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sábado, 11 de abril de 2020

Deputados querem barrar aumento em planos de saúde durante pandemia.



No momento em que o coronavírus abarrota os hospitais e desafia o sistema de saúde do país, o momento é de união e de concessões e sacrifícios por parte da sociedade civil e empresarial. Mais ainda daqueles que prestam um serviço essencial para o país enquanto a pandemia evoca desafios jamais antes visto para as redes hospitalares, tanto pública quanto privada. Na quarta-feira 8, a Agência Nacional de Saúde (ANS) determinou que os planos de saúde atendessem, neste período delicado, clientes com atrasos nos pagamentos de mensalidade. O atendimento não pode ser interropido, decidiu a ANS em consonância com o Ministério da Saúde, aos inadimplentes até o dia 30 de junho. A medida foi tomada em contrapartida à liberação de 15 bilhões de reais de um fundo de reserva do setor para garantir a continuidade dos serviços médicos diante da falta de pagamento das mensalidades. A ação é latente, mas não suficiente. Para tentar frear o dano que pode ocorrer tanto para pacientes quanto para os sistema de saúde no caso de um aumento nos custos com saúde durante a pandemia, a classe política se mobiliza para evitar o reajuste no valor das mensalidades durante a crise.  
O deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA) pediu ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que, enquanto durar a pandemia, os reajustes das mensalidades dos planos de saúde sejam suspensos. O parlamentar evoca a crise econômica provocada pela doença e a queda nos rendimentos de empregados para manter o pagamento das mensalidades, fora as demissões anunciadas (e que já estão acontecendo), acarretando na perda do direito por parte dos empregados. “A gradual e inevitável desaceleração da economia nacional repercutirá diretamente no pagamento dos salários dos empregados e, por conseguinte, na grande dificuldade dos empregadores de garantir os pagamentos de empréstimos, financiamentos e recolhimentos tributários, no aumento exponencial no nível de desemprego no país e na perda de renda e poder de compra dos trabalhadores”, escreve Fernandes em ofício enviado ao ministro no último dia 8.
Há também dois projetos de lei em análise na Câmara dos Deputados impedem operadoras de planos de saúde de reajustarem os valores das mensalidades durante a pandemia da Covid-19 no Brasil. Um deles, proposto pelo deputado Capitão Wagner (Pros-CE), também proíbe a suspensão ou rescisão de contratos envolvendo planos de saúde, mesmo em caso de não pagamento das mensalidades. Outro, de autoria da deputada Benedita da Silva (PT-RJ), impede as operadoras de planos de saúde suplementar de reajustarem os valores das mensalidades durante epidemias de grande proporção.
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Enquanto isso, organizações como a Federação Nacional de Saúde Suplementar, a FenaSaúde, que reúne os principais seguros de saúde do país, não mexeram um dedo enquanto a epidemia se alastra. A Associação Brasileira de Planos de Sáude (Abramge), que representa as empresas, por sua vez, pediu ao Ministério da Saúde no mês passado a suspensão dos prazos de atendimento e das cobranças aos planos. Se o brasileiro não pode confiar naqueles que deveriam aproveitar o momento para imprimir seu dever cívico como prestador de um serviço fundamental, projetos que tramitam no Congresso Nacional para proteger o consumidor durante o período crítico dos sistemas de saúde visam mitigar os efeitos do coronavírus para os cidadãos.
Anualmente, a ANS divulga uma taxa máxima de reajuste que as empresas podem aplicar em planos de saúde individuais e familiares. A taxa vale para planos com aniversário entre maio do ano de publicação e abril do ano seguinte. Em 2019, o índice de reajuste foi de 7,35%, o dobro da inflação oficial registrada  no período. O reajuste é aplicado no mês de aniversário do plano. Para planos empresariais, o sistema o reajuste para convênios com até 30 vidas também tem limitação, com mais conveniados que isso, o reajuste é livre.

Reajuste nos medicamentos foi suspenso

O primeiro semestre do ano é marcado, normalmente, por aumentos no setor de saúde que impactam o bolso dos brasileiros. No fim de março, ocorre tradicionalmente o reajuste no preço dos medicamentos. Neste ano, o aumento foi suspenso por 60 dias após a publicação de uma medida provisória. O aumento estimado pelo setor é de 4%.
(Com Agência Brasil e Agência Câmara)

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Em reunião reservada, Alcolumbre diz que o governo Bolsonaro ‘acabou’.


        Davi Alcolumbre: repouso em casa
Nos últimos dias, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem coordenado uma série de reuniões políticas para discutir os rumos do governo e a atuação do presidente Jair Bolsonaro diante da pandemia do novo coronavírus. Foram rodadas de conversas com líderes partidários, ministros de tribunais e com a cúpula do Senado para debater a postura do Palácio do Planalto e a falta de articulação política e sustentação partidária de bolsonaristas no Congresso. Conforme relato de interlocutores a VEJA, apesar do protagonismo de Maia, coube ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), verbalizar a avaliação mais dura sobre o governo Bolsonaro. Em um desses encontros, na residência oficial da presidência da Câmara dos Deputados, Alcolumbre disse que “o governo acabou”. “A diferença é saber se ele chega a 2022”, disse ele, segundo autoridades presentes na reunião.
Por ora não há movimentos concretos para o andamento de um processo de impeachment contra o presidente – a popularidade de presidente ainda está na casa dos 30%, embora 51% dos brasileiros, conforme recente pesquisa Datafolha, acreditam que Bolsonaro mais atrapalha que ajuda no enfrentamento à Covid-19. Ainda assim, a avaliação da cúpula do Congresso e de parlamentares influentes é a de que o governo terá de recolher escombros nos próximos anos, sem perspectiva concreta de tocar reformas estruturantes ou projetos de segurança pública, duas das principais vitrines de Jair Bolsonaro. Para um futuro governo, congressistas começaram a discutir, sob reserva, a hipótese de semipresidencialismo.

Esses mesmos políticos avaliam que os ministros Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) e Paulo Guedes (Economia) têm consciência de que boa parte dos projetos deles – reformas, fortalecimento de fronteiras ou de combate ao crime organizado – praticamente foi enterrada, já que qualquer recurso no pós-crise precisará ser usado para reerguer a economia mais básica.
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Em uma dessas reuniões, Davi Alcolumbre ouviu que deveria caber ao Senado – e não eventualmente ao Supremo Tribunal Federal (STF) – enterrar um possível decreto de Bolsonaro que acabasse com o isolamento e o distanciamento social. Não houve tempo. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, proibiu na semana passada que o presidente derrubasse decretos de governadores e prefeitos que determinam o isolamento social.

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Mulher tira microfone de repórter da Globo e ataca emissora.


Uma mulher tirou o microfone do repórter Renato Peters, da TV Globo, durante o jornal SPTV nesta 6ª feira (10.abr.2020). A mulher fez ataques contra a emissora ao vivo. Avançou contra o repórter, tomou o microfone e disse: “A Globo é 1 lixo, o [presidente] Bolsonaro tem razão”.

O repórter falava em frente ao Hospital Geral Vila Nova Cachoeirinha, zona norte da capital paulista, sobre reclamações de falta de informação em hospitais em meio à pandemia do novo coronavírus.

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Sikêra Júnior sobre proposta da Record: “Não quero dinheiro de Jesus”



Apresentador polêmico da RedeTV!, Sikêra Júnior ficou marcado na televisão por comemorar a morte de um assaltante, rogar praga para usuários de maconha, além de recentemente ter tido sua página no Facebook excluída. Em entrevista ao colunista Leo Dias, do UOL, Sikêra falou sobre diversos assuntos, entre eles uma proposta que recebeu da Record.

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