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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Morre terceira vítima do acidente aéreo com avião que bateu em prédio em BH



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Narrador Inteligente Ouvir Matéria

 


Aeronave saiu de Teófilo Otoni, fez parada em BH e seguia para SP. O piloto e um passageiro morreram no local. O empresário Leonardo Berganholi não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.


O empresário Leonardo Berganholi, de 50 anos, morreu nesta segunda-feira (4), após não resistir aos ferimentos da queda do avião monomotor que bateu em um prédio residencial, em Belo Horizonte. A informação foi confirmada pela Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig).

O filho de Leonardo, Arthur Schaper Berganholi de 25 anos, também estava à bordo, mas foi socorrido e levado em estado grave ao Hospital João XXIII junto com Hemerson Cleiton Almeida Souto, de 53 anos, que também estava no avião.

O piloto Wellington Oliveira, de 34 anos, e Fernando Moreira Souto, filho do prefeito da cidade de Jequitinhonha, de 36 anos, morreram no local.

O avião havia saído de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, com seis pessoas a bordo. Ao pousar no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, duas pessoas desembarcaram e uma, Hemerson, embarcou.

Em seguida, a aeronave voltou a decolar com cinco pessoas, com destino a São Paulo. O grupo era sócio da empresa Uaitag, que atua no setor de tecnologia e cartões.




Leonardo Berganholi estava no avião que atingiu um prédio em BH e morreu no hospital — Foto: Redes sociais

Wellington Oliveira, piloto, de 34 anos, e Fernando Moreira Souto, de 36, morreram no acidente com o avião que bateu em um prédio de BH — Foto: Reprodução/Redes sociais



A aeronave

A aeronave caiu no estacionamento do prédio. O piloto reportou à torre de controle do Aeroporto da Pampulha que estava com dificuldades na decolagem.

De acordo com o registro da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião é um modelo EMB-721C, fabricado em 1979.

A aeronave tem capacidade para até cinco passageiros, além do piloto, e tem peso máximo de decolagem de 1.633 quilos.

A aeronave não tinha operação autorizada para táxi aéreo, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Ou seja, não pode ser usada para transporte comercial de passageiros ou cargas mediante pagamento, como fazem empresas de táxi aéreo. Modelo é conhecido como "sertanejo".

Fonte: G1 Globo 

Açaí Nova Cruz

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