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sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Gêmeos siameses têm alta de hospital após cirurgia de separação em Belo Horizonte

Brayan e Yago nasceram unidos pelo abdômen e foram operados no Hospital das Clínicas.


Os gêmeos siameses Brayan e Yago tiveram alta do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, na tarde desta quarta-feira (13). Eles nasceram unidos pelo abdômen e passaram por cirurgia em dezembro do ano passado.

"Eu identifico eles. Tanto o Brayan quanto o Yago, porque o Yago tem o rostinho mais cheinho na parte da bochecha e o Brayan já é mais fininho, no formato da minha, mais ou menos", disse o pai dos bebês, César Souza.

A alegria dele e da mãe dos meninos, Yorrana Aparecida de Carvalho, é poder dar colo, carinho e cuidar dos gêmeos idênticos. O casal mora em São João Del Rei, na Região Central de Minas Gerais, e descobriu que teria siameses durante o pré-natal.

Os pais se mudaram para Belo Horizonte, onde a gravidez de risco foi acompanhada por uma equipe do Hospital das Clínicas. Os bebês nasceram em novembro, com 32 semanas, e compartilhavam o mesmo fígado. A cirurgia estava marcada para fevereiro, mas teve que ser antecipada.


"A programação inicial era fazer a cirurgia quando eles tivessem três meses, já com peso maior, só que um dos gêmeos começou a evoluir com algumas intercorrências. Ele chegou a ter um quadro de semi-obstrução intestinal, uma hemorragia digestiva, e o receio era de que ele entrasse num quadro de urgência", explicou o cirurgião pediátrico Bernardo Almeida Campos.


Segundo o médico, os exames mostraram que eles eram unidos internamente por uma parte do fígado, da parede abdominal e da parte inferior do tórax. "Então foi feita essa separação, isso não tinha nenhuma repercussão na função hepática deles", completou.



A equipe médica se surpreendeu com a recuperação dos bebês na UTI. Nenhum deles teve qualquer complicação. Os dois ganharam peso rápido e o fígado de ambos está funcionando normalmente. Esse é um caso raro, já que a maioria dos gêmeos siameses têm poucas chances de sobreviver.

Depois da alta médica, Yorrana e César saíram do hospital levando os dois filhos, saudáveis, de volta para casa. Por enquanto, por causa da pandemia, nada de visitas.

"Agora é chegar em casa, ver esses dois pequenininhos crescendo, com a graça de Deus. Que bom que deu tudo certo", afirmou a mãe.

Fonte:G1

 

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

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Oxigênio acaba em hospitais de Manaus; profissionais de saúde pedem ajuda

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O estoque de oxigênio acabou em vários hospitais de Manaus nesta 5ª feira (14.jan.2021). Com isso, a situação do Estado do Amazonas no atendimento de pacientes com covid-19 se agravou nas últimas horas.

De acordo com o pesquisador Jesem Orellana, da Fiocruz-Amazônia, a falta de oxigênio foi registrada em instituições como o Hospital Universitário Getúlio Vargas e serviços de pronto atendimento, como o SPA José de Jesus Lins de Albuquerque

“Há informações de que uma ala inteira de pacientes morreu sem ar”, disse o pesquisador à jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

O reitor Sylvio Puga, da UFAM (Universidade Federal do Amazonas), que administra o Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), disse que os pacientes da instituição estão sendo transferidos para o Piauí.

Profissionais de saúde publicaram vídeos nas redes sociais mostrando a situação crítica dos hospitais.

Uma funcionária da Policlínica Dr. José Lins publicou um vídeo no qual faz um apelo às autoridades, pedindo por oxigênio.

“Pessoal, peço a misericórdia de vocês. Nós estamos em uma situação deplorável. Simplesmente acabou o oxigênio de toda uma unidade de saúde. Tem muita gente morrendo. Quem tiver disponibilidade, oxigênio, por favor, traga aqui para o SPA, tem muita gente morrendo”, diz a profissional aos prantos.

Mario Vianna, presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas, disse que na manhã desta 5ª feira muitos pacientes estavam sendo “ambuzados”, ou seja, recebendo oxigenação de forma manual, sendo mantidos vivos pelo esforço dos profissionais de saúde, já que os respiradores estão sem oxigênio.

“É uma situação terrível que nós temíamos e denunciamos que isso poderia chegar. Nesse momento, faço um apelo a todas as autoridades”, disse. “Transportar oxigênio de outros Estados em caráter de guerra é uma necessidade para se salvar vidas”.

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Até 4ª feira (13.jan.2021), segundo dados do Ministério da Saúde, o Estado do Amazonas registrava 219.544 casos de covid-19 e 5.879 vítimas da doença. A mortalidade é de 141,8 por 100 mil habitantes.

TRANSFERÊNCIA DE PACIENTES

O governador do Amazonas, Wilson Lima, disse nesta 5ª feira (14.jan) que ao menos 235 pacientes do Estado serão levados a outros 6 Estados para receber atendimento médico devido ao colapso no sistema de saúde local e a falta de oxigênio.

O governo do Estado informou que fez um estudo dos Estados para decidir quais participariam do acolhimento aos pacientes para que não sobrecarregassem a rede assistencial de outros locais.

De acordo com Wilson Lima, os lugares que devem atender pacientes amazonenses são: Goiás, Piauí, Maranhão, Brasília, Paraíba e Rio Grande do Norte. Na manhã desta 5ª feira (14.jan), 30 pacientes já foram encaminhados para o Piauí.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, visitou o Amazonas nesta semana e afirmou que Manaus é “prioridade nacional neste momento”.

O secretário nacional de Atenção Especializada em Saúde, o coronel Luiz Otavio Franco Duarte, firmou que serão transportados os pacientes com estado de saúde considerado em fase moderada da doença.

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“São pacientes que ainda continuam dependentes do oxigênio, mas eles têm toda a segurança plena para serem aerotransportados”, disse Duarte. “O paciente do Amazonas que subir na aeronave terá toda a segurança e assistência, com cobertura até de assistentes psicossociais, para não haver falha nenhuma”.

O vice-presidente Hamilton Mourão informou na tarde desta 5ª feira (14.jan) que aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) transportarão a Manaus mais de 8 toneladas de material hospitalar, entre camas, cilindros de oxigênio, macas e barracas.


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Rui Costa disponibiliza 30 leitos para o governo do Amazonas para pacientes com Covid-19


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O governador Rui Costa (PT) ofertou ao governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC) 30 leitos de UTI para pacientes com Covid. Segundo Rui, a oferta de "solidariedade" foi feita na tarde desta quinta-feira (14) após uma ligação entre os políticos.

"Responsabilidade e solidariedade são palavras de ordem para vencermos esta guerra que já vitimou mais de 200 mil brasileiros", disse Rui em postagem nas redes sociais.
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O Amazonas vem passando por uma crise por conta da segunda onda do novo coronavírus e existem relatos até da falta de oxigênio nos hospitais. Na última terça (12), Manaus tinha taxa de ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de 90% na rede pública e 93% da rede privada, mas 58 pacientes estavam na fila por um leito de UTI nos hospitais de referência, 36 na capital e outros 22 no interior do estado.

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Também houve recorde de sepultamentos em Manaus nos primeiros dias do ano, com média diária de 111 enterros, bem acima das médias registradas nos meses de abril (93 por dia) e maio (76 por dia) do 2020. Nesta quarta-feira, foram 198 enterros.

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Açaí Nova Cruz

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