quinta-feira, 23 de abril de 2020

Bolsa Família não garante auxílio emergencial; entenda o motivo.


Resposta: Os beneficiários do Bolsa Família têm direito ao auxílio emergencial, desde que o trabalhador cumpra todas as regras para receber o auxílio. 

Quem não cumprir uma das regras continua a receber o benefício do Bolsa Família.

Se o trabalhador cumprir todas as regras para receber o auxílio e o valor do benefício do Bolsa for menor que o auxílio, o benefício do Bolsa será suspenso e o trabalhador passa a receber durante três meses a parcela do auxílio emergencial a que teria direito (R$ 600 ou R$ 1.200, no caso das mães solteiras).

Quando terminar de receber as três parcelas do auxílio, o governo encerra a suspensão do benefício do Bolsa Família e se a família continuar atendendo as regras de elegibilidade do Bolsa Família, o benefício será restabelecido.

E se o valor do Bolsa Família for maior que o valor do auxílio emergencial?

Nesse caso a família não recebe o auxílio emergencial e continua a receber o Bolsa Família.

Quais são as regras para receber o auxílio emergencial?

É preciso cumprir TODAS AS REGRAS.

- Ter mais de 18 anos de idade;

- Não ter emprego formal ativo (não ter carteira assinada nem vínculo ativo);

- Não receber benefícios pagos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), como aposentadoria, pensão ou Benefício de Prestação Continuada (BPC);

- Não ser beneficiário do  seguro desemprego, seguro defeso ou de programa de transferência de renda federal,  com exceção do Bolsa Família;

Leia mais: Veja 20 perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial

- Estar em família com renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou com renda mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135,00);

- Não ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018;

- Ser  microempreendedor individual, contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social ou trabalhador informal, mesmo que desempregado.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Ministério da Cidadania.

Se ainda tiver mais dúvidas sobre economia, dinheiro, direitos e tudo mais que mexe com o seu bolso, envie suas perguntas para “O que é que eu faço, Sophia?” pelo e-mail sophiacamargo25@gmail.com

Fonte: R7 notícias

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Moto que foi roubada na Rua Demétrio Ribeiro Sampaio, em Ruy Barbosa continua desaparecida.

Dois indivíduos em uma motocicleta tomaram uma moto em assalto na noite desta segunda-feira (20), por volta das 20h, na Rua Demétrio Ribeiro Sampaio, em Ruy Barbosa. Os ladrões estavam de blusa cinza e preta no momento do furto, Fan 160 azul placa PLY 2H87 de Lea Macedo. Quem tiver informações ligar para polícia de sua cidade.

Fonte: Ruy Barbosa notícias

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Macajuba e mais 40 municípios baianos têm decretos de calamidade pública aprovados

A Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) realizou mais uma sessão virtual nesta quinta-feira (23), na qual votou e aprovou por unanimidade 41 novos projetos de decreto legislativo municipais solicitando o reconhecimento do “estado de calamidade pública” em razão da pandemia da covid-19. No total, 374 dos 417 municípios baianos já vivem sob os efeitos dos decretos extraordinários.

“Estamos prontos para votar os 43 pedidos de reconhecimento do estado de calamidade. Só basta que os pedidos do Executivo municipal cheguem à Mesa Diretora. Agora, o importante é manter o isolamento social e, principalmente, usar máscara. A chance de contágio de dois indivíduos que estiverem usando máscara cai para apenas 1,5%”, explica o presidente da Alba, deputado Nelson Leal. 

Com a aprovação pela Alba, o estado de calamidade pública vige, a partir de hoje, em Abaré, Adustina, Amargosa, América Dourada, Aramari, Glória, Ibiassucê, Jaborandi, Mairi, Mortugaba, Ourolândia, Paratinga, Pindaí, Rafael Jambeiro, Santa Luz, Santo Antônio de Jesus, Sítio do Mato, Várzea da Roça, Xique-Xique, Aporá, Ichu, Urandi, Itapebi, Barreiras, Cícero Dantas, Cristópolis, Encruzilhada, Esplanada, Heliópolis, Ibicuí, Ibirapitanga, Irajuba, Jeremoabo, Macajuba, Antônio Gonçalves, Eunápolis, Iraquara, Lajedinho, Muquém do São Francisco, Poções e Taperoá. 

Vale lembrar, que mesmo Macajuba não tendo nenhum caso, o atual prefeito Murilo Sampaio tem todo direito de decretar Estado de calamidade pública e foi atendido pela Assembleia Legislativa da Bahia.


Com Informações do CORREIO 24 Horas.


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É #FAKE que máscaras importadas da China são distribuídas contaminadas com o novo coronavírus.


A informação falsa se refere às milhões de máscaras compradas pelo Ministério da Saúde na China como parte de um lote de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os profissionais de saúde – e não para a população em geral. Governos estaduais também adquiriram equipamentos para médicos, enfermeiros e outros trabalhadores da saúde.

Em nota, o Ministério da Saúde diz que não há qualquer evidência de nada do exposto na mensagem falsa. “Os vírus geralmente não sobrevivem muito tempo fora do corpo de outros seres vivos, e o tempo de tráfego destes produtos costuma ser de muitos dias”, explica.

Da mesma forma, especialistas entrevistados são unânimes ao afirmar que o novo coronavírus não é capaz de resistir nas máscaras durante todo o traslado China-Brasil. “Não há risco, seja em máscara, brinquedo ou tecido trazido da China. Não existe como, nesse período entre embalagem e voo de 24 horas, haver risco de contaminação. Não há possibilidade biológico de o vírus se manter vivo nessas condições”, diz o infectologista Renato Kfouri, presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria.

“Não é preciso esterilizar a máscara, ela vem pronta para uso. Elas não são esterilizadas, nem necessitam ser. E tem outro detalhe: se alguém está preocupado com o produto chinês, está redondamente enganado. Hoje, tem muito mais coronavírus circulando aqui do que lá. Então se for se preocupar, se preocupa com produto brasileiro, não chinês.”

A equipe do Fato ou Fake já desmentiu um boato sobre produtos importados do país asiático.

Segundo o infectologista Leonardo Weismann, um estudo publicado mês passado na revista científica “New England Journal of Medicine” já atestou a impossibilidade da resistência do vírus por muito tempo: “Este é mais um boato, e já foi desmentido antes. Mesmo que as máscaras estivessem contaminadas, o SARS-CoV-2 não sobrevive ao tempo de transporte até chegar aqui. O estudo mostrou que o vírus pode ser detectado por até 72 horas em superfícies de plástico e até 24 horas em papelão”, explica o médico, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia.

A pesquisa, realizada por cientistas dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças da Universidade da Califórnia, de Los Angeles e de Princeton, foi publicada em março. O trabalho avaliou a resistência do novo vírus em cinco materiais diferentes, e concluiu que ele resiste mais em materiais como aço inox e plástico (3 dias), e menos em papelão (um dia) e cobre (4 horas).

O pneumologista Rodolfo Berhsin Hugg, professor do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, endossa: o temor de que as máscaras cheguem infectadas é injustificável. “Esse risco é totalmente infundado. Essas máscaras são vistoriadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária na entrada no país e, caso ocorresse contaminação, elas seriam recusadas”, aponta.

“A informação também não se justifica quando se refere aos Estados Unidos. Eles possuem critérios de qualidade bem elevados, e as máscaras seriam recusadas também. Imaginem a repercussão se as autoridades americanas identificassem uma irregularidade dessa magnitude?”, diz o médico. Ele ratifica que não há qualquer necessidade de limpeza do material antes de usar: basta posicionar máscara no rosto. “Higienizar pode, inclusive, destruir as máscaras”.

A pneumologista Patricia Canto Ribeiro, da Escola Nacional de Saúde Pública, lembra que não há relatos na literatura médica de contaminação pelos EPIs. “Essa hipótese é absurda. O uso de água sanitária é para lavagem das máscaras caseiras”, explica a médica. “As máscaras de uso em ambientes de saúde passam por controles de qualidade e não são ‘lavadas’ com água sanitária. O que ocorre é que, mesmo utilizando EPI, é possível que o profissional se contamine ao colocá-los ou retirá-los. Por isso, há uma técnica para a utilização correta.”

Para a infectologista Flávia Gibara, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, “obviamente é fake news” a contaminação das máscaras. “Muito provavelmente, em uma viagem, do momento em que a máscara é fabricada, embalada, transportada até o destino, passando por diferentes temperaturas e condições, em um tecido, há uma chance minúscula de que isso aconteça”, explica a especialista. “É muito pouco provável que esse vírus venha em uma máscara até o consumidor final, vindo de qualquer lugar”, acrescenta.

As mensagens têm sido compartilhadas em formato de áudio e texto. Uma diz que “na dúvida sobre a higiene dessas máscaras, e considerando o risco de estarem contaminadas, todos devem lavar suas máscaras, deixar de molho em água e água sanitária diluída e colocar para secar. Só aí elas estarão seguras para uso”. Diz ainda que “existem notícias, que podem ser boatos, sobre a contaminação de população nos Estados Unidos por máscaras chinesas”.

Uma outra vai além: “Minha colega do posto diz que vão distribuir máscaras. É para não aceitar. As máscaras estão vindo da China e estão contaminadas. É por isso que vão morrer milhões de pessoas. Não aceite as máscaras, mesmo se o agente comunitário bater na sua porta . É para comprar máscara em farmácia".

Uma outra insinua que autoridades de saúde vão distribuir propositalmente máscaras contaminadas, e ainda diz que soube da informação “de fonte segura”. “Foi comprovado agora, foi a maior descoberta: todas as máscaras estão vindo contaminadas da China. Não usem”.

Uma das mensagens se refere especificamente ao estado de Alagoas, e alerta que a população não deve aceitar máscaras distribuídas nos postos de saúde. Só que, segundo as secretarias de Saúde do estado e da capital, Maceió, não há distribuição de máscaras em residências por agentes de saúde. Os órgãos ainda garantem a procedência confiável das máscaras que vêm sendo adquiridas aos profissionais.

A Secretaria de Saúde do município do Rio de Janeiro também diz que o áudio que circula na internet, pedindo para que as pessoas recusem máscaras a serem distribuídas pelo poder público, é "fake news". "Não tem o menor sentido." Segundo o órgão, a prefeitura vai priorizar a proteção dos profissionais de saúde e de outras categorias que precisam continuar trabalhando nesse momento.

No início do mês, a prefeitura anunciou a contratação de 600 costureiras para a confecção de 1,8 milhão de máscaras de pano para a população. Ou seja, não houve importação de máscaras da China neste caso.

Além dessa primeira iniciativa, o poder público municipal também anunciou no último sábado (18) a distribuição de mais um milhão de um modelo novo de máscara. Esses equipamentos são de celulose, biodegradável e com design mais eficiente, para evitar a contaminação do lado interno. As máscaras são descartáveis e duram um dia de uso, segundo a prefeitura.

Sobre as máscaras feitas de pano, por costureiras e indicadas para a população, a infectologista Fávia Gibara lembra que é importante lavá-la antes da primeira utilização e sempre que ela for utilizada na rua. “Eventualmente, essa máscara pode ter sido feita naquele mesmo dia por uma pessoa assintomática que tenha o vírus. Então, toda máscara de tecido tem que ser higienizada antes de ser vestida e a cada uso”, alerta.


Fonte: G1

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Matos, buracos, água nas ruas e casos suspeitos de dengue só aumentam em Macajuba


A redação do Deixa Comigo Macajuba vem recebendo relatos de pessoas que estão ficando doente e com suspeita de dengue, não só em Macajuba como também no distrito de Nova Cruz, além de cada cidadão fazer sua parte evitando água parada, o município deve fazer sua parte, mas na sede as reclamações de matos, água parada e calcamentos danificados são constantes.

Um exemplo disso é o vídeo enviado pelo morador da Rua Tancredo Neves, nas imediações do Bairro Planalto, onde mostra mato e buracos na pavimentação.



Já no Loteamento João Pedreira próximo a creche inacabada, os moradores voltam a reclamar de água parada.

Em contato com a assessoria da prefeitura, o Deixa Comigo Macajuba foi informado, que sobre os buracos e água parada é de responsabilidade da Embasa

0800 0555 195, endereço

Pc Dr Jose Marcelino Souza, 74

Macajuba - BA

46805-000

 

Telefone: (74)3259-2186

Já sobre o mato mostrado no vídeo o mato, a ascom da prefeitura informou que a limpeza está no cronograma.




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Homens que fizeram exames durante a campanha do Novembro Azul no município de Macajuba ainda não tiveram resultados



Uma moradora do Povoado de Santa Luzia, que fica a 36 km de Macajuba, envou uma mensagem para a redação do Deixa Comigo Macajuba relatando uma situação preocupante.

Ela diz: “o motivo dessa mensagem, é que preciso de sua ajuda, alguns moradores de Santa Luzia estão relatando que em novembro teve uma campanha da Secretaria de saúde, referente ao mês do azul, os homens foram encaminhados para realização de alguns exames, e até hoje ninguém recebeu ainda o resultado, e aí está o nosso questionamento o que aconteceu com esses exames? Peço para você não expor o meu nome, por favor, desde já grata pelo seu trabalho.”

Em contato com a assessoria da prefeitura de Macajuba, onde fomos informados, que O Laboratório Central de Saúde Pública do Estado da Bahia é responsável pela realização desses exames, porém até presente momento não foi recebido o resultado. A Secretaria de Saúde está cobrando a emissão.

Acredita-se que devido a superlotação no Laboratório devido a Pandemia do Covid-19, está gerando esse atraso na divulgação dos resultados de outros exames.



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