Publicidade

Publicidade



quarta-feira, 27 de maio de 2026

Estrada de Macajuba: Enquanto Caldeirão do Morro celebra melhorias, Jundiá cobra agilidade nas obras

(Estradas do Caldeirão e Jundiá; Fotos Internautas)

O setor de recuperação de estradas de Macajuba confirmou o avanço do cronograma de manutenção das vias rurais. Após a conclusão do trecho que liga a sede ao Caldeirão do Morro, a gestão anunciou que a próxima etapa contempla a região do Jundiá. No entanto, o cenário atual é de contraste: moradores de uma localidade comemoram o acesso renovado, enquanto os vizinhos do Jundiá convivem com a poeira e o desgaste


Registros enviados por moradores do Caldeirão do Morro mostram máquinas trabalhando e a pista em condições de trafegabilidade. 




Já no Jundiá, o tom é de urgência. Motoristas e moradores reclamam das dificuldades de deslocamento e pedem que o maquinário chegue à região o quanto antes para garantir a segurança no transporte.


Deixa Comigo Macajuba 15 anos O Blog do Povo Macajubense.

Polícia investiga suposta tentativa de abate clandestino de gado na zona rural de Macajuba

 As autoridades policiais de Macajuba, por meio das Polícias Civil e Militar, deverão dar início a investigações sobre uma suposta tentativa de abate clandestino de gado em uma propriedade na zona rural do município. O caso foi relatado pela moradora Josete Sampaio, que expressou preocupação com a segurança de seus animais no Sitio Sara na região da Fazenda Bravo.



De acordo com informações colhidas pelo Plantão Deixa Comigo Macajuba, a proprietária já enfrentou prejuízos em ocasiões anteriores, tendo animais roubados de sua propriedade. Desta vez, indícios encontrados no local levantaram a suspeita de que criminosos estariam planejando ou tentaram realizar o abate dos animais diretamente no pasto, prática comum em crimes de abigeato (furto de gado).
Investigação e Segurança Rural
O caso de Josete Sampaio não parece ser isolado. Relatos de outros supostos abates clandestinos na região têm chegado ao conhecimento das autoridades macajubenses. A suspeita é de que um grupo possa estar atuando na zona rural, realizando o abate irregular para comercialização ilegal de carne, o que gera riscos não apenas financeiros aos produtores, mas também à saúde pública.
As forças de segurança devem intensificar as rondas e o trabalho de inteligência para identificar os responsáveis por essas ações. A Polícia Civil solicita que qualquer informação que ajude na identificação de suspeitos ou veículos estranhos circulando pelas estradas vicinais seja reportada anonimamente.
Até o momento, ninguém foi preso, mas a expectativa é que o avanço das investigações traga mais segurança para os moradores e produtores rurais de Macajuba.
Do Plantão Deixa Comigo Macajuba


Governo anuncia medidas contra apps que não detalharem preço do serviço

 


Segundo Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, governo federal vai instaurar processo administrativo contra plataformas que descumprem regra de transparência sobre valor cobrado dos consumidores

Guilherme Boulos (PSOL), ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República e deputado federal licenciado • Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados


O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, anunciou nesta quarta-feira (27) que o governo federal vai instaurar um processo administrativo contra aplicativos que não informarem a composição dos preços cobrados dos consumidores.

"Viemos anunciar a instauração de um processo administrativo sancionador que pode levar à aplicação de multa no valor máximo reitorado que chega a R$ 14 milhões", afirmou Boulos durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.

A regra se trata da Portaria nº 61/2026, publicada em março, que estabelece diretrizes de transparência para plataformas de serviços de transporte individual de passageiros e de coleta e entrega de bens, incluindo refeições. A medida garante que o consumidor saiba, com exatidão, como o preço final de cada serviço é distribuído entre os diferentes atores da operação.

"A pessoa que pega um Uber, um aplicativo de transporte, ela teria que receber no aplicativo dela, do valor que ela paga, quanto fica de fato para o motorista e quanto é retido pela plataforma. A mesma coisa em relação ao delivery, no caso, o iFood, a Keeta, a 99, qualquer que seja, teria que colocar junto com a nota fiscal da comida, da encomenda, quanto é para o restaurante, quanto fica para o motoboy e quanto é retido pela plataforma", explicou Boulos.

Segundo o secretário da Senacon (Secretararia Nacional do Consumidor), Ricardo Morishita, 11 plataformas foram monitoradas pela secretaria desde a publicação da portaria.

Dessas 11 empresas, segundo o governo federal, apenas duas cumpriram com as diretrizes, a Uber e a 99.

Já o Ifood e a Keeta não executaram as normas de transparência da portaria e vão ser notificadas pela Senacon, podendo sofrer sanções com multas de até R$ 14 milhões. Outras sete plataformas seguem em diligência.

A partir da notificação, o Ifood e a Keeta têm até 20 dias para apresentar a defesa. Em nota enviada à CNN Brasil, a Keeta afirmou que "no processo de utilização da plataforma e no recibo disponibilizado ao consumidor em cada pedido, consta o valor total por ele pago e a indicação da parcela desse valor destinada à plataforma, à entrega, incluindo gorjetas, e ao estabelecimento comercial". "Reforçamos nosso compromisso com a transparência, a responsabilidade e o diálogo aberto com as autoridades, os parceiros e a sociedade", disse a empresa.

Após o pronunciamento da Keeta, a Senacon respondeu que "em averiguação preliminar, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) concluiu que a empresa não cumpre a Portaria da Transparência". "A empresa poderá apresentar defesa em até 20 dias, no âmbito do processo administrativo sancionador instaurado hoje."

A CNN Brasil procurou o Ifood e aguarda o posicionamento da empresa. O espaço segue aberto para manifestações.


Fonte: CNN Brasil 

Redes sociais ampliam desinformação sobre saúde mental, aponta estudo

 


Revisão identificou alta frequência de conteúdos imprecisos em plataformas digitais, com riscos de autodiagnóstico, banalização de sintomas e atraso no tratamento

Ícones do Facebook, do TikTok e do YouTube em tela de celular • REUTERS/Dado Ruvic



As redes sociais viraram consultório improvisado para milhões de jovens em busca de respostas sobre ansiedade, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), autismo e outros transtornos mentais. O problema é que boa parte dessas respostas pode estar errada.

Uma revisão sistemática publicada em março no Journal of Social Media Research analisou a qualidade e a precisão das informações de mais de 5 mil postagens sobre saúde mental em plataformas como TikTok, YouTube, Instagram, Facebook e X. A conclusão: até 56% desses conteúdos eram imprecisos ou sem fundamento.

O TikTok apareceu como principal foco de desinformação, com destaque para TDAH e transtorno do espectro autista (TEA), com 52% e 41% dos vídeos contendo erros, respectivamente. Na média geral, a rede social chinesa concentrou 34,56% de desinformação sobre saúde mental e neurodivergência. Segundo os pesquisadores, fatores específicos da plataforma, como sistemas algorítmicos e moderação de conteúdo, podem influenciar a disseminação de desinformação.

Outro estudo, de 2025, com 490 estudantes universitários de Nova York, buscou entender os efeitos do conteúdo do TikTok no conhecimento sobre TDAH, no estigma e nas intenções de busca por tratamento. A análise concluiu que a exposição à desinformação diminui o conhecimento correto sobre o transtorno e intensifica a intenção de buscar tratamentos para TDAH, com ou sem comprovação científica.

“Saúde mental é um campo complexo, com nuances diagnósticas importantes, que não se traduzem bem em formatos de poucos segundos. O resultado é uma compressão da ciência, em que conceitos sofisticados são transformados em listas simplistas ou identificações rápidas, aumentando o risco de distorção”, aponta o psiquiatra Luiz Zoldan, gerente médico do Espaço Einstein de Bem-Estar e Saúde Mental, do Einstein Hospital Israelita. “Há uma tendência de romantização ou de banalização do diagnóstico, provocada exatamente por essa desinformação das redes sociais.”

Os conteúdos curtos tendem a ser mais persuasivos, porque condensam experiências subjetivas complexas em narrativas rápidas, emocionais e de fácil conexão. O impacto na audiência jovem pode ser ainda maior. “Entre eles, isso se soma a uma fase do desenvolvimento marcada por busca de identidade, comparação social, necessidade de pertencimento e sensibilidade à validação de pares”, observa a psicóloga Karen Szupszynski, professora da Escola de Ciências da Saúde e da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Impactos vão além do autodiagnóstico errado

De acordo com Zoldan, cresceu o número de pacientes que chegam com hipóteses fechadas baseadas em vídeos. Entre as consequências desse autodiagnóstico podem estar aumento de ansiedade, busca por tratamentos inadequados, frustração com intervenções ineficazes e atraso na identificação correta do quadro.

“Quando os pacientes chegam convencidos de diagnósticos incorretos, há necessidade de desconstrução inicial e bastante reeducação, trazendo um pouco mais de complexidade para a consulta”, afirma o psiquiatra. “Por outro lado, algumas pessoas passam a buscar ajuda mais cedo, o que é positivo.”

Publicações imprecisas ou enganosas podem levar ainda a outras consequências, como a discriminação antecipatória, em que a pessoa nem tem o diagnóstico e se rotula negativamente, trazendo um medo de estigma e preconceito. Isso, às vezes, acaba retardando a busca por atendimento profissional.

A patologização de comportamentos comuns é outro problema: distração, procrastinação, introversão, necessidade de rotina ou interesses específicos acabam se transformando em “sintomas” de transtornos como TDAH ou TEA.

“A diferenciação clínica desses quadros exige três pilares fundamentais: intensidade dos sintomas, persistência ao longo do tempo e prejuízo funcional na vida do paciente”, explica o psiquiatra. Ou seja, lapsos atencionais que não geram impacto no cotidiano não são um TDAH. Incomodos com ruídos específicos, seletividade alimentar pontual e dificuldades ocasionais em sociabilização que não trazem repercussão funcional não são um TEA nível 1 de suporte.

“O risco das redes sociais é transformar traços cotidianos em marcadores centrais de um diagnóstico, apagando conexões essenciais, que diferenciam problemas de transtornos”, alerta Szupszynski. Ela recomenda desconfiar de vídeos que prometem diagnósticos rápidos ou utilizam fórmulas como “se você faz X, então tem Y.” Conteúdos mais seguros costumam reconhecer limites e nuances, citar fontes verificáveis e diferenciar características comuns de transtornos, além de mencionar impacto funcional, recomendar avaliação profissional e evitar certezas absolutas.

“Priorize conteúdos de fontes confiáveis e profissionais qualificados, evitando conclusões baseadas em vídeos curtos”, orienta o médico do Einstein. Redes sociais podem servir como porta de entrada para informação e reflexão, mas não substituem consulta, escuta clínica e diagnóstico profissional.

O que diz o TikTok

Em nota enviada à Agência Einstein, o TikTok afirmou reconhecer o valor da plataforma como espaço de diálogo sobre saúde e neurodiversidade e disse levar a sério a responsabilidade de manter esse ambiente seguro.

A empresa informou que incentiva usuários a procurar aconselhamento médico profissional e que sua política sobre desinformação em saúde proíbe conteúdos que possam causar danos significativos.

Segundo a plataforma, no quarto trimestre de 2025, 99,2% dos conteúdos que violavam diretrizes sobre desinformação foram removidos proativamente, assim como 99,7% dos conteúdos que infringiam políticas ligadas à saúde mental e comportamental.

O TikTok diz ainda que conta com parceiros independentes de checagem de fatos, orientação de autoridades de saúde pública e um banco de dados de alegações previamente verificadas para avaliar a precisão do conteúdo.


Fonte: CNN Brasil 

Chuva causa interdição na estrada de Malhada Nova nesta quarta (27); caminhão atolou na Ladeira de Manezinho

A quarta-feira (27) começou com chuva na zona rural de Macajuba, trazendo alento para o campo, mas também os velhos problemas de trafegabilidade nas estradas vicinais. Nas primeiras horas da manhã, um caminhão acabou atolando na conhecida Ladeira de Manezinho, trecho crítico da estrada que liga à região de Malhada Nova.


O incidente travou o fluxo de veículos na via, dificultando a passagem de moradores e produtores rurais. Para normalizar o trânsito, foi necessária a intervenção de um trator da Prefeitura de Macajuba, que realizou a remoção do veículo pesado do lamaçal.
Moradores pedem providências
Apesar da desobstrução da via, quem trafega diariamente pela região manifesta preocupação. Em contato com a nossa redação, moradores reforçaram a necessidade urgente de melhorias. O pedido principal é para que a gestão municipal intensifique o encascalhamento nos pontos mais críticos da estrada de Malhada Nova, evitando que novos episódios como este ocorram a cada precipitação.
O "Deixa Comigo Macajuba" segue acompanhando a situação das estradas e dando voz à comunidade.
Deixa Comigo Macajuba – 15 Anos
O Blog do Povo Macajubense

DETERMINAÇÃO E EXPERIÊNCIA: PATRÍCIA SILVA BUSCA NOVA OPORTUNIDADE NO MERCADO DE TRABALHO

 Em busca de novos desafios profissionais, a moradora Patrícia Silva coloca seu talento e disposição à disposição das empresas da região. Com um perfil versátil e foco em resultados, Patrícia busca vagas em setores essenciais como atendimento e serviços operacionais.

Com experiência comprovada em áreas distintas, ela se candidata a funções como:
  • Atendimento em Lanchonetes: Foco na agilidade e bom trato com o cliente.
  • Supermercados: Experiência em rotinas de operação e organização.
  • Serviços Gerais: Dedicação à manutenção e suporte administrativo/operacional.
Patrícia se descreve como uma profissional comprometida, responsável e dedicada, características fundamentais para quem busca não apenas uma vaga, mas a chance de somar positivamente à equipe. "Estou sempre disposta a dar o meu melhor e aprender constantemente", afirma.
COMO CONTRATAR
Empresários e recrutadores interessados no perfil de Patrícia Silva podem entrar em contato direto para entrevistas através do WhatsApp: (71) 98474-9627.ela mora na Fazenda Boa Vinda entre Macajuba e Baixa Grande.


Deixa Comigo Macajuba 15 anos O Blog do Povo Macajubense.

Fim da escala 6x1: comissão da Câmara aprova PEC que reduz jornada e aumenta folgas

 


Proposta reduz jornada semanal em quatro horas, com implementação em até 14 meses. Parecer segue para o plenário da Câmara, onde precisará de 308 votos para ser aprovado.


A comissão especial que discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da redução da jornada de trabalho na Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27) o parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA).

O parecer foi aprovado com 34 votos a favor e 4 contra. Apenas deputados do PL e do Novo votaram contra. O texto ainda precisa ser aprovado pelo plenário antes de ser encaminhado ao Senado Federal. A PEC deve ser votada pelo plenário ainda nesta quarta.

O parecer do deputado, apresentado na última segunda-feira (25), reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.

Os deputados rejeitaram um destaque apresentado pelo PL para que o fim da escala 6x1 seja imediato e não 60 dias após a promulgação da PEC.

O texto também fixa uma transição de até 14 meses para a redução de horas, com queda de duas horas após dois meses da promulgação da PEC.

A proposta poderia ter sido votada já na segunda (25), mas o deputado Maurício Marcon (PL-SP) pediu vista e adiou a análise.

🔎 Uma PEC é um projeto legislativo que altera o texto da Constituição Federal, a principal norma do Estado brasileiro. Como mudam a Constituição, as PECs precisam ser aprovadas em dois turnos nas duas casas do Congresso Nacional.

Próximos passos

Com a aprovação na comissão, o parecer segue para o plenário da Câmara, onde precisará do apoio de, no mínimo, 308 parlamentares em dois turnos de votação.

O regimento estabelece um intervalo de cinco sessões do plenário para votação entre um turno e outro, mas os parlamentares costumam aprovar um requerimento que dispensa esse período.

A tramitação célere da PEC contou com o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que marcou sessões extras na Casa para vencer o prazo para apresentação de emendas na comissão.

A comissão especial discutiu duas PECs, uma de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e outra de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP).

Ambas previam a redução da jornada para 36 horas, mas o acordo final ficou em 40 horas, com duas folgas semanais, uma delas preferencialmente aos domingos.



Fim da escala 6x1: como empresas antecipam mudanças na jornada de trabalho na região de Campinas — Foto: Reprodução/EPTV


O que diz o texto

A proposta altera a parte da Constituição Federal que trata sobre os Direitos e Garantias Fundamentais e deixa expresso que a “duração do trabalho normal” não será superior a oito horas diárias e quarenta horas semanais.

O artigo prevê exceções ao permitir compensações de horários e a redução da jornada conforme acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Conforme a proposta, a redução das quatro horas na jornada de trabalho será concretizada em duas etapas:

•as primeiras duas horas em até dois meses após a promulgação da PEC;

•as quatro horas restantes em até 12 meses após a redução das primeiras duas horas.

O fim da escala 6x1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto.

O período de transição foi o principal ponto de discussão da PEC nas últimas semanas. Empresários e confederações de empregadores pediam um tempo para se adequar à medida.



Relator Leo Prates lê relatório sobre o fim da escala 6x1 — Foto: Reprodução


O governo, a princípio, se colocou contra a transição, mas chegou a um acordo para permitir a implantação gradativa da redução da jornada.

O relator fixou que, decorridos 60 dias da promulgação, todas as convenções e acordos coletivos que forem incompatíveis com as novas jornadas perdem a validade automaticamente.

Esse ponto servirá como uma trava para obrigar sindicatos e empresas a sentarem na mesa de negociação.

A PEC inscreve na Constituição a exigência de duas folgas remuneradas por semana, uma delas, de preferência, aos domingos, e determina que deve ser “garantido o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.

Regra não é universal

Ficarão fora das novas regras estabelecidas pela PEC os trabalhadores que têm diploma de nível superior e ganham a partir de duas vezes e meia o teto do INSS — cerca de R$ 21,1 mil atualmente.

Para esses profissionais, não serão aplicadas as regras de jornada e controle de ponto. A exclusão se deu sob o argumento de combater a “pejotização” e dar liberdade a profissionais de alta renda.

Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.


Fonte: G1 Globo 

Prefeitura de Macajuba divulga grade de programação do Santo Antônio de Santa Luzia

 


A Prefeitura de Macajuba realizará no próximo dia 13 de junho o tradicional festejo de Santo Antônio no Distrito de Santa Luzia. O evento promete reunir moradores e visitantes em uma noite de muita animação, cultura e valorização das tradições juninas.


A programação musical contará com apresentações de:


Danilo Macedo

Alex Ouro

Nelson Nascimento

O festejo acontecerá no Distrito de Santa Luzia e integra o calendário cultural do município, fortalecendo as celebrações populares e promovendo lazer para a população.


Os horários e locais de saída dos transportes serão divulgados próximo à realização do evento.

Deixa Comigo Macajuba 15 anos de olho nos Festejos Juninos

Projeto social "Lutando na Chapada" conquista títulos no Campeonato Brasileiro de Muaythai

 



Mais uma vez, o Projeto Social Lutando na Chapada ganhou destaque no cenário nacional ao representar com orgulho a região da Chapada Diamantina no Campeonato Brasileiro de Muaythai, realizado na cidade de Bragança Paulista/SP.

No dia 23, os atletas Lorrane, representando o núcleo de Ruy Barbosa, e João Miguel, do núcleo de Itaetê, sob a orientação do treinador Cap PM Vanderson, conquistaram a medalha de ouro em suas respectivas categorias, garantindo também a classificação para representar o Brasil no Campeonato Mundial do próximo ano.

A conquista reforça a importância do esporte como ferramenta de transformação social, disciplina e superação, refletindo diretamente o trabalho desenvolvido pelo projeto junto às crianças e jovens da região da Chapada Diamantina.

A CIPE/Chapada agradece o importante apoio da Fazenda Igarashi, cuja colaboração foi fundamental para a participação da equipe na competição.

A iniciativa reafirma o compromisso da Polícia Militar da Bahia com ações sociais que promovem cidadania, inclusão e oportunidades para a juventude baiana.



Fotos: ASCOM/ CIPE Chapada 


Fonte: Ruy Barbosa Notícias com informações da CIPE Chapada

Dívida de R$ 12 mil vira R$ 788 mil e cliente denuncia Nubank

 


Secretaria do Consumidor do DF notificou o Nubank e exigiu transparência nas cobranças e nos juros do cartão de crédito


Jaque Silva/NurPhoto via Getty Images


A dívida do cartão de crédito de um morador do Distrito Federal chegou a R$ 788 mil quatro anos após o início do débito com o Nubank. O valor inicial era de R$ 12 mil, referente a um cartão de crédito do banco. Com os juros, a quantia aumentou cerca de 65 vezes.

O caso foi encaminhado à Secretaria do Consumidor do Distrito Federal. A pasta notificou o Nubank, na última segunda-feira (25/5), e pediu esclarecimentos sobre as práticas adotadas na cobrança de juros, encargos financeiros, crédito rotativo e parcelamento de fatura do cartão de crédito.

De acordo com o caso enviado à secretaria, o cliente do DF tinha dívida no cartão de crédito de R$ 12,3 mil em janeiro de 2022. Atualmente, o valor devido ao banco está em R$ 788 mil, por causa dos juros cobrados pela empresa.

Na notificação enviada ao Nubank, a pasta questionou quais são as taxas atualmente praticadas no crédito rotativo do cartão de crédito; qual a fórmula de cálculo utilizada para os juros do crédito rotativo; entre outras indagações.

Em 2026, a Secretaria do Consumidor recebeu 77 reclamações contra a instituição; em todo o ano de 2025, foram 211 registros.

“A dignidade do consumidor precisa estar acima de qualquer modelo de cobrança. Hoje é uma notificação, mas se a conduta não for corrigida, amanhã pode ser uma multa. A Secretaria está dando a oportunidade para que a instituição explique, comprove e ajuste suas práticas. Mas é preciso deixar claro: crédito não pode virar armadilha, dívida não pode significar perda de dignidade e nenhum consumidor pode ser esmagado por juros, encargos ou contratos que ele não consegue compreender”, disse o secretário do Consumidor, Samuel Konig.

Procurado, o Nubank se pronunciou por meio de nota. Veja a íntegra:

“O Nubank está constantemente avaliando e buscando oferecer aos clientes com créditos em atraso alternativas para que possam regularizar sua situação financeira. As condições de renegociação, que podem incluir descontos e parcelamentos, variam de acordo com o perfil de cada cliente e podem ser consultadas diretamente no aplicativo ou por meio de nossos canais de atendimento e parceiros.

O Nubank reforça ainda que mantém iniciativas contínuas de educação financeira voltadas aos clientes, que vão desde conteúdos em canais próprios até funcionalidades educativas incorporadas aos produtos, sempre com foco em prevenção ao endividamento, inclusão financeira e segurança digital.”

Fonte: Metrópoles 

Defesa de Marcola diz que chefe do PCC não conhece Deolane Bezerra e ficou surpreso com novo mandado de prisão

 


Segundo o advogado Bruno Ferullo, Marcola ressaltou que se encontra preso desde 1999 e custodiado em penitenciária de segurança máxima federal desde 2019, 'em regime de total incomunicabilidade'.

O chefe do PCC Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, e a influencer e advogada Deolane Bezerra. — Foto: Reprodução/Redes Sociais


A defesa do chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, disse nesta quarta-feira (27) que ele não conhece a influenciadora Deolane Bezerra e que ficou indignado com a nova decretação de prisão contra ele na operação sobre lavagem de dinheiro da facção. Marcola está preso na Penitenciária Federal em Brasília.

Segundo Bruno Ferullo, Marcola “manifestou surpresa e indignação com o inquérito policial/investigação que motivou a decretação de sua prisão preventiva” no âmbito da Operação Vernix, do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Ele ainda declarou “desconhecer os investigados Deolane e Everton [apontado como operador do esquema]”, que também foram alvo da operação na semana passada.

Segundo a investigação, o esquema de lavagem envolve uma transportadora de cargas com sede em Presidente Venceslau (SP), controlada pela cúpula da facção criminosa, considerada a maior do país. A transportadora repassava recursos para outras contas, para dificultar o rastreamento de dinheiro. Duas dessas contas estão em nome de Deolane.

"Marcos manifestou surpresa e indignação, declarando desconhecer os investigados Deolane e Everton, afirmando que seu único vínculo com o caso se restringe ao parentesco com seus sobrinhos Leonardo e Paloma e com seu irmão Alejandro." — Bruno Ferullo, advogado de Marcola

A defesa afirmou que ele não tem relação com o caso. “Ele negou qualquer participação nos fatos investigados, bem como a titularidade, direta ou indireta, da transportadora mencionada na investigação, relatando que tampouco possui o vulgo ‘narigudo’ que lhe é atribuído pela autoridade policial”, completou.

Relatório da Polícia Civil de SP detalha movimentações suspeitas em contas de Deolane Bezerra

Marcola ressaltou, segundo seu advogado, que se encontra preso desde 1999 e custodiado em penitenciária de segurança máxima federal desde 2019, "em regime de total incomunicabilidade”.

“A defesa reitera que a inocência de seu constituinte será comprovada no curso das investigações”, afirmou.

Bruno Ferullo diz que já ingressou no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) com um pedido de habeas corpus em favor de Marcola, da irmã dele e dos dois sobrinhos que ele representa: Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, que também foram alvo da operação do MP-SP.

Até a última atualização desta reportagem, o tribunal não havia se pronunciado sobre o pedido.

Operação Vernix

Deolane foi presa na sua casa em Barueri, na Grande São Paulo, na última quinta-feira (21).

Em nota, a defesa da advogada ressaltou a inocência de Deolane e afirmou que "os fatos serão devidamente esclarecidos por esta".

A investigação começou em 2019, com a apreensão pela Polícia Penal de bilhetes e manuscritos com dois presos na Penitenciária II de Presidente Venceslau. O material deu origem a três inquéritos policiais sucessivos, cada um responsável por revelar uma nova camada da estrutura criminosa investigada.

O primeiro inquérito teve como foco direto os dois presos que estavam com os manuscritos. A análise do material apreendido permitiu identificar referências a ordens internas da facção, contatos com integrantes de alto escalão e menções a ações violentas contra servidores públicos. Esses dois indiciados foram condenados e inseridos no sistema penitenciário federal.


Operação mira influenciadora Deolane Bezerra e família de Marcola por lavagem de dinheiro do PCC — Foto: Reprodução


Entre os trechos analisados, chamou a atenção dos investigadores a citação a uma “mulher da transportadora”, que teria levantado endereços de agentes públicos para subsidiar ataques planejados pela organização criminosa.

Essa menção deu origem ao segundo inquérito policial, que buscou identificar quem seria a mulher mencionada nos bilhetes e qual seria a relação da transportadora de cargas com o grupo criminoso.

As diligências conduziram a uma empresa sediada em Presidente Venceslau, posteriormente reconhecida como empresa de fachada usada pelo crime organizado para lavagem de dinheiro.

A investigação deu origem à Operação Lado a Lado, que em 2021 revelou movimentações financeiras incompatíveis, crescimento patrimonial sem lastro econômico suficiente e a utilização da transportadora como verdadeiro braço financeiro da facção.

Nesta operação, a apreensão do celular de Ciro Cesar Lemos — indicado como operador central — trouxe para o MP e para a Polícia Civil ainda mais informações sobre a dinâmica de lavagem de dinheiro por meio da empresa de fachada Lado a Lado Transportes (ou Lopes Lemos Transportes). Isso abriu uma nova frente de investigação, sobre suspeitas de repasses financeiros e conexões com uma influenciadora digital de grande projeção nacional.

A partir das análises, o inquérito apontou que Ciro Cesar Lemos comprava caminhões, realizava pagamentos, movimentava recursos da cúpula do PCC, executava ordens de Marcola e Alejandro e administrava patrimônio em nome deles, o que o coloca como homem de confiança da liderança da facção.

As imagens dos depósitos que favoreciam contas de Deolane Bezerra Santos e Everton De Souza foram localizadas no aparelho celular apreendido na casa de Ciro César Lemos. Ele está foragido, assim como a esposa.

Segundo a investigação, os valores provenientes da empresa Lopes Lemos Transportes eram destinados a Marcola, a Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior e a seus familiares. Para as transações, foram usadas as contas de Everton de Souza e Deolane Bezerra.

A apuração ainda constatou que a influenciadora possuía estreitos vínculos pessoais e de negócios com um dos gestores fantasmas da transportadora de cargas. Foi a partir desse material que nasceu a Operação Vérnix.

Os levantamentos apontaram a utilização de pessoas jurídicas, recebimentos de origem não esclarecida, circulação de valores milionários e aquisição ou vinculação a bens de alto padrão de Deolane Bezerra. Para os investigadores, a projeção pública, a atividade empresarial formal e a movimentação patrimonial eram utilizadas como camadas de aparente legalidade para dificultar a identificação da origem ilícita dos recursos.

Fonte: G1 Globo 

Desmatamento tem menor nível em 7 anos, diz MapBiomas

 



Brasil registra menos de 1 milhão de hectares desmatados em 2025, segundo relatório anual; Cerrado é bioma mais castigado


Área desmatada | Reprodução/MapBiomas


O Brasil registrou, em 2025, a menor área desmatada dos últimos sete anos e ficou abaixo da marca de 1 milhão de hectares pela primeira vez desde o início da série histórica do MapBiomas Alerta, em 2019. A informação é do Relatório Anual do Desmatamento, divulgado nesta quarta-feira (27).

Segundo o MapBiomas, foram desmatados 984.794 hectares de vegetação nativa no país, uma queda de 20,6% em relação a 2024.

Apesar da redução, o ritmo da devastação ainda preocupa. Em média, o Brasil perdeu 2.698 hectares de vegetação por dia em 2025, o equivalente a 112 hectares por hora.

Cerrado lidera desmatamento no Brasil

Mesmo com queda de 16,9% em comparação ao ano anterior, o Cerrado permaneceu como o bioma mais desmatado do país, concentrando 54,9% de toda a perda de vegetação nativa registrada no período.

Ao todo, o bioma perdeu 540.614 hectares em 2025. Já a Amazônia registrou 289.478 hectares desmatados, com redução de 23,5%.

Juntos, Cerrado e Amazônia responderam por mais de 84% de toda a área desmatada no Brasil.

O Pantanal apresentou a maior redução proporcional entre os biomas brasileiros: queda de 48,4% em relação a 2024, totalizando 12.260 hectares desmatados.

Município do Piauí tem 57 hectares desmatados por dia

O município de Canto do Buriti, no Piauí, liderou o ranking nacional de desmatamento em 2025, com 20.877 hectares devastados. A média local foi de 57 hectares desmatados por dia.

O Piauí, que faz parte dos estados do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), segue no centro da pressão ambiental. Junto com Mato Grosso, a região concentrou mais de 63% de toda a área desmatada do país em 2025.

Sozinho, o MATOPIBA respondeu por 40% da perda de vegetação nativa no Brasil e por 70% do desmatamento registrado no Cerrado.

Brasil perdeu mais de 10 milhões de hectares desde 2019

Segundo o levantamento, o país perdeu 10,9 milhões de hectares de vegetação nativa entre 2019 e 2025 – uma área superior ao território do estado de Pernambuco.

As formações savânicas foram as mais afetadas pelo terceiro ano consecutivo e responderam por 51,4% de toda a área desmatada em 2025. As formações florestais ficaram em segundo lugar, com 46,3%.

Agropecuária é principal causa do desmatamento

De acordo com o MapBiomas, a expansão agropecuária segue como principal vetor de pressão ambiental no país. O setor foi responsável por 99% de toda a vegetação nativa perdida em 2025.

Nos últimos sete anos, mais de 97% do desmatamento no Brasil esteve associado ao avanço da agropecuária.

Já os desmatamentos ligados ao garimpo ilegal ficaram concentrados na Amazônia, principalmente no Pará. Na Caatinga, o avanço de empreendimentos de energia renovável foi o principal fator relacionado à perda de vegetação.


Fonte: SBT News 

Moradores de Malhada Nova denunciam abandono e cobram providências da Prefeitura de Macajuba

 Estradas precárias, falta de segurança no transporte escolar e suposto nepotismo estão entre as principais reclamações da comunidade.


A situação em Malhada Nova, distrito de Macajuba, chegou ao limite para os moradores. O que se vê hoje é um cenário de descaso que atinge desde a infraestrutura básica até a gestão de pessoal. Entre as maiores queixas estão as estradas tomadas por buracos e a ausência de quebra-molas em pontos estratégicos, o que coloca em risco a vida de pedestres e motoristas.
Insegurança no Transporte Escolar
Uma das denúncias mais graves aponta que o transporte dos alunos estaria sendo realizado por motorista menor de idade. A irregularidade gera pânico nos pais, que temem pela segurança das crianças e cobram uma fiscalização rigorosa sobre quem está no comando do volante.
Gestão e Empregabilidade
A revolta também atinge a administração local. Segundo relatos de moradores, as oportunidades de trabalho no distrito estariam concentradas quase que exclusivamente em familiares do fiscal da localidade. "Tanto pai e mãe de família precisando de emprego e nada. Enquanto isso, o fiscal não se importa com nada e a gestão permite que isso aconteça", desabafa um morador que preferiu não se identificar.
Promessas Não Cumpridas
A reforma ou construção da praça local, uma demanda antiga da comunidade, continua apenas no papel. Para quem vive no distrito, o sentimento é de invisibilidade diante do poder público. "Acorda, senhor prefeito! O povo precisa de melhoras. Se quem está na linha de frente não tem responsabilidade, coloque alguém que tenha", diz outro trecho das reclamações que circulam na comunidade.
O Outro Lado
Procurada pela nossa reportagem, a assessoria da Prefeitura de Macajuba enviou uma nota oficial sobre o caso:
"Informamos que a situação será averiguada e as devidas orientações serão passadas aos responsáveis."
A população de Malhada Nova espera agora que a "averiguação" se transforme em ações práticas antes que o abandono traga prejuízos ainda maiores.
Deixa Comigo Macajuba 15 anos O Blog do Povo Macajubense.

Açaí Nova Cruz

Publicidade Google