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sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Convenção da Coligação dos partidos que apoiarão o pré-candidato Luciano de Noé acontecerá neste sábado (12) em Macajuba


Neste sábado 12 de setembro de 2020, a partir das 3:00 horas da tarde, serão realizadas as CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS do Partido Social Democrático (PSD) e do Partido dos Trabalhadores (PT) e terá transmissão ao vivo pelo Facebook oficial de Luciano de Noé. No evento serão escolhidos os nomes que vão compor a chapa da oposição na eleição 2020, em Macajuba.

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Preocupados com a saúde da população e considerando o atual cenário de pandemia, os dirigentes dos dois partidos optaram por transmitir o evento através das redes sociais, a fim de evitar aglomeração. Por isso, participarão do evento apenas os pré-candidatos.



O PSD e o PT convidam a toda população para que assista a convenção municipal através do Facebook, a partir das 3: 00 horas da tarde.



Eleições 2020 é no líder Deixa Comigo Macajuba



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ATENÇÃO beneficiários do programa Garantia Safra 2020/2021!

Começou hoje dia 11/09 e segue até o dia 21/10/2020, o período para inscrições dos agricultores que desejam receber o benefício do Garantia Safra. As inscrições para novos segurados deverão ser realizadas pelos agricultores junto à Divisão Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, ou no Sindicato dos Trabalhadores  Rurais.

Para os inscritos no programa nos anos anteriores nas safras 2018/2019  e 2019/2020 com DAP válidas em 01 de setembro 2020, não será necessário realizar novos cadastros, pois, suas inscrições serão renovadas automaticamente.

Observação: Todos os participantes inscritos, seja automaticamente ou  os novos inscritos, deverão comparecer a Divisão de Agricultura Municipal em *NOVEMBRO* para retirar seus boletos que deverão ser pagos para confirmar suas inscrições!

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Jovem morre em grave acidente na BA-130, no município de Baixa Grande



No início da noite desta quinta-feira, 10 de setembro de 2020, aconteceu um grave acidente na BA-130, entre Mairi e Baixa Grande, na Bahia.

Houve uma colisão envolvendo uma moto e um carro nas proximidades de Zeca da Palmeira, no município de Baixa Grande.

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O motociclista de prenome Lucas, de 26 anos, filho de Miro Mecânico, não resistiu aos ferimentos e morreu. 

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O jovem morava no Lasca Gato e trabalhava na oficina do pai em Baixa Grande. O acidente aconteceu quando ele estava retornando para casa.



Fonte: Agmar Rios


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Preço do arroz pode subir ainda mais em São Paulo, diz associação


A tendência para o preço do arroz é de nova alta nos próximos dois meses se o consumo se mantiver no ritmo atual, afirma Ronaldo Santos, presidente da Apas (Associação Paulista de Supermercados).

"Se a saca de 50 kg se mantiver na faixa de R$ 100, em 30, 60 dias podemos ver o repasse total ao consumidor no varejo. Pode ser que não chegue [ao repasse total], depende do mercado. A tendência é de alta, mas não em cima dos R$ 40 que estão comentando", afirmou em entrevista à reportagem nesta quinta-feira (10).


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Segundo ele, o preço médio do pacote de arroz vendido em supermercados paulistas é de R$ 20 (variando entre R$ 18 e R$ 23), e o preço poderia aumentar para cerca de R$ 30 nesse prazo.

Os supermercados ainda não transmitiram todo o valor do alimento da indústria à gôndola, segundo Santos. Se o consumo não diminuir, o varejo terá de acessar novos estoques e um repasse seria inevitável, já que o preço na indústria deve se manter nessa faixa no curto prazo, afirma.

Apesar do aumento acumulado de 19% no preço do arroz este ano, de acordo com o IBGE, Santos diz que "não tem gente comprando pacote de R$ 40", e que a média de R$ 20 é verificada em marcas nacionalmente conhecidas.

O representante dos supermercadistas participou de reunião na tarde desta quinta com membros da Secretaria de Agricultura de São Paulo, da cadeia produtiva de alimentos e com o Procon-SP, que vai fiscalizar no varejo a disparada nos preços de produtos da cesta básica, como informou o Painel S.A.

Não foi a primeira vez que órgãos de defesa do consumidor foram a pontos comerciais para investigar a alta de produtos na pandemia. No início da crise, o feijão chegou a ser o vilão por algumas semanas.

No encontro, Santos afirmou que foi consensual entre os participantes a ideia de que não deve haver qualquer tipo de tabelamento de preço e que o único instrumento econômico possível, de modo a não alterar a dinâmica do mercado, é a retirada de taxa de importação, medida adotada pelo governo federal na quarta (9).

"Se criar regras artificiais, você tira interesse do produtor, que não aumenta a área plantada e aí, eventualmente, vamos ao desabastecimento", afirmou.
O governo anunciou isenção da tarifa de 10% a 12% para o arroz em casca e beneficiado, respectivamente. A medida vale para uma cota de 400 mil toneladas, o que representa cerca de 35% das importações brasileiras totais estimadas pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) para 2019.

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Segundo Santos, o entendimento geral do mercado é que a elevação nos preços se deu por uma conjuntura macroeconômica que envolveu três principais fatores: pressão internacional sobre as commodities, aumento da demanda e alta do dólar, que impacta todos os elos da cadeia.

Há poucos dias, a Abras (Associação Brasileira de Supermercados) sugeriu ao Ministério da Agricultura que considerasse isentar a taxa de importação do cereal, mas a pasta entendeu que não era adequado. Os supermercadistas não sabem o que fez o governo mudar de ideia, mas defendem a medida como um recurso para amenizar o preço, embora o resultado não deva ser imediato.

De acordo com a Apas, a previsão é que grandes redes tomem ações para restringir o consumo, com o intuito de não repassar ainda mais o valor. O Carrefour passou a limitar pontualmente em algumas lojas a quantidade de itens que podem ser comprados pelos clientes.

Uma série de alimentos do agronegócio bateram preços recordes este ano devido à alta na demanda interna e às exportações, impulsionadas pela desvalorização do real. Negociada a R$ 105 nesta quinta, segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a saca de arroz valia R$ 45,3 no mesmo dia de 2019.

O preço do cereal em agosto atingiu recorde real da série do Cepea, iniciada em 2005. Em relação a agosto de 2019, as vendas externas cresceram 98%, enquanto importações caíram 43%.

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem apelado aos supermercadistas para que o lucro com produtos da cesta básica "seja próximo de zero".

"Eu tenho apelado a eles. Ninguém vai usar caneta Bic para tabelar nada. Não existe tabelamento. Mas [estamos] pedindo para eles que o lucro desses produtos essenciais para a população seja próximo de zero. Eu acredito que, com a nova safra, a tendência é normalizar o preço", afirmou.

Na última sexta (4), Bolsonaro pediu "patriotismo" às redes de supermercado para evitar a alta de preços da cesta básica.

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Açaí Nova Cruz

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