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quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Camilo do Açougue é empossado Vereador de Ruy Barbosa

                                 





Vereador Camilo do Açougue/MDB  
Foto: Igor Santana

A Câmara de Vereadores de Ruy Barbosa sediou na manhã desta quinta-feira, dia 11, o ato de posse do novo vereador, Camilo Oliveira Da Silva, mais conhecido como Camilo do Açougue (MDB). Ele assume a vaga após uma intensa sessão que resultou na cassação da ex-vereadora Lene de Mira na noite de quarta-feira, dia 10.

A cassação de Lene ocorreu por maioria de votos entre os vereadores, fundamentada na denúncia de quebra de decoro parlamentar. A ex-vereadora possuía, concomitantemente, três vínculos empregatícios: dois cargos efetivos na Prefeitura de Ruy Barbosa e o cargo eletivo de vereadora.

A acumulação de cargos, especialmente quando não há compatibilidade de horários ou se configura como má gestão de recursos públicos, pode levar à perda do mandato.

Camilo chega à Câmara de Vereadores e já deve votar em outra CPI. Na sexta-feira, dia 12, Ney Dias será julgado por utilizar um veículo público em sua propriedade privada, configurando peculato.



Fonte: Ruy Barbosa Notícias 


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Nesta quinta feira (11) tem sessão de encerramento no Plenário Enock Almeida em Macajuba

              

Nesta quinta-feira(hoje) tem Sessão de Encerramento

Venha acompanhar de perto o encerramento do 2º período Legislativo do ano de 2025.

Quinta-Feira, 11 de dezembro

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Lene perde o cargo de Vereadora de Ruy Barbosa

     





A Câmara Municipal de Vereadores de Ruy Barbosa, na Bahia, concluiu nesta quarta-feira, 10 de dezembro de 2025, o processo de cassação da vereadora Girlene Gomes dos Santos, conhecida como Lene de Mira. A única mulher no legislativo municipal perdeu o mandato após ser acusada de acumulação ilícita de cargos públicos.

O processo teve início em outubro de 2025, quando a Câmara instaurou um processo administrativo após receber uma denúncia formal. A vereadora Lene de Mira foi denunciada por supostamente exercer, ao mesmo tempo, três vínculos remunerados:

•Cargo efetivo de servente na administração municipal.

•Cargo efetivo de agente comunitário de saúde na administração municipal.

•Mandato de Vereadora.

A denúncia, que também foi formalmente apresentada ao Ministério Público, alegava que essa combinação violava a Constituição Federal e constituiria acumulação ilícita de cargos públicos, que permite a acumulação de até dois cargos, desde que haja compatibilidade de horários. A prática resultaria em prejuízo ao erário público e configuraria ato de improbidade administrativa.

A Câmara deu seguimento ao processo com a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

Em sua defesa, a Vereadora Lene de Mira argumentou que a denúncia era infundada, apontando falta de provas e nulidades processuais. A defesa citou, entre outros pontos, tratamento desigual e desrespeito à ordem cronológica de outras representações. Mencionou ainda que a administração teria um prazo prescricional de cinco anos para anular atos administrativos que lhe são favoráveis. Além disso, durante Às sessões Lene enfatizava que sofria perseguição política por ser negra, mulher e de origens periféricas. 

Durante a tramitação da CPI, houve um incidente judicial envolvendo o vereador Ney Dias.

O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia suspendeu uma liminar que garantia o voto de Ney Dias na CPI, que também sofre um processo de cassação. Com a decisão, o vereador ficou impedido de votar no parecer final da CPI até uma decisão em instância maior, por haver "troca" de votos entre ambos vereadores investigados.

Na Sessão Extraordinária realizada na quarta-feira, 10 de dezembro de 2025, a maioria dos edis votou pela cassação do mandato da Vereadora Lene de Mira. Apenas os vereadores César e Jumar votaram contra a cassação.

Com a cassação de Lene de Mira, quem vai assumir a vaga na Câmara Municipal é seu suplente, Camilo do Açougue, que toma possa nesta quinta-feira dia 11 e já vota na CPI do Vereador Ney Dias, acusado de usar um veículo público em sua propriedade. 

Fonte: Ruy Barbosa Notícias 

                               

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Prefeitura de Macajuba informa sobre coleta de lixo nesta sexta-feira (12) e sábado (13)

              

AVISO IMPORTANTE

A Prefeitura Municipal de Macajuba informa que, nos dias 12 e 13 de dezembro, solicita à população que não descarte entulho ou resíduos nas vias públicas, em razão da realização do Festejo da Padroeira do Município.

A colaboração de todos é fundamental para garantir a limpeza, a organização e o bom andamento das atividades festivas.

✨ Contamos com sua compreensão e apoio. Faça a sua parte.




Fonte: Ascom

                     

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Bolsonaro pode ficar só 2 anos preso em regime fechado caso proposta de anistia vire lei

                                 




Projeto para redução de penas ao 8/1 está na pauta da Câmara; benefício alcança ex-presidente


Jair Bolsonaro pode ter pena reduzida segundo proposta em análise no Congresso
Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil


O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) poderá ter a pena de 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista reduzida caso a proposta de anistia, que entrou na pauta da Câmara dos Deputados desta terça-feira (9), vire lei.

Segundo as previsões do relatório, Bolsonaro poderia progredir para o regime semiaberto após pouco mais de dois anos preso.

Estimativa feita pela Vara de Execuções Penais do Distrito Federal indica que, considerando o período mínimo exigido pela atual legislação para progressão, Bolsonaro só alcançaria o regime semiaberto em 23 de abril de 2033.

A proposta a ser analisada pelos deputados visa reduzir as penas de pessoas presas por envolvimento nos atos do 8 de Janeiro. O relator da proposta, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), afirma que Bolsonaro também vai ser beneficiado.

O deputado apresentou o primeiro relatório dele nesta terça e publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que a proposta dele não concede um perdão geral, apenas diminui o tempo de prisão dos condenados.

Conforme antecipou ao R7 na semana passada, Paulinho reforçou que, segundo o texto dele, “a pena do Bolsonaro reduz de 27 anos e 3 meses para 2 anos e 4 meses e solta todos que estão presos e com tornozeleira do dia 8 de janeiro”.

Paulinho apresentou essa proposta de redução de pena de Bolsonaro a líderes do PL durante negociação por acordo ao texto.

Segundo apurou a reportagem, deputados do partido decidiram apoiar a versão final proposta por Paulinho e se comprometeram a não apresentar pedidos para modificar o texto.

A decisão vai de frente com o que era defendido pelo PL, que queria um projeto que perdoasse de forma ampla os condenados pelo 8 de Janeiro. Parlamentares afirmam que continuarão com essa demanda, mas em outras propostas, e que vão votar a favor da versão de Paulinho, que também ficou conhecida como “dosimetria”.

Ainda precisa virar lei

Por se tratar de um projeto de lei, o texto ainda precisa passar por outras etapas antes de valer efetivamente.

A proposta está na pauta do plenário da Câmara e, se aprovada nesta terça, segue para votação no Senado.

Caso haja aprovação total do Congresso, o texto segue para decisão do presidente da República, que pode sancionar ou vetar a proposta.



Fonte: Notícias R7 



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Tecnologia eleva a precisão nas análises de combustíveis e resíduos

            


Avanços em normas, equipamentos e metodologias tornam o controle de qualidade mais rigoroso e acessível às empresas


Equipamentos modernos ampliam a precisão e reduzem o tempo das análises laboratoriais
Pedro Gravatá/Sesi Vida


Garantir que os combustíveis comercializados no país estejam dentro dos padrões de qualidade e que os resíduos industriais sejam corretamente classificados depende de metodologias analíticas cada vez mais rigorosas.

Segundo Giselle Carolina da Fonseca Andrade, pesquisadora em Tecnologia do Senai-MG, esse processo passa por uma combinação entre normas técnicas, inovação tecnológica e capacidade laboratorial.

Como a análise garante qualidade e detecta fraudes

Giselle explica que os laboratórios seguem parâmetros definidos por organismos reguladores.

“Os laboratórios de controle de qualidade em combustíveis analisam diversos parâmetros físico-químicos que já são definidos nas resoluções da ANP, seguindo métodos das normas ABNT e ASTM”, afirma à Itatiaia.

Ela lembra que o mercado é monitorado mensalmente. “A ANP realiza o Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis, que coleta amostras em postos de todo o país para análise em laboratórios contratados”, diz. Esse rastreamento permite identificar não apenas inconformidades, mas também fraudes.

Normas e testes que classificam resíduos tóxicos

No caso dos resíduos industriais, a classificação segue critérios estabelecidos pela ABNT. “A classificação é realizada conforme a ABNT NBR 10004:2024, que define as regras para diferenciar resíduos perigosos e não perigosos”, explica Giselle.

Ela acrescenta que os testes utilizam protocolos reconhecidos internacionalmente: “As análises seguem metodologias como o Standard Methods e os métodos USEPA SW-846, que permitem identificar metais pesados, compostos orgânicos voláteis, pesticidas e outros contaminantes”.

Inovação acelera resultados e amplia precisão

O avanço tecnológico transformou a rotina dos laboratórios. Segundo Giselle, processos que antes eram complexos agora podem ser conduzidos de forma automatizada, com maior sensibilidade e eficiência.

Ela destaca que as técnicas espectroscópicas NIR e FTIR permitem análises rápidas, não destrutivas e com preparo mínimo de amostra, reduzindo custos no médio e longo prazo.

Equipamentos portáteis também passaram a fazer parte do dia a dia. O uso de sensores avançados permite estimar propriedades dos combustíveis diretamente em campo.

Para a pesquisadora, a evolução das técnicas cromatográficas também foi decisiva: “Hoje conseguimos separar centenas de componentes presentes nos combustíveis e identificar contaminantes mesmo em níveis traços”.

Velocidade, segurança e acesso

Giselle reforça que a tecnologia tornou o processo mais acessível às empresas. “A automação reduz a exposição dos profissionais, diminui erros e aumenta a produtividade, permitindo resultados que antes levavam horas ou dias serem entregues em minutos”, explica.

Além disso, a digitalização trouxe mais controle aos processos. “Os sistemas LIMS garantem rastreabilidade completa e padronização das análises dentro do laboratório”, diz.


Fonte: Itatiaia 


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R$ 103 a mais no salário mínimo em 2026? Entenda o cálculo, e se houve ganho real

                                 


Reajuste confirmado para janeiro eleva o piso de R$ 1.518 para R$ 1.621; especialistas explicam impacto no poder de compra


Salário mínimo de 2026 ficará em R$ 1.621; cálculo considera inflação e PIB



O salário mínimo terá um novo valor a partir de janeiro de 2026. O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou, nesta quarta-feira (10), que o piso nacional passará dos atuais R$ 1.518 para R$ 1.621, um aumento de R$ 103. O impacto no bolso do trabalhador, no entanto, só será percebido no pagamento feito em fevereiro.

Com o reajuste de 6,79%, surgem dúvidas entre os brasileiros: o aumento representa ganho real? E o valor ainda pode sofrer alterações?

O reajuste leva em conta dois fatores principais: a inflação acumulada, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC); o crescimento da economia, baseado no Produto Interno Bruto (PIB). Em outubro, o INPC teve alta de 0,03% e acumula variação de 4,18% nos últimos 12 meses, percentual que integra a conta. Já o PIB de 2024 foi revisado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 3,4%, número também considerado no cálculo.

Além de afetar diretamente quem recebe o piso nacional, o novo valor influencia benefícios como aposentadorias do INSS, seguro-desemprego e abono salarial.

Arcabouço fiscal limita o ganho real

Apesar da política de valorização do salário mínimo, o arcabouço fiscal impõe limites ao aumento real acima da inflação, permitindo um adicional entre 0,6% e 2,5%. Pelas contas de técnicos, o valor chegaria a R$ 1.620,99, mas, por força de arredondamento previsto em lei, o mínimo foi fixado em R$ 1.621.

Houve ganho real?

Em entrevista ao R7, o professor de economia do Ibmec Brasília, Renan Silva, explica que a reposição da inflação garante apenas a manutenção do poder de compra, enquanto o ganho real representa aumento efetivo acima dos preços.

“A reposição da inflação significa que o poder de compra do salário é mantido. Já o ganho real é o aumento acima da inflação, permitindo comprar mais bens e serviços. Para que esse ganho seja sustentado, seria necessário crescimento econômico contínuo e robusto do PIB, além da manutenção da política de valorização sem gerar pressões inflacionárias”, esclarece.

Segundo ele, o impacto real deve ser analisado na prática. “O ganho real em termos de cesta básica e serviços é mais relevante, pois traduz o aumento efetivo do poder de compra. O percentual de reajuste, por si só, pode soar abstrato.”

O valor ainda pode mudar?

Para Renan Silva, a chance de alteração é remota.“O valor de R$ 1.621 já foi confirmado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento e deve ser incluído em uma Medida Provisória. Em geral, esse é o valor final que entra em vigor em 1º de janeiro, com pagamento em fevereiro.”

Ele ressalta que o próprio arcabouço fiscal impõe um teto ao crescimento. “O limite de até 2,5% acima da inflação garante que a despesa com o salário mínimo cresça de forma controlada, alinhada às metas fiscais.”

Inflação futura pode afetar o poder de compra?

De acordo com o economista, a inflação considerada no cálculo é a acumulada até novembro. “Se a inflação de dezembro vier acima do esperado, o poder de compra naquele mês pode ser afetado, mas a política de reajuste busca garantir, no mínimo, a reposição integral da inflação no período de 12 meses.”

Reposição da inflação x ganho real

Para o contador e fundador do Mêntore, Vanderson Aquino, é importante diferenciar os conceitos.“Reposição da inflação é a parte do reajuste que evita a perda do poder de compra. Já o ganho real vem acima da inflação e aumenta a capacidade de consumo de fato. Pela política atual, esse ganho real está ligado ao crescimento do PIB, mas também sofre limitações.”

Segundo ele, para que esse ganho seja sustentável, é necessária uma combinação de fatores. “É preciso crescimento econômico, aumento da produtividade e sustentabilidade fiscal, já que o salário mínimo impacta diretamente vários gastos públicos.”

Aquino alerta que não há garantia absoluta de preservação do poder de compra ao longo de 2026. “Como o reajuste considera a inflação até novembro, se dezembro tiver alta forte, essa diferença só entra no reajuste seguinte. Além disso, mesmo com aumento em janeiro, qualquer salário fixo perde poder de compra ao longo do ano se a inflação continuar subindo.”


Fonte: Notícias R7 


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Brasil tem queda de 5,8% nos nascimentos em 2024; redução acumula 6 anos seguidos

                                 




Ao todo, país registrou 2.376.901 nascimentos, o equivalente a 146.366 nascimentos a menos em relação a 2023

Brasil registrou 2.376.901 nascimentos em 2024 Marcello Casal/Agência Brasil/Arquivo


O Brasil registrou 2.376.901 nascimentos ocorridos em 2024 e registrados até o primeiro trimestre de 2025, segundo as Estatísticas do Registro Civil divulgadas nesta quarta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O número representa queda de 5,8% em relação ao ano anterior, o equivalente a 146.366 nascimentos a menos.

Esta é a sexta retração consecutiva e uma das mais intensas da série histórica. Em relação à média anual dos anos pré-pandemia (2015–2019), a queda é ainda maior: 17,1%, ou menos 491.578 registros.

A diminuição ocorreu em todas as regiões, com os maiores recuos no Sudeste (-6,3%) e Norte (-6,2%). Entre os estados, Acre (-8,7%), Rondônia (-8,6%) e Piauí (-8,2%) tiveram as maiores quedas. As menores foram registradas em Paraíba (-1,9%), Alagoas (-2,4%) e Goiás (-3%).

O levantamento também mostra mudanças no perfil das mães. Em 2004, 51,7% dos nascimentos eram de mulheres com até 24 anos. No ano passado, essa proporção caiu para 34,6%. As menores participações foram verificadas nas regiões Sul (29,9%) e Sudeste (30,7%).

A maternidade adolescente continua em declínio. Ao todo, 267.446 nascimentos foram de mães com até 19 anos, o equivalente a 11,3% do total. Em 2004, eram 20,8%.

Mês de nascimento

Em relação ao mês de nascimento, a média mensal foi de 198.075 nascimentos, com picos em março (215.476) e maio (214.456). Novembro registrou o menor volume (180.238). Quanto ao local do parto, 98,9% ocorreram em hospitais ou unidades de saúde sem internação.

Em 2024, 88,5% dos nascimentos foram registrados em até 15 dias. Em 11 municípios do país, mais de 20% dos registros ocorreram após o prazo de 90 dias, sendo sete no Norte, três no Piauí e um em Minas Gerais. Uiramutã (RR) apresentou o maior índice, com 30,1%.

O IBGE observa que, quando a proporção de registros de nascimentos feitos após os 90 dias é elevada, isso sinaliza áreas precárias em cobertura do registro civil.

Fonte: Notícias R7 


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Como a saúde da boca afeta o diabetes e vice versa

                                 



Cuidado com o diabetes costuma focar no coração, pés, olhos, fígado e rins. A boca, porém, é frequentemente deixada de lado – mesmo que a saúde bucal afete e seja afetada pelo diabetes de maneiras importantes.


A saúde bucal afeta e é afetada pelo diabetes. — Foto: Freepik


Imagine tentar aproveitar a sua refeição favorita, mas perceber que suas gengivas doem, sua boca está seca e mastigar se tornou desconfortável. Para pessoas que vivem com diabetes, essa pode ser uma realidade diária frequentemente ignorada.

O cuidado com o diabetes costuma focar no coração, pés, olhos, fígado e rins. A boca, porém, é frequentemente deixada de lado – mesmo que a saúde bucal afete e seja afetada pelo diabetes de maneiras importantes.

Uma em cada nove pessoas adultas no mundo tem diabetes, e mais de quatro em cada dez não sabem que têm a condição. Até 2050, projeções globais indicam que um em cada oito adultos – cerca de 853 milhões de pessoas – será afetado, um aumento de 46%.

Entender a conexão bidirecional entre diabetes e saúde bucal é, portanto, essencial. Não se trata de conquistar um “sorriso de cinema”. Manter o diabetes sob controle favorece a saúde geral, e a saúde bucal, por sua vez, melhora o bem-estar como um todo.

O diabetes influencia como o corpo processa o açúcar. Quando os níveis de glicose no sangue permanecem altos por longos períodos, eles danificam vasos sanguíneos e nervos, retardam a cicatrização e enfraquecem a capacidade do corpo de combater infecções.

A boca – composta de tecidos moles e duros e uma comunidade naturalmente diversa de bactérias – torna-se particularmente vulnerável.

Problemas bucais ligados ao diabetes incluem: boca seca devido à redução de saliva; maior risco de cárie; doença gengival com inflamação e perda óssea ao redor dos dentes; infecções orais como candidíase; úlceras na boca; dificuldade para usar dentaduras; alterações no paladar; e, no pior cenário, perda dentária. Esses problemas podem afetar nutrição, autoestima e até mesmo o controle da glicose.

Meu estudo mais recente mostrou uma associação clara entre diabetes tipo 2 e cárie dentária severa. A glicose elevada, somada às mudanças na quantidade e qualidade da saliva, pode contribuir para esse agravamento.

Muitas pessoas desconhecem essa ligação, o que cria um ciclo vicioso. No entanto, a boca seca e a cárie que surge em seguida podem ser prevenidas se houver mais conscientização entre a população e os profissionais de saúde.

Doença gengival e diabetes

Pessoas com diabetes têm maior probabilidade de desenvolver doença gengival – e essa relação funciona nas duas direções. O diabetes aumenta o risco porque a glicose alta leva a mais açúcar na saliva.

As bactérias presentes na boca se alimentam desse açúcar e produzem ácidos que irritam e danificam as gengivas.

Quando a infecção se instala, o osso de suporte ao redor dos dentes começa a diminuir. Com essa perda óssea, os dentes podem ficar frouxos ou até cair.

Manter a glicose em níveis saudáveis e uma boa higiene bucal reduz significativamente esse risco.


Boca seca e cárie

A boca seca é outro problema comum em pessoas com diabetes. Cerca de 20% da população geral sofre com boca seca, com números mais altos entre mulheres e idosos. Certos medicamentos usados para pressão arterial, depressão ou dor neuropática podem intensificar o problema.

A saliva é a proteção natural da boca: ela remove resíduos de alimentos, neutraliza ácidos e ajuda a prevenir infecções. Sem saliva suficiente, a boca se torna mais ácida e os dentes perdem minerais, aumentando o risco de cárie. Dentistas podem oferecer planos personalizados de prevenção, incluindo aplicações de flúor, enxaguantes especiais ou cremes dentais de alta concentração de flúor.

A saliva também é vital para usuários de dentaduras. Ela amortece as gengivas, estabiliza a prótese e reduz irritações. Quando a boca está seca, a dentadura pode causar atrito, desconforto, úlceras e infecções como candidíase.

Bons cuidados com a dentadura – como limpá-la diariamente, removê-la à noite, escovar gengivas e língua, usar soluções adequadas (não água quente) e visitar regularmente o dentista – melhoram muito o conforto, a alimentação e a saúde geral.

Implantes dentários são outra opção para substituir dentes perdidos, mas o diabetes precisa estar bem controlado antes de ser considerada. A glicose alta prejudica a cicatrização, aumenta o risco de infecção e dificulta a integração do implante ao osso.

Para o sucesso do implante, são necessários gengivas saudáveis, níveis ósseos estáveis e boa higiene bucal. O dentista deve avaliar cada caso de forma individual.


*Aylin Baysan é professora de Cariologia em relação à Odontologia Minimamente Invasiva na Queen Mary University of London.


**Este texto foi publicado originalmente no site do The Conversation.


Fonte: G1 / Saúde 





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Governador Jerônimo entrega mais de R$ 2 milhões em investimentos para São José da Vitória em obras, equipamentos, saúde e fortalecimento da agricultura familiar

                                 

Governador Jerônimo Rodrigues durante agenda oficial em São José da Vitória, Sul da Bahia, neste sábado (06/12/2025), com entrega de equipamentos, autorizações de obras e reforço nas ações de saúde, agricultura e infraestrutura.

O município de São José da Vitória recebeu no sábado (06/12/2025) pacote de investimentos que ultrapassa R$ 2 milhões em ações voltadas à saúde, agricultura familiar, infraestrutura urbana e desenvolvimento econômico, durante visita do governador Jerônimo Rodrigues. A agenda incluiu entregas de equipamentos, novos convênios, autorização de obras públicas e iniciativas que reforçam o potencial ambiental e produtivo da região.

São José da Vitória é reconhecida por abrigar um dos trechos mais preservados da Mata Atlântica no Sul da Bahia, constituindo corredor ecológico essencial para espécies nativas e conservação da biodiversidade regional. Nesse cenário, o chefe do Executivo estadual conduziu a agenda institucional acompanhado de autoridades e representantes locais.

A primeira entrega foi destinada à área da saúde pública, com a distribuição de três kits para Unidades Básicas de Saúde (UBS) e três kits odontológicos, reforçando o atendimento municipal por meio da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab). O prefeito Rodson, conhecido como Professor Rodson, afirmou que o momento marca um avanço para a cidade:

“Não tenho palavras para expressar meu agradecimento. Agradeço ao governador pela força que vem nos dando. São José já foi transformada”, declarou.

No eixo agropecuário, a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), entregou um trator agrícola com implementos e 30 barracas padronizadas para a feira livre, estimulando a comercialização e estruturação da economia rural. Também chegou ao município, em parceria com o MIDR e a CODEVASF, uma retroescavadeira para obras públicas e manutenção de estradas vicinais — instrumento essencial para serviços urbanos e apoio à produção local.

“Estamos entregando ferramentas concretas para melhorar a vida da população. São José da Vitória tem grande potencial produtivo, e esses investimentos chegam para estimular ainda mais a economia local”, afirmou o governador Jerônimo Rodrigues, destacando a importância de políticas contínuas no interior baiano.

Novas obras e projetos estratégicos

Durante o ato, Jerônimo autorizou a SDR a adotar providências para a construção da Feira Livre Coberta, com investimento previsto de R$ 1,2 milhão, no âmbito do Projeto Parceiros da Mata. O equipamento deverá melhorar as condições de comercialização para agricultores familiares e ampliar o espaço de integração comunitária.

A Secretaria da Educação (SEC) foi autorizada a firmar Termo de Cooperação para o uso compartilhado de instrumentos de fanfarra, incentivando a retomada de fanfarras escolares em eventos cívicos e culturais — ação que reforça a tradição musical estudantil e a participação social. A SEC também deverá firmar convênio para a reforma e aquisição de mobiliário do Centro Integrado Cristo Redentor.

No turismo, a Setur-BA vai desenvolver o projeto de revitalização da represa e construção do portal de entrada do município, com foco em valorização da identidade local e atração de visitantes. Paralelamente, a SIHS iniciará a elaboração do Sistema de Abastecimento de Água de Mutuns, medida que atende a uma demanda histórica da comunidade. Já a SDR/CAR foi autorizada a elaborar o projeto para o Centro de Comercialização da Agricultura Familiar e Artesanato, ampliando espaço de venda e geração de renda regional.

A visita encerrou-se com inspeção técnica à Represa de Una, área estratégica para abastecimento e preservação hídrica, reafirmando a pauta ambiental no conjunto das ações governamentais.

Fonte: Jornal Grande Bahia


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Açaí Nova Cruz

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