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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Abre e Fecha: Confira o funcionamento dos serviços municipais em Macajuba durante o São João 2026

 


Com a chegada dos festejos juninos, a rotina dos serviços públicos em Macajuba sofrerá alterações nos próximos dias. Para você se planejar e não perder o sintonize com os prazos, o portal Deixa Comigo Macajuba preparou um guia completo com o que abre e o que fecha no município.

As mudanças ocorrem devido aos decretos de ponto facultativo e ao feriado oficial de São João. Confira os detalhes abaixo:
Repartições Públicas
  • Ponto Facultativo: Não haverá expediente nos dias 19 (sexta-feira), 22 (segunda-feira) e 23 de junho (terça-feira).
  • Motivo: Decretado em virtude das festividades juninas municipais. [1]
Coleta de Lixo
  • Suspensão Total: O serviço de coleta de lixo estará suspenso em todo o território municipal no dia 24 de junho (quarta-feira).
  • Motivo: Feriado Municipal de São João.
  • Atenção: Colabore com a limpeza urbana e evite colocar o lixo na rua nesta quarta-feira.
Secretaria de Saúde
  • Fechamento: Atividades suspensas durante o período festivo.
  • Retorno: O atendimento ao público será retomado normalmente no dia 29 de junho (segunda-feira).
Secretaria de Assistência Social
  • Fechamento: Setores administrativos e de atendimento fecham para o feriadão.
  • Retorno: Todas as atividades voltam ao normal no dia 29 de junho (segunda-feira).

Fique ligado no Deixa Comigo Macajuba para mais atualizações sobre a cobertura do São João 2026!

Arraiá do Planalto reúne moradores e visitantes em noite de alegria, música e tranquilidade

Rua do Planalto foi palco de uma grande celebração junina na noite de quarta-feira

A comunidade da Rua do Planalto viveu uma noite inesquecível nesta terça-feira (17), durante a realização do tradicional Arraiá do Planalto. O evento reuniu moradores, amigos e visitantes em um ambiente marcado pela animação, confraternização e muita música.

Além da forte presença da comunidade local, a festa contou com a participação de conterrâneos vindos de Salvador, São Paulo e diversas outras cidades, que fizeram questão de prestigiar o evento e reencontrar amigos e familiares, tornando a celebração ainda mais especial.

A programação teve início às 21:30h e contou com grande participação do público, que aproveitou cada momento em um clima de união, respeito e alegria. Após as festividades juninas, a noite seguiu com grandes apresentações musicais que mantiveram a animação até o amanhecer.



O cantor Netinho Xodó abriu a sequência de shows, levando muita energia e colocando o público para cantar e dançar. Em seguida, foi a vez de Márcio Araújo, que embalou a multidão com seu repertório e carisma no palco.




Para encerrar a festa com chave de ouro, Léo Silva comandou o último show da noite, garantindo um final memorável para um evento que já entra para a história da comunidade.


Outro ponto de destaque foi a tranquilidade durante toda a programação. Segundo os organizadores, não foi registrada nenhuma confusão e nenhuma ocorrência policial, refletindo o espírito de paz, organização e respeito entre todos os participantes.


O Arraiá do Planalto mais uma vez mostrou a força da união da comunidade, promovendo cultura, lazer e entretenimento para pessoas de todas as idades. O sucesso do evento foi celebrado por moradores e visitantes, que já aguardam ansiosamente a próxima edição.


Com muita música, reencontros, tradição e segurança, o Arraiá do Planalto foi um verdadeiro sucesso, reunindo pessoas de várias cidades em uma noite de festa, alegria e confraternização.


Deixa Comigo Macajuba 15 anos de olho nos Festejos Juninos 

Arraiá da Educação reúne estudantes em celebração às tradições juninas em Macajuba

 


A Secretaria Municipal de Educação, Esporte, Cultura, Lazer e Turismo de Macajuba realizou nesta quinta-feira (18) o Arraiá da Educação, um momento especial de valorização da cultura junina e integração entre estudantes, profissionais da educação e a comunidade.

A programação teve início com um desfile saindo da Escola Municipal José Pires com destino à Praça de Eventos, onde aconteceram as apresentações das quadrilhas das escolas municipais e estadual.

Com muita animação, música e tradição, os estudantes encantaram o público com apresentações que destacaram o talento, a criatividade e a importância das manifestações culturais do período junino.

O evento reforça o incentivo à cultura, à educação e à preservação das tradições que fazem parte da história de Macajuba.









Fonte: Ascom


Brasil teve 120 mil mortes associadas a ondas de calor em 20 anos

 


Pesquisa aponta maior risco para idosos e população vulnerável

 © Paulo Pinto/Agência Brasil


Um estudo lançado nesta quarta-feira (17) estima que aproximadamente 120 mil mortes no Brasil entre 2000 e 2019 estiveram associadas às ondas de calor. Isso equivale a 0,6% da mortalidade total registrada no período, excluindo os óbitos por causas externas (acidentes e violências).

Também houve aumento do risco de internações por doenças respiratórias, renais e gastrointestinais durante períodos de temperaturas extremas. 

O estudo Saúde e ondas de calor no Brasil: evidências sobre mortalidade, morbidade hospitalar e implicações para o SUS foi elaborado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

A coordenação técnica dos projetos é do Ciência&Clima, cooperação técnica entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), e do ProAdapta, parceria entre o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Brasil (MMA) e o Ministério Federal do Meio Ambiente, Ação Climática, Conservação da Natureza e Segurança Nuclear (BMUKN) da Alemanha.

Os dados abrangem 5.566 municípios brasileiros, quase a totalidade. Apenas quatro foram excluídos por incompatibilidades técnicas e administrativas, segundo os pesquisadores: Itaparica (BA), Madre de Deus (BA), Fernando de Noronha (PE) e Bombinhas (SC).

As análises indicam associação consistente entre a exposição ao calor extremo e o aumento da mortalidade, especialmente entre idosos, pessoas com doenças respiratórias, mulheres e indivíduos com menor escolaridade.

A pesquisadora da Fiocruz Beatriz Oliveira destaca a relevância do estudo pela capacidade de fazer um diagnóstico mais abrangente do país.

“A inovação deste estudo está em integrar, em escala nacional, a caracterização das ondas de calor considerando frequência, intensidade e duração com uma análise detalhada de seus impactos sobre internações hospitalares e mortalidade”, explica a pesquisadora.

“Percebemos que os efeitos são observados em todo o território. Quando a gente olha para os resultados, consegue ter uma dimensão melhor do problema e orientar políticas públicas mais eficazes”, complementa.

O pesquisador da UFBA Ismael Silveira diz que os resultados alertam para a seriedade do problema.

“Uma importante implicação é o reconhecimento das ondas de calor como um risco importante para a saúde pública. Com isso, podemos chamar atenção para planos de contingência específicos, além de fortalecer a capacidade tanto de antecipação quanto de resposta do SUS”, diz.


Na população com mais de 60 anos, o levantamento identificou elevada sensibilidade para doenças respiratórias, renais e metabólicas. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Internações

De acordo com o estudo, as ondas de calor aumentam de forma consistente o risco de internações por doenças respiratórias, especialmente pneumonia, e por enfermidades geniturinárias, como insuficiência renal, em praticamente todas as regiões do país.

Entre crianças com menos de 10 anos, as gastroenterites apareceram como a causa de internação mais fortemente associada aos episódios de calor extremo. Segundo os pesquisadores, contribuem para esse cenário a maior vulnerabilidade à desidratação e alterações ambientais que afetam a qualidade da água e a conservação de alimentos.

Na população com mais de 60 anos, o levantamento identificou elevada sensibilidade para doenças respiratórias, renais e metabólicas, incluindo diabetes. O estudo também sugere que eventos cardiovasculares durante ondas de calor podem evoluir rapidamente para quadros graves, com possibilidade de morte antes da hospitalização.

Para o supervisor de Impactos, Vulnerabilidades e Adaptação do projeto Ciência&Clima, Sávio Raeder, os resultados evidenciam desigualdades sociais nos efeitos do calor extremo.

“Na morbidade hospitalar, exploramos diferentes desfechos de saúde, um tema ainda pouco estudado no país. Na mortalidade, identificamos um gradiente social de risco, com maior aumento percentual do risco de morte entre pessoas com menor escolaridade. Esses resultados reforçam a necessidade de direcionar ações de adaptação e proteção aos grupos mais vulneráveis”, disse Raeder.


Calor mais frequente

Segundo a pesquisa, a maioria dos municípios brasileiros registrou aumento na frequência e na intensidade das ondas de calor entre 2000 e 2019. Os eventos mais frequentes e duradouros ocorreram nas regiões Norte e Centro-Oeste, enquanto os episódios com maior intensidade em relação às médias históricas foram observados no Sul e no Sudeste.

Os autores defendem o fortalecimento de sistemas de monitoramento e alerta antecipado para ondas de calor, além da incorporação de informações climáticas às ações de vigilância epidemiológica e ambiental do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o diretor de Meio Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e integrante do projeto ProAdapta, Maurício Guerra, os resultados demonstram que o calor extremo já produz impactos relevantes sobre a saúde da população brasileira.

“A pesquisa traz uma mensagem inequívoca: o calor extremo já está custando vidas no Brasil. Os mais de 120 mil óbitos associados às ondas de calor revelam que a adaptação à mudança do clima precisa avançar com urgência, ampliando a construção de cidades verdes e resilientes”, disse Guerra.


Fonte: Agência Brasil 

O Brasil ganha a Copa? Simulador criado pela USP aponta 8% de chances

 


Simulador interativo criado pela USP em parceria com outras universidades públicas estimam probabilidade de resultado de jogos da Copa



Foto: Rafael Ribeiro / CBF


Quais são as chances estatísticas do Brasil vencer a Copa do Mundo de 2026? Segundo o novo simulador desenvolvido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal da Bahia (UFBA) em parceria com outras instituições, a probabilidade é de 8,3%.

A plataforma interativa Previsão Esportiva foi criada na Copa do Mundo de 2010, mas agora é a primeira vez que ela abre o algoritmo de simulação ao público, permitindo que ele interaja com os dados, modifique seleções e critérios de cálculo e acompanhe em tempo real como as probabilidades são afetadas.

Os interessados podem encontrar no site a probabilidade de cada seleção avançar de fase e conquistar o título final, segundo os modelos estatísticos do projeto, com base em duas metodologias diferentes. A Previsão Esportiva aponta que a seleção da Espanha tem maior chance de ganhar, com 15,9%, seguida pela França, com 14,8% e a Inglaterra, com 10,3%.

O Brasil aparece entre os cinco primeiros com maior probabilidade de ser campeão do torneio mundial, na frente da última vencedora da Copa do Mundo de 2022, a Argentina, que teve 8,2% de probabilidade de vencer segundo as estimativas do projeto.

Segundo os idealizadores, cada seleção recebe um índice de força e, a partir dele, é simulado um torneio inteiro, com a fase de grupos, mata-mata e finais, com modelo de gol. A Previsão Esportiva rodou a Copa do Mundo de 2026 um milhão de vezes às vésperas da estreia, no dia 11 de junho.

A plataforma também mostra a probabilidade dos resultados dos confrontos separados por data e por grupo. Por exemplo, para os jogos na data de hoje, quarta-feira (12/6), as estatísticas indicam que Portugal deve ganhar da República Democrática do Congo, com 63,1% de chances de vitória contra 14,3% do país africano. Também é possível fazer bolões com a ferramenta.

A Previsão Esportiva é uma iniciativa de pesquisa e divulgação científica de análise probabilística de futebol, reunindo, além da USP e UFBA, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Neoma Business School.

Para um dos idealizadores do projeto e professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP de São Carlos, Francisco Louzada Neto, a plataforma é um laboratório vivo. O grande sucesso, segundo ele, não é apenas estimar quem levanta a taça, mas também democratizar o acesso à ciência.

“Ver que hoje conseguimos abrir nosso algoritmo para que qualquer torcedor possa ‘pilotar’ as simulações no site é a prova de que estamos cumprindo nossa missão: mostrar que a estatística e a ciência de dados não são apenas uma ‘caixa-preta’, mas ferramentas importantes para entender o mundo (no nosso caso, do futebol) com muito mais clareza, e que os números também têm paixão”, disse.

Métodos utilizados no projeto

Segundo os pesquisadores, são dois modelos utilizados no projeto. O modelo bayesiano combina indicadores objetivos — como a pontuação no ranking Fifa — com subjetivos, baseados em palpites e estimativas de especialistas sobre placares de jogos.

Já o outro, o modelo de força, calcula o potencial de cada seleção exclusivamente com base em indicadores objetivos, como o ranking Fifa, o ranking Elo, o desempenho recente de cada time e o histórico de jogos na Copa do Mundo.

E o Brasil?

Segundo as estimativas da plataforma dos pesquisadores, o Brasil tem poucas chances de não se classificar, com apenas 4,6%. Nas Copas simuladas, a seleção caiu em 32% das vezes nos 16-avos. A porcentagem de que chegue às oitavas de finais é de 63,6% e, nas quartas, 41,7%.

Os dados também calcularam os possíveis adversários do país em algumas das fases. Nos 16-avos, a Holanda aparece como a mais possível, com 31% de probabilidade. Na fase final, Espanha e França aparecem como as principais adversárias.

Fonte: Metrópoles


"Bloco Eita Maravilha A Pipoca dos Amigos" agita Macajuba nesta sexta-feira (19) de junho:Confira as atrações

 





A contagem regressiva já começou para mais uma edição do Eita Maravilha em Macajuba. O tradicional "Encontro da União - A Pipoca dos Amigos" acontece nesta sexta-feira dia 19 de junho, a partir das 16h, na avenida.

Terá apresentações musicais de DJ Otten e Cochise Soares prometendo momentos de emoção,alegria e muita folia, já entrando no clima do São João.


"🎉🍿 SEXTOU COM O EITA MARAVILHA! 🍿🎉

A contagem regressiva já começou!

🤝 Nosso encontro da união 💚 A Pipoca dos Amigos

📅 Dia 19 de junho ⏰ A partir das 16 horas 📍 Na avenida, em Macajuba - Bahia

Prepare o coração para viver momentos inesquecíveis, com muita emoção, muita alegria, muito amor e uma tradição de muita folia no melhor São João da Bahia!

🌽🎶 São João de Macajuba 2026

💛 Há 4 anos construindo uma história de amizade, união e alegria ao lado de amigos que fazem o Eita Maravilha crescer a cada edição.

🔥 Se você não for, só você não vai!

A gente se encontra na avenida para fazer mais uma página dessa linda história."









Maria Bethânia completa 80 anos: relembre a carreira da artista baiana

 


Voz de clássicos como "Reconvexo" e "As canções que você fez pra mim" é a mais nova octogenária da MPB


Maria Bethania completa 80 anos nesta quinta-feira • Thereza Eugênia


A cantora Maria Bethânia, nascida em 17 de junho de 1946 como Maria Bethânia Viana Teles Veloso, começou a frequentar o meio artístico ainda na adolescência, ao lado do irmão Caetano. Natural de Santo Amaro da Purificação, na Bahia, a cantora é dona de uma voz inconfundível e acumula mais de 60 anos de palco. Nesta quinta-feira (17), a voz de clássicos como "Reconvexo" e "As canções que você fez pra mim" completa 80 anos.

Em 1960, mudou-se para Salvador para estudar e, nos anos seguintes, estreou como cantora na peça "Boca de Ouro" de Nelson Rodrigues. Em 1964, participou do show “Nós, Por Exemplo”, ao lado de Caetano, Gal Costa, Gilberto Gil e Tom Zé, na inauguração do Teatro Vila Velha, na capital baiana. O dia 13 de janeiro de 1965 marcou o início oficial de sua consagrada carreira, ao se apresentar no show “Opinião”, no Rio de Janeiro, a convite da cantora Nara Leão.

Caetano Veloso reage ao ouvir nome de Virginia: "Não sei quem é"

Desde então, Bethânia gravou mais de 30 álbuns de estúdio na carreira, com destaque para "Maria Bethânia" (1969), "Pássaro da Manhã" (1977), "Álibi" (1978), "Mel" (1979), "Talismã" (1980), “Alteza” (1981), "A Beira e o Mar" (1984), "Memórias da Pele" (1989) e "Ciclo" (1983), produzido de forma independente e considerado por muitos a obra mais pessoal da artista.

A cantora também ficou conhecida como uma das integrantes da banda hippie "Doces Bárbaros", ao lado de Caetano, seu irmão, e os amigos Gal Costa e Gilberto Gil. Juntos, o quarteto decidiu pausar temporariamente suas carreiras solo e criar uma banda real, com roupas, estética hippie e repertório inédito, em vez de cantar apenas sucessos antigos. O grupo se apresentou durante a Ditadura Militar no Brasil, e a atitude provocativa, combinada a discursos de liberdade, foi alvo de censura pelos militares à época.


Cantora foi o primeiro nome da MBP a receber um Grammy


No início de 2026, Bethânia se tornou a primeira artista de Música Popular Brasileira a ser premiada com um Grammy. Ela venceu na categoria Melhor Álbum de Música Global, ao lado de seu irmão, Caetano Veloso, pelo disco "Caetano e Bethânia Ao Vivo". Ela também concorreu a Melhor Álbum de Música Global, ao lado de nomes como o indiano Siddhant Bhatia, com o disco "Sounds Of Kumbha"; o nigeriano Burna Boy, por "No Sign of Weakness".

Na história, apenas três mulheres brasileiras foram agraciadas pela Academia Nacional de Artes e Ciências de Gravação dos Estados Unidos antes de Maria Bethânia. Astrud Gilberto venceu Gravação do Ano por "The Girl from Ipanema", ao lado de Stan Getz; Luciana Souza é associada ao disco vencedor de Álbum do Ano de 2008, "River: The Joni Letters", de Herbie Hancock; a pianista brasileira Eliane Elias venceu duas vezes na categoria Melhor Álbum de Jazz Latino.


Artista celebrou 60 anos de carreira em turnê

A turnê "Maria Bethânia: 60 anos de carreira" incluiu no repertório canções inéditas, entre elas, uma música escrita por Rita Lee. O setlist também incluiu canções de compositores com quem já trabalhou, como Chico César, Xande de Pilares e Paulinho Pinheiro, além do irmão Caetano.

Os shows passaram pelo Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, mobilizando milhares de fãs que celebraram a carreira sexagenária da cantora. Em atmosfera exotérica, ela incluiu também declamações de textos de autores brasileiros como Clarice Lispector e Davi Kopenawa.


Fonte: CNN Brasil 

Após câncer de pâncreas e recidiva, paciente com 5% de chance de cura chega a 8 anos sem doença detectável

 


Diagnosticado com adenocarcinoma de pâncreas aos 42 anos, Edgard de Luna enfrentou cirurgia, quimioterapia e uma recidiva —e sobreviveu. O caso dele é raro o suficiente para estar sendo estudado pela medicina.

No domingo de manhã em que Edgard de Luna esperava a alta, uma oncologista entrou na sala dizendo que tinha resultados para discutir. Ele havia passado o fim de semana internado no Hospital São Camilo, na Pompeia, em São Paulo, fazendo exames que ninguém havia explicado direito. Achava que ia para casa. Estava sozinho.

A médica despejou tudo de uma vez —câncer de pâncreas, prognóstico, próximos passos. Edgard ouviu sem conseguir assimilar. Quando ela saiu, pegou o celular e digitou no Google. A primeira coisa que apareceu: cinco meses de vida.

Ele tinha 42 anos, duas filhas pequenas e nenhum histórico de doença grave. Não havia nenhum sinal que justificasse aquele domingo.

Edgard, paciente curado do câncer de pâncreas — Foto: Arquivo Pessoal


Hoje, oito anos depois, não tem doença detectável. O caso está sendo documentado para publicação científica e apresentado em congressos médicos como algo que a medicina ainda não sabe explicar completamente.

Edgard, a esposa e as filhas — Foto: Arquivo Pessoal


Uma dor que ninguém sabia nomear

Tudo havia começado meses antes, com um incômodo no estômago. Pronto-atendimento: remédio para verme. Não melhorou. Gastroenterologista: gastrite, H. pylori, antibióticos. Continuou. Outro gastro: troca de medicação. Persistiu.

Quando a dor migrou para o meio das costas, um novo diagnóstico: contração muscular, provavelmente das aulas de capoeira que havia retomado na academia. Mais remédios. Duas horas em observação. Alta.


Mais uma semana. A dor piorou.


Edgard e a esposa, Andreia — Foto: Arquivo Pessoal


Em uma quinta-feira, a esposa Andreia tinha um aniversário de família. Combinaram: amanhã a gente vai ao hospital. Na sexta, a médica que o atendeu tomou uma decisão diferente de todos os outros: "Você está vindo com esses sintomas há quase três meses. Não é normal", ele conta ter ouvido. Pediu tomografia com contraste. Quatro horas depois, voltou com um cirurgião ao lado. Tinha aparecido uma mancha. Queriam interná-lo naquele momento.

O que Edgard não sabia (e só entenderia mais tarde) era que a dor nas costas havia sido, paradoxalmente, sua sorte. O tumor estava encostado na artéria mesentérica. A médica explicou que foi essa pressão que causou o sintoma. E foi o que levou ao diagnóstico antes do estágio IV, quando já não há quase nada a fazer.

O adenocarcinoma de pâncreas é considerado pela maioria dos especialistas o câncer de pior prognóstico entre os mais estudados. O pâncreas fica escondido no fundo do abdômen, sem estruturas que produzam sintomas precoces.

Quando a dor aparece, o tumor costuma já estar avançado —frequentemente inoperável, muitas vezes disseminado. A taxa de sobrevida em cinco anos, mesmo nos casos diagnosticados cedo e operados com sucesso, fica entre 30% e 50%. Nos casos avançados, cai para um dígito.

O tumor de Edgard era o que a medicina chama de borderline para ressecabilidade: não claramente operável, mas não definitivamente inoperável. Estava na cabeça do pâncreas, perigosamente próximo de uma artéria. Operar de imediato era arriscado demais.

Doze sessões antes da faca

A estratégia escolhida foi a quimioterapia neoadjuvante —uma abordagem que tenta reduzir o tumor antes de tentar a cirurgia. A cada 15 dias, Edgard chegava à clínica na segunda-feira de manhã, ficava até as cinco da tarde recebendo a medicação, saía com uma bolsinha que continuava infundindo o quimioterápico por 48 horas e voltava na quarta para retirá-la. Às terças e quintas, trabalhava.

Nas primeiras sessões, Edgard saía da clínica acelerado, efeito contraintuitivo que ele mesmo achava engraçado, porque parecia que a quimioterapia o energizava em vez de derrubá-lo. Nas últimas, já não era mais assim.

O cansaço acumulado foi derrubando o ritmo até que, perto da décima sessão, ele levantou da cama de manhã para tomar banho e caiu para trás. O labirinto havia cedido. Ficou quase uma hora no chão antes de conseguir se levantar. Foi o único momento em que parou de trabalhar.

Foram 12 sessões no total. Os exames mostraram redução tumoral suficiente. O cirurgião considerou que era hora. Mas entrou no centro cirúrgico com uma ressalva que disse à família sem rodeios: "pode ser que eu abra e consiga tirar, pode ser que não. Se não conseguir, acionamos os cuidados paliativos."

"Desde o início eles nos falavam em 5% de chance de sobreviver", lembra Edgard.

A cirurgia durou nove horas. Quatro cirurgiões na sala. O procedimento foi uma pancreatoduodenectomia —remoção do pâncreas e da alça de intestino delgado adjacente, um dos mais complexos da cirurgia abdominal. Quando o médico saiu da sala, Andreia conta que ele parecia prestes a erguer um troféu. "Tirei tudo. Deu tudo certo."

Edgard passou o Natal, o aniversário e o Réveillon internado. Em janeiro, foi para casa.

A recidiva

Um mês depois da cirurgia, o marcador tumoral CA 19-9 continuava elevado. O cirurgião atribuiu à inflamação pós-operatória. A oncologista não se conformou. Pediu mais um mês. Continuou alto. Pediu um PET scan.

Apareceu uma lesão. Pequena —entre 1,2 e 1,3 centímetros— numa região próxima ao local da cirurgia, possivelmente num linfonodo ou uma recidiva no próprio pâncreas. Os médicos não souberam identificar.

Fazer quimioterapia convencional estava descartado: o organismo de Edgard precisava de tempo, a cirurgia era recente demais. Jamile Almeida, a oncologista responsável pelo caso, conta ao g1 que apresentou aos colegas e ao próprio paciente duas opções:

•a primeira era a radiocirurgia —radioterapia de alta precisão direcionada àquele ponto específico, uma abordagem mais consolidada para esse tipo de situação.

•A segunda era pouco usual para o contexto do pâncreas: ablação por radiofrequência, com alguns dados de estudos japoneses em metástases hepáticas, mas pouco usada ali.

"A nossa expectativa era controlar a recidiva por um tempo", admite a oncologista. "A gente não tinha expectativa nenhuma de que a lesão sumisse. Se a ablação não desse certo, ainda tínhamos a radiocirurgia. Depois, a quimioterapia. Havia um plano B e um plano C."

Edgard topou a ablação.

Uma agulha que treme

O caso chegou a Ricardo Freitas, professor colaborador do Departamento de Radiologia e Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e radiologista intervencionista. Freitas avaliou as imagens e concluiu que a lesão era tecnicamente tratável.

A ablação térmica funciona assim: uma agulha fina é guiada por tomografia computadorizada em tempo real até o alvo. A ponta do eletrodo vibra em altíssima frequência, gerando calor localizado. Esse calor coagula as proteínas do tecido ao redor, matando as células. O tumor não é retirado —ele é desvitalizado.

Em casos bem-sucedidos, o tecido morre e é gradualmente absorvido pelo organismo, deixando apenas uma cicatriz.

“Não é cirurgia", diz Jamile. "O tumor não é retirado, ele é desvitalizado no local. Posso matar aquele tecido, mas não o removo. E pode dar certo, o tumor ficar controlado. Ou não."

"É um tratamento de uso ainda limitado, tanto pelo acesso à tecnologia quanto pelo pequeno número de pacientes que realmente podem se beneficiar. Além disso, ainda faltam informações mais robustas para identificar com precisão quais são os melhores candidatos ao procedimento.”

Freitas chegou ao nódulo de Edgard pela tomografia, confirmou a lesão com biópsia e, com o mesmo instrumento, aplicou o tratamento. A dor foi mais intensa do que o esperado —Edgard precisou de morfina e ficou internado. No dia seguinte, o médico voltou ao quarto com as notícias: havia conseguido queimar o tecido doente por todos os lados.

Nos meses seguintes, os exames não mostraram recidiva. Nos anos seguintes, também não. Hoje, cerca de oito anos após a ablação, Edgard não tem doença visível detectável.

"O tumor sumiu. Ficou só a cicatriz do procedimento", diz Jamile. "Isso é caso anedótico. Não é comum acontecer assim."

Por que não é uma receita

Tanto a oncologista quanto o radiologista são precisos ao calibrar o que o caso de Edgard significa. A ablação não é indicada para qualquer tumor, em qualquer localização, em qualquer estágio. Jamile elenca três critérios que precisam ser avaliados em conjunto:

1.a acessibilidade da lesão —se está próxima de grandes vasos, o risco de romper a estrutura ao aquecê-la é real;

2.o tipo e subtipo molecular do tumor;

3.e o status da doença, se está confinada àquele ponto ou já circula em outros locais.

A grande maioria dos pacientes, segundo ela, não será candidata ao procedimento.

A técnica acumula evidências principalmente em metástases hepáticas e em tumores de outros órgãos. Para o câncer de pâncreas especificamente, os dados ainda são limitados: uma revisão publicada em janeiro de 2026 no World Journal of Gastrointestinal Oncology mapeou os principais estudos disponíveis e concluiu que, embora os resultados sejam promissores —especialmente quando a ablação é combinada com quimioterapia—, a ausência de ensaios clínicos randomizados em larga escala impede que o procedimento seja considerado tratamento padrão.

Freitas acrescenta outra camada. Na oncologia, tumores do mesmo tipo podem ter comportamentos muito distintos —e o câncer de pâncreas também tem seu espectro, com formas mais e menos agressivas.

O tumor de Edgard, quando recidivou, o fez com uma lesão única, em lugar acessível, encontrada precocemente por disciplina nos exames de controle. Houve ainda a circunstância de a equipe que o acompanhava conhecer e praticar o procedimento. Retirar qualquer um desses fatores, e o desfecho poderia ter sido outro.

Há o que a medicina não consegue responder. Jamile não tem nenhuma alteração molecular específica do tumor que explique por que deu certo. Na época do tratamento, a avaliação molecular disponível era limitada. Hoje haveria mais recursos —mas Edgard não tem mais tumor para testar.

O caso está sendo documentado por Freitas para publicação científica.




Edgard, paciente com câncer de pâncreas — Foto: Arquivo Pessoal


Depois

Hoje, Edgard de Luna tem 50 anos. Faz acompanhamento regular. Toma uma enzima digestiva para o pâncreas —embora sua médica já tenha sugerido que talvez nem precise mais. Ficou com uma neuropatia leve nas extremidades, sequela reconhecida da quimioterapia, mas sem restrições alimentares e sem limitações funcionais.

Recentemente viajou com Andreia a Portugal para cumprir uma promessa feita em Fátima durante o tratamento.

Perguntado sobre o que mudou, detalha:

"Os problemas ficam pequenos. Um erro na gráfica, o pessoal nervoso… Para mim, isso não tem tamanho. Chega a ser engraçado."

Fonte: G1 Globo 


São João de Macajuba 2026 terá noite de grandes atrações nesta sexta-feira (19)

 



A programação do São João de Macajuba 2026 segue com muita música, tradição e animação nesta sexta-feira (19/06). A festa contará com apresentações de grandes atrações no palco principal, reunindo moradores e visitantes para celebrar o período junino.

A noite começa às 21h, com o show de Tem Que Ter Xodó. Em seguida, às 01h, será a vez de Edson Gomes subir ao palco, trazendo seus grandes sucessos. Encerrando a programação, às 03h, a banda Meu Canários promete animar o público.

Além da programação musical, o público também poderá acompanhar a transmissão do jogo Brasil x Haiti no telão durante o evento.

Para facilitar o acesso dos moradores, a organização informa que haverá transporte disponível para todas as localidades a partir das 20h.

O São João de Macajuba 2026 é uma realização da Prefeitura de Macajuba, com apoio do Governo do Estado da Bahia e do Governo Federal. 🌽🔥




Fonte: ASCOM

Prefeitura de Macajuba reforça proibição de garrafas de vidro durante o São João 2026

 


Com o objetivo de garantir a segurança e o bem-estar de todos os participantes do São João 2026, a Prefeitura de Macajuba informa que não será permitida a entrada de garrafas de vidro no espaço do evento.

A medida busca prevenir acidentes e proporcionar uma festa mais segura para moradores e visitantes. A organização orienta que o público utilize copos plásticos ou garrafas reutilizáveis durante os festejos.

Haverá fiscalização nos acessos ao evento, e materiais considerados de risco serão recolhidos.

A Prefeitura reforça o pedido de colaboração de todos para que o São João de Macajuba seja celebrado com muita alegria, respeito e segurança. 🎉🌽



Fonte: Ascom


"Manto sagrado": Conheça história e retrospecto da camisa azul do Brasil



Uniforme número dois será usado pela Seleção no segundo confronto da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, nesta sexta-feira (17/6), às 22h, contra o Haiti


Raphinha (direita) e Fabinho (esquerda) comemoram com Endrick (centro) gol marcado pelo atacante de 19 anos do Real Madrid no amistoso contra Egito, vencido por 2 x 1, no dia 6 de junho de 2026 - (crédito: Rafael Ribeiro / CBF)


Eleita como uniforme de jogo para o confronto contra o Haiti, às 22h desta sexta-feira (19/6), pela segunda rodada da fase de grupos da Copa de 2026, a camisa azul da Seleção Brasileira vai muito além do tão comentado modelo produzido pela marca americana Jordan, em meio à mais recente tentativa pelo hexacampeonato mundial. A CazéTV (YouTube), a TV Globo (TV aberta) e o Globoplay (streaming) transmitem a partida. 

Apesar de ser presença carimbada da Canarinho em Copas do Mundo, a camiseta azul nem sempre esteve presente nos corpos dos atletas brasileiros. A primeira apariação da blusa aconteceu em um dia especial para o futebol nacional. No dia 29 de junho de 1958, a Seleção pisava no gramado do Estádio Råsunda, em Solna, na Suécia, para disputar a final daquela edição do Mundial. Ali, fez a estreia do visual em azul. 

A escolha, na verdade, não havia sido planejada. Inicialmente, o plano era vestir a costumeira Amarelinha. No entanto, os suecos, donos da casa e adversários na final, também jogavam de amarelo. Por isso, a Fifa realizou um sorteio para definir quem usaria o uniforme principal. Como conclusão, ficou decidido que a preferência seria da anfitriã.

A definição gerou preocupação. Afinal, o Brasil precisaria jogar com a camisa reserva, de cor branca. O uniforme em questão era visto como "amaldiçoado". Oito anos antes, a Canarinho foi derrotada pelo Uruguai na final do primeiro Mundial realizado em território nacional. O famoso episódio ficou conhecido como 'Maracanazo', por causa do local do confronto, o Maracanã. 

Foi então que Paulo Machado de Carvalho, o então chefe de delegação da seleção, teve a ideia que levou à mudança. Incomodado com o abatimento do plantel por ter de usar branco, se recolheu para fazer uma oração. No local escolhido, se deparou com uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil desde 1930, envolta no manto azul. Foi daí que veio a inspiração. 



Camisa azul foi utilizada pela Seleção Brasileira pela primeira vez na história na final da Copa de 1958, na Suécia, vencida por 5 x 2 pelo Brasil diante dos donos da casa (foto: Reprodução / Diocese de Juína)


A delegação brasileira foi às ruas de Estocolmo para buscar a solução. Em uma loja, um kit com 22 camisetas azuis foi adquirido. Depois de bordados escudo da CBD (atual CBF) e respectivos números às costas, os uniformes foram a campo.

No primeiro embate, vitória por 5 x 2 diante da Suécia, e consagração do elenco liderado pelo então jovem Pelé, de apenas 17 anos, responsável pela primeira das cinco taças de Copa do Mundo da Seleção. Daí surgiu a expressão "manto sagrado". Desde então, é usado como o uniforme reserva da pentacampeã mundial. 

Retrospecto com traje azul em Copas é fator determinante

Entre todos os uniformes da Seleção Brasileira utilizados em Copas do Mundo (amarelo, azul e branco), o de cor azul é o dono do melhor aproveitamento em Mundiais. Ao todo, são 15 jogos com a camisa sagrada. Destes, o Brasil saiu vitorioso 11 vezes. Além disso, empatou um, e perdeu os outros três compromissos. Ou seja, aproveitamento de 75,56%.

O montante é superior ao acumulado com as camisas amarela (84 jogos, com 56 triunfos, 17 empates e 11 derrotas, e 66,7% de aproveitamento) e branca (11 jogos, com seis vitórias, dois empates e três derrotas, e 54,5% de aproveitamento). 

Sob o comando de Carlo Ancelotti, a Canarinho tentará subir ao posto mais alto do Mundial de seleções pela primeira vez desde 2002 com novidades. Na América do Norte, vestirá uniforme fornecido pela Jordan, marca americana filiada à Nike. O traje, portador de um conjunto de cores com predomínio do azul escuro, é inspirado na fauna brasileira, mas, mais precisamente, no Sapo-flecha (ou sapo-dardo), anfíbio venenoso. 

Além disso, esta será a primeira vez da Seleção em uma Copa com cores no uniforme que não estão presentes na bandeira nacional. Apesar das camisas e shorts serem azuis, os meiões serão pretos, algo inédito. Com exceção da Copa de 1958, o Brasil foi campeão mundial, em todas as outras quatro oportunidades, com camisa amarela, calção azul, e meiões brancos. 

Fonte: Correio Braziliense 

Homem acusado de matar cantor de arrocha na Bahia é condenado a 15 anos de prisão

 


Crime ocorreu na cidade de Itabela, em 2025. Vítima foi identificada como Josemar Xavier Pereira, de 38 anos.

O homem acusado de assassinar o cantor de arrocha Josemar Xavier Pereira, em abril de 2025, foi condenado a 15 anos de prisão em regime fechado nesta quarta-feira (17). Paulo César Santos passou por julgamento no Fórum da Comarca de Itabela, no extremo sul da Bahia, onde o crime aconteceu.

Conforme informações apuradas pela TV Santa Cruz, afiliada da TV Bahia na região, o julgamento iniciou às 9h e foi encerrado por volta das 19h. Ao g1, o advogado de defesa do réu, Rafael Rosa, informou que irá recorrer da decisão, bem como da pena aplicada pela Justiça.

O assassinato do cantor de 38 anos, conhecido na região como Jô Xavier, ocorreu no dia 27 de abril do ano passado, no bairro Bandeirantes. Conforme relato de testemunhas, a vítima e o suspeito, que atuava como guarda municipal, se envolveram em uma discussão.

Investigações apontam que o desentendimento entre os dois estava relacionado à ex-companheira do suspeito, que namorava com a vítima na época. Durante a discussão, Paulo César teria atirado contra o cantor. Ele fugiu do local após o crime e foi considerado foragido por quase um mês, até ser preso no Espírito Santo.

Paulo César Santos foi condenado pelo assassinato do cantor de arrocha na Bahia em abril de 2025. — Foto: Reprodução/TV Gazeta


A morte de Jô Xavier causou comoção em Itabela, onde ele era conhecido por realizar apresentações em estabelecimentos locais.

À época, a prefeitura da cidade chegou a lamentar o assassinato, destacando que o caso não comprometia a Guarda Municipal. Paulo César Santos trabalhou na instituição por 16 anos e teve a atuação suspensa após o caso.


Josemar Xavier Pereira foi morto a tiros durante uma discussão. — Foto: Reprodução/Redes Sociais


Cantor de arrocha é morto a tiros após discussão na Bahia — Foto: Reprodução/Redes Sociais


Fonte: G1 Globo 


Açaí Nova Cruz

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