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quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Bolsonaro diz que proposta do Renda Brasil está suspensa

O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (26), ao participar de evento em Ipatinga (MG), que a proposta do programa Renda Brasil está suspensa. O programa pretende expandir o Bolsa Família. "Ontem discutimos a proposta, a possível proposta do Renda Brasil. Eu ontem falei: está suspenso. Vamos voltar a conversar". O presidente informou que a proposta apresentada a ele pela equipe econômica "não será enviada ao Parlamento". 

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"Não podemos fazer isso aí, como, por exemplo, a questão do abono para quem ganha até dois salários mínimos, seria um décimo quarto salário. Não podemos tirar de 12 milhões de pessoas para dar para um Bolsa Família, um Renda Brasil, seja lá o que for o nome desse novo programa", acrescentou, ao discursar na cerimônia de reativação do alto-forno 1 da Usiminas.


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  No evento, o presidente defendeu a adoção de medidas que possibilitem a geração de emprego e renda. "Ou o Brasil começa a produzir, começa realmente a fazer o plano que interessa a todos nós, que é o melhor programa social que existe, que é o emprego, ou nós estamos fadados ao insucesso. Não posso fazer milagre. E conto com todos os brasileiros para que cada um faça o melhor de si para tirar o Brasil da situação difícil em que se encontra, que não é de hoje", disse.


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  Renda Brasil

Em junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou que o governo federal criará um programa de renda mínima permanente, após a pandemia do novo coronavírus (covid-19), batizado de Renda Brasil. De acordo com o ministro, haverá a unificação de vários programas sociais para a criação do programa, que deve incluir os beneficiários do auxílio emergencial, que recebem parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), pagas em razão da pandemia da covid-19.

"Nós resolvemos então estendê-lo [auxílio emergencial] até dezembro, o valor não será R$ 200 nem R$ 600, estamos discutindo com a equipe econômica", disse Bolsonaro no evento de hoje em Minas Gerais.


Fonte:© Agência Brasil

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Menina de 4 anos é encontrada à deriva no mar em uma boia de unicórnio.

Uma menina de 4 anos foi resgatada por um barco após ser encontrada à deriva em uma boia de unicórnio, a cerca de 800 metros da costa de Antirio, na Grécia. O caso ocorreu no último domingo (23), mas ganhou repercussão na última terça-feira (25), através das informações divulgadas pelo portal “Greek City Times“.

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Segundo o periódico, os pais da garotinha pediram ajuda após notarem o sumiço da filha e identificarem a boia da criança se afastando da areia. O resgate foi feito por uma balsa que fazia o transporte de pessoas entre ilhas.A menina foi devolvida aos pais sem qualquer ferimento. 

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O capitão da balsa que fez o salvamento da menina recusou o título de "herói" após o caso repercutir na imprensa do mundo todo. Grigoris Karnesis, comandante da Salaminomachos, rejeitou as sugestões de que havia realizado algo digno de reconhecimento, dizendo que só fizera o que qualquer um faria.


"Sou obrigado a fazer isso, não por causa da natureza do meu trabalho, mas como pessoa. Não há necessidade de alguém me agradecer. Eu fiz algo que qualquer um de nós faria", disse o capitão à ABC News.


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Exclusivo: Em vídeo novo presidente do PT de Macajuba faz pronunciamento



Edijonson Vieira, que assumiu o Partido dos Trabalhadores de Macajuba, desde o afastamento de Evanuzia Araújo fez seu primeiro pronunciamento e enviou o vídeo com exclusividade para o Deixa Comigo Macajuba.

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No vídeo enviado na manhã desta quarta-feira, 26 de agosto de 2020, ele fala que está junto e misturado com o pré-candidato a prefeito de Macajuba, Luciano de Noé.



Confira:




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terça-feira, 25 de agosto de 2020

Senado aprova, em segundo turno, PEC de renovação do Fundeb


O plenário do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (25), em segundo, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que torna o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) permanente e aumenta a participação da União em 23% até 2016.

O presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), irá promulgar a matéria nesta quarta-feira (26), às 11h.

Por se tratar de uma PEC, a matéria precisava de, pelo menos, 49 votos favoráveis em duas votações – o texto foi aprovado de forma unânime na primeira e segunda fase.

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A matéria foi aprovada em 21 de julho na Câmara dos Deputados em primeiro turno por 499 votos a favor e sete contra. Já no segundo turno, por 492 a seis. Na ocasião, apenas deputados da base de apoio ao presidente Jair Bolsonaro votaram contra a renovação do Fundeb.

O texto, elaborado pela relatora professora Dorinha (DEM-TO), aumentou a participação da União no financiamento da educação em 23% por meio de acréscimos anuais, dessa forma: 12% em 2021, 15% em 2022, 17% em 2023, 19% em 2024, 21% em 2025 e 23% em 2026



A proposta aumenta, também, o número de municípios pobres que receberão recursos extras: cerca de 2.745 cidades, de acordo com dados ONG Todos pela Educação. O valor investido por aluno atingirá, em 2025, R$ 5.700, ante R$ 3.700, segundo cálculos da organização.

O texto ainda altera a forma de distribuição dos recursos da União. O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), cuja receita é distribuída aos municípios e ajuda a compor o fundo, também será modificado com base nos indicadores locais de aprendizagem.


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O relator da PEC no Senado, Flávio Arns (Rede-PR) apresentou apenas uma emenda supressiva, para retirar o artigo que previa o uso de parcela dos recursos da complementação da União ao Fundeb para escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas, uma vez que existe previsão constitucional nesse sentido.

Em 2019, o Fundeb distribuiu R$ 156,3 bilhões para a rede pública. Atualmente, o fundo garante dois terços dos recursos que os municípios investem em educação, sendo assim o principal mecanismo de financiamento da educação básica no Brasil. Os repasses da União, que representam 10% do fundo, não entram no teto de gastos - regra de controle das contas públicas que impede o aumento além da inflação.


Fonte:R7


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