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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Em Salvador, comitiva de Macajuba busca investimentos e reforça parcerias políticas

 


A capital baiana foi palco de uma agenda intensa de trabalho nesta quarta-feira (11). Representando os interesses da população de Macajuba, lideranças locais cumpriram uma série de compromissos em órgãos estaduais e gabinetes parlamentares, com foco no desenvolvimento rural e no fortalecimento de alianças políticas.

 

A jornada começou na Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). Ao lado do prefeito Luciano de Noé, a pauta principal foi a captação de novos recursos e projetos para a zona rural. O objetivo é garantir que o homem e a mulher do campo tenham acesso a mais infraestrutura, assistência técnica e investimentos que impulsionem a produção local e a economia do município.

Dando continuidade às atividades, a comitiva visitou a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) para uma reunião no gabinete do deputado estadual Eduardo Alencar. Conhecido por ser um grande aliado de Macajuba, o deputado recebeu as lideranças para discutir o andamento de emendas e novas demandas que visam melhorias diretas na qualidade de vida do povo macajubense.

"Meu muito obrigado ao deputado Eduardo Alencar pelo carinho, atenção e pelo apoio de sempre às nossas causas. Seguimos juntos, trabalhando por Macajuba!", destacou a liderança em suas redes sociais.

Durante o encontro com Eduardo Alencar, também houve um momento de atenção à saúde do senador Otto Alencar. Foi solicitado ao deputado que transmitisse o apoio e os desejos de uma pronta e plena recuperação ao senador, que passou recentemente por um procedimento cirúrgico.

A agenda na capital reafirma o compromisso da gestão e de seus aliados em manter um diálogo constante com as esferas estadual e federal, garantindo que Macajuba continue no caminho do progresso.

A agenda foi cumprida por Célio Pai Vei(PSD) Presidente da Câmara Municipal de Macajuba e o Prefeito Luciano, veja o vídeo:

 


Donos de academia são indiciados por morte de mulher após usar piscina; polícia pede prisão

 


Os empresários, Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração, estiveram no 42º Distrito Policial para prestar esclarecimentos no fim da tarde de quarta-feira (12/2)



Veja o momento em que mulher sai da piscina passando mal horas antes de morrer por intoxicação (Foto: Reprodução)

A Polícia Civil formalizou, na noite de quarta-feira (11/2), o indiciamento dos três proprietários da academia C4 Gym, localizada no Parque São Lucas, Zona Leste da capital paulista, pela morte da professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, ocorrida no último fim de semana depois de uma aula de natação. A acusação é de homicídio com dolo eventual.

Os empresários, Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração, estiveram no 42º Distrito Policial para prestar esclarecimentos. Eles compareceram acompanhados de dois advogados e foram interrogados pelo delegado responsável pelo inquérito no fim da tarde de quarta-feira.



Mulher morre por suspeita de intoxicação após nadar em piscina de academia de SP
Reprodução/Divulgação



Mulher morre por suspeita de intoxicação após nadar em piscina de academia de SP
Reprodução/Divulgação

Em entrevista à TV Globo, o delegado informou que solicitou a prisão dos investigados. A decisão, no entanto, depende de análise do Poder Judiciário, que ainda avaliará se acolhe ou não o pedido.

Por meio de nota, a defesa declarou que ingressou com medida judicial para tentar barrar a eventual decretação das prisões. Segundo os advogados, os clientes estão “colaborando com o bom desenvolvimento das investigações”.

No âmbito jurídico, o homicídio com dolo eventual ocorre quando o agente não tem a intenção direta de matar, mas assume o risco de que sua conduta possa resultar em morte.

Manobrista recebia instruções por WhatsApp

De acordo com o delegado Alexandre Bento, há indícios de que o manobrista Severino José da Silva, de 43 anos, recebia instruções diretas dos donos da academia, por meio de mensagens de WhatsApp, para manusear produtos químicos utilizados na piscina, apesar de não possuir formação técnica para desempenhar essa função.

A linha de investigação aponta que a manipulação inadequada dessas substâncias, em um espaço fechado e com ventilação insuficiente, pode ter provocado a liberação de gases tóxicos.

No sábado (7/2), a professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, passou mal após deixar a piscina e foi socorrida. Ela morreu horas depois no Hospital Santa Helena, em Santo André.

Relatos indicam que problemas já vinham sendo percebidos

Um ex-instrutor de natação que trabalhou na academia em 2024 afirmou que falhas no tratamento da água não eram novidade. Nesta semana, ao menos sete pessoas relataram sintomas compatíveis com intoxicação.

À TV Globo, Thygo Araújo, que integrou a equipe da C4 Gym por três meses, contou que episódios de irritação na pele e dificuldades respiratórias eram recorrentes, atribuídos a um odor intenso no ambiente.

“Já teve alguns momentos que a gente estava dando aula e sentia desconforto na pele, tipo pinicadas, e um cheiro diferente, que dava ardência no nariz e tosse”, relatou Araújo.

Ele afirmou que, na época, um dos proprietários era responsável pelo tratamento da piscina. Em uma ocasião, segundo o ex-professor, uma mistura química teria sido preparada de forma incorreta, o que levou à suspensão das aulas.

“Ele [dono] fez uma mistura lá, a mistura saiu errada, e aí ele jogou na piscina das crianças, pequena. Ficou um cheirão forte, que a gente não conseguia ficar lá dentro. Teve algumas [aulas], até que vimos que não estava dando. Aí tirou todo mundo, as crianças. Foi uma semana bem difícil pra água voltar a ficar limpa mesmo, sem nenhum produto químico”, disse o professor de natação, que chegou a procurar atendimento médico devido aos sintomas.

Os três sócios devem continuar sendo ouvidos no decorrer da apuração.

Dono de academia mandou funcionário fugir da polícia

Responsável pela manutenção da piscina, o manobrista Severino José da Silva afirmou em depoimento que recebeu uma ligação de um dos proprietários no domingo (8/2), avisando-o sobre a movimentação policial. Segundo ele, a orientação foi: “Vai, sai de casa que a polícia está batendo na porta de todo mundo”.

O funcionário declarou ainda que, ao notar que frequentadores apresentavam mal-estar no sábado (7/2), tentou contato com Celso, mas não conseguiu retorno imediato.

Ele contou que só obteve resposta às 14h11, quando o espaço já havia sido esvaziado. Ao explicar a situação, teria ouvido do proprietário apenas: “Paciência”. A ligação, segundo relatado, ocorreu às 10h30 do dia seguinte.

Outras vítimas apresentaram sintomas graves

Além da morte de Juliana, outras seis pessoas precisaram de atendimento médico ou procuraram a polícia para relatar mal-estar.

Entre os casos estão: Vinicius de Oliveira, marido da professora, está internado em estado grave na UTI com insuficiência respiratória; Um adolescente de 14 anos também permanece na UTI em estado grave; Uma mulher de 29 anos foi internada após apresentar náuseas, vômitos e diarreia; Um aluno segue hospitalizado em leito comum; Uma quinta vítima teve o estado de saúde não divulgado; Uma sexta pessoa procurou a delegacia nesta quarta-feira para relatar que também passou mal.

Fonte: Portal Léo Dias 


Moradora denuncia descaso no abastecimento de água através de carro pipa em localidade rural de Macajuba



O que deveria ser um direito básico tornou-se motivo de indignação para uma moradora da região da Boa Sorte na zona rural de Macajuba. No dia 4 de fevereiro, foi solicitada a entrega de um caminhão de água para consumo próprio, porém, oito dias após o pedido, a cisterna continua vazia.



O relato aponta que, diante da demora, o morador compareceu pessoalmente à prefeitura nesta terça-feira (10) para cobrar uma solução. Em conversa com o responsável, identificado como Léo, recebeu a garantia de que o abastecimento seria feito no mesmo dia.



A maior indignação ocorreu quando os caminhões-pipa chegaram à localidade ontem. Segundo a denúncia, o serviço atendeu quatro casas vizinhas, mas ignorou justamente a residência de quem havia ido à prefeitura cobrar o pedido. Até o fechamento desta matéria, ninguém apareceu para realizar a entrega.

"Fui lá, falei com o Léo, ele me prometeu que vinha. Vi o carro entregando em quatro casas do lado da minha e me deixaram sem nada. Estou precisando muito dessa água e me sinto ignorado" relatou a moradora à nossa redação.



Ela ainda ressalta que a irmão pediu na terça-feira (10) e foi entregue na quarta-feira (11).

"Fui lá, falei com o Léo, ele me prometeu que vinha. Vi o carro entregando em quatro casas do lado da minha e me deixaram sem nada. Estou precisando muito dessa água e me sinto ignorado" relatou a moradora à nossa redação.

O Deixa Comigo Macajuba entrou em contato com Leo responsável pelo setor e ele informou, que irá adiantar o pedido da internauta, que está atendendo por região.

Deixa Comigo Macajuba 14 anos O Blog do Povo Macajubense.




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Em encontro com Senador Ângelo Coronel, Vereador de Macajuba reafirma apoio à reeleição e projeta avanços para Macajuba





Em um movimento estratégico para o fortalecimento político da região, nesta quarta-feira (11), Miguel Pamponet(AGIR) visitou a residência do Senador Ângelo Coronel para reafirmar o compromisso com sua campanha de reeleição ao Senado Federal. O encontro, marcado pelo diálogo sobre o desenvolvimento regional, selou a união de forças em prol de Macajuba.

Durante a reunião, foram debatidas pautas prioritárias para o município, com foco em projetos que garantam mais investimentos e qualidade de vida para a população macajubense. Segundo Miguel, a parceria com Coronel é fundamental para que as demandas locais continuem tendo voz em Brasília.

Outro ponto alto da conversa foi o alinhamento político estadual. Ângelo Coronel passa a integrar o grupo liderado pelo futuro governador ACM Neto, consolidando um projeto focado no desenvolvimento da Bahia. “A chegada de Coronel fortalece o compromisso com o crescimento de Macajuba e com uma Bahia mais próspera”, afirmou Miguel.

A agenda terminou com a promessa de trabalho intensificado e união, visando um futuro de conquistas e avanços para a "Nossa Gente".

Veja o vídeo:





Educação de Macajuba: Secretário Edmilson Sousa detalha planejamento para 2026 e anuncia aulas de ioga para servidores

 


Nesta quarta-feira (11), o programa Fala, Chapada, da Rádio Ipirá FM, recebeu o Secretário de Educação de Macajuba, Edmilson Sousa. Em uma entrevista focada no início do ano letivo de 2026, o gestor detalhou as ações da prefeitura para garantir uma retomada organizada e trouxe novidades para a valorização dos profissionais.

A grande novidade anunciada para este ano é a oferta de aulas de ioga para os profissionais da educação. Segundo Edmilson, a iniciativa visa reforçar o cuidado com a saúde mental e o bem-estar da equipe. Além disso, o secretário confirmou a manutenção da formação continuada, com planos de ampliar o programa também para os profissionais não docentes.

Sobre o início das aulas, o secretário garantiu que as escolas estão preparadas e os professores alinhados. "Nosso foco é na qualidade do ensino e no acolhimento dos nossos alunos para os desafios de 2026", destacou.

Edmilson Sousa apresentou o balanço das ações para a volta às aulas na rede municipal de Macajuba. O foco da gestão para 2026 combina o fortalecimento pedagógico com o cuidado humano.

Veja trechos da entrevista:

                                        






quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Profissional busca trabalho como cuidadora de idosos e acompanhante hospitalar na região





Moradores da região que buscam uma profissional dedicada para o cuidado de entes queridos agora contam com uma nova opção de serviço qualificado. A profissional Wesla Bispo anunciou a disponibilidade de sua agenda para atendimento em domicílio e suporte em unidades de saúde.

Com experiência no setor, Wesla foca seu atendimento em três frentes principais:

Cuidadora de Idosos: Auxílio na rotina diária, higiene, medicação e bem-estar.

Acompanhante de Hospital: Suporte especializado para pacientes internados que precisam de atenção individualizada.

Trabalho Doméstico:
Auxílio nas tarefas do lar integradas ao cuidado.

O diferencial de Wesla é a mobilidade. Ela atende nas cidades de Macajuba e Ruy Barbosa, mas destaca que também tem total disponibilidade para viagens e trabalhos em outras cidades (trabalhar para fora), caso a família necessite de acompanhamento fixo ou temporário em outras regiões.



Para as famílias interessadas em conhecer mais sobre o trabalho de Wesla, solicitar referências ou realizar um orçamento, o contato deve ser feito diretamente com a profissional.

Profissional: Wesla Bispo



Serviços: Cuidadora, Acompanhante Hospitalar e Doméstica.



Contato: 719 9649-7163



Deixa Comigo Macajuba 14 anos O Blog do Povo Macajubense.

Golpe do "CPF Bloqueado" ou "Irregular"

  Receita Federal alerta para mensagens falsas sobre bloqueio de CPF e bens



Estelionatários enviam SMS, e-mails e mensagens de WhatsApp em nome da Receita Federal ou do Poder Judiciário. As mensagens contêm o nome e CPF reais da vítima para aumentar a credibilidade.

  1. A Ameaça: A mensagem alega uma "irregularidade grave" que resultará no bloqueio do CPF, cancelamento do passaporte, penhora de bens ou multas pesadas.
  2. O Link Malicioso: Oferecem um link para "regularizar" a situação. Ao clicar, a vítima é direcionada a um site falso que imita o portal gov.br.
  3. O Prejuízo: O site solicita o pagamento de uma "taxa de regularização" via PIX ou rouba dados bancários e senhas da vítima.
Sinais de Alerta:
  • Canais Oficiais: A Receita Federal não envia links para pagamento por SMS, WhatsApp ou e-mail.
  • Consulta Segura: Qualquer pendência real no CPF deve ser verificada exclusivamente pelo Portal e-CAC ou pelo aplicativo oficial da Receita Federal.
  • Links Estranhos: Desconfie de endereços que não terminam exatamente em .gov.br.

Golpe do Falso Advogado (Foco em WhatsApp e Precatórios)

  Criminosos usam dados reais de processos para se passarem por advogados no WhatsApp



Criminosos estão acessando sistemas de consulta pública da Justiça para obter nomes de clientes, números de processos e valores a receber (especialmente precatórios). Com essas informações, eles entram em contato via WhatsApp usando a foto de perfil do advogado real ou o logotipo do escritório para ganhar confiança.


Como funciona o golpe:
  1. A Abordagem: O golpista envia uma mensagem informando que o processo foi ganho e que o valor já está disponível para liberação.
  2. A Cobrança: Alegam que, para liberar o dinheiro, é necessário pagar uma "taxa de alvará", "custas processuais" ou "impostos" de forma imediata via PIX ou boleto.
  3. A Pressão: Utilizam um senso de urgência, afirmando que o pagamento deve ser feito no mesmo dia, caso contrário, o valor retornará aos cofres públicos.
Como se proteger:
  • Desconfie de novos números: Se o seu advogado entrar em contato por um número diferente do habitual, suspeite.
  • Nunca pague para receber: Advogados legítimos não solicitam depósitos antecipados para liberar valores de causas ganhas; as custas são deduzidas do montante ou acordadas previamente em contrato.

Com apoio do Governo do Estado, pré-Carnaval movimenta zonas turísticas da Bahia

 



No pré-Carnaval da Bahia, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo do Estado (Setur-BA), patrocinou atrações musicais em zonas turísticas.

Foto: Divulgação/Secult-BA


No pré-Carnaval da Bahia, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo do Estado (Setur-BA), patrocinou atrações musicais em zonas turísticas diversas, no último fim de semana. Em Salvador, na região da Baía de Todos-os-Santos, a folia lotou as ruas do Santo Antônio Além do Carmo, no Centro Histórico, com animação de fanfarras e batucadas que embalaram blocos como Luzes da Ribalta, Rodante, De Hoje a Oito e Urso da Meia-Noite. O bairro se transformou na opção de baianos e turistas nacionais e estrangeiros, que preferem a festa das fantasias e marchinhas.

Ainda na capital baiana, aconteceu o Grito de Carnaval da Feira de São Joaquim, que movimentou a Cidade Baixa com muito samba e a celebração da cultura e da gastronomia, representadas no equipamento comercial e turístico. Entre as atrações, os grupos Samba Trator, Swing do Fora, Gang do Samba e Mais que Nada.

Na Costa dos Coqueiros, foi realizado o 10º Festival da Pinaúna, em Arembepe, na Orla de Camaçari, para valorizar as tradições locais. Em clima carnavalesco, o evento teve como ponto alto o preparo de pratos à base de pinaúna, fruto do mar conhecido também como ouriço-do-mar, para a degustação de moradores e visitantes à beira-mar.

Nos Caminhos do Sudoeste, Maiquinique promoveu o Carna Grafite, que arrastou multidões, em dois dias de folia antecipada, com trios elétricos nas ruas e Festa Paredão na praça William Farias Valadão.

Nos Caminhos do Sertão, o 4º Baile do Bloquinho Vitamina D celebrou a diversidade e a inclusão, na praça Morena Bela, em Serrinha, com a participação da Associação de Mães, Pais e Amigos dos Autistas (Ampaas).

“O Governo do Estado garantiu apoio ao Carnaval na capital e em mais de 150 municípios do interior, em festas que antecedem a folia e durante o Reinado de Momo. São ações e serviços nas áreas de infraestutura, segurança, saúde, comunicação, direitos humanos e contratação de atrações musicais para o folião pipoca, alcançando as 13 zonas turísticas baianas”, explica o titular da Setur-BA, Maurício Bacelar.


Fonte: Ascom/Setur-BA

Governo federal anuncia investimentos de R$ 4,6 bilhões em aeroportos



Serão gerados mais de 2 mil empregos diretos e indiretos



Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil© Rovena Rosa/Agência Brasil


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia nesta quarta-feira (11) um pacote de R$ 4,64 bilhões em investimentos para ampliação e modernização de 11 aeroportos em quatro estados.

De acordo com o Palácio do Planalto, os aeroportos que vão receber recursos são: Congonhas (São Paulo), Campo Grande (MS), Ponta Porã (MS), Corumbá (MS), Santarém (PA), Marabá (PA), Carajás (PA), Altamira (PA), Uberlândia (MG), Uberaba (MG) e Montes Claros (MG).

A estimativa do governo federal é que, durante a implantação do projeto, financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), sejam gerados mais de 2 mil empregos diretos e indiretos.

Capacidade operacional

Em nota, o Ministério de Portos e Aeroportos informou que a proposta é elevar a capacidade operacional aeroportuária, em especial, do aeroporto de Congonhas, que passará de uma capacidade de 29 milhões para mais de 40 milhões de passageiros ao ano.

“Os investimentos também contemplam terminais nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Pará, conectando áreas produtivas do interior a grandes centros”, completou o ministério.

Fonte: Agência Brasil 

Polícia Civil prende homem que se passava por líder religioso para cometer crimes sexuais



Investigação identificou ao menos quatro vítimas em duas cidades; prisão ocorreu no bairro Vila Santa Rosa


As investigações continuam para identificar outras vítimas Foto: Divulgação/Governo de SP

A Polícia Civil prendeu nesta segunda-feira (9) um homem de 47 anos suspeito de se passar por líder religioso para cometer crimes sexuais contra mulheres, no bairro Vila Santa Rosa, em Guarujá, no litoral paulista.

A ação foi realizada por equipes da Delegacia Sede e da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do município, em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela Justiça de São Paulo.

Segundo as investigações, o suspeito se apresentava como líder religioso e usava pretextos diferentes para ganhar a confiança das vítimas e cometer os abusos. Ele induzia as mulheres a ingerirem bebidas preparadas com ervas, alegando tratar-se de um ritual de purificação. Após deixá-las entorpecidas, afirmava que a conclusão do suposto ritual exigiria relações sexuais, momento em que os crimes eram praticados.

Até o momento, foram identificadas duas vítimas no Guarujá e outras duas em Osasco, na Grande São Paulo. As investigações continuam para identificar outras vítimas.

“É uma prisão importante feita pelas equipes, fruto de uma investigação criteriosa, que reforça o empenho da Polícia Civil no combate aos crimes sexuais e na responsabilização dos autores”, disse o Secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves.

O homem foi encaminhado à cadeia do Guarujá e permanece à disposição da Justiça.

Fonte: Portal Gazeta dos Municípios 

Prefeitura de Macajuba realiza mutirão de combate à dengue na sede do município

 


A Prefeitura de Macajuba, por meio da Secretaria Municipal da Saúde e do setor de Vigilância Epidemiológica, realizou nos dias 10 e 11 de fevereiro um Mutirão de Combate à Dengue na sede do município. A ação teve como objetivo intensificar as medidas de prevenção e enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Durante o mutirão, foram realizadas ações de limpeza e recolhimento de materiais que servem como criadouros do mosquito, a exemplo de pneus, garrafas, entulhos e outros recipientes que acumulam água. A mobilização contou com a participação de todos os Agentes de Combate às Endemias e dos funcionários da Limpeza Pública municipal.

Além do recolhimento de materiais sem utilidade, as equipes de saúde orientaram a população sobre a importância de manter vasilhames secos, caixas d’água devidamente vedadas e quintais limpos, medidas essenciais para impedir a reprodução do mosquito, cujos ovos podem sobreviver por até um ano. Também foram repassadas informações à comunidade sobre o aparecimento de escorpiões, frequentemente associado ao acúmulo de entulhos nas residências.

A Secretaria Municipal da Saúde reforça a necessidade de que a população mantenha, diariamente, as práticas de prevenção, como a eliminação de água parada, o uso de repelentes e a instalação de telas em portas e janelas, contribuindo para a redução dos focos do mosquito e a prevenção de novos casos das doenças.

O cronograma do mutirão segue nos próximos dias, com ações previstas para o Distrito de Nova Cruz, no dia 13 de fevereiro, e para o Distrito de Santa Luzia e Povoado de Malhada Nova, no dia 20 de fevereiro.















Secretaria Municipal da Saúde

Prefeitura Municipal de Macajuba

Governando para Todos

Retorno de investimento em carnaval é maior que em áreas da indústria

 


Economista Mariana Mazzucato destaca ainda benefícios sociais da festa

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil© Tânia Rêgo/Agência Brasil


O retorno para a economia de cada real investido em cultura e artes – o que inclui o Carnaval – é maior que o de investimentos em algumas áreas tradicionais da indústria, como a automobilística. Em entrevista à Agência Brasil, durante sua passagem pelo país para estudar a economia criativa em torno da folia, a economista ítalo-americana Mariana Mazzucato destacou a potência da maior festa brasileira.

“O investimento público em artes e cultura contribui muito mais para a economia do que grande parte da indústria manufatureira tradicional", disse Mazzucato.

"No entanto, os governos continuam investindo mais nesses setores tradicionais da indústria, mesmo que as evidências estejam aí. Não é verdade que não temos as evidências”.

No Brasil, enquanto um real investido em cultura pode render R$ 7,59 em retorno para sociedade por meio de empregos e renda, um real investido no setor de automóveis e caminhões tem um impacto multiplicador de R$ 3,76, conforme estudos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial. 


Economista Mariana Mazzucato está no Brasil para estudar a economia criativa do carnaval Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Uma das mais influentes economistas do mundo, a autora do livro O Estado Empreendedor acrescentou que o Carnaval traz benefícios sociais, de bem-estar e saúde mental para diversas comunidades, muitas delas vulneráveis.  

“Mais do que apenas falar da comida, da bebida, dos hotéis e do turismo durante o Carnaval, é o impacto social das habilidades, das escolas, das redes, do valor da coesão social, do senso de identidade e patrimônio”.

Mazzucato visitou Rio de Janeiro e Salvador para conhecer a economia por trás das festas, e promete ir para Recife na próxima visita.

A economista lidera pesquisa da University College London (UCL), com cooperação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que investiga o papel das artes e da cultura para o desenvolvimento econômico de um país.

Economia criativa do Carnaval

Ao passar por Brasília para reuniões com gestores públicos federais, Mazzucato defendeu que o Carnaval seja o centro de uma plataforma para expandir no Brasil a economia criativa, que é um modelo de negócios baseado no capital intelectual, cultural e na criatividade para gerar emprego e renda.


Confecção de fantasias para o carnaval no barracão da escola de samba Beija-Flor de Nilópolis, na Cidade do Samba, zona portuária. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A economista ainda questionou a tese de que “não há dinheiro” para investimentos em cultura; lembrou que o setor contribui para redução da criminalidade; e alertou para os riscos de o Carnaval gerar mais concentração de renda.

“Devemos sempre lembrar que existem relações de poder. Quem tem acesso [ao Carnaval]? Está se tornando muito comercial? Para onde vai o dinheiro? Os patrocínios, por exemplo, estão sendo reinvestidos nas comunidades e no ecossistema que cria essa incrível criatividade?”, questionou.

A visita ao Brasil é parte de parceria com Ministério da Cultura para elaborar indicadores econômicos que auxiliem o governo brasileiro a construir políticas públicas que impulsionem a economia em torno do Carnaval, da cultura e das artes.


Bloco latino tradicional do Rio, Bésame Mucho desce ladeira do morro da Providência, no centro da cidade, com o tema da imigração e a revolta contra as sanções e perseguições impostas pelos Estados Unidos. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Confirma a entrevista exclusiva abaixo:

Agência Brasil: Sua pesquisa afirma que as artes e a cultura são essenciais, e não periféricas, para o desenvolvimento econômico. Em um país como o Brasil, como a cultura, a arte e o Carnaval podem impulsionar a prosperidade econômica?

Mazzucato: O que venho defendendo é que não devemos pensar em crescimento ou desenvolvimento em nível setorial, na indústria ou outro setor. Devemos pensar em missões, por exemplo, saúde para todos, uma economia mais sustentável e inclusiva, e questionar o que isso significa para todos os diferentes setores da economia.

O Carnaval é um microcosmo. Acontece em uma época específica do ano, mas, na verdade, durante o ano todo existe uma incrível cadeia de atividades nas áreas artísticas e culturais, seja música e percussão, canto, fantasias, trajes, seja o incrível desfile.

A própria escola de samba é uma oportunidade incrível para o desenvolvimento de habilidades, para a formação de redes de contatos, para o aumento da autoconfiança e para que as pessoas se sintam mais valorizadas.

É verdade que o setor cultural tem um alto poder multiplicador, pois envolve muitas pessoas, mas seu impacto é muito mais amplo.

Mais do que apenas falar da comida, da bebida, dos hotéis e do turismo durante o Carnaval, é o impacto social das habilidades, das escolas, das redes, do valor, da coesão social, do senso de identidade e de patrimônio.



Economista Mariana Mazzucato em entrevista à Agência Brasil. 
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Agência Brasil: Você tem defendido que o papel das artes e da cultura na economia é subestimado por governos e especialistas. Por quê?

Mazzucato: Para cada real investido, o retorno para a economia como um todo é maior do que na indústria automobilística. Isso é verdade globalmente: o investimento público em artes e cultura contribui muito mais para a economia do que grande parte da indústria manufatureira tradicional.

No entanto, os governos continuam investindo mais nesses setores tradicionais da indústria, mesmo que as evidências estejam aí. Não é verdade que não temos as evidências.

Mas acho que, no fim das contas, devemos admitir que talvez não nos importemos o suficiente com as artes e a cultura e é, por isso, que não investimos nelas. Não é porque não haja nenhum relatório econômico dizendo que deveríamos.


Turma de bate-bola feminino, Brilhetes de Anchieta, se prepara para o carnaval 2026, em Anchieta, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Agência Brasil: Alguns especialistas defendem limites fiscais rigorosos para gastos públicos. Isso obstrui a capacidade de impulsionar a economia criativa em torno do Carnaval?

Mazzucato: É interessante ver que para guerras e Defesa, o dinheiro surge do nada. Ninguém diz: "Ah, primeiro precisamos da arrecadação de impostos e depois investimos". Eles usam acordos de compra antecipada porque há um objetivo.

Eles não criam essas narrativas falsas de que "ah, não há dinheiro". Mas, em outras áreas, como educação, saúde e cultura, de repente dizemos: "Ah, não há dinheiro". Ou dizemos que se você investir mais em saúde, deve investir menos em educação, ou mais em educação, menos em cultura.

Essas são maneiras falsas de entender a economia. Ao ter metas estratégicas, ousadas e inspiradoras que exigem investimento em diferentes áreas, você pode catalisar e expandir a capacidade produtiva de uma economia. Mesmo que custe dinheiro, o PIB acaba aumentando.

A questão é: em que estamos investindo? E eu acho que a cultura é muito importante como um setor ─ teatro e artes visuais, Carnaval e toda essa cadeia de atividades. Devemos investir nisso para nos ajudar a reimaginar o propósito da economia.

Agência Brasil: Qual o papel das artes e da cultura para a segurança pública?

Mazzucato: Há altos índices de criminalidade entre jovens, geralmente, em lugares onde esses jovens se sentem muito marginalizados. Se o corpo de alguém não tem valor, então o corpo de outra pessoa também não tem.

Portanto, investir em artes, cultura e na economia criativa é uma forma de diminuir a criminalidade. Esse não deve ser o único motivo para investirmos nisso, mas há evidências muito interessantes em nível comunitário de que os benefícios sociais e de bem-estar do investimento em artes e cultura são muito amplos.

Eles podem ajudar na sensação de bem-estar, na coesão social, na resiliência e, em última análise, na redução da criminalidade.

Agência Brasil: No Brasil, há setores sociais e políticos que questionam o investimento público em artes e cultura. Qual é o papel do Estado no desenvolvimento dessa economia?

Mazzucato: Essas mesmas pessoas, que reclamam do desperdício, não reclamam dos enormes subsídios concedidos ao agronegócio ou a outros setores. Voltamos à questão: o que valorizamos?

É verdade, porém, que, às vezes, a forma como o subsídio é estruturado pode ser problemática. Precisamos de melhores medidas e métricas. Acho que não deveríamos perguntar se o Estado deve investir em cultura, mas, sim, como o Estado deve investir.

Os investimentos públicos, em muitos países diferentes, têm sido cruciais para atrair investimentos privados.  


Bloco de carnaval Galo da Madrugada, no Recife. Foto: Sérgio Bernardo/Arquivo/PCR

Agência Brasil: Qual o papel do setor privado na economia criativa em torno do Carnaval?

Mazzucato: É preciso trabalhar com o setor privado de forma orientada a objetivos públicos, catalisando experimentação, inovação e investimento da iniciativa privada em diferentes áreas. Esse é um desafio de planejamento.

Não queremos simplesmente dar dinheiro ao setor privado para patrocinar um projeto aleatório, escolhido por um indivíduo que, em vez de pagar impostos, financia um projeto que considera valioso. Não acho que isso seja necessariamente o ideal.

Agência Brasil: O que você observou no Carnaval brasileiro que te chamou atenção?

Mazzucato: O Carnaval no Brasil é famoso no mundo todo. É por isso que ele tem um grande efeito multiplicador e gera mais de US$ 2 bilhões em receita. Mas é muito mais do que isso.

É um momento em que muitas atividades diferentes ligadas às artes e à cultura se unem com o que chamamos de bem viver, também cheio de alegria. Muitas vezes acontece em comunidades carentes, como as escolas de samba nas favelas, algumas das comunidades mais vulneráveis.

Gostaria que o Carnaval pudesse se tornar uma plataforma, um sistema como elemento central de uma economia criativa. Os brasileiros devem se orgulhar muito disso, mas também devemos sempre lembrar que existem relações de poder. Quem tem acesso? Está se tornando muito comercial? Para onde vai o dinheiro?

Os patrocínios, por exemplo, estão sendo reinvestido nas comunidades e no ecossistema que cria essa incrível criatividade? Acho que essas são as perguntas mais importantes para o futuro.

Eu venho da região da Itália perto de Veneza, em Pádua, e temos o nosso próprio Carnaval, mas não está enraizado no território, não é algo para o qual os jovens são preparados para participar. É uma espécie de carnaval morto, se posso dizer.

Aqui, vocês têm um carnaval vivo. Acho que vocês devem pensar nisso como um investimento a longo prazo, no centro de uma economia criativa.


A vendedora ambulante Jaqueline dos Santos Pereira, em janeiro de 2025, com sua barraca na Rua do Mercado, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Fonte: Agência Brasil 

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