Narrador Inteligente
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Enquanto as redes sociais da Prefeitura de Macajuba celebram a chegada de recursos vultosos — como a emenda de R500 mil em dezembro para o custeio da saúde — a realidade relatada por moradores na ponta do sistema é de abandono e precariedade. O contraste entre o dinheiro "na conta" e a falta de assistência básica levanta questionamentos sobre a gestão das verbas públicas no município.
Um dos casos que ilustram a crise é o de uma moradora de Nova Cruz, que sofre de ansiedade e não conseguiu renovar sua receita controlada na Unidade de Saúde da Família (USF) Nova Cruz. Sem o documento, pacientes com transtornos psicológicos ficam expostos a crises, evidenciando uma falha grave no fluxo de atendimento básico que deveria ser garantido pelas verbas de custeio.
No Hospital Municipal, a lista de demandas ignoradas cresce a cada final de semana. Relatos de pacientes e acompanhantes apontam para um cenário de "salve-se quem puder":
Pacientes relatam que, em diversos momentos, médicos de plantão, deixando a responsabilidade total do atendimento nas mãos de técnicos de enfermagem, que acabam sobrecarregados.
Há denúncias de "empurra-empurra" entre funcionários e falta de empatia. Em um episódio crítico, um homem com grave falta de ar precisou da intervenção do porteiro da unidade para ser notado, pois a equipe de triagem não teria dado a devida atenção inicial.
Em alguns casos a ausência de fornecimento regular de refeições, agravando o estado de quem já está fragilizado.
A falta de poltronas para acompanhantes nos leitos obriga familiares a passarem noites em condições desumanas, muitas vezes em cadeiras desconfortáveis ou em pé.
O Deixa Comigo Macajuba entrou em contato com a Secretária de Saúde do Município, Renildes, que explicou sobre as queixas chegadas até a redação do Blog do Povo Macajubense.
A moradora de Nova Cruz, que sofre de ansiedade e não conseguiu renovar sua receita controlada na Unidade de Saúde da Família. Segundo a Secretária, a paciente teria invadido a sala do médico.
Pacientes relatam que, em diversos momentos, médicos de plantão, deixando a responsabilidade total do atendimento nas mãos de técnicos de enfermagem, que acabam sobrecarregados.
Há denúncias de "empurra-empurra" entre funcionários e falta de empatia. Em um episódio crítico, um homem com grave falta de ar precisou da intervenção do porteiro da unidade para ser notado, pois a equipe de triagem não teria dado a devida atenção inicial.
Em alguns casos a ausência de fornecimento regular de refeições, agravando o estado de quem já está fragilizado. Renilde Santana disse que apurar as reclamações.
A falta de poltronas para acompanhantes nos leitos obriga familiares a passarem noites em condições desumanas, muitas vezes em cadeiras desconfortáveis ou em pé.
Segundo ela tem poltronas, mas o espaço da enfermaria que não dá, ela explicou ainda, que as emendas citadas não são para o Hospital e sim para usar na atenção básica, o recurso não pode usar em reforma e que ela pretende reformar o Hospital Julieta Sampaio, falta apenas o recurso.

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