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domingo, 23 de agosto de 2020

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Bolsonaro repete que governo não consegue manter auxílio de R$ 600

Apesar do comércio já ter voltado a funcionar em praticamente todo o País, o presidente Jair Bolsonaro publicou um vídeo na manhã deste domingo defendendo novamente a reabertura dos estabelecimentos. Ele voltou a dizer que o governo não tem como manter o auxílio emergencial de R$ 600 por mês.

"Em março deste ano eu disse que teríamos dois problemas graves pela frente - o vírus e o desemprego - e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade", afirmou o presidente. "Cinco meses depois do meu pronunciamento, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, afirma que saúde e economia são inseparáveis", completou, citando discurso de Adhanom feito na última sexta-feira (21). 

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Bolsonaro voltou a atacar autoridades que, segundo ele, "destruíram empregos nos últimos cinco meses". Governadores e prefeitos de todo o País determinaram o fechamento de parte do comércio desde meados de março para aumentar os níveis de distanciamento social e reduzirem a pressão da pandemia de covid-19 sobre os sistemas de Saúde. Com a estabilização da curva de infectados pelo novo coronavírus, essas normas já começaram a ser flexibilizadas em todos os Estados.


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O presidente citou a medidas tomadas pelo governo federal durante a pandemia no crédito e a possibilidade de suspensão de contratos e redução de salários e jornadas, com complemento dos rendimentos dos trabalhadores por parte da União - que preservou cerca de 10 milhões de contratos de trabalho. Bolsonaro lembrou ainda os cinco pagamentos mensais de R$ 600 do auxílio emergencial voltado aos trabalhadores informais, desempregados e beneficiários de programas sociais.

"Esse valor pode não ser muito para quem o recebe, mas é muito para o Brasil, que gasta por mês R$ 50 bilhões. O momento é de abrir o comércio com responsabilidade, voltar à normalidade e resgatar os empregos", concluiu.


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Com a flexibilização das medidas de restrição ao funcionamento de diversas atividades, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registrou a criação de 131.010 vagas com carteira assinada em julho, após quatro meses de resultados negativos no mercado de trabalho formal. De janeiro a julho deste ano, a perda de empregos ainda é de 1,092 milhão de vagas.


Fonte: R7


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Cauan melhora e comprometimento pulmonar diminui em 20%

Com covid-19, Cauan Máximo apresentou melhora significativa no estado de saúde neste domingo (23). O sertanejo, que faz dupla com Cleber, passou por exames de sangue e por tomografia de tórax e, segundo novo boletim médico, os resultados são bons.

Cauan está estável, com "importante melhora dos exames de sangue" e "redução do comprometimento pulmonar para 50%". Vale lembrar que Cauan chegou a ficar com 70% do pulmão comprometido pela doença.

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Além disso, a equipe médica informou que o cantor está respirando melhor, ainda com ajuda de aparelhos, porém começa gradativamente a retirar a oxigenioterapia. Ele segue internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Anis Rassi, em Goiânia.



O pai do cantor, João Luiz Máximo, que também foi diagonsticado com a doença, continua na UTI, em estado grave, mas apresentou melhora nos resultados obtidos através dos testes.

Shirlei Máximo, mãe de Cauan, também está internada e foi submetida a uma bateria de exames, teve febre e está sendo medicada e fazendo sessões de fisioterapia. Ela está estável e respirando com necessidade esporádica de oxigênio.

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Leia o boletim médico na íntegra

- Cauan Máximo continua internado na UTI, mas com melhora significativa do quadro clínico. Está estável hemodinamicamente, com importante melhora dos exames de sangue.
Fez nova tomografia de tórax, que apontou redução do comprometimento pulmonar para 50%.
Mantém-se em oxigenioterapia contínua (24h/dia), usando máscara de VNI e CAF para auxiliar na respiração, mas já diminuindo os parâmetros, para ir gradativamente retirando a oxigenioterapia.
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- O pai do Cauan (João Luiz Máximo) também evoluiu bem, continua na UTI, em estado grave, mantém-se dependendo de oxigenioterapia contínua (24h/dia), usando máscara de VNI. Os exames dele também apresentaram melhora.
- A mãe de Cauan (Shirlei Máximo) continua internada em apartamento, teve febre e continua fazendo uso de vários medicamentos e fisioterapia. Ela também está estável e respirando com necessidade esporádica de oxigênio.
Agradecemos a todos os fãs, amigos e à imprensa pelo carinho com a família Máximo neste momento difícil para todos.
Pedimos que continuem as orações e as mensagens positivas.
Estamos muito confiantes na cura da família.


Fonte: R7


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Rede, Podemos e PSB vão ao Supremo contra nota de R$ 200


Rede Sustentabilidade, Podemos e PSB ingressaram juntos com ação ao STF (Supremo Tribunal Federal) para suspender ato do CNM (Conselho Monetário Nacional), vinculado ao Banco Central, que aprovou o lançamento e circulação da nota de R$ 200. A previsão é que a nova cédula comece a circular no final deste mês.

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Os partidos alegam que o ato do Banco Central foi "precipitado" e "não apresentou nenhum estudo ou documento estruturado que trouxesse de forma aprofundada as razões e implicações" da nova cédula de R$ 200. Mais do que isso, as três siglas apontam que a introdução de uma nota com alto valor de face pode favorecer crimes de ocultação e lavagem de dinheiro.

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"Parece evidente que o aumento do valor de face do papel-moeda possui, sim, relevante papel para a criminalidade. Basta pensar que o transporte de numerário por fora do sistema financeiro e dos controles estatais ficará facilitado. Afinal, se ficará mais fácil e econômica a logística operada pelo sistema financeiro formal - um dos argumentos defendidos pelo Banco Central do Brasil - da mesma forma ocorrerá com as atividades ilícitas", afirmam os partidos.



As legendas dizem ainda que, "com o devido respeito", o Banco Central agiu com "ingenuidade" ao supor que "transações ilegais e oriundas de atividades criminosas passariam sempre pelo sistema bancário e deixariam todos os registros formalizados".

"O que se tem, portanto, é a completa ausência de justificativas técnicas ou fundamentações adequadas para o ato ora questionado, que produz efeitos graves e permanentes em alegada resposta a circunstâncias temporárias", apontam a Rede, Podemos e PSB. "E, ainda, sem analisar seus reflexos para a política de combate à criminalidade, o que parece ser evidente pela própria ausência de manifestação sobre o tema, até o momento, do Ministério da Justiça e da Segurança Pública".

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O caso está sob relatoria da ministra Cármen Lúcia. Os partidos pedem que seja deferida uma liminar para suspender o ato do Banco Central pela produção e circulação da nova nota de R$ 200 e que no mérito a Corte considere a medida inconstitucional.

A cédula de R$ 200 foi anunciada em julho pelo Banco Central e será estampada pelo lobo-guará. O BC justificou a medida como forma de atender uma maior demanda por papel moeda, surgida entre a população durante a pandemia do novo coronavírus.

Segundo o banco, entre fevereiro, período anterior à pandemia do novo coronavírus, até junho, o papel moeda em poder do público saltou de R$ 210 bilhões para R$ 270 bilhões - é o maior valor da série histórica do Banco Central, iniciada em dezembro de 2001.

De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, o aumento do papel moeda nas mãos do público nos últimos meses foi causado pela demanda da população com a liberação do auxílio emergencial mensal de R$ 600 pelo governo, durante a pandemia.

Defesa

A reportagem entrou em contato com o Banco Central do Brasil e aguarda resposta. O espaço está aberto a manifestações.


Fonte: R7


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