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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Após câncer de pâncreas e recidiva, paciente com 5% de chance de cura chega a 8 anos sem doença detectável

 


Diagnosticado com adenocarcinoma de pâncreas aos 42 anos, Edgard de Luna enfrentou cirurgia, quimioterapia e uma recidiva —e sobreviveu. O caso dele é raro o suficiente para estar sendo estudado pela medicina.

No domingo de manhã em que Edgard de Luna esperava a alta, uma oncologista entrou na sala dizendo que tinha resultados para discutir. Ele havia passado o fim de semana internado no Hospital São Camilo, na Pompeia, em São Paulo, fazendo exames que ninguém havia explicado direito. Achava que ia para casa. Estava sozinho.

A médica despejou tudo de uma vez —câncer de pâncreas, prognóstico, próximos passos. Edgard ouviu sem conseguir assimilar. Quando ela saiu, pegou o celular e digitou no Google. A primeira coisa que apareceu: cinco meses de vida.

Ele tinha 42 anos, duas filhas pequenas e nenhum histórico de doença grave. Não havia nenhum sinal que justificasse aquele domingo.

Edgard, paciente curado do câncer de pâncreas — Foto: Arquivo Pessoal


Hoje, oito anos depois, não tem doença detectável. O caso está sendo documentado para publicação científica e apresentado em congressos médicos como algo que a medicina ainda não sabe explicar completamente.

Edgard, a esposa e as filhas — Foto: Arquivo Pessoal


Uma dor que ninguém sabia nomear

Tudo havia começado meses antes, com um incômodo no estômago. Pronto-atendimento: remédio para verme. Não melhorou. Gastroenterologista: gastrite, H. pylori, antibióticos. Continuou. Outro gastro: troca de medicação. Persistiu.

Quando a dor migrou para o meio das costas, um novo diagnóstico: contração muscular, provavelmente das aulas de capoeira que havia retomado na academia. Mais remédios. Duas horas em observação. Alta.


Mais uma semana. A dor piorou.


Edgard e a esposa, Andreia — Foto: Arquivo Pessoal


Em uma quinta-feira, a esposa Andreia tinha um aniversário de família. Combinaram: amanhã a gente vai ao hospital. Na sexta, a médica que o atendeu tomou uma decisão diferente de todos os outros: "Você está vindo com esses sintomas há quase três meses. Não é normal", ele conta ter ouvido. Pediu tomografia com contraste. Quatro horas depois, voltou com um cirurgião ao lado. Tinha aparecido uma mancha. Queriam interná-lo naquele momento.

O que Edgard não sabia (e só entenderia mais tarde) era que a dor nas costas havia sido, paradoxalmente, sua sorte. O tumor estava encostado na artéria mesentérica. A médica explicou que foi essa pressão que causou o sintoma. E foi o que levou ao diagnóstico antes do estágio IV, quando já não há quase nada a fazer.

O adenocarcinoma de pâncreas é considerado pela maioria dos especialistas o câncer de pior prognóstico entre os mais estudados. O pâncreas fica escondido no fundo do abdômen, sem estruturas que produzam sintomas precoces.

Quando a dor aparece, o tumor costuma já estar avançado —frequentemente inoperável, muitas vezes disseminado. A taxa de sobrevida em cinco anos, mesmo nos casos diagnosticados cedo e operados com sucesso, fica entre 30% e 50%. Nos casos avançados, cai para um dígito.

O tumor de Edgard era o que a medicina chama de borderline para ressecabilidade: não claramente operável, mas não definitivamente inoperável. Estava na cabeça do pâncreas, perigosamente próximo de uma artéria. Operar de imediato era arriscado demais.

Doze sessões antes da faca

A estratégia escolhida foi a quimioterapia neoadjuvante —uma abordagem que tenta reduzir o tumor antes de tentar a cirurgia. A cada 15 dias, Edgard chegava à clínica na segunda-feira de manhã, ficava até as cinco da tarde recebendo a medicação, saía com uma bolsinha que continuava infundindo o quimioterápico por 48 horas e voltava na quarta para retirá-la. Às terças e quintas, trabalhava.

Nas primeiras sessões, Edgard saía da clínica acelerado, efeito contraintuitivo que ele mesmo achava engraçado, porque parecia que a quimioterapia o energizava em vez de derrubá-lo. Nas últimas, já não era mais assim.

O cansaço acumulado foi derrubando o ritmo até que, perto da décima sessão, ele levantou da cama de manhã para tomar banho e caiu para trás. O labirinto havia cedido. Ficou quase uma hora no chão antes de conseguir se levantar. Foi o único momento em que parou de trabalhar.

Foram 12 sessões no total. Os exames mostraram redução tumoral suficiente. O cirurgião considerou que era hora. Mas entrou no centro cirúrgico com uma ressalva que disse à família sem rodeios: "pode ser que eu abra e consiga tirar, pode ser que não. Se não conseguir, acionamos os cuidados paliativos."

"Desde o início eles nos falavam em 5% de chance de sobreviver", lembra Edgard.

A cirurgia durou nove horas. Quatro cirurgiões na sala. O procedimento foi uma pancreatoduodenectomia —remoção do pâncreas e da alça de intestino delgado adjacente, um dos mais complexos da cirurgia abdominal. Quando o médico saiu da sala, Andreia conta que ele parecia prestes a erguer um troféu. "Tirei tudo. Deu tudo certo."

Edgard passou o Natal, o aniversário e o Réveillon internado. Em janeiro, foi para casa.

A recidiva

Um mês depois da cirurgia, o marcador tumoral CA 19-9 continuava elevado. O cirurgião atribuiu à inflamação pós-operatória. A oncologista não se conformou. Pediu mais um mês. Continuou alto. Pediu um PET scan.

Apareceu uma lesão. Pequena —entre 1,2 e 1,3 centímetros— numa região próxima ao local da cirurgia, possivelmente num linfonodo ou uma recidiva no próprio pâncreas. Os médicos não souberam identificar.

Fazer quimioterapia convencional estava descartado: o organismo de Edgard precisava de tempo, a cirurgia era recente demais. Jamile Almeida, a oncologista responsável pelo caso, conta ao g1 que apresentou aos colegas e ao próprio paciente duas opções:

•a primeira era a radiocirurgia —radioterapia de alta precisão direcionada àquele ponto específico, uma abordagem mais consolidada para esse tipo de situação.

•A segunda era pouco usual para o contexto do pâncreas: ablação por radiofrequência, com alguns dados de estudos japoneses em metástases hepáticas, mas pouco usada ali.

"A nossa expectativa era controlar a recidiva por um tempo", admite a oncologista. "A gente não tinha expectativa nenhuma de que a lesão sumisse. Se a ablação não desse certo, ainda tínhamos a radiocirurgia. Depois, a quimioterapia. Havia um plano B e um plano C."

Edgard topou a ablação.

Uma agulha que treme

O caso chegou a Ricardo Freitas, professor colaborador do Departamento de Radiologia e Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e radiologista intervencionista. Freitas avaliou as imagens e concluiu que a lesão era tecnicamente tratável.

A ablação térmica funciona assim: uma agulha fina é guiada por tomografia computadorizada em tempo real até o alvo. A ponta do eletrodo vibra em altíssima frequência, gerando calor localizado. Esse calor coagula as proteínas do tecido ao redor, matando as células. O tumor não é retirado —ele é desvitalizado.

Em casos bem-sucedidos, o tecido morre e é gradualmente absorvido pelo organismo, deixando apenas uma cicatriz.

“Não é cirurgia", diz Jamile. "O tumor não é retirado, ele é desvitalizado no local. Posso matar aquele tecido, mas não o removo. E pode dar certo, o tumor ficar controlado. Ou não."

"É um tratamento de uso ainda limitado, tanto pelo acesso à tecnologia quanto pelo pequeno número de pacientes que realmente podem se beneficiar. Além disso, ainda faltam informações mais robustas para identificar com precisão quais são os melhores candidatos ao procedimento.”

Freitas chegou ao nódulo de Edgard pela tomografia, confirmou a lesão com biópsia e, com o mesmo instrumento, aplicou o tratamento. A dor foi mais intensa do que o esperado —Edgard precisou de morfina e ficou internado. No dia seguinte, o médico voltou ao quarto com as notícias: havia conseguido queimar o tecido doente por todos os lados.

Nos meses seguintes, os exames não mostraram recidiva. Nos anos seguintes, também não. Hoje, cerca de oito anos após a ablação, Edgard não tem doença visível detectável.

"O tumor sumiu. Ficou só a cicatriz do procedimento", diz Jamile. "Isso é caso anedótico. Não é comum acontecer assim."

Por que não é uma receita

Tanto a oncologista quanto o radiologista são precisos ao calibrar o que o caso de Edgard significa. A ablação não é indicada para qualquer tumor, em qualquer localização, em qualquer estágio. Jamile elenca três critérios que precisam ser avaliados em conjunto:

1.a acessibilidade da lesão —se está próxima de grandes vasos, o risco de romper a estrutura ao aquecê-la é real;

2.o tipo e subtipo molecular do tumor;

3.e o status da doença, se está confinada àquele ponto ou já circula em outros locais.

A grande maioria dos pacientes, segundo ela, não será candidata ao procedimento.

A técnica acumula evidências principalmente em metástases hepáticas e em tumores de outros órgãos. Para o câncer de pâncreas especificamente, os dados ainda são limitados: uma revisão publicada em janeiro de 2026 no World Journal of Gastrointestinal Oncology mapeou os principais estudos disponíveis e concluiu que, embora os resultados sejam promissores —especialmente quando a ablação é combinada com quimioterapia—, a ausência de ensaios clínicos randomizados em larga escala impede que o procedimento seja considerado tratamento padrão.

Freitas acrescenta outra camada. Na oncologia, tumores do mesmo tipo podem ter comportamentos muito distintos —e o câncer de pâncreas também tem seu espectro, com formas mais e menos agressivas.

O tumor de Edgard, quando recidivou, o fez com uma lesão única, em lugar acessível, encontrada precocemente por disciplina nos exames de controle. Houve ainda a circunstância de a equipe que o acompanhava conhecer e praticar o procedimento. Retirar qualquer um desses fatores, e o desfecho poderia ter sido outro.

Há o que a medicina não consegue responder. Jamile não tem nenhuma alteração molecular específica do tumor que explique por que deu certo. Na época do tratamento, a avaliação molecular disponível era limitada. Hoje haveria mais recursos —mas Edgard não tem mais tumor para testar.

O caso está sendo documentado por Freitas para publicação científica.




Edgard, paciente com câncer de pâncreas — Foto: Arquivo Pessoal


Depois

Hoje, Edgard de Luna tem 50 anos. Faz acompanhamento regular. Toma uma enzima digestiva para o pâncreas —embora sua médica já tenha sugerido que talvez nem precise mais. Ficou com uma neuropatia leve nas extremidades, sequela reconhecida da quimioterapia, mas sem restrições alimentares e sem limitações funcionais.

Recentemente viajou com Andreia a Portugal para cumprir uma promessa feita em Fátima durante o tratamento.

Perguntado sobre o que mudou, detalha:

"Os problemas ficam pequenos. Um erro na gráfica, o pessoal nervoso… Para mim, isso não tem tamanho. Chega a ser engraçado."

Fonte: G1 Globo 


São João de Macajuba 2026 terá noite de grandes atrações nesta sexta-feira (19)

 



A programação do São João de Macajuba 2026 segue com muita música, tradição e animação nesta sexta-feira (19/06). A festa contará com apresentações de grandes atrações no palco principal, reunindo moradores e visitantes para celebrar o período junino.

A noite começa às 21h, com o show de Tem Que Ter Xodó. Em seguida, às 01h, será a vez de Edson Gomes subir ao palco, trazendo seus grandes sucessos. Encerrando a programação, às 03h, a banda Meu Canários promete animar o público.

Além da programação musical, o público também poderá acompanhar a transmissão do jogo Brasil x Haiti no telão durante o evento.

Para facilitar o acesso dos moradores, a organização informa que haverá transporte disponível para todas as localidades a partir das 20h.

O São João de Macajuba 2026 é uma realização da Prefeitura de Macajuba, com apoio do Governo do Estado da Bahia e do Governo Federal. 🌽🔥




Fonte: ASCOM

Prefeitura de Macajuba reforça proibição de garrafas de vidro durante o São João 2026

 


Com o objetivo de garantir a segurança e o bem-estar de todos os participantes do São João 2026, a Prefeitura de Macajuba informa que não será permitida a entrada de garrafas de vidro no espaço do evento.

A medida busca prevenir acidentes e proporcionar uma festa mais segura para moradores e visitantes. A organização orienta que o público utilize copos plásticos ou garrafas reutilizáveis durante os festejos.

Haverá fiscalização nos acessos ao evento, e materiais considerados de risco serão recolhidos.

A Prefeitura reforça o pedido de colaboração de todos para que o São João de Macajuba seja celebrado com muita alegria, respeito e segurança. 🎉🌽



Fonte: Ascom


"Manto sagrado": Conheça história e retrospecto da camisa azul do Brasil



Uniforme número dois será usado pela Seleção no segundo confronto da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, nesta sexta-feira (17/6), às 22h, contra o Haiti


Raphinha (direita) e Fabinho (esquerda) comemoram com Endrick (centro) gol marcado pelo atacante de 19 anos do Real Madrid no amistoso contra Egito, vencido por 2 x 1, no dia 6 de junho de 2026 - (crédito: Rafael Ribeiro / CBF)


Eleita como uniforme de jogo para o confronto contra o Haiti, às 22h desta sexta-feira (19/6), pela segunda rodada da fase de grupos da Copa de 2026, a camisa azul da Seleção Brasileira vai muito além do tão comentado modelo produzido pela marca americana Jordan, em meio à mais recente tentativa pelo hexacampeonato mundial. A CazéTV (YouTube), a TV Globo (TV aberta) e o Globoplay (streaming) transmitem a partida. 

Apesar de ser presença carimbada da Canarinho em Copas do Mundo, a camiseta azul nem sempre esteve presente nos corpos dos atletas brasileiros. A primeira apariação da blusa aconteceu em um dia especial para o futebol nacional. No dia 29 de junho de 1958, a Seleção pisava no gramado do Estádio Råsunda, em Solna, na Suécia, para disputar a final daquela edição do Mundial. Ali, fez a estreia do visual em azul. 

A escolha, na verdade, não havia sido planejada. Inicialmente, o plano era vestir a costumeira Amarelinha. No entanto, os suecos, donos da casa e adversários na final, também jogavam de amarelo. Por isso, a Fifa realizou um sorteio para definir quem usaria o uniforme principal. Como conclusão, ficou decidido que a preferência seria da anfitriã.

A definição gerou preocupação. Afinal, o Brasil precisaria jogar com a camisa reserva, de cor branca. O uniforme em questão era visto como "amaldiçoado". Oito anos antes, a Canarinho foi derrotada pelo Uruguai na final do primeiro Mundial realizado em território nacional. O famoso episódio ficou conhecido como 'Maracanazo', por causa do local do confronto, o Maracanã. 

Foi então que Paulo Machado de Carvalho, o então chefe de delegação da seleção, teve a ideia que levou à mudança. Incomodado com o abatimento do plantel por ter de usar branco, se recolheu para fazer uma oração. No local escolhido, se deparou com uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil desde 1930, envolta no manto azul. Foi daí que veio a inspiração. 



Camisa azul foi utilizada pela Seleção Brasileira pela primeira vez na história na final da Copa de 1958, na Suécia, vencida por 5 x 2 pelo Brasil diante dos donos da casa (foto: Reprodução / Diocese de Juína)


A delegação brasileira foi às ruas de Estocolmo para buscar a solução. Em uma loja, um kit com 22 camisetas azuis foi adquirido. Depois de bordados escudo da CBD (atual CBF) e respectivos números às costas, os uniformes foram a campo.

No primeiro embate, vitória por 5 x 2 diante da Suécia, e consagração do elenco liderado pelo então jovem Pelé, de apenas 17 anos, responsável pela primeira das cinco taças de Copa do Mundo da Seleção. Daí surgiu a expressão "manto sagrado". Desde então, é usado como o uniforme reserva da pentacampeã mundial. 

Retrospecto com traje azul em Copas é fator determinante

Entre todos os uniformes da Seleção Brasileira utilizados em Copas do Mundo (amarelo, azul e branco), o de cor azul é o dono do melhor aproveitamento em Mundiais. Ao todo, são 15 jogos com a camisa sagrada. Destes, o Brasil saiu vitorioso 11 vezes. Além disso, empatou um, e perdeu os outros três compromissos. Ou seja, aproveitamento de 75,56%.

O montante é superior ao acumulado com as camisas amarela (84 jogos, com 56 triunfos, 17 empates e 11 derrotas, e 66,7% de aproveitamento) e branca (11 jogos, com seis vitórias, dois empates e três derrotas, e 54,5% de aproveitamento). 

Sob o comando de Carlo Ancelotti, a Canarinho tentará subir ao posto mais alto do Mundial de seleções pela primeira vez desde 2002 com novidades. Na América do Norte, vestirá uniforme fornecido pela Jordan, marca americana filiada à Nike. O traje, portador de um conjunto de cores com predomínio do azul escuro, é inspirado na fauna brasileira, mas, mais precisamente, no Sapo-flecha (ou sapo-dardo), anfíbio venenoso. 

Além disso, esta será a primeira vez da Seleção em uma Copa com cores no uniforme que não estão presentes na bandeira nacional. Apesar das camisas e shorts serem azuis, os meiões serão pretos, algo inédito. Com exceção da Copa de 1958, o Brasil foi campeão mundial, em todas as outras quatro oportunidades, com camisa amarela, calção azul, e meiões brancos. 

Fonte: Correio Braziliense 

Homem acusado de matar cantor de arrocha na Bahia é condenado a 15 anos de prisão

 


Crime ocorreu na cidade de Itabela, em 2025. Vítima foi identificada como Josemar Xavier Pereira, de 38 anos.

O homem acusado de assassinar o cantor de arrocha Josemar Xavier Pereira, em abril de 2025, foi condenado a 15 anos de prisão em regime fechado nesta quarta-feira (17). Paulo César Santos passou por julgamento no Fórum da Comarca de Itabela, no extremo sul da Bahia, onde o crime aconteceu.

Conforme informações apuradas pela TV Santa Cruz, afiliada da TV Bahia na região, o julgamento iniciou às 9h e foi encerrado por volta das 19h. Ao g1, o advogado de defesa do réu, Rafael Rosa, informou que irá recorrer da decisão, bem como da pena aplicada pela Justiça.

O assassinato do cantor de 38 anos, conhecido na região como Jô Xavier, ocorreu no dia 27 de abril do ano passado, no bairro Bandeirantes. Conforme relato de testemunhas, a vítima e o suspeito, que atuava como guarda municipal, se envolveram em uma discussão.

Investigações apontam que o desentendimento entre os dois estava relacionado à ex-companheira do suspeito, que namorava com a vítima na época. Durante a discussão, Paulo César teria atirado contra o cantor. Ele fugiu do local após o crime e foi considerado foragido por quase um mês, até ser preso no Espírito Santo.

Paulo César Santos foi condenado pelo assassinato do cantor de arrocha na Bahia em abril de 2025. — Foto: Reprodução/TV Gazeta


A morte de Jô Xavier causou comoção em Itabela, onde ele era conhecido por realizar apresentações em estabelecimentos locais.

À época, a prefeitura da cidade chegou a lamentar o assassinato, destacando que o caso não comprometia a Guarda Municipal. Paulo César Santos trabalhou na instituição por 16 anos e teve a atuação suspensa após o caso.


Josemar Xavier Pereira foi morto a tiros durante uma discussão. — Foto: Reprodução/Redes Sociais


Cantor de arrocha é morto a tiros após discussão na Bahia — Foto: Reprodução/Redes Sociais


Fonte: G1 Globo 


Arraiá da Educação 2026 será realizado nesta quinta-feira em Macajuba

 



A Prefeitura de Macajuba, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte, Lazer e Turismo, promove nesta quinta-feira (18) o Arraiá da Educação 2026, um momento de celebração da cultura junina e valorização das tradições nordestinas.

A programação contará com a participação do Bloco da Educação, que promete levar muita animação ao público, e terá como atração musical Fabricity – Forró da Baixa.

O evento terá início a partir das 18h e reunirá estudantes, profissionais da educação e toda a comunidade em uma noite marcada pelo forró, alegria e espírito junino.

A Prefeitura de Macajuba convida todos para prestigiarem mais um momento de valorização da cultura local. 🌽🔥



Moradores do Povoado de Malhada Nova sofrem com fumaça de queimadas e cobram fiscalização


Moradores do Povoado de Malhada Nova sofrem com graves problemas de saúde devido às queimadas ilegais de folhas secas. A fumaça constante afeta diretamente dezenas de crianças e idosos, além de trabalhadores locais que já manifestam sintomas como fortes dores de cabeça e crises respiratórias. O problema persiste mesmo com o serviço regular de coleta de lixo na região, que acontece todas as segundas e sextas-feiras no povoado.


Perigo para a Saúde Pública
A queima de vegetação e folhas secas tem gerado indignação na comunidade. Moradores relatam que o ar se tornou irrespirável nos últimos dias. O acúmulo de fumaça agrava o estado de saúde de pessoas vulneráveis. "Estamos sofrendo muito aqui no povoado. Tem muitas crianças e idosos passando mal. Eu mesma estou gripada, com muita dor de cabeça por causa desse mormaço e dessa fumaça", desabafa uma moradora, cobrando uma atitude urgente das autoridades de Macajuba.
Coleta Regular Ignorada
O que mais revolta a vizinhança é o fato de a queima ser totalmente desnecessária. O caminhão da coleta de lixo passa pela localidade duas vezes por semana:
  • Segunda-feira (período regular de coleta)
  • Sexta-feira (recolhimento de resíduos)
Mesmo com o caminhão atendendo a área do povoado e as vias vizinhas, como a "rua da frente", algumas pessoas ainda preferem atear fogo aos resíduos de quintal em vez de ensacá-los para o descarte correto.
Apelo à Fiscalização Municipal
A comunidade exige que a Prefeitura de Macajuba atue de forma mais rígida. Os moradores apontam diretamente a necessidade de uma vistoria presencial para identificar e punir os infratores. A população cobra uma ação imediata do fiscal Gegeu, responsável pelo setor, para que realize a devida fiscalização ambiental dentro de Malhada Nova e aplique as sanções cabíveis para conter o crime ambiental antes que a situação piore.
Segundo Gegeu informou ao Blog do Povo, que já conversou com a moradora para resolver a situação.
Deixa Comigo Macajuba 15 anos O Blog do Povo 



PF mira senador Jaques Wagner e banqueiro Augusto Lima em 9ª fase da Compliance Zero

 


Policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, São Paulo e Bahia. Suspeita é que senador tenha recebido vantagens indevidas de Daniel Vorcaro.


O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado Federal, está entre os alvos da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (18).

A investigação da PF apura suspeitas de participação de agentes públicos em irregularidades envolvendo instituições financeiras.

A Compliance Zero investiga um suposto esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master, de Daniel Vorcaro. Relembre aqui as fases anteriores da operação.

Além de Jaques Wagner, a PF também mira nesta fase da operação o banqueiro Augusto Ferreira Lima, aliado de Vorcaro e dono do Banco Pleno — liquidado pelo Banco Central em fevereiro.

A TV Globo procurou a assessoria do senador, mas ainda não obteve resposta. O g1 busca contato com as defesas dos demais investigados.

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). — Foto: Carlos Moura/Agência Senado


Policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro André Mendonça, relator do caso nbo Supremo Tribunal Federal (STF), em endereços ligados aos alvos no Distrito Federal, em São Paulo e na Bahia.

Além disso, agentes federais cumprem medidas cautelares, como proibição de contato entre os investigados e suspensão de passaportes. Inicialmente, a PF falou em monitoramento eletrônico, mas depois corrigiu a informação.

Os fatos investigados podem caracterizar os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.


Caso Master

A Operação Compliance Zero é uma investigação da Polícia Federal que apura um suposto esquema de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e seu presidente, Daniel Vorcaro.

A primeira fase foi deflagrada em novembro de 2025, após indícios de que o banco emitiu títulos de investimento sem garantias suficientes, com objetivo de atrair clientes com promessas de rentabilidade acima da média do mercado. Na ocasião, Vorcaro foi preso, e a PF estimou um prejuízo potencial de até R$ 12 bilhões.

Ao longo das fases seguintes, a investigação foi ampliada e passou a incluir suspeitas de lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio, intimidação de adversários, espionagem, uso indevido de informações sigilosas e corrupção.

A PF também investiga aportes bilionários feitos pelo Banco de Brasília (BRB) no Master e supostos repasses a agentes políticos.

Nas fases mais recentes, a operação atingiu familiares e aliados de Vorcaro, além de autoridades públicas.

Entre os alvos estão o senador Ciro Nogueira (PP-PI), investigado por supostos pagamentos relacionados aos interesses do banco, e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), no âmbito da apuração sobre investimentos de recursos do Rioprevidência em fundos ligados ao Master.

Todos os investigados negam irregularidades.


Fonte: G1 Globo 


quarta-feira, 17 de junho de 2026

Mistério no céu: Ponto brilhante ao lado da Lua intriga moradores de Macajuba

  O céu do município de Macajuba virou o assunto principal das redes sociais nas últimas horas. Diversas postagens com fotos e vídeos mostram um ponto intensamente brilhante logo ao lado da Lua. O brilho incomum despertou a curiosidade da população e muitos moradores acreditaram se tratar de uma estrela gigante ou até mesmo de um objeto voador não identificado. No entanto, a explicação é astronômica: o ponto luminoso é, na verdade, o planeta Vênus.

O fenômeno se trata de uma conjunção planetária rara. Vênus está alinhado visualmente com a Lua e outros planetas do Sistema Solar, criando um espetáculo no céu que pode ser visto perfeitamente a olho nu, sem a necessidade de telescópios.

Imagens feitas por Macajubenses:








                                                             


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Macajuba em Destaque: Município Participa de Eleição na FAEB e Previsão Indica Chuvas na Região


 Duas notícias movimentam o cenário político e meteorológico de Macajuba nesta semana. O produtor e liderança local, Edésio Filho, marca presença na eleição da Federação da Agricultura do Estado da Bahia (FAEB). Paralelamente, a jornalista especializada em meteorologia, Thaic Carvalho, emitiu um alerta sobre a previsão de chuvas para o município nos próximos dias.

Macajuba representada na eleição da FAEB
O macajubense Edésio Filho participa ativamente do processo eleitoral da FAEB, uma das entidades mais influentes do agronegócio baiano. A Federação é responsável por formular políticas, oferecer capacitação técnica e defender os interesses dos produtores rurais de todo o estado.
A participação de Edésio destaca a relevância do município na articulação regional do setor produtivo. Fontes ligadas à agricultura local apontam que a presença de Macajuba no pleito fortalece o diálogo para trazer novos investimentos, cursos do SENAR e tecnologias de convivência com a seca para os produtores da nossa região.
Alerta de tempo: Thaic Carvalho prevê chuvas na região
No setor meteorológico, a jornalista Thaic Carvalho trouxe atualizações importantes para os moradores da zona urbana e rural de Macajuba. De acordo com a profissional, o município entrará em um período de instabilidade climática, com previsão de chuvas significativas.
Veja o vídeo:


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Moradores de Nova Cruz cobram operação tapa-buracos em via

 Moradores da Rua Nova, no distrito de Nova Cruz, enfrentam diariamente os transtornos causados por buracos na pista. O trecho crítico fica no sentido ao Posto Sofia. Quem trafega pela região denuncia o risco iminente de acidentes graves. A comunidade questiona os critérios da gestão pública. Ruas próximas receberam manutenção recente, enquanto a via principal foi esquecida.



O sentimento da comunidade
A indignação dos moradores cresce ao verem o asfalto recuperado em outras áreas do distrito. Eles cobram igualdade na atenção dada às vias públicas. "Taparam os buracos em vários pontos perto daqui, mas deixaram esse trecho de fora", reclama um morador que prefere não se identificar. O tráfego de veículos no local é intenso, e desvios bruscos para fugir das crateras viraram rotina perigosa para motoristas e motociclistas.

Resposta do Poder Público
A reportagem do Deixa Comigo Macajuba entrou em contato com a administração municipal para buscar esclarecimentos. O Secretário de Obras, Sandrão, informou que a prefeitura está ciente da situação da Rua Nova. Segundo o secretário, a equipe aguarda exclusivamente a chegada de nova remessa de material para executar os reparos no trecho. Ele garantiu que a obra será realizada assim que o estoque for reabastecido.
O espaço segue aberto para atualizações assim que o serviço for iniciado.



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MUNICÍPIO EM AÇÃO: Prefeito de Macajuba firma convênio para passagens molhadas e anuncia inauguração do Mercado de Nova Cruz

 


Em agenda oficial na capital baiana na última terça-feira (16), o prefeito de Macajuba, Luciano de Noé (PSD), garantiu novos investimentos estruturais para o município. Através de vídeo publicado em suas redes sociais, o gestor anunciou a assinatura de um importante convênio para a construção de passagens molhadas e confirmou a data de entrega do novo Mercado do Distrito de Nova Cruz.

A construção das passagens molhadas visa melhorar a trafegabilidade e a segurança nas estradas vicinais da zona rural, assegurando o escoamento da produção e o trânsito dos moradores mesmo em períodos de chuva.
Inauguração no Distrito de Nova Cruz
Além do novo convênio, Luciano de Noé aproveitou o momento para oficializar o dia 26 de junho como a data de inauguração do Mercado do Distrito de Nova Cruz. A obra é uma das mais aguardadas pela comunidade local e promete aquecer a economia e o comércio da região.
No mesmo registro, o prefeito estendeu um convite público a Gil da STE para prestigiar o evento de entrega.
Assista ao anúncio na íntegra:




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EM PLENO SÃO JOÃO, MORADORES DE MACAJUBA SOFREM COM MATAGAL EM TERRENOS BALDIOS E FALTA DE FISCALIZAÇÃO

 Loteamento João Borges é um dos bairros mais afetados pelo problema; comunidade cobra notificações da Prefeitura aos proprietários diante de riscos à saúde.




O período dos festejos de São João é sinônimo de alegria, fogueira e ruas movimentadas em Macajuba. No entanto, para os moradores do Loteamento João Borges, a realidade festiva divide espaço com a indignação. A população local enfrenta o crescimento desordenado de mato alto em terrenos baldios, evidenciando uma aparente falta de contenção e fiscalização por parte da Prefeitura Municipal.

Vizinhos de propriedades abandonadas relatam que a situação chegou a um ponto crítico. Sem a manutenção devida por parte dos donos e sem a devida intervenção do poder público para aplicar notificações ou multas, os lotes se transformaram em verdadeiros matagais urbanos.
Riscos à saúde e segurança em meio às festas
A falta de limpeza atinge diretamente o cotidiano das famílias. Além do aspecto de abandono que contrasta com a decoração junina da cidade, os moradores sofrem com as consequências práticas do descaso:
  • Insetos e roedores: Multiplicação de escorpiões, cobras, ratos e mosquitos.
  • Foco de doenças: Preocupação com a proliferação da dengue em poças d'água escondidas pela vegetação.
  • Insegurança: O mato alto serve de esconderijo, aumentando o medo de assaltos à noite.
"A gente tenta arrumar a frente das nossas casas para o São João, mas o vizinho do lado tem um terreno que parece uma floresta. O pior é que a Prefeitura não notifica os proprietários para limparem", desabafa um morador do Loteamento João Borges que preferiu não se identificar.

Cobrança por fiscalização
A comunidade do Loteamento João Borges e de outras áreas afetadas exige que o setor de infraestrutura e posturas do município tome providências urgentes. A principal reivindicação é a aplicação rigorosa do código de postura da cidade, identificando e notificando os donos dos terrenos para que realizem a limpeza imediata.
Até o fechamento desta reportagem, a Prefeitura de Macajuba não havia se pronunciado oficialmente sobre o cronograma de fiscalização de terrenos baldios durante o período junino. O espaço segue aberto para esclarecimentos.
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Açaí Nova Cruz

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