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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

“Ela confiava nele”, diz mãe sobre assassino da filha morta em árvore

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A mulher teria dito para a menina não sair de perto dela



A Mãe de Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, Rosevânia Caparelli Rodrigues falou pela primeira vez sobre a morte da filha, ocorrida no último domingo (29/09/2019). Ela contou que a menina confiava no garoto que supostamente cometeu o crime.

Rosevânia revelou detalhes daquele domingo em entrevista exclusiva ao telejornal SPTV, da Rede Globo. Morta no Parque Anhanguera, na Zona Norte de São Paulo, Raíssa foi encontrada amarrada pelo pescoço em uma árvore.

A mãe da de Raíssa disse que pediu para a filha não sair de perto dela. Em seguida, avisou que só buscaria pipoca para o irmão enquanto a pequena esperava na fila do pula-pula. “Ela falou: ‘Tá bom, mamãe, estou brincando aqui com ele no pula-pula.’ E eu falei: ‘Tá bom, minha filha, só vou pegar pipoca para o seu irmãozinho'”, frisa Rosevânia.

Ela afirmou que não consegue entender como “uma criança tirou a vida de outra”. Um adolescente de 12 anos confessou o crime. O menor foi levado para a Fundação Casa. A polícia investiga se outra pessoa teria participado também do assassinato.

Depois que deu conta do sumiço de Raíssa, a mãe passou a procurá-la desesperadamente. “Comecei a rodar o parque inteiro, chamei as meninas, anunciei no palco e nada. Avisei aos policiais do CEU, todo mundo procurando e nada”, lembra.
“Quando deu umas 17h55, a mãe dele, que estava na delegacia, falou assim com tranquilidade: ‘Meu filho falou que encontrou uma menina na árvore. E que ela estava de macacãozinho rosa’. Eu peguei e já desmaiei”, narra.
Rosevânia afirmou também que não sabe se conseguirá voltar para a vizinhança onde mora, no Morro Doce, Zona Norte de São Paulo. E não sabe como vai contar ao filho mais novo que a irmã dele morreu.

A mulher afirma que não conhecia os pais do adolescente e que já tinha levado o menino para a igreja. “Eu só conhecia as irmãs dele e ele. Ele só falou que tinha ficado internado, me chamava de tia. Mas não quis falar que não tinha aprontado. Disse só que era briga dos pais”, ressalta.

Ainda segundo a mãe de Raíssa, o adolescente falava para todo mundo que a menina tinha autismo. “Minha filha era muito rígida, ela não ia com ninguém. Nem com minha irmã nem com meu cunhado. Ela confiava nele”, destaca.



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