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terça-feira, 19 de agosto de 2025

STJ nega pedido de liberdade de Hytalo Santos e marido, acusados de exploração infantil




Os advogados dos influenciadores alegam que a prisão foi decretada de forma precipitada motivada por pressão social, após denúncias divulgadas nas redes sociais

Hytalo Santos e Israel Nata Vicente
 (Foto: Abraão Cruz/TV Globo )

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou nesta terça-feira (19/8) o pedido de liberdade apresentado pela defesa do influenciador Hytalo Santos e de Israel Natã Vicente. Os dois foram presos no último dia 15 de agosto, em Carapicuiba, interior de São Paulo, e aguardam transferência para João Pessoa, na Paraíba.

Os advogados dos influenciadores alegam que a prisão foi decretada de forma precipitada motivada por pressão social, após denúncias divulgadas nas redes sociais. A defesa afirma que não houve tentativa de fuga e que não havia restrição de deslocamento para fora da Paraíba antes da prisão.

Hytalo Santos e Euro sendo presos em residência em Carapicuiba, São Paulo, na manhã de sexta-feira (15/8)
Foto: Reprodução


Hytalo Santos, influenciador digital
Reprodução: Redes Sociais


Hytalo Santos é transferido para o Centro de Detenção Provisória de Pinheiros
Reprodução/Portal LeoDias


Josué, primo de Hytalo, e o influenciador ao chegar na delegacia
Reprodução: Portal LeoDias/Marcelo Gonçalves Folhapress/Montagem


Danynha Moraes aparece abalada durante prisão do influenciador Hytalo Santos
Reprodução/ Instagram @central.danymoraes

Ao rejeitar o habeas cospus, o ministro Rogério Schietti Cruz rebateu a alegação dos advogados ao afirmar que a prisão não foi automática nem resultado de pressão midiática, destacando que a Justiça da Paraíba apontou “gravidade concreta” nos fatos investigados.

Hytalo e Euro, Israel Natã Vicente, são suspeitos de exploração sexual e econômica de adolescentes, tráfico de pessoas e produção de conteúdo sexualizado com menores.

O ministro também citou o risco de destruição de provas e a necessidade de preservar a instrução criminal. Por isso, considerou a prisão preventiva uma medida adequada à gravidade do caso.

Schietti concluiu que mesmo réus com residência fixa e sem antecedentes podem permanecer presos preventivamente, se houver fundamentos legais para isso, como ocorre neste caso.

Fonte: Portal Léo Dias 


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Filho de Odete casa com Ana Clara em “Vale Tudo”: “O importante é a gente realizar nosso sonho”




Com a presença de uma oficial de cartório, a cuidadora assina os papéis e faz o noivo “assinar” com a digital


As informações contidas neste texto são de responsabilidade dos colunistas e não expressam necessariamente a opinião do portal LeoDias.



Ana Clara (Samantha Jones) e Leonardo (Guilherme Magon) em "Vale Tudo" (Reprodução/Globo)

A trama de “Vale Tudo” vai ganhar uma reviravolta que promete incendiar os próximos capítulos. Ana Clara (Samantha Jones) decidirá oficializar sua relação com Leonardo (Guilherme Magon), em uma cena que mistura obsessão, fantasia e uma boa dose de polêmica.

No casebre onde vive com o filho de Odete Roitman (Débora Bloch), Ana Clara insiste em tratá-lo como marido mesmo diante da apatia dele. Em um momento de intimidade, ela se convence de que Leonardo a entende:“O jeito que você me olhou agora pareceu que entendeu… Ou eu tô delirando? A vó dizia que você entende o que a gente fala. Será?”.

A jovem vai além e projeta o futuro que sonha ao lado dele:“Será que se você conseguisse entender, você ia querer esse casamento comigo? Você deve gostar de mim, eu cuido bem de você”.

Determinada a transformar o delírio em realidade, Ana Clara arma um casamento relâmpago. Com a presença de uma oficial de cartório, ela assina os papéis e faz Leonardo “assinar” com a digital, enquanto ele segue alheio a tudo. Em êxtase, comemora:“Estamos casados, viu? Ele é meu amorzinho, doutora Sumara…”.

E sela a cena com um gesto afetuoso:“Seja como for… o importante é a gente realizar nosso sonho, né?”

Fonte: Portal Léo Dias 

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Prefeitura de Macajuba auxilia na produção de silagem em pequenas propriedades rurais






Com o objetivo de auxiliar produtores do município com a produção de silagem, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente realiza o empréstimo do maquinário, que inclui tratores e ensiladeira, e faz o acompanhamento técnico para garantir a produção. 

Agricultores familiares, interessados, podem procurar a sede Secretaria.

A silagem é uma alternativa de alimento para os animais durante o inverno, quando há escassez de pastagem e em tempos de estiagem, por ter menor custo ao produtor.


Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente 
Prefeitura de Macajuba
Governando para Todos!

Fonte: Ascom 

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César rejeita Fátima e a humilha após saber que é o pai do seu bebê em “Vale Tudo”




Ela procura o amante certa de que, com o exame de DNA em mãos, finalmente terá como manipulá-lo, mas ele terminará a relação com a vilã

As informações contidas neste texto são de responsabilidade dos colunistas e não expressam necessariamente a opinião do portal LeoDias.



Maria de Fátima (Bella Campos) e César (Cauã Reymond) em "Vale Tudo" (Reprodução/Globo)

Os próximos capítulos de “Vale Tudo” prometem um verdadeiro choque para Maria de Fátima (Bella Campos). A vilã, que acredita estar prestes a conquistar César (Cauã Reymond) ao revelar que espera um filho dele, será surpreendida pela reação fria e cruel do modelo.As cenas vão ao ar na quarta-feira (20), quando Fátima procura o amante certa de que, com o exame de DNA em mãos, finalmente terá como manipulá-lo. “O filho é seu, César”, dirá ela, confiante de que o bon vivant ficará preso à relação.

Mas o tiro sairá pela culatra: em vez de se comover, César corta o romance de forma definitiva. “Mas eu te falei que eu não queria esse negócio de filho! Eu nunca quis ser pai”, dispara o modelo, reforçando que criança nunca fez parte de seus planos.

Humilhada, Fátima ficará em choque ao ouvir o desprezo de César, que afirma ter “outros planos amorosos e profissionais” e encerra o relacionamento sem rodeios. O que ela não imagina, no entanto, é que a essa altura o bon vivant já está envolvido em um romance secreto com Odete Roitman (Debora Bloch), sua nova paixão.

A cena marca mais um baque na trajetória da ambiciosa vilã, que já havia tentado perder o bebê se atirando de uma escadaria e acabou sobrevivendo com a gravidez intacta. Ainda assim, Fátima não desistirá: mesmo rejeitada, continuará obcecada por César e tentará seduzi-lo novamente nos capítulos seguintes.

Fonte: Portal Léo Dias 



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Empresário confessa ter matado gari em Belo Horizonte, diz polícia






Renê da Silva Nogueira Júnior disse que a esposa, delegada da PCMG, não sabia que ele estava com a arma usada no crime



A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) afirmou que o empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, suspeito de matar o gari Laudemir de Souza Fernandes, em Belo Horizonte, confessou o crime nesta segunda-feira (18), durante novo interrogatório realizado no Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).


Segundo a corporação, o homem admitiu ter efetuado o disparo após a discussão de trânsito. Ele afirmou ainda que utilizou uma arma particular pertencente à sua esposa, delegada da PCMG. Renê declarou que ela não tinha conhecimento de que ele havia se apoderado do armamento.


No primeiro depoimento, o empresário havia negado o crime e alegado uso de medicamentos controlados. Renê relatou sua rotina no dia do crime, afirmando que saiu do trabalho e foi para casa. Em seguida, passeou com os cachorros e depois foi direto para a academia. Em nenhum momento citou ter estado na rua onde o crime ocorreu.

O empresário foi indiciado por homicídio duplamente qualificado, porte ilegal de arma e ameaça. Imagens de câmeras de segurança flagraram Renê matando o gari e guardando a arma usada no crime.

As gravações foram feitas pelo sistema interno do estacionamento do prédio em que Renê mora, no Bairro Vila da Serra, em Nova Lima, na Grande BH. Ele está preso desde o dia do crime, segunda-feira (11), e aguarda a finalização do inquérito policial.

Nesta segunda-feira (18), os advogados que defendiam o empresário deixaram o caso após a divulgação das imagens. Eles informaram que o investigado foi notificado e deverá apresentar nova defesa.

A Polícia Civil informou que novas informações sobre o caso poderão ser divulgadas em momento oportuno.

Relembre o caso

O gari Laudemir de Souza Fernandes, de 44 anos, foi morto a tiros após uma discussão de trânsito no último dia 11, no Bairro Vila da Serra, em Nova Lima, na Grande BH. O suspeito foi o empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47 anos.

Segundo o boletim de ocorrência, Laudemir e outros garis recolhiam lixo quando a motorista do caminhão encostou o veículo para dar passagem ao carro do empresário. Renê teria abaixado o vidro e ameaçado matar caso alguém encostasse em seu carro. Os trabalhadores pediram calma e sugeriram que ele seguisse viagem. O suspeito, porém, desceu do carro alterado e disparou contra o grupo.

O gari Tiago Rodrigues, que presenciou o crime, afirmou que Renê agiu com frieza. “Assim que atirou, ele entrou no carro como se nada tivesse acontecido e foi embora”, disse. Tiago tentou socorrer o colega, mas Laudemir não resistiu.

Renê foi localizado por meio de informações de uma testemunha, que lembrou de parte da placa do carro dele e pela consulta de câmeras de segurança. A polícia apresentou uma foto do empresário, que foi reconhecido e apontado como o responsável pelo ataque. Apesar disso, ele negou que tivesse cometido o crime quando foi preso, no estacionamento de uma academia.

Na sexta-feira (15), a PCMG informou que a arma usada para matar Laudemir pertence à esposa do principal suspeito, a delegada da corporação Ana Paula Balbino Nogueira.

A compatibilidade foi confirmada pela perícia de microbalística, que analisou duas munições — uma usada e outra intacta — deixadas no local do crime. Desde então, Ana Paula é investigada pela Corregedoria da PCMG, que apura possíveis desvios de conduta da servidora.

Fonte: SBT News 

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Treinamento sobre Controle Vetorial das Arboviroses aconteceu entre os dias 12 à 15 de Agosto




Entre os dias 12 à 15 de agosto, aconteceu na cidade de Itaberaba, uma capacitação sobre controle vetorial de arboviroses, norteada pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVEP).

O Treinamento reuniu profissionais da Vigilância Epidemiológica e ACE para se atualizarem nas Novas Diretrizes Nacionais, com foco na estratificação de risco e no uso de georreferenciamento no enfrentaremos de doenças como dengue, zika e Chikungunya.

A iniciativa contou com a parceria das Regionais de Saúde de Itaberaba e Seabra e envolveu os municípios de toda a área de abrangência. 

Secretaria Municipal da Saúde 
Prefeitura de Macajuba 
Governando para Todos!




Fonte: Ascom

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Ana Castela, Luísa Mell e Paolla Oliveira cobram justiça para cavalo que teve patas mutiladas com facão: ‘Covardia’







A Polícia Civil está investigando o caso que aconteceu em Bananal, no interior de SP. O animal morreu.


Imagem viralizada mostra cavalo branco caído no chão antes de mutilação em Bananal, SP. — Foto: Reprodução/Redes sociais


O caso do cavalo que teve as patas mutiladas por um facão viralizou nas redes sociais, com uma corrente de solidariedade ao animal e pessoas cobrando justiça. A polícia está investigando o caso, que aconteceu em Bananal, no interior de São Paulo. O cavalo morreu - leia mais abaixo.

Famosos como a cantora Ana Castela, a ativista Luisa Mell e a atriz Paolla Oliveira saíram em defesa do animal nas redes, cobrando que as autoridades investiguem o caso e que os responsáveis sejam punidos.

A boiadeira Ana Castela, que é do interior do Mato Grosso do Sul e é apaixonada por cavalos, usou o Instagram, rede social na qual acumula 16,3 milhões de seguidores, para expor o caso e cobrar justiça.

Na rede social, Ana classificou o ocorrido como uma covardia e pediu apoio popular para o caso ganhar repercussão e chegar até as autoridades.


Ana Castela é apaixonada por cavalos. Ela é tutora do cavalo Blake, com quem divide a vida no campo. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

A ativista Luísa Mell, que é engajada na luta contra os maus-tratos aos animais e conta com 4,1 milhões de seguidores, também fez uma postagem cobrando justiça.

No post, Luísa mostrou indignação, chamando quem mutilou o animal de "monstro" e "covarde". “Monstros! Como pode gente? Pelo amor de Deus! Exigimos punição! Estes covardes têm que pagar! Cortaram as patas de um cavalo! Vamos pressionar! Não se calem!”, disse a ativista nas redes.

A atriz Paolla Oliveira, que está atuando na novela Vale Tudo e soma mais de 38 milhões de seguidores no Instagram, viu a postagem de Luísa Mell e também prestou apoio.

O caso

A Polícia Civil está investigando uma denúncia de maus-tratos a um cavalo que foi mutilado com um facão em Bananal, no interior de São Paulo. O animal morreu.

Segundo a Polícia Civil, os policiais receberam denúncias de que o tutor do cavalo teria cortado as patas do animal após uma cavalgada na zona rural da cidade, no último sábado (16).

Após a repercussão do caso, nesta segunda-feira (18) a polícia ouviu o tutor do cavalo, de 21 anos, e uma testemunha.

Consta no boletim de ocorrência que, em depoimento, a testemunha afirmou que ele e o tutor estavam em uma cavalgada, cada um com um cavalo, quando o cavalo branco ficou cansado, parou de andar e deitou no chão.

Segundo o boletim de ocorrência, o homem investigado pelo crime é Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz, de 21 anos.

O boletim narra ainda que, aos policiais, ele alegou que imaginou que o cavalo já estava morto no momento em que desferiu o golpe contra as patas do animal. O g1 entrou em contato com Andrey, que não quis se manifestar sobre o caso.

A testemunha afirmou que, nesse momento, o tutor do cavalo branco disse: “se você tem coração, melhor não olhar” e em seguida o jovem tirou um facão que estava na cintura e desferiu um golpe na pata do animal, cortando-a.

Diante da situação, a testemunha disse que passou mal e foi embora do local sem o tutor, sem saber o que aconteceu a seguir.

O tutor do animal foi localizado pela polícia e também prestou depoimento. De acordo com o boletim de ocorrência, o jovem confirmou que mutilou o animal com o facão, mas ele alegou que o animal já estava morto quando fez isso.

O caso foi registrado como prática de ato de abuso a animais, com agravamento pela morte do animal e segue sendo investigado. Até o momento, ninguém foi preso.

Por meio de nota, a Prefeitura de Bananal disse que tomou conhecimento das imagens que circulam nas redes sociais envolvendo um cavalo vítima de maus-tratos e que trabalha com a polícia para o caso ser investigado.

“Assim que fomos informados, encaminhamos o caso imediatamente à Delegacia de Polícia e Polícia Ambiental para apuração dos fatos, identificação e punição dos responsáveis. A Prefeitura repudia qualquer ato de crueldade contra os animais e reforça seu compromisso em zelar pelo bem-estar de todos, trabalhando em conjunto com os órgãos competentes para que casos como este não fiquem impunes”, disse a prefeitura em nota.

O g1 não conseguiu localizar a defesa dos envolvidos. A reportagem será atualizada caso eles ou os advogados se manifestem.

Fonte: G1 Globo/ Vale do Paraíba e Região 




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Governo envia resposta à investigação dos EUA sobre o Pix nesta 2ª




Réplica brasileira deve citar itens questionados pelos EUA, como Pix, desmatamento ilegal, propriedade intelectual e mercado de etanol

Lara Abreu / Arte Metrópoles


Em meio ao clima de acirramento entre Brasil e Estados Unidos, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviará, nesta segunda-feira (18/8), relatório em resposta à ação aberta pela gestão de Donald Trump para investigar práticas comerciais no território brasileiro vistas como “desleais”. Os itens questionados, e que devem ser abordados na réplica, envolvem o Pix, o desmatamento ilegal, a propriedade intelectual e o mercado de etanol.

A investigação é conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), com base na Seção 301 da Lei Comercial dos Estados Unidos. A norma permite que o governo norte-americano apure possíveis violações ou práticas irregulares no âmbito do comércio por parte de países estrangeiros.

A abertura do procedimento foi anunciada há cerca de um mês, no último dia 15 de julho. Desde então, o USTR abriu consultas a cidadãos e entidades que queiram contribuir com o processo.

Na última semana, o governo Trump voltou a colocar brasileiros na mira de sanções ao suspender o visto de duas autoridades envolvidas no programa Mais Médicos, do Ministério da Saúde. Após o anúncio, a Casa Branca sinalizou que novas medidas retaliatórias poderão ocorrer, em um movimento de escalada nas tensões entre os países.

Sanções

A crise entre Estados Unidos e Brasil ganhou novo capítulo na última quarta-feira (13/8), quando o governo Trump anunciou sanções a Mozart Sales e Alberto Kleiman, servidores ligados à criação do Mais Médicos. A filha e a esposa do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também tiveram a entrada nos EUA restrita.

Washington argumenta que a iniciativa do Ministério da Saúde contribui com o regime de Cuba, país alvo de embargo econômico pelos Estados Unidos desde a década de 1960.

Anteriormente, autoridades brasileiras já haviam sido sancionadas com a suspensão de vistos pela gestão Trump. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e outros sete magistrados da Corte foram afetados pela medida.

Além das sanções, outro fator que desgasta a relação entre os países é a decisão de Trump de aplicar sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros que entram nos EUA.

Investigação

Ao todo, são seis itens em investigação pelo USTR. São eles: comércio digital e serviços de pagamento eletrônico; tarifas preferenciais; fiscalização anticorrupção; proteção à propriedade intelectual; mercado de etanol; e desmatamento ilegal.

Em relação ao comércio digital e aos serviços de pagamento eletrônico, os Estados Unidos argumentam que o Brasil criou um ambiente hostil para empresas de tecnologia norte-americanas, fazendo alusão a decisões da Suprema Corte que envolvem big techs. Além disso, o documento referencia o Pix ao mencionar “práticas desleais em relação aos serviços de pagamento eletrônico”.

Sobre as tarifas preferenciais, o governo norte-americano alega que o Brasil reduziu tarifas de forma injusta ao celebrar acordos comerciais com grandes parceiros, prejudicando os Estados Unidos ao aplicar taxas mais elevadas às importações estadunidenses.

A carta também questiona o enfraquecimento do combate à corrupção e de regras de transparência, o que poderia prejudicar empresas americanas. Outro ponto do documento afirma que o Brasil foi omisso na proteção de direitos de propriedade intelectual, afetando empresas americanas de tecnologia e criatividade.

Já em relação ao etanol, o governo norte-americano reclama de tarifas mais altas e de um suposto desequilíbrio comercial resultante da decisão do Brasil de abandonar o tratamento recíproco, praticamente isento de impostos. Por fim, o documento critica o desmatamento ilegal e afirma que a destinação dessas terras para a produção agrícola representa vantagem injusta sobre produtores americanos.

Fonte: Metrópoles 


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Açaí Nova Cruz

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