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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Deixa Comigo Macajuba reconhece gafes durante cobertura das eleições 2026 e informa correções

 O Deixa Comigo Macajuba reconhece publicamente algumas gafes cometidas durante a cobertura das Eleições 2026 e reforça o compromisso de corrigir as informações divulgadas de forma equivocada.

Um dos episódios ocorreu durante um comentário do comunicador Cristiano Silva, responsável pelo canal, sobre os chamados “pipocos” de motocicletas registrados durante o período eleitoral.

Outra informação divulgada de forma incorreta envolveu o candidato Jayme Vieira (MDB), apoiado pelo também emedebista Murilo Sampaio. Em uma publicação, o Deixa Comigo Macajuba informou que Jayme teria sido eleito. A informação teve como fonte o Aratur ON, mas posteriormente foi constatado que o candidato não conseguiu se eleger.

Também houve erro na quantidade de votos atribuída ao candidato Ditinho (União), apoiado por André Guerra e pelo ex-vereador Joelcio. Inicialmente, o Deixa Comigo Macajuba informou que ele teria recebido apenas 1 voto, quando, na realidade, Ditinho obteve 128 votos. Neste caso, a informação equivocada teve como fonte o Macajuba Acontece.

Novo erro nesta segunda-feira

Na manhã desta segunda-feira (5), durante uma informação sobre a chegada de uma nova ambulância do SAMU a Macajuba, o comunicador voltou a cometer uma gafe ao atribuir a autoria da indicação à vereadora Fabrizzia (PT).

A autora da indicação, conforme a correção posteriormente realizada, é a vereadora Vanessa da Saúde (PSD).

Direção reconhece e corrige

A direção do Deixa Comigo Macajuba informa que as gafes já foram corrigidas e pede compreensão aos leitores e ouvintes.

O veículo também reforça que, mesmo diante dos erros registrados durante a intensa cobertura eleitoral, continuará acompanhando os acontecimentos de Macajuba e buscando levar informação à população.

Errar faz parte do trabalho jornalístico, mas reconhecer, corrigir e esclarecer também faz parte do compromisso com o público.



Deixa Comigo Macajuba 15 anos — O Jornal do Povo Macajubense.

Voto em Flávio Bolsonaro é motivado por rejeição a Lula, diz especialista

 


Fundador do Instituto Idea analisa, ao CNN Novo Dia, cenário do segundo turno e aponta que antipetismo foi fator central na aglutinação de votos em Flávio Bolsonaro


Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva vão disputar o segundo turno das eleições • Divulgação


Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputarão o segundo turno das eleições presidenciais de 2026, após terem sido os dois candidatos mais votados no primeiro turno, realizado no último domingo (4), de acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Em entrevista ao CNN Novo Dia, o fundador do Instituto Idea, Maurício Moura, analisou os principais recados das urnas e traçou cenários para a segunda etapa da disputa. Segundo o especialista, os votos em Flávio foram motivados pela rejeição a Lula.


Eleição de oposição

Segundo Maurício Moura, o principal recado do primeiro turno foi o caráter oposicionista da eleição. "O eleitor que não aprova o governo se aglutinou principalmente na candidatura do Flávio Bolsonaro, até esvaziando as outras candidaturas na reta final", afirmou. Para ele, o antipetismo foi um fator determinante desde o início da corrida eleitoral.

Moura destacou que parte significativa dos votos destinados a Flávio Bolsonaro foi motivada não necessariamente por adesão ao candidato, mas pela rejeição ao governo. "Muitos eleitores até nem gostam do Flávio, mas era a melhor oportunidade para tirar o PT e ganhar do Lula", disse.

O fundador do Instituto Idea classificou esse movimento como "a maior antecipação do segundo turno no primeiro desde o de 89".


O fracasso da terceira via

A ausência de uma terceira via competitiva também foi analisada por Moura. Ele apontou dois fatores centrais: a ampla notoriedade dos nomes Lula e Bolsonaro em contraste com o desconhecimento dos demais candidatos, e a curta duração da campanha — de aproximadamente seis semanas.

"Numa campanha muito rápida, o eleitor acabou antecipando o segundo turno no primeiro", explicou. Nenhum dos candidatos que buscavam esse espaço conseguiu superar 3% dos votos, segundo os dados do TSE. Augusto Cury (Avante) obteve pouco mais de 3 milhões de votos, enquanto Renan Santos (Missão) alcançou pouco mais de 2 milhões.


Desafios para o segundo turno

Ao avaliar os erros e acertos das campanhas, Moura afirmou que o principal acerto de Flávio Bolsonaro foi se consolidar como o candidato mais bem posicionado da mudança.

No entanto, ponderou que a campanha do segundo turno precisará "endereçar melhor o que vai fazer na economia real", uma vez que se trata de "uma eleição de pessoas endividadas" e as propostas nessa área ainda são pouco conhecidas pelo eleitorado.

Já em relação ao campo do governo, Moura avaliou que a estratégia de comparar currículos e trajetórias não foi suficiente. "Eleição é, de alguma maneira, sobre futuro, sobre vender esperança", disse.

Para o segundo turno, ele indicou que a campanha de Lula terá um desafio duplo: disputar os votos dos candidatos eliminados e mobilizar eleitores com perfil favorável ao governo que não compareceram às urnas no primeiro turno — especialmente eleitores de baixa renda e baixa escolaridade, concentrados no Nordeste e no Sudeste do país.


Fonte: CNN Brasil 

Se liga nas 10 matérias mais lidas desta semana no Deixa Comigo Macajuba

 


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Tiririca troca São Paulo pelo Ceará e não é reeleito para a Câmara

 



Humorista teve 5.523 votos e perdeu cargo de deputado federal após quatro mandatos por São Paulo


Tiririca em votação na Câmara dos Deputados em 2016 • NILSON BASTIAN


Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca (PSD), não conseguiu se reeleger para a Câmara dos Deputados neste domingo (4), em sua primeira disputa pelo Ceará após quatro eleições consecutivas como deputado federal por São Paulo.

Nas eleições deste domingo (4), Tiririca obteve 5.523 votos e não conquistou votação suficiente para continuar na Casa Legislativa.

O desempenho eleitoral do humorista teve uma trajetória de queda desde sua eleição de estreia, em 2010. Naquele ano, ele recebeu 1,3 milhão de votos.

Em 2014, Tiririca foi reeleito com 1,01 milhão de votos, 336.970 a menos que nas eleições de 2010, e foi o segundo mais votado de São Paulo. Em 2018, foi eleito para um terceiro mandato com 453.855 votos, o quinto mais votado do estado.

Já em 2022, ficou na última posição entre os eleitos, com 71.754 votos. O resultado passado levou a uma troca de domicílio eleitoral: ele foi para o Ceará.

Com a derrota, Tiririca vai deixar a Câmara dos Deputados após o fim desta legislatura, que termina em 31 de janeiro de 2027.


Fonte: CNN Brasil 

PL terá maior bancada em início de legislatura no Senado desde 1988

 

Ton Molina/Agência Senado


O PL deverá ser o maior partido no Senado a partir do início de 2027, após eleger 19 senadores nas eleições deste domingo (4). A bancada do partido deverá ter 28 membros. A de nenhum outro partido deve chegar a um terço desse total: o PT, com 9 senadores, e o MDB, com 8, são as bancadas seguintes em número de integrantes.

Caso esse número se confirme em fevereiro, quando os novos senadores tomarem posse, isso também fará do PL a maior bancada partidária do Senado ao início de uma legislatura desde a promulgação da Constituição de 1988. O recorde anterior era de 1999, do MDB (então PMDB), que iniciou a legislatura com 27 senadores na sua bancada.

O cálculo das bancadas para o próximo ano considera que dois senadores com mandato até 2031 foram eleitos para os governos dos seus estados, deixando a cadeira para os suplentes:


  • Cleitinho (Republicanos-MG): o primeiro suplente é Alex Diniz (PL)
  • Sergio Moro (PL-PR): o primeiro suplente é Luís Felipe Cunha (União)


Além disso, há um senador que atualmente está sem partido: Romário (RJ).

Esses números são uma previsão, embasada nas atuais bancadas do Senado e nos resultados eleitorais deste domingo. Tanto os candidatos eleitos quanto os senadores que já têm mandato podem trocar de partido ou assumir ministérios antes do início da próxima legislatura, em fevereiro, o que alteraria os números projetados.

Outros acontecimentos podem afetar a projeção das bancadas para o ano que vem:



  • Senadores que concorrem a governador: Três dos atuais senadores com mais quatro anos de mandato disputam os governos de seus estados no segundo turno, no próximo dia 25. Se forem eleitos, os suplentes assumem o lugar no Senado. No caso de dois deles, essa substituição vai acarretar em alteração no panorama das bancadas: Alan Rick (Republicanos-AC), cujo primeiro suplente é Gemil Júnior (PSD); e Omar Aziz (PSD-AM), cuja primeira suplente é Cheila Moreira (PT). A senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) também disputa o segundo turno, mas sua primeira suplente, Professora Lu, é do mesmo partido.
  • Candidatura sub judice: Deltan Dallagnol (Novo), eleito no Paraná, foi declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2023 porque havia renunciado ao cargo de procurador da República enquanto respondia a processo disciplinar. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) confirmou a candidatura de Dellagnol, mas a acusação recorreu ao TSE. O ministro relator, Floriano de Azevedo, chegou a indeferir o registro de Dallagnol em decisão monocrática, no sábado (3), mas a decisão foi suspensa pelo presidente do tribunal, ministro Kassio Nunes Marques, até que o plenário do TSE analise o caso. Se a inelegibilidade for confirmada, será preciso promover uma nova eleição no respectivo estado para a vaga.
  • Suplentes em exercício temporário: Jussara Lima (PSD-PI) exerce o mandato no lugar de Wellington Dias (PT), que é ministro do Desenvolvimento e Assistência Social. Se Dias deixar o ministério e retornar ao Senado, a cadeira muda de bancada. Lourdinha Pereira (PSB-MA) exerce o mandato no lugar de Ana Paula Lobato (PSB), que está licenciada até novembro. Como elas são do mesmo partido, o retorno da senadora titular não vai alterar a composição das bancadas. Sargento Reginauro (PSDB-CE) exerce o mandato no lugar de Eduardo Girão (Novo), que foi candidato a vice-presidente. O mandato se encerra em janeiro e, portanto, não entra na projeção das bancadas a partir de 2027.


Comparação

A configuração de forças no Plenário do Senado se altera significativamente com esse resultado eleitoral. Na comparação com o início da legislatura, em 2023, e com o início deste ano, o “primeiro escalão” do Senado deixa de ser composto por um conjunto de bancadas de tamanhos próximos.

Apesar da maior concentração de senadores em um único partido, o Senado deverá ter mais bancadas no início do próximo ano do que tinha quando a legislatura atual começou: serão 13 em 2027, contra 12 em 2023.

O partido que mais perdeu cadeiras do Senado com as eleições de 2026 foi o PSD. A legenda tinha 15 senadores no início da legislatura atual e 13 no começo deste ano, e deverá contar com apenas 5 membros a partir de 2027.

PP e União compõem a federação União Progressista, registrada no TSE desde março deste ano. No Senado, porém, os dois partidos são contados como bancadas independentes.


Números dos eleitos


A marca de 19 novos senadores eleitos pelo PL também se destaca por ser a primeira vez sob a Constituição de 1988 que um partido elege tantos senadores num mesmo pleito. O recorde anterior era de 14, atingido pelo PMDB em 1994 e em 2010 e pelo extinto PFL em 2002.

Proporcionalmente, o PL elegeu 35,2% das 54 cadeiras do Senado em disputa neste ano. O resultado só é inferior aos 44,4% atingidos pelo PMDB em 1998, ano em que apenas 27 cadeiras estavam em jogo.

Além disso, o partido fez cinco “dobradinhas”, elegendo os dois senadores de um mesmo estado: Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia e Santa Catarina. No período pós-1988, o número máximo de “dobradinhas” que um partido havia conseguido fazer em uma mesma eleição era de três: o PFL fez em 1994 e também em 2002.

Dos 32 senadores que concorreram à reeleição em 2026, 14 tiveram sucesso. Dois senadores foram eleitos aos governos de seus estados já no primeiro turno

Doze candidatas mulheres foram eleitas, a maior marca da história. A bancada feminina deve ter 18 senadoras no início de 2027, a maior até hoje.

O resultado das urnas de 2026 revela um cenário partidário muito mais consolidado do que eleição de 2018, a última que renovou dois terços dos assentos do Senado. Naquela ocasião, nada menos do que 20 partidos elegeram ao menos um candidato. Desta vez, foram 13 partidos.

Das legendas que fizeram senadores em 2018, sete foram extintas desde então, participando de fusões ou incorporações com outros partidos:


  • DEM e PSL deram origem ao União Brasil
  • PSC e PHS foram incorporados pelo Podemos
  • O PROS foi incorporado pelo Solidariedade
  • O PTB fundiu-se ao Patriota para formar o PRD
  • O PRP havia sido incorporado ao Patriota antes da fusão

Outras três legendas mudaram sua identidade, e hoje disputam eleições com outros nomes:


  • PR: hoje PL
  • PPS: hoje Cidadania
  • PRB: hoje Republicanos


Fonte: Agência Senado

Ótica Cristal está com vaga de emprego em Macajuba

 



A Ótica Cristal em Macajuba está com vaga de emprego aberta para vendedor(a) de óculos. A oportunidade é destinada a pessoas comunicativas, que gostam de lidar com o público e têm interesse por moda e pelo segmento de ótica.

Os interessados devem enviar o currículo ou entrar em contato com a Ótica Cristal através do número 74 9991-3414 para obter mais informações.




Após “pipocos” de motos, Nova Cruz tem madrugada de paredões em alto volume durante comemoração eleitoral

 Moradores enviaram imagens de dois equipamentos de som em alto volume na praça do distrito; não há confirmação sobre autorização ou acionamento da polícia



Depois da movimentação envolvendo motocicletas, “pipocos” e descargas barulhentas, que chegou a contar com a presença da CIPE Chapada em Nova Cruz, o distrito voltou a registrar reclamações relacionadas ao som alto durante a madrugada desta segunda-feira (5).

Segundo imagens encaminhadas por internautas ao Deixa Comigo Macajuba, dois paredões estariam com o volume elevado na Praça de Nova Cruz, durante as comemorações relacionadas à vitória de candidatos apoiados pelo grupo político do prefeito Luciano de Noé, que também registrou votação expressiva no município.

Mais cedo, um internauta que é preposto da Prefeitura chegou a comentar sobre o horário de funcionamento do paredão, fazendo referência ao fato de que segunda-feira é dia de trabalho.

A manifestação chamou atenção justamente porque, enquanto parte da população comemorava os resultados das urnas, outros moradores poderiam estar tentando descansar para retomar suas atividades na manhã seguinte.

Houve autorização?

Até o fechamento desta matéria, não havia confirmação se a Polícia Militar foi acionada para atender à situação, nem informação oficial sobre eventual autorização da Prefeitura para a utilização dos paredões durante a madrugada.

O Deixa Comigo Macajuba também não afirma que os equipamentos estavam irregulares. A questão levantada é justamente a necessidade de esclarecer se havia autorização, qual era o horário permitido e quais regras de emissão sonora estavam sendo observadas.

O Ministério Público da Bahia destaca que a poluição sonora pode configurar perturbação do sossego e que a emissão de ruídos deve observar os limites legais aplicáveis.

A situação também chama atenção porque o distrito já havia sido alvo de reclamações recentes envolvendo barulho de motocicletas e “pipocos”, problema que chegou a mobilizar a CIPE Chapada.

O espaço fica aberto para que a Prefeitura de Macajuba, a Polícia Militar e os responsáveis pelos paredões esclareçam se houve autorização e quais medidas foram adotadas durante a madrugada.





Deixa Comigo Macajuba 15 anos — O Jornal do Povo Macajubense.

Eleições 2026: confira os deputados apoiados em Macajuba que foram eleitos

 A eleição deste domingo (4) confirmou a vitória de diversos candidatos a deputado que receberam apoio de diferentes grupos e lideranças políticas de Macajuba.

🏛️ Deputados federais eleitos

  • Daniel Alencar (PSD) — apoio do prefeito Luciano de Noé e grupo de vereadores aliados.
  • Afonso Florence (PT) — apoio da vereadora Fabrizzia.
  • Ditinho Avivip (União Brasil) — apoio de André Guerra e Joelson.
  • Adolfo Viana (PSDB) — apoio de Miguel Pamponet.
  • Claudio Cajado(PP)—apoio de Netinho Xodó e Allison Santana

🏛️ Deputados estaduais eleitos

  • Eduardo Alencar (PSD) — apoio do prefeito Luciano de Noé e vereadores aliados.
  • Pedro Tavares (União Brasil) — apoio de Miguel Pamponet.
  • Sandro Régis (União Brasil) — apoio de André Guerra e Joelson.
  • Neusa Cadore (PT) — apoio da vereadora Fabrizzia.
  • Carlinhos Sobral (MDB) — apoio do ex-prefeito Murilo.

Macajuba teve apoios distribuídos entre diferentes grupos

O resultado mostra que os apoios políticos em Macajuba estiveram distribuídos entre diferentes grupos e partidos. Daniel Alencar e Eduardo Alencar, por exemplo, tiveram participação em atos políticos realizados no município durante a campanha.

Na Bahia, Daniel Alencar foi confirmado entre os 39 deputados federais eleitos, enquanto a Assembleia Legislativa da Bahia terá 63 deputados estaduais na próxima legislatura.

A lista acima trata de apoios políticos registrados/divulgados em Macajuba, e não significa que os demais eleitos na Bahia não tenham recebido votos no município.



Deixa Comigo Macajuba 15 anos — O Jornal do Povo Macajubense.

domingo, 4 de outubro de 2026

Lista dos senadores eleitos na Bahia nas eleições 2026

Com 94,28% das urnas apuradas, já está definida a lista dos senadores eleitos na Bahia. Dois candidatos conquistaram vaga para o Senado Federal nas eleições 2026, de acordo com os dados do TSE. Confira abaixo os votos de cada candidato.

Rui Costa, PT — 4.041.989 votos
Jaques Wagner, PT — 3.710.694 votos

Resultado da eleição para senador na Bahia

Segundo o TSE, com 94,28% das urnas apuradas na Bahia, o total de votos válidos foi de 13.568.355 (79,64% do total). Foram registrados 1.166.389 votos brancos (6,85%) e 2.302.414 votos nulos (13,51%). O comparecimento alcançou 10.645.667 eleitores, o equivalente a 94,28% do eleitorado total do estado.



Fonte: Gazeta do Povo


Confira os deputados estaduais eleitos pela Bahia nas Eleições 2026



A Bahia definiu, neste domingo (4), os 63 deputados estaduais que irão compor a ALBA a partir de 2027. | Foto: Divulgação


Os eleitores da Bahia escolheram, neste domingo (4), os 63 deputados estaduais que vão compor a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) na próxima legislatura, a partir de fevereiro de 2027.


Segundo os dados da apuração divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ivana Bastos (PSD) aparece como a candidata mais votada, seguida por Diego Castro (PL) e Rowenna (PT). A apuração ainda estava em andamento nas fontes consultadas.


A eleição para deputado estadual ocorre pelo sistema proporcional. Isso significa que a distribuição das 63 cadeiras considera não apenas a votação individual dos candidatos, mas também o desempenho dos partidos e das federações.



Veja a lista dos deputados estaduais eleitos na Bahia




A relação abaixo reúne os nomes apontados como eleitos na apuração, de acordo com os dados divulgados até o momento:



Avante — 5 cadeiras




Tancredo Isidório

Léo de Neco

Vitor Azevedo

Silva Neto

João de Furão




Republicanos — 4 cadeiras




Dr. Thiago Gilleno

Angelo Coronel Filho

Jurailton Santos

José de Arimateia


PDT — 5 cadeiras


Luciano Ribeiro

Marcinho Oliveira

Neto Coelho

Cacau da Mata

Josafá Marinho


PSD — 9 cadeiras


Ivana Bastos

Denise Menezes

Alex da Piatã

Andrea Castro

Niltinho

Ricardo Rodrigues

Cláudia Oliveira

Eduardo Alencar

Ludmilla Fiscina

MDB — 2 cadeiras



Rogério Andrade

Carlinhos Sobral


PL — 7 cadeiras


Diego Castro

Cinthya Marabá

Samuel Júnior

Igor Rodriguez

Jânio Natal Júnior

Paulo Câmara

Soldado Prisco



Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) — 20 cadeiras



Rowenna Brito (PT)

Rosemberg Pinto (PT)

Osni Ribeiro (PT)

Angelo Almeida (PT)

Vilma Reis (PT)

Júlio Pinheiro (PT)

Juvenilson Passos (PT)

Zé Raimundo (PT)

Júnior Muniz (PT)

Bobô (PCdoB)

Fabrício Falcão (PCdoB)

Tagner (PT)

Roberto Carlos (PV)

Eduardo Salles (PV)

Robinson Almeida (PT)

Fátima Nunes (PT)

Marquinho Viana (PV)

Zó do Sertão (PCdoB)

Neusa Cadore (PT)

Euclides Fernandes (PT)


Federação PSOL/Rede — 1 cadeira


Kleber Rosa (PSOL)


Federação PSDB/Cidadania — 2 cadeiras



Tiago Correia (PSDB)

Jordavio Ramos (PSDB)


Federação União Progressista (União Brasil/PP) — 8 cadeiras


Elinaldo (União Brasil)

Pedro Tavares (União Brasil)

Sandro Régis (União Brasil)

Hassan de Zé Cocá (PP)

Júnior Nascimento (União Brasil)

Dr. Pitágoras (PP)

Penalva (PP)

Luciano Simões (União Brasil)


Como fica a composição da ALBA



A composição apontada pela apuração reúne 63 cadeiras, distribuídas entre partidos e federações. A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, aparece com a maior bancada, com 20 deputados.


Na sequência estão o PSD, com nove cadeiras; a Federação União Progressista (União Brasil/PP), com oito; e o PL, com sete.


O Avante e o PDT aparecem com cinco cadeiras cada. O Republicanos terá quatro representantes, enquanto MDB terá dois. As federações PSDB/Cidadania e PSOL/Rede terão dois e um deputado, respectivamente.

Mais votados



Na apuração acompanhada ao longo da noite, Ivana Bastos (PSD) liderava a votação para deputado estadual. Na sequência apareciam Diego Castro (PL) e Rowenna (PT). Os números individuais sofreram atualização durante a apuração, conforme novas urnas eram totalizadas.


A Bahia tem 63 cadeiras na Assembleia Legislativa, que serão ocupadas pelos eleitos para a legislatura que começa em 2027.


A Bahia tem 63 cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA). | Foto: Divulgação







Como funciona a eleição para deputado estadual


A Bahia tem 63 cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA). O número de vagas é definido pela Constituição Federal e está relacionado à quantidade de deputados federais que o estado possui.


A escolha dos deputados estaduais ocorre pelo sistema proporcional. Nesse modelo, são considerados os votos recebidos individualmente pelos candidatos e os votos dados diretamente às legendas.


A partir dessa votação, é feita a distribuição das cadeiras entre os partidos e federações. Depois, as vagas são preenchidas pelos candidatos que atendem aos critérios de votação estabelecidos pela legislação eleitoral.


Por isso, a quantidade de votos recebida individualmente por um candidato não é o único fator utilizado para determinar quem será eleito. O desempenho do partido ou da federação também influencia a distribuição das cadeiras.

Fonte: Aratu ON



Confira os deputados federais eleitos pela Bahia nas Eleições 2026

 

A Bahia definiu, neste domingo (4), os 39 deputados federais que irão representar o estado na Câmara dos Deputados. | Foto: Agência Brasil

De acordo com a apuração divulgada até o momento, com 97,99% das urnas apuradas, os candidatos abaixo aparecem como eleitos. Os dados são atribuídos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).


A definição das cadeiras ocorre pelo sistema proporcional. Nesse modelo, são considerados os votos recebidos pelos candidatos de cada partido ou federação e também os votos dados diretamente às legendas.


Deputados federais eleitos pela Bahia

01° PASTOR SARGENTO ISIDÓRIO
AVANTE - 7000 248.147 Eleito


02° ANTONIO BRITO
PSD - 5510 205.815 Eleito


03° NETO CARLETTO
AVANTE - 7070 197.240 Eleito


04° DANIEL ALENCAR
PSD - 5588 192.492 Eleito


05° LUCAS REIS
PT - 1330 192.080 Eleito


06° SANDRO FILHO
PP - 1100 167.394 Eleito


07° IVONEIDE CAETANO
PT - 1300 163.055 Eleito


08° DOUTORA RAISSA SOARES
PL - 2299 162.370 Eleito


09° ROBERTA ROMA
PL - 2222 156.108 Eleito


10° GABRIEL NUNES
PSD - 5577 155.060 Eleito


11° JORGE SOLLA
PT - 1313 152.049 Eleito


12° VALMIR ASSUNÇÃO
PT - 1310 148.941 Eleito


13° SERGIO BRITO
PSD - 5580 148.775 Eleito


14° RICARDO MAIA
MDB - 1555 147.981 Eleito


15° DIEGO CORONEL
REPUBLICANOS - 1011 144.890 Eleito


16° CARLOS MUNIZ
PSDB - 4500 141.762 Eleito


17° AFONSO FLORENCE
PT - 1301 138.163 Eleito


18° ELMAR
UNIÃO - 4433 134.235 Eleito


19° OLIVIA
PCDOB - 6550 123.359 Eleito


20° DAL BARRETO
UNIÃO - 4488 122.667 Eleito


21° ADOLFO VIANA
PSDB - 4545 119.865 Eleito


22° DANIEL
PCDOB - 6565 114.552 Eleito


23° ALICE PORTUGAL
PCDOB - 6522 114.395 Eleito


24° DITINHO AVIVIP
UNIÃO - 4410 111.025 Eleito


25° CLAUDIO CAJADO
PP - 1122 110.384 Eleito


26° LEUR LOMANTO JUNIOR
UNIÃO - 4411 108.893 Eleito


27° MARIA MARIGHELLA
PT - 1331 108.870 Eleito


28° JOSEILDO
PT - 1361 108.200 Eleito


29° JOÃO BACELAR
PL - 2288 107.232 Eleito


30° PAULO AZI
UNIÃO - 4400 105.797 Eleito


31° CAPITÃO ALDEN
PL - 2238 105.110 Eleito


32° MANUEL ROCHA
UNIÃO - 4422 104.969 Eleito


33° LÉO PRATES
REPUBLICANOS - 1044 103.794 Eleito


34° RAIMUNDO COSTA
PSD - 5555 102.907 Eleito


35° MARIO NEGROMONTE JR
PSB - 4011 101.536 Eleito


36° MÁRCIO MARINHO
REPUBLICANOS - 1010 97.458 Eleito


37° CHARLES FERNANDES
PSD - 5511 87.945 Eleito


38° ELMO VAZ
AVANTE - 7077 65.558 Eleito


39° FELIX MENDONÇA
PDT - 1234 60.159
Eleito

Como funciona a eleição para deputado federal


  • A Bahia tem 39 cadeiras na Câmara dos Deputados. A quantidade de vagas destinada a cada estado é definida pela legislação com base na população apurada no Censo, respeitando o limite mínimo de oito e máximo de 70 deputados federais por unidade da Federação.

A eleição para deputado federal utiliza o sistema proporcional. Nesse modelo, os votos destinados aos candidatos são contabilizados junto aos votos de legenda para determinar a quantidade de cadeiras que cada partido ou federação terá direito a ocupar.


Um dos cálculos utilizados na distribuição das vagas é o quociente eleitoral, obtido a partir da divisão dos votos válidos pelo número de cadeiras em disputa. Depois da distribuição das vagas entre partidos e federações, são definidos os candidatos que ocuparão as cadeiras, de acordo com as regras previstas na legislação eleitoral.


Por isso, o candidato mais votado individualmente não necessariamente será eleito, assim como um candidato com votação individual menor poderá conquistar uma vaga dependendo do desempenho do partido ou da federação.

Os parlamentares eleitos terão mandato de quatro anos, com início em 1º de fevereiro de 2027. | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil


Fonte: Aratu ON

Saiba como foi o resultado das Eleições 2026 em Macajuba

 



Os eleitores de Macajuba foram às urnas neste domingo, 4 de outubro, para participar das Eleições 2026. A apuração no município mostrou os resultados para os cargos de presidente da República, governador da Bahia, senador, deputado federal e deputado estadual.

De acordo com os dados da apuração, Lula recebeu 5.198 votos para presidente em Macajuba, enquanto Flávio Bolsonaro obteve 1.598 votos. A diferença registrada entre os dois foi de 3.600 votos.


Presidente

  • Lula:(PT) 5.198 votos
  • Flávio Bolsonaro:(PL) 1.598 votos
  • Diferença: 3.600 votos


Na disputa pelo Governo da Bahia, Jerônimo obteve 4.787 votos no município, enquanto ACM Neto recebeu 1.950 votos. A diferença foi de 2.837 votos.


Governador


  • Jerônimo: (PT) 4.787 votos

  • Neto: (Uinião Brasil) 1.950 votos
  • Diferença: 2.837 votos


Para o Senado, considerando os nomes registrados no levantamento, Rui Costa recebeu 4.123 votos, seguido de perto por Jaques Wagner, com 4.064 votos. João Roma contabilizou 1.735 votos, enquanto Angelo Coronel recebeu 1.718 votos.


Senador

  • Rui Costa:(PT) 4.123 votos
  • Jaques Wagner:(PT) 4.064 votos
  • João Roma:(PL) 1.735 votos
  • Angelo Coronel: (Republicanos)1.718 votos


Na votação para deputado federal, Daniel Alencar apoiado pelo Prefeito Luciano de Noé(PSD) registrou a maior votação entre os nomes presentes no levantamento, com 3.353 votos. Afonso Florence apoiado pela Vereadora Fabrízia (PT) recebeu 661 votos; Adolfo Viana,apoiado pelo Vereador Miguel Pamponet(AGIR) 530; Jaiminho, apoiado pelo Ex-prefeito Murilo Sampaio(MDB) 479; Cajado,apoiado pelos Vereadores Allison Santana e Netinho Xodó ambos do MDB 187; e Ditinho(União), apoiado por André Guerra e ex-Vereador Joelson, 128 votos.


Deputado federal


  • Daniel Alencar:(PSD) 3.353 votos
  • Afonso Florence:(PT) 661 votos
  • Adolfo Viana:(PSDB) 530 votos 
  • Jaiminho: (MDB) 479 votos
  • Cajado: Progressistas (PP) 187 votos


Já para deputado estadual, Eduardo Alencar apoiado pelo Prefeito Luciano de Noé (PSD) recebeu 3.067 votos em Macajuba. Na sequência aparecem Neusa Cadore, apoiada pela Veradora Fabrízia(PT) com 612 votos; Pedro Tavares, apoiado pelo Vereador Miguel Pamponet(AGIR) com 501; Carlinhos Sobral, pelo Ex-prefeito Murilo Sampaio(MDB) com 446; e Sandro Regis, apoiado por André Guerra e ex- Vereador Joelson(MDB) com 213 votos.


Deputado estadual


  • Eduardo Alencar:(PSD) 2.832 votos
  • Neusa Cadore:(PT) 560 votos
  • Pedro Tavares:(UNIÃO) 456 votos
  • Carlinhos Sobral:(MDB) 408 votos
  • Sandro Regis:(UNIÃO)  207 votos


Os números mostram como o eleitorado macajubense distribuiu seus votos entre os candidatos acompanhados no levantamento durante as Eleições 2026.


Os candidatos apoiados pelo atual prefeito de Macajuba foram os mais votados no município.


*Com informações do Macajuba Acontece 

Jerônimo Rodrigues (PT) está matematicamente reeleito governador da Bahia

 



Com parte das seções apuradas, Jerônimo Rodrigues tinha maioria dos votos válidos e foi reeleito neste domingo (4).


Jerônimo Rodrigues (PT) vota em Salvador — Foto: Tarsila Alvarindo/TV Bahia


Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito governador da Bahia neste domingo (4). Às 21h03, com 91,6% das seções apuradas, o candidato tinha 55% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O vice-governador eleito é Geraldo Júnior (MDB).

Segundo colocado, ACM Neto (União Brasil) tinha 44%. Ao todo, foram 8.380.339 votos válidos até esta publicação.


Como foi a disputa

Durante a campanha, iniciada em 16 de agosto, quando passou a ser permitida a realização de propaganda eleitoral, como comícios, carreatas, distribuição de material gráfico e propaganda na internet, Jerônimo Rodrigues percorreu diversas regiões da Bahia.

O candidato à reeleição participou de caminhadas, carreatas e comícios em municípios do interior e também em Salvador.

Ao longo da campanha, Jerônimo também apostou na associação da candidatura com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A expressão "Time de Lula na Bahia" foi utilizada em atos realizados pelo candidato em diferentes municípios.

No fim da campanha, Lula participou de uma caminhada em Salvador ao lado de Jerônimo. O ato ocorreu entre os bairros de Ondina e Barra, na terça-feira (29), e reuniu uma multidão.

A segurança pública foi um dos principais temas de questionamentos à gestão de Jerônimo durante a campanha.

O candidato afirmou que, caso fosse reeleito, trabalharia para retirar cidades baianas do ranking dos municípios mais violentos do país. Um levantamento do Anuário Brasileiro de Segurança Pública citado durante a campanha apontou a presença de municípios baianos entre os que apresentaram os maiores índices de violência.

Jerônimo defendeu que o problema já vinha sendo enfrentado pela administração estadual e destacou investimentos na área, como novas contratações de policiais, equipamentos, viaturas e delegacias.

Também prometeu fortalecer o setor de inteligência e aumentar a articulação entre o governo estadual e as prefeituras para combater a violência.

As pesquisas de intenção de voto também mostraram uma disputa acirrada entre os dois principais candidatos. Levantamento Quaest divulgado no sábado (3), um dia antes da eleição, apontou Jerônimo Rodrigues com 52% dos votos válidos e ACM Neto com 48%, configurando empate técnico.

Na pesquisa estimulada divulgada em 24 de setembro, Neto tinha 42% e Jerônimo, 40%. No levantamento de agosto, ACM Neto aparecia numericamente à frente de Jerônimo, com 39% contra 37%, mas também havia empate técnico entre os candidatos.


Perfil de Jerônimo Rodrigues

Nascido em Aiquara, no sudoeste da Bahia, Jerônimo Rodrigues tem 61 anos, é casado, tem um filho e mora em Salvador. Ele foi eleito governador da Bahia em 2022 e buscou a reeleição em 2026.

Engenheiro agrônomo pela Universidade Federal da Bahia (Ufba) e professor universitário licenciado, começou a atuar no governo do estado em 2007, na gestão de Jaques Wagner (PT), quando foi convidado para trabalhar como assessor da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia (Secti). Em 2010, ainda no governo Wagner, passou a compor a equipe da Secretaria de Planejamento (Seplan).

Em 2011, foi convidado para atuar em Brasília, onde foi secretário-executivo adjunto do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), além de ter ocupado outros cargos na pasta durante o governo Dilma Rousseff (PT).

Em 2014, coordenou o programa de governo de Rui Costa (PT), que seria eleito naquele ano. Com a eleição de seu antecessor, foi o primeiro titular da recém-criada Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). Em 2018, voltou a coordenar o programa de governo de Rui Costa e, no ano seguinte, assumiu a Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC), de onde saiu para ser candidato ao governo.

Escolhido pelo PT para encabeçar a chapa, ele terminou o primeiro turno na liderança e enfrentou ACM Neto no segundo turno. Foi eleito governador pela primeira vez no segundo turno, com 52,54% dos votos válidos.


Reedição da disputa de 2022

Assim, a eleição de 2026 repetiu o principal confronto da disputa pelo governo da Bahia de quatro anos antes. Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto (União Brasil) voltaram a se enfrentar após chegarem ao segundo turno em 2022. Naquele ano, Jerônimo foi eleito com 52,54% dos votos válidos, contra 47,46% de ACM Neto.

Jerônimo buscou a reeleição novamente ao lado de Geraldo Júnior (MDB), enquanto ACM Neto voltou a disputar o cargo com Zé Cocá (PP), ex-prefeito de Jequié. Além dos dois, outras quatro candidaturas foram registradas para o governo estadual: Ariel Capistrano (DC), Aroldo Félix (UP), Maria Bona (PCO) e Ronaldo Mansur (PSOL).


Principais temas da campanha

Segurança pública, saúde e infraestrutura estiveram entre os temas presentes nos debates e nos atos de campanha. Jerônimo foi alvo de críticas dos adversários pelos índices de violência no estado e defendeu a continuidade dos investimentos em contratação de policiais, equipamentos, viaturas, delegacias, câmeras de reconhecimento facial e inteligência.

Na saúde, a fila da regulação foi um dos principais pontos de confronto entre Jerônimo e ACM Neto. O candidato do União Brasil questionou o governador sobre o atendimento da rede pública, enquanto Jerônimo citou obras e investimentos realizados durante seu primeiro mandato.

A Ponte Salvador-Itaparica também apareceu entre os assuntos discutidos durante a campanha. Jerônimo foi questionado sobre o aumento da estimativa de custo do projeto, que passou de cerca de R$ 7 bilhões para R$ 11 bilhões, e apresentou justificativas relacionadas à complexidade do empreendimento e às intervenções previstas além da construção da ponte.

Na reta final, a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em atos de campanha reforçou a associação entre as candidaturas de Lula e Jerônimo.


Fonte: G1 Bahia/ Eleições 2026



Açaí Nova Cruz

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