sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Sinal de TV volta a funcionar depois de 8 dias fora do ar no distrito de Nova Cruz


O único sinal de TV, que funciona no distrito de Nova Cruz, o canal da Globo, estava fora do ar desde quinta-feira,15 de outubro de 2020, a população carente que não tem antena particular ficou 8 dias sem assistir televisão.

Só nesta quinta-feira (22), que o problema foi resolvido, de acordo com prepostos da prefeitura foi trocado um aparelho que teria causado o problema.
   


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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Candidato a vereador é preso com mais de R$ 15 mil na cueca


O candidato a vereador Edilvan Messias dos Santos, o 'Vanzinho de Altos Mares' (PSD), foi preso com R$ 15,3 mil escondidos na cueca em Carira na quarta-feira (21). A informação da Polícia Militar é que a suspeita é de compra de votos.

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A PM foi informada que pessoas estavam em dois veículos, sendo um deles conduzido pelo candidato acompanhado pela companheira. Após abordagem, a polícia encontrou uma grande quantidade de material de propaganda eleitoral no carro.

Ao revistar o candidato, segundo a polícia, foi encontrada uma sacola plástica guardada na cueca dele com células de dinheiro. “Segundo o suspeito, ele estava no povoado fazendo sua campanha eleitoral juntamente com o candidato a prefeito, que ainda informou que essa quantia em dinheiro era para comprar um veículo e que havia recebido esse dinheiro hoje no município de Itabaiana”, informou a comunicação da PM.

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Após o flagrante, o material foi apreendido e o a suspeito conduzido até a delegacia e liberado em seguida. Um inquérito foi instaurado pela Polícia Civil, que irá investigar o caso.

O G1 tentou contato com o vereador, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

O diretório municipal do PSD em Carira disse, em nota, que repudia qualquer ato de irregularidade ou ilegalidade. Acrescentou que o partido não pode ser responsabilizado pela conduta do filiado e que irá apurar o caso. 

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G1

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Homem é preso em flagrante suspeito de filmar criança de 11 anos sendo estuprada por quatro adolescentes

A Polícia Civil prendeu em flagrante, na tarde do dia 18 de outubro, um homem de 23 anos suspeito de filmar e divulgar, nas redes sociais, o estupro coletivo de uma menina de 11 anos, no bairro Novo Tupi, na Região Norte de Belo Horizonte.

Em nota, a corporação informou que o suspeito é investigado por "filmar, compartilhar e armazenar cena de sexo envolvendo criança ou adolescente, crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente".

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Segundo a Polícia Militar (PM), os pais da vítima procuraram os policiais para relatar que a filha deles, de 11 anos, foi estuprada por quatro adolescentes, com idades entre 12 e 13 anos, em uma escadaria próxima a um campo de futebol, na tarde do último domingo (18). Eles souberam do fato depois de receberem o vídeo pelas redes sociais.

A PM informou que os pais da vítima disseram que os quatro suspeitos obrigaram a menina a fazer sexo com eles, segurando-a pelos braços. A criança contou que não sabia que estava sendo filmada e tentou pedir socorro, mas um dos meninos tampou a boca dela.

Ainda segundo a PM, todos os adolescentes suspeitos são moradores do bairro e já conheciam a vítima. Eles foram levados para Delegacia de Plantão Especializada de Investigação de Ato Infracional (Dopcad), onde foram ouvidos.

Segundo a Polícia Civil, os adolescentes foram apreendidos e encaminhados à audiência. O processo encontra-se no Poder Judiciário, na Vara da Infância e Juventude em BH.

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  Os adolescentes negaram para a polícia as acusações da família da vítima. Eles disseram que a menina quis fazer sexo com eles. Já o homem de 23 anos confirmou que fez as filmagens, mas alegou que estava distante dos adolescentes e não sabia o que estava acontecendo.

A vítima passou por exames no hospital Odilon Behrens, na Região Nordeste de BH.

Estupro de vulnerável

De janeiro a julho deste ano, foram registrados 1.597 casos de estupro de vulnerável em Minas Gerais. Em BH, neste período, foram 187. Os dados são da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

Para a neuropsicóloga Edinalva Borges, a situação reflete um adoecimento da sociedade.

"É necessário uma atenção dos pais para seus filhos, essa abertura para o diálogo, para que eles possam falar o que está acontecendo", disse.

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G1
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O perigo de opinar sobre o que você não conhece na pandemia


Um dos maiores problemas que ficou evidente durante a pandemia do coronavírus foi a disseminação de notícias e informações falsas. As fake news passaram a fazer parte da nossa rotina e trouxeram prejuízos para a imagem de figuras públicas e também distorceram a realidade de acordo com o interesse de quem comunica. Na Covid-19, elas foram disseminadas tão rapidamente quanto a própria doença.

Não à toa, várias iniciativas foram criadas com o objetivo de combater a desinformação neste momento, entre elas uma série lançada pela Unesco com áudios em diversas línguas com dicas de saúde e práticas que evitam a propagação de fake news.

Contudo, outro fenômeno sociológico ainda pouco conhecido tem se mostrado tão nocivo quanto as notícias falsas. É a invasão epistêmica ou invasão epistemológica. O termo, criado pelo filósofo americano Nathan Ballantyne, se refere a uma situação em que uma pessoa com especialização e conhecimento em determinada área decide opinar sobre um tema que não domina. Esse fenômeno se tornou mais comum do que nunca enquanto a pandemia se desenrolava.

Muitas vezes, o efeito ocorre mesmo sem má intenção de quem propaga a informação. Isso porque em uma situação de instabilidade todos se unem para procurar soluções. E, com a crise de saúde pública que vivemos hoje, o que não faltou foram pessoas e até médicos receitando medicamentos e tratamentos milagrosos sem embasamento ou comprovação científica.

Um levantamento realizado pelas iniciativas Coronavirus Facts Alliance e CoronaVerificad apontou 125 conteúdos envolvendo profissionais da área médica cuja desinformação a respeito da doença foi propagada em mais de 40 países, incluindo o Brasil. Um dos casos mais conhecidos e que ainda está sendo debatido é a utilização de hidroxicloroquina para o tratamento preventivo da Covid-19 — algo já contraindicado por pesquisas e especialistas.

A invasão epistêmica tem ocorrido dentro de grupos da indústria da saúde e até mesmo entre políticos com propósitos questionáveis, o que fez com que o Conselho Federal de Medicina (CFM) tivesse de intervir e advertir com a emissão de uma nota de responsabilidade profissionais que divulguem tratamentos sem comprovação a pacientes com coronavírus.
Nesse contexto, o professor Ballantyne pontua: “A invasão epistêmica é onipresente nessa era de pesquisa interdisciplinar e reconhecer isso exigirá que sejamos mais modestos intelectualmente.”

É um desafio e tanto em um período em que as redes sociais colaboram para que a “invasão do saber” aconteça sem que haja responsabilização por parte de quem divulga ou compartilha conteúdos duvidosos. E o maior problema nesse caso é ter médicos que contribuem com a disseminação de informações infundadas. Estes profissionais tão essenciais devem respeitar os limites de seu conhecimento técnico e ter responsabilidade com o que falam, para quem falam e onde falam.

A invasão epistêmica está alcançando patamares perigosos especialmente na área da saúde e se coloca como desafio e lição para o futuro. Afinal, qual o propósito em opinar publicamente sobre um assunto que você não domina? Tenhamos consciência e modéstia para realmente ajudarmos uns aos outros baseados em nossos saberes e especialidades.

Fonte: MSN Notícias 



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