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Policiais prenderam pelo menos 81 suspeitos e apreenderam 75 fuzis nas comunidades do Alemão e da Penha, no Rio
Imagem: Reprodução/Redes Sociais
Pelo menos 60 pessoas foram mortas durante a megaoperação contra o Comando Vermelho, deflagrada na manhã desta terça-feira (28/10) no Rio de Janeiro. Entre os mortos, estão quatro policiais — sendo dois civis e dois militares. Ao todo, 2,5 mil agentes de segurança saíram às ruas nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte. Os criminosos contra-atacaram com barricadas, drones, bombas e tiros.
Até o momento, foram confirmadas 81 prisões. Os policiais apreenderam um verdadeiro arsenal — pelo menos 75 fuzis foram recolhidos.
O policial civil Marcos Vinicius Cardoso Carvalho, 51 anos, conhecido entre colegas como Máskara, foi baleado e morto durante a megaoperação. Ele era chefe da 53ª Delegacia de Polícia (Mesquita) e estava entre os 2,5 mil agentes mobilizados na ação, que buscava conter o avanço territorial do Comando Vermelho e prender chefes do tráfico do Rio e de outros estados.
O outro policial civil morto é Rodrigo Velloso Cabral, 34, da 39ª DP (Pavuna).
Reprodução/Redes Sociais
Durante entrevista coletiva, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, classificou a operação como a maior já realizada no Rio de Janeiro e destacou que a ação foi planejada para ocorrer em áreas de mata, longe das comunidades, priorizando a segurança da população.
As autoridades confirmaram que, em retaliação à megaoperação, traficantes do CV lançaram bombas com drones contra policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), a tropa de elite da Polícia Civil do RJ.
Fonte: Feira 24 Horas
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