terça-feira, 23 de março de 2021

Guedes vê impacto na arrecadação em abril e pede vacina a todos os informais em 4 meses


O governo tem a obrigação de vacinar, nos próximos quatro meses, todos os 38 milhões de brasileiros que receberão a nova rodada do auxílio emergencial, disse hoje (22) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo Guedes, essas pessoas precisam sair de casa para trabalhar, mesmo recebendo o benefício.
Continue lendo após a publicidade



O ministro também admitiu que, após os resultados positivos de fevereiro, a arrecadação federal deve cair, nos próximos meses, em decorrência das novas medidas de restrição social em diversas regiões do país. “Com o recrudescimento da pandemia, nós devemos sofrer algum impacto no mês de abril”, declarou Guedes.

“Quero dar ênfase para a necessidade de vacinação em massa. Está muito claro hoje que o desemprego, a recessão de hoje, teve uma focalização muito grande particularmente nos mais vulneráveis, os 38 milhões de brasileiros que ganham seu pão, seu dia a dia, literalmente a cada dia”, disse o ministro, ao comentar o resultado da arrecadação de fevereiro.
Continue lendo após a publicidade



Na avaliação de Guedes, a vacinação em massa precisa ser acelerada ao máximo para assegurar o retorno seguro ao trabalho, principalmente dos informais, que constituem a população mais vulnerável.

“Particularmente, esses mais vulneráveis não podem ficar em casa, no isolamento social, tendo sua sobrevivência garantida. Mesmo a gente fornecendo auxílio emergencial, são as famílias mais frágeis. Eles têm às vezes 8, 9, 10 pessoas em habitações muitas vezes de só um cômodo, e são pessoas que querem trabalhar e precisam trabalhar, eles pedem para trabalhar”, declarou.

Nas palavras do ministro, há uma “assimetria de informação” entre a população de alta, média e baixa renda. Segundo Guedes, enquanto as pessoas de maior renda toleram melhor o distanciamento social, as pessoas de classes mais baixas “têm um desejo desesperado pelo trabalho”, daí a necessidade de vacinar em massa os trabalhadores informais e os demais beneficiários do auxílio emergencial.
Continue lendo após a publicidade



“Mesmo com a cobertura que vamos estender, mais do que nunca, temos que evitar a crueldade do dilema que é: ou fica em casa com dificuldades para manutenção da sua sobrevivência pessoal, ou vão sair arriscado a perder a vida pela covid. Então, a vacinação em massa tem que ser acelerada ao máximo para garantir a chance de sobrevivência e o retorno seguro ao trabalho, principalmente para as camadas mais vulneráveis”, justificou o ministro.
Arrecadação

Guedes comemorou o resultado da arrecadação em fevereiro, um recorde de R$ 127,74 bilhões. “Foi não só o melhor desempenho em toda a série histórica, mas também em todo o bimestre. A arrecadação é um recorde histórico desde o ano 2000, quando teve início a série”, disse o ministro ao apresentar os números.

Em valores corrigidos pela inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a arrecadação federal registrou crescimento de 4,3% em fevereiro sobre o mesmo mês do ano passado. Nos dois primeiros meses do ano, a arrecadação avançou 0,81% acima da inflação, somando R$ 307,96 bilhões.

Fonte: ISTOÉTERRA 


Publicidade: Publicidade



Previsão de vacinação para Covid-19 do Ministério da Saúde até 08/08 é divulgada #boato



Boato – O Ministério da Saúde divulgou a previsão de vacinação para o Covid-19 no Brasil. Pessoas de 69 a 71 anos serão vacinadas em 27/03 e pessoas de 18 a 20 anos em 08/08.
Continue lendo após a publicidade



Os recordes de casos de Covid-19 no Brasil está fazendo com que a pressão em torno de uma vacinação mais célere se intensifique e que uma ansiedade em torno da imunização se fortaleça no país. Só para “ajudar”, uma tabela começou a circular na internet.

De acordo com a mensagem que circula online, saiu a “previsão de vacinação” até o dia 08/08 do Ministério da Saúde. De acordo com o suposto calendário, as pessoas entre 69 e 71 começam a se vacinar no dia 27/03. A partir, grupos etários descendentes (de três em três anos) vão se vacinar a cada semana até que, no dia 08/08, começam a se vacinar as pessoas entre 18 e 20 anos.
Continue lendo após a publicidade




Previsão de vacinação para o Covid fonte: Ministério da Saúde. 69 à 71 anos – 27/03 68 à 66 anos – 04/04 65 à 63 anos – 12/04 62 à 60 anos – 20/04 59 à 57 anos – 28/04 56 à 54 anos – 06/05 53 à 51 anos – 14/05 50 à 48 anos – 22/05 47 à 45 anos – 30/05 44 à 42 anos – 07/06 41 à 39 anos – 15/06 38 à 36 anos – 23/06 35 à 33 anos – 01/07 32 à 30 anos – 08/07 29 à 27 anos – 16/07 26 à 24 anos – 24/07 23 à 21 anos – 01/08 20 à 18 anos – 08/08 Vamos acompanhar Assim seja !
Continue lendo após a publicidade




Previsão de vacinação para o Covid-19 do Ministério da Saúde até 08/08 foi divulgada?

É claro que uma tabela como essa iria circular com muita força em redes sociais e deixar muita gente animada. Porém, não é verdade que haja essa tal tabela de vacinação com “fonte do Ministério da Saúde”.

O histórico recente de tabelas falsas com calendários de imunização em âmbito nacional (que tratamos neste texto) denota a farsa. Já desmentimos uma tabela que falava sobre cronograma de janeiro no Rio de Janeiro e Amazonas, uma que falava sobre vacinação de pessoas entre 0 e 75 anos em São Paulo e um que falava da vacinação de pessoas entre 55 a 74 anos em março (no Rio e no Brasil).


Como explicamos nos casos que falavam de “calendários nacionais”, um detalhe inviabiliza toda a tese: não há um calendário nacional para imunização. Quem decide as datas de vacinação são os municípios. Alguns governos estaduais até colocam estimativas de imunização, mas quem bate o martelo são os prefeitos.

Há ainda um segundo ponto que derruba a tese do calendário de vacinação entre 18 e 71. A tabela não leva em conta os grupos prioritários não-etários. Grupos de pessoas com comorbidades (como pressão alta, diabetes, problemas respiratórios e outros) e trabalhadores de áreas como da educação e segurança pública devem mudar a ordem de vacinação por idade após os idosos serem imunizados.


Por fim, vale dizer que a tabela não leva em conta a situação de alguns estados e municípios. Alguns estados já estão vacinando pessoas de 69 anos. Por outro lado, outros estados ainda estão vacinando pessoas com mais de 71 anos. Ou seja: se a tabela fosse real, já teria “começado errado”.

Só por desencargo, fomos buscar mais informações sobre a tal “previsão de vacinação” do Ministério da Saúde. Como imaginávamos, não encontrarmos informação alguma sobre o assunto em canais oficiais.

Resumindo: a história que aponta para uma previsão de vacinação do Ministério da Saúde para pessoas entre 18 e 71 anos é falsa. Além de ser uma nova versão de um boato já manjado por aqui, a mensagem não leva em conta detalhes que já estão previstos nos cronogramas e o fato de não existir um “calendário nacional de vacinação”.

Fonte:Boatos.org



Publicidade: Publicidade

 

Cármen Lúcia muda voto, e 2ª Turma do STF declara que Moro foi parcial ao condenar Lula


Com a decisão, processo do triplex terá de reiniciar da estaca zero. Condenação do ex-presidente já tinha sido anulada por decisão do ministro Edson Fachin.
Continue lendo após a publicidade



Por 3 votos a 2, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal declarou em julgamento nesta terça-feira (23) que o ex-juiz federal Sergio Moro agiu com parcialidade ao condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá.

A sentença que condenou Lula segue anulada por outra decisão, determinada pelo ministro Edson Fachin, que apontou a incompetência da Justiça Federal do Paraná para analisar os processos do petista e tornou sem efeito as condenações pela Operação Lava Jato de Curitiba.

Com a decisão desta terça, a Segunda Turma anulou todo o processo do triplex, que precisará ser retomado da estaca zero pelos investigadores.

A decisão resultou do julgamento pela turma de uma ação impetrada em 2018 pela defesa de Lula.
Continue lendo após a publicidade



A maioria a favor da ação do ex-presidente foi formada com a mudança de voto da ministra Cármen Lúcia. Em 2018, quando o julgamento se iniciou, ela tinha rejeitado a ação, mas agora seguiu o entendimento dos colegas Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

Cármen Lúcia entendeu que novos elementos mostraram que a atuação de Moro não foi imparcial, favoreceu a acusação e, portanto, segundo avaliação da ministra, houve um julgamento irregular.

A suspeição não é automática para outros processos de Lula — a defesa terá, por exemplo, que questionar os outros casos na Justiça. Moro não foi o autor da condenação de Lula no caso do sítio de Atibaia, mas recebeu a denúncia e transformou o petista em réu nesse caso.
Continue lendo após a publicidade




Para o relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, a suspeição de Moro tem efeitos que vão além do caso de Lula e abre brecha para que advogados de condenados na Lava Jato questionem na Justiça a conduta do ex-juiz e apontem outras sentenças como ilegais.

O voto da ministra

Cármen Lúcia justificou que novos elementos juntados ao processo permitiram uma nova análise sobre os fatos levantados pela defesa de Lula que apontavam uma conduta irregular do juiz na sentença.

De acordo com a ministra, ninguém deve ser perseguido por um juiz ou tribunal nem condenado por determinado voluntarismo.

Segundo ela, há elementos de que houve uma "confusão" entre o juiz e o Ministério Público, que é o órgão acusador.

Cármen Lúcia afirmou que não estava considerando diálogos obtidos por hackers que demonstrariam uma ação combinada entre o juiz Sergio Moro e procuradores da Operação Lava Jato e afirmou que reconhecer a parcialidade de Moro na condenação de Lula não significa que isso terá impacto em outros casos da Operação Lava Jato.

“Tenho para mim que estamos julgando um habeas corpus de um paciente [Lula] que comprovou estar numa situação específica. Não acho que o procedimento se estenda a quem quer que seja, que a imparcialidade se estenda a quem quer que seja ou atinja outros procedimentos. Porque aqui estou tomando em consideração algo que foi comprovado pelo impetrante relativo a este paciente, nesta condição", disse a ministra.

Segundo ela, "essa peculiar e exclusiva situação do paciente neste habeas corpus faz com que eu me atenha a este julgamento, a esta singular condição demonstrada relativamente ao comportamento do juiz processante em relação a este paciente”.

"Não estou portanto fazendo algum tipo de referência à Operação Lava Jato, mas sobre um paciente julgado e que demonstra que, em relação a ele houve comportamentos inadequados e que suscitam portanto a parcialidade", afirmou a ministra.

Nunes Marques

Antes de Cármen Lúcia, votou o ministro Nunes Marques, que, no último dia 3, interrompeu o julgamento ao pedir vista (mais tempo para analisar o processo).

Marques rejeitou a ação de Lula, o que, naquele momento, formou um placar de 3 a 2 contra a declaração de suspeição de Moro. Com a mudança de voto, Cármen Lúcia alterou o resultado, com 3 a 2 a favor do acolhimento da ação de Lula.

Nunes Marques considerou que os fatos colocados pela defesa de Lula foram "enfrentados" pela Justiça e que não cabia reanalisá-los.

Segundo ele, os pontos relacionados como argumentos na ação — "condução coercitiva, quebra de sigilo, divulgação dos áudios, teor de informações prestadas ao STF pelo magistrado, fundamentos declinados por ocasião do recebimento da denúncia, postura do magistrado, obras literárias tendo como tema Operação Lava Jato, participação de magistrado em eventos políticos, pré-disposição em condenar do magistrado, considerações do magistrado em artigo acadêmico" — já foram apreciados pela Justiça.

Para Nunes Marques, é preciso ter provas para se declarar uma suspeição.

“No meu entendimento, todos esses fatos já foram objeto de análise em todas as instâncias do Poder Judiciário. É inviável a reanálise de três fundamentos nesta via eleita. Na hipótese de suspeição, é preciso provas.”

No voto, Marques comentou as manifestações de Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski a respeito de diálogos obtidos por hackers que demonstrariam uma ação combinada entre o juiz Sergio Moro e procuradores da Operação Lava Jato.

"Se o hackeamento fosse tolerado, mesmo que para a defesa, ninguém estaria seguro de sua intimidade, de seus bens, de sua liberdade. No caso em exame, as provas são materiais obtidos por hackers. Tenho que são absolutamente inaceitáveis tais provas, por serem frutos diretamente de crimes. Entender de forma diversa seria uma forma transversa de legalizar a atividade hacker no Brasil."

Gilmar Mendes

Após o voto de Nunes Marques, o ministro Gilmar Mendes pediu a palavra, contestou os principais pontos colocados pelo colega e voltou a defender que houve parcialidade de Moro.

Mendes discordou das questões processuais apontadas por Nunes Marques, pegou pontos da defesa e aprofundou trechos do voto que já havia apresentado. Ele afirmou que não se pode permitir uma combinação entre juiz e o ministério público.

Mendes disse que habeas corpus pode ser usado para declarar ilegalidade em qualquer julgamento, citou que houve irregularidades no processo como a condução coercitiva, a interceptação do escritório da defesa do ex-presidente. e citou nominalmente Nunes Marques várias vezes.

Mendes afirmou ainda que independente do resultado do julgamento o caso já representou a desmoralização da Justiça.

“Não se trata de ficar brincando de não conhecer de habeas corpus. É muito fácil não conhecer de um habeas corpus. Atrás, muitas vezes, da técnica de não conhecimento de habeas corpus, se esconde um covarde. E Rui falava: 'O bom ladrão salvou-se, mas não há salvação para o juiz covarde'”, afirmou.


O ministro reforçou que julgou com as provas do processo. “Caráter seletivo e manipulado dos vazamentos não apaga os registros de quando [Moro] virou herói nacional. Tomou como sinal de apoio protestos pela prisão de Lula. Encerro reafirmando meu voto e destacando que em nenhum momento – e disse isso claramente – não vou usar as informações de hackers para falar deste caso. Não me façam nenhuma injustiça. Agora, acho que esses fatos são historicamente relevantes”, declarou.

Ricardo Lewandowski

Depois de Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, que já havia votado em 2018, também pediu a palavra. Rememorou pontos de seu voto e reafirmou que um habeas corpus pode ser usado para discutir a suspeição — em contraponto a Nunes Marques.

"Quero tornar pública a minha convicção e já externei no voto que o material arrecadado na Operação Spoofing [que levou à prisão dos hackers] foi periciado. Tanto foi que serviu para denúncia e condenação dos hackers. Nenhum dos diálogos foi desmentido. E não seria possível perícia, porque apagaram, deletaram as mensagens", afirmou Lewandowski.

Segundo o ministro, "os áudios são tão evidentes que dispensam qualquer tipo de perícia, no sentido de atestar a autenticidade do material arrecadado na Operação Spoofing".


"Há um princípio que diz que textualmente fatos notórios independem de prova", declarou


Fonte: G1 

Publicidade: Publicidade



Lixão do Navegante na zona rural de Macajuba um problema antigo que vem se agravando



O Deixa Comigo Macajuba vem recebendo reclamações de um problema antigo, que é o lixão do Navegante na zona rural de Macajuba, segundo os moradores da região a situação do lixo piorou na atual gestão, pois a caçamba tem despejado perto da estrada e com isso o lixo tem se espalhado por terrenos vizinhos.

Continue lendo após a publicidade




Em contato com o prefeito Luciano de Noé, ele informou que nesta quarta-feira (24) uma máquina que tenha cabine fechada por causa das moscas irá até o lixão para solucionar o problema.

Confira o vídeo enviado pelos moradores:





Deixa Comigo Macajuba há quase 10 anos o Blog do Povo Macajubense


 




Publicidade: 


 POINT DO AÇAÍ 🍧 AÇAÍTERIA SELF-SERVICE Funcionamento todos os dias das 13:00 as 20:00 horas NA PRAÇA CASTRO CINCURÁ MACAJUBA BA 📲 REALIZE SEU PEDIDO (75) 9 9999-8086



 


 

Açaí Nova Cruz

Temos o melhor açaí,cerveja, wisque, conhaque, caldo, tiragosto e melhor caipirosca da Bahia .

Visite na Praça Osvaldo Ribeiro no Distrito de Nova Cruz.

Fale com Zezinho Potência 0749 9809-9942

Publicidade Google