros urbanos aos grotões. Um exemplo dessa violência foi a atuação da Scuderie Le Cocq, o chamado "esquadrão da morte". Formado por policiais, o grupo encarnou a mentalidade do "justiçamento" que deu origem à frase "bandido bom é bandido morto", mais tarde popularizada como espécie de mantra da barbárie urbana, e que está aí, vivíssima, no debate sobre a política de segurança pública.

Violência difusa

A Scuderie não atuava à margem do Estado, era fruto de uma política de segurança que legitimava execuções sumárias, apoiada por parcelas da imprensa e celebrada por segmentos da população. Era o braço visível de um ecossistema violento que convivia com o braço invisível: o desaparecimento forçado de opositores políticos, prática que marcou profundamente a repressão da década de 1970. Para compreender esse sistema, é necessário enxergar sua raiz profunda: uma tradição secular de violência estatal no Brasil.

Essa tradição foi magistralmente sintetizada por Graciliano Ramos em Vidas Secas (José Olympio), na cena em que Fabiano, homem pobre, trabalhador e analfabeto, é espancado pelo Soldado Amarelo sem motivo, sem explicação e sem possibilidade de defesa. O protagonista, que mal domina as palavras, tenta compreender a lógica do acontecido, mas tudo que encontra é a arbitrariedade da autoridade, o peso brutal da farda e a certeza silenciosa de que não há justiça para gente como ele.

A violência contra Fabiano é estrutural, cotidiana, uma engrenagem do poder. Seu espancamento é a metáfora perfeita da relação histórica entre Estado e povo — sobretudo negros, pobres e trabalhadores — muito antes da ditadura militar. Esse é o elo perdido entre a anistia de Reinaldo e a magistral atuação de Wagner Moura.

Essa herança atravessou regimes, atravessou instituições e se transformou nos anos de chumbo em uma dupla máquina de repressão: de um lado, os esquadrões da morte que matavam a céu aberto; de outro, os aparelhos clandestinos que assassinavam no escuro, sequestrando corpos e memórias. A ditadura não inventou essa violência, aperfeiçoou, institucionalizou, usou-a a seu favor no combate aos inimigos declarados e aos imaginários.

Reinaldo foi um desses "inimigos imaginários", fabricados por uma lógica que confundia dignidade com subversão. O caso do atacante reforça que a repressão não foi apenas política: foi também cultural, simbólica, pedagógica. O Estado buscava moldar comportamentos, sufocar gestos, controlar a expressão pública.

No futebol, objeto principal do ufanismo oficial, isso era evidente. Jogadores eram pressionados a encarnar o mito da "pátria ordeira". Reinaldo recusou o papel. E pagou por isso. Somente agora, décadas depois, veio a reparação.

 Fonte: Correio Braziliense 


                       

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Policial pode namorar dentro de viatura?



Dois policiais militares em serviço foram flagrados em vídeos levando duas mulheres dentro de uma viatura por ruas de Florianópolis em alta velocidade. As imagens foram feitas por uma delas e mostram os agentes públicos com armas conversando e rindo durante o passeio. Em um momento, uma delas chega a usar a balaclava da PM (assista acima).

Em outro vídeo, as jovens gravam os policiais militares fora da viatura em uma abordagem a um carro. Em determinado momento, um dos agentes fala para as mulheres ficarem calmas e diz que “aqui a gente domina”.

O Caso que afastou os PMS aconteceu em setembro deste ano (2025) no estado de SC.

um policial em serviço não pode namorar (ou praticar atos íntimos) dentro de uma viatura policial. A viatura é um bem público e uma ferramenta de trabalho que deve ser utilizada exclusivamente para fins oficiais e no interesse do serviço ou da ordem pública.

O uso indevido de veículos públicos para fins pessoais configura improbidade administrativa e é uma transgressão disciplinar grave, sujeita a sanções conforme o regulamento de cada corporação (Polícia Militar, Polícia Civil, etc.).

Pontos-chave sobre a conduta policial:
Finalidade do Serviço: O policial, quando fardado e em serviço, representa a instituição e tem o dever de pautar sua conduta pelos preceitos da moral, da ética e da manutenção da ordem pública e segurança da comunidade.
Uso de Bens Públicos: A viatura é um patrimônio do Estado, adquirido com recursos públicos, e seu uso é restrito às atividades de policiamento e atendimento de ocorrências.
Consequências: Policiais flagrados em condutas inadequadas, como atos de intimidade em serviço ou dentro da viatura, são passíveis de investigação, processo administrativo disciplinar e podem sofrer punições que vão desde advertências até a expulsão da corporação, dependendo da gravidade e reincidência.

Portanto, qualquer comportamento que desvie da finalidade pública do cargo e do equipamento de trabalho é proibido e acarreta consequências disciplinares.

Na novela Três Graças romance entre Lorena e Juquinha, filha do delegado Jairo (André Mattos), começou a se consolidar sutilmente, longe dos olhos julgadores de Ferette. No entanto, o primeiro beijo apaixonado entre as jovens acontecerá de forma inesperada na frente do prédio da família, dentro da viatura policial de Juquinha, logo após a moça deixar Lorena em casa.

Recentemente alguns boatos semelhante tem circulado em Ruas do município de Macajuba o que deverá ser apurado pelo Comando Polícia.

Deixa Comigo Macajuba 14 anos O Blog do Povo Macajubense.


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Açaí Nova Cruz

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