Boletim aponta aumento de óbitos e internações por influenza, Covid-19 e outros vírus, enquanto cobertura vacinal segue abaixo do ideal no município
O número de mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) aumentou 26,7% em Rio Grande, conforme o boletim epidemiológico divulgado pela prefeitura nesta terça-feira (19). A síndrome reúne casos de influenza, Covid-19, rinovírus e outros vírus respiratórios que evoluem com comprometimento da função respiratória e demandam hospitalização.
De acordo com o levantamento, os óbitos passaram de 15 para 19 no município. Entre as vítimas, 15 eram idosos com 60 anos ou mais e quatro tinham entre 18 e 59 anos.
Entre as mortes registradas, 47,4% ocorreram em casos classificados como SRAG não especificada. A influenza e o rinovírus aparecem na sequência, ambos correspondendo a 21,1% dos óbitos. Já a Covid-19 representa 10,5% das mortes contabilizadas no período.
O boletim também aponta aumento das internações por doenças respiratórias em 2026. Até o momento, foram registrados 152 casos hospitalizados no município.
Vacinação abaixo da meta
Apesar do avanço das internações e mortes, a cobertura vacinal contra a influenza segue abaixo do esperado entre os grupos prioritários em Rio Grande.
Segundo a prefeitura, 22.493 pessoas do público prioritário receberam a vacina até o momento, o que representa cobertura geral de 41,9%. Além disso, outras 33.246 doses já foram aplicadas em grupos contemplados pela campanha.
Como estratégia para ampliar a imunização, quatro postos de saúde vão manter vacinação em horário estendido até o fim de julho: Parque Marinha, Rita Lobato, Profilurb e Vila da Quinta.
Nas demais Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município, a aplicação ocorre normalmente das 8h às 17h.
Para receber a vacina, é necessário apresentar documento com foto e carteira de vacinação ou o aplicativo Cartão SUS.
Fonte: GZH

















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