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sábado, 18 de outubro de 2025

Conheça família do interior do RN que tem 11 irmãos com nome 'Max'

Família da zona rural de Assú, cidade distante cerca de 215 km de Natal, ficou conhecida após vídeo viralizar em uma rede social. Pai queria nome diferente e original para os filhos.                                   

Conheça família potiguar que tem 11 irmãos com nome 'Max'

Uma família da zona rural de Assú, cidade distante cerca de 215 km de Natal, viralizou nas redes sociais ao contar, em vídeo, um fato curioso: a história de 11 irmãos que possuem o prefixo "Max" nos nomes.

O vídeo publicado por Maxson Rodrigues, de 24 anos, um dos irmãos, rendeu mais de 10 milhões de visualizações apenas em uma rede social até esta sexta-feira (17). Nele, Maxson reuniu os pais - Milton Nunes, de 69 anos, e Josilene Rodrigues, de 63 - e todos os irmãos para se apresentarem durante uma festa em família.

"Essa ideia já estava na minha mente há algum tempo. Porém, como a família é grande, é meio difícil juntar todos. Aí aproveitei que estávamos todos juntos pra comemorar o aniversário do meu pai", contou Maxson ao g1.

"Eu até esperava que fosse viralizar, mas, da forma que foi não imaginava não, não vou mentir", completou.

Os irmãos são:

. Maxsuila, de 44 anos

. Maxsuilton, de 42

. Maxsuel, de 40

. Maxsuely, de 37

. Maxsuelton, de 34

. Maxilar, de 31

 . Maxsuênia, de 30

. Maxsilânia, de 27

. Maxwelma, de 25

. Maxson Milker, de 24

. Max Wender, de 22

Família de Max ganhou fama após vídeo viralizar nas redes sociais — Foto: Reprodução/Redes sociais

Como tudo começou

Essa história começou quando o patriarca da família, Milton Nunes, quis dar um nome diferente para a primeira filha. O nome pensado era Micilene, mas, já no cartório, ele descobriu que esse nome não era tão original assim.

"Ele saiu de casa com um nome em mente: Micilene. Nunca tinha passado pela cabeça dele colocar 'Max', só que aí ao chegar lá, percebeu que já tinha o nome Micilene, aí ele resolveu criar. Veio na mente dele o Max e ele criou o nome Maxsuila", contou Maxson.

Depois de dar nome à primeira filha, o pai decidiu manter a originalidade e nomear os demais filhos todos com o mesmo prefixo. E isso não foi problema também para a esposa, que gostou da ideia.

"A ideia foi do meu pai, mas contou com o apoio da minha mãe. Ela sempre apoiou desde o início", contou Maxson.

Família Max reunida: pai, mãe e os 11 filhos — Foto: Arquivo pessoal


Família Pro Max'

Maxson contou que os filhos sempre gostaram dos nomes que receberam dos pais e do vínculo que isso gerou na família.

"Todos nós amamos nossos nomes e nos divertimos muito com os comentários que surgem a todo instante, com a curiosidade das pessoas em saber como surgiu a família", contou.

Segundo Maxson, amigos e conhecidos da família também se divertem com os nomes. Ele garante ainda que os irmãos nunca foram alvos de comentários maldosos por esse motivo.

"As pessoas gostam e brincam muito. Recebemos diversos apelidos, como 'Família Pro Max', entre outros. Porém, a gente sempre leva na esportiva e é sempre bom sorrir com os comentários", falou.

Os pais de Maxson são aposentados hoje em dia, mas a mãe permanece vendendo frutas e verduras em uma banca na feira livre em Assú. "Inclusive foi de lá que saiu nosso sustento durante muito tempo", lembrou Maxson.

Hoje a família mora na comunidade Baviera, que fica a cerca de 5 minutos da zona urbana de Assú.

Nenhum neto 'Max'

Um fato curioso é que apesar dos 11 filhos levarem o nome de Max, nenhum dos 20 netos ganhou o prefixo que marcou a família.

"Infelizmente nenhum dos filhos seguiu com a tradição. Todos com nomes considerados 'normais'. Ele [o pai] gostaria [de manter o Max], porém a vontade dele não foi atendida", contou Maxson, que é o único dos irmãos que não teve filhos até o momento.

"Então, ainda há alguma chance de seguir essa tradição", garantiu.

Fonte;/g1.globo

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Agora é lei: Hospital e UPA de Ipirá são obrigadas a fornecer comprovante da regulação a familiares de pacientes

 Foi promulgada a lei municipal Nº 1048/2025, que obriga as unidades de saúde de Ipirá a fornecer comprovante da situação de regulação de pacientes a familiares até o segundo grau de parentesco. A norma foi proposta pela Câmara de Vereadores e promulgada após os parlamentares derrubarem o veto do prefeito por 8 votos a 4.         

De acordo com o Artigo 1º, as unidades de saúde do município ficam responsáveis por entregar aos familiares o comprovante referente à situação de regulação para atendimento ou transferência do paciente, desde que o solicitante assine um termo de responsabilidade.                         

O Artigo 2º da lei determina que os prontuários dos pacientes sejam atualizados no mínimo a cada 24 horas, ou em períodos menores, conforme a gravidade clínica, o potencial de risco ou o grau de sofrimento do paciente. As informações devem refletir as condições de saúde e o andamento do processo de regulação.

A lei, de autoria da Câmara Municipal de Ipirá, tem como objetivo garantir transparência no acompanhamento dos pacientes internados ou em processo de transferência na rede pública municipal.

Com a promulgação, a legislação entra em vigor a partir desta sexta-feira (17), após publicação no Diário Oficial do Município, passando a ter cumprimento obrigatório em todas as unidades de saúde de Ipirá.


Fonte:ipiranoticias

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Bahia registra novo caso suspeito de intoxicação por metanol

                                    

Esta é a quarta notificação registrada pelo Ministério da Saúde no estado

Metanol Crédito: Shutterstock

O Ministério da Saúde (MS) divulgou um novo balanço de notificações por suspeita de intoxicação por metanol associados a bebidas alcoólicas em todo o país. Os dados desta sexta-feira (17) registram um novo caso na Bahia, na cidade de São Félix, no Recôncavo Baiano. Em todo o Brasil, 661 notificações já foram contabilizadas.

A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) foi procurada para mais informações sobre o caso, mas não houve retorno até o fechamento desta matéria.

Entre todos os registros do país, ao menos 46 notificações foram confirmadas e outros 528 descartados. São Paulo é o estado com o maior número de ocorrências: 38 confirmações, sendo oito óbitos, além de 369 casos descartados e 44 ainda em análise.

De acordo com o Ministério da Saúde, a Bahia também notificou outros três casos suspeitos de intoxicação por metanol, nos municípios de Irecê, Salvador e Feira de Santana.

Em Feira de Santana, a vítima foi Marcos Evandro Santana da Costa, de 56 anos, que morreu na madrugada do dia 3 de outubro, após dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Queimadinha. O homem tinha histórico de dependência alcoólica e foi encontrado por familiares em casa com alteração do nível de consciência e palidez.

Na mesma data, Salvador também entrou na lista de cidades com casos suspeitos de intoxicação por metanol associada ao consumo de bebidas alcoólicas. As três situações foram posteriormente descartadas.

Metanol continua fazendo vítimas

Fomepizol, usado no tratamento de intoxicação por metanol por Paulo Pinto/Agência Brasil

Parte do tratamento de paciente intoxicado por metanol envolveu vodca russa por Reprodução

Venda de caipirinha é afetada com o caso do metanol por Moysés Suzart

Venda de caipirinha é afetada com o caso do metanol por Moysés Suzart

Outros dois foram divulgados por secretarias municipais de saúde da Bahia, mas não chegaram a ser registrados oficialmente pelo Ministério da Saúde nem pela Sesab. Em Jacobina, um homem de 24 anos deu entrada na UPA local com sintomas compatíveis com intoxicação por metanol. “O paciente apresentou melhora clínica e quadro incompatível com a definição de caso suspeito estabelecida pelo Ministério da Saúde”, informou a Secretaria de Saúde em nota, descartando a presença da substância.

Em Tucano, a Secretaria Municipal de Saúde também descartou o caso suspeito de um homem de 52 anos que deu entrada no Hospital Municipal Mariana Penedo no dia 9 de outubro, apresentando sinais de possível contaminação por metanol. Segundo a pasta, a hipótese de intoxicação foi descartada após análise do material coletado pelo Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox).

Fonte: Correio24horas 

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Vivíssima: Ninguém matou Odete Roitman em 'Vale Tudo'

Marco Aurélio atirou na milionária, mas ela sobreviveu

Odete Roitman forjou a própria morte em "Vale Tudo" Crédito: Reprodução

A grande teoria da conspiração dos telespectadores foi confirmada no remake de "Vale Tudo": Odete Roitman não morreu de verdade. No capítulo final da novela das 9 exibido na noite desta sexta-feira (17), a trama mostrou que a empresária conseguiu sobreviver ao tiro dado por Marco Aurélio que a atingiu. Ela aparece sorridente ao final, vivíssima e acompanhada por Freitas

A explicação por trás da sobrevivência da vilã, porém, não ficou clara no capítulo. Parece que ela tinha ajudantes por trás para garantir que "ninguém mata Odete Roitman". Freitas foi o grande aliado e surge ao seu lado no aeroporto. Agora, ela vai viver a vida fora do país como sempre desejou.

Odete Roitman

Odete Roitman não morreu por Reprodução

Odete Roitman por Beatriz Damy/TV GloboOdete 

Odete Roitman por Beatriz Damy/TV Globo

Odete Roitman levou um tiro de Marco Aurélio por Reprodução

Odete Roitman por Reprodução

Odete Roitman por Beatriz Damy/TV GloboOdete 

A resposta tão esperada surpreendeu já que a novela exibiu uma cena que mostrou o personagem de Alexandro Nero puxando o gatilho. O empresário chega ao quarto de Odete com uma pistola dentro do blazer, fingindo que gostaria apenas de entregar alguns documentos referentes à TCA. Porém, a milionária mostra que Heleninha acabou de ir ao local descontrolada e dar um tiro nela, que acabou atingindo a parede. Ele, então, pega a arma usada pela filha Roitman usando um guardanapo, para não deixar as digitais, e atira, sem hesitar.


O remake de 'Vale Tudo'

Remake do sucesso de 1988, "Vale Tudo" foi escrita por Manuela Dias e teve direção artística de Paulo Silvestrini. Ao longo de 173 capítulos a novela de horário nobre dividiu opiniões, mas movimentou todo o Brasil com a sua trama. Com inúmeras mudanças em relação ao original, o remake atualizou situações que colocaram em cheque a ética, a moral e o interesse das pessoas em sociedade.

Protagonizado por Raquel e Maria de Fátima, a novela ganhou uma terceira protagonista que foi a própria vilã Odete Roitmain, símbolo da burguesia brasileira, rica, arrogante e impiedosa

Fonte; Correio24horas 

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Manuela Dias destruiu a essência de Vale Tudo

 Autora baiana perdeu o fio da meada na condução da novela que se supunha remake do clássico de Gilberto Braga                                   

A maravilhosa Débora Bloch salvou a novela de um naufrágio completo Crédito: divulgação

Longe de ser a unanimidade que marcou a primeira versão, escrita por Gilberto Braga em 1988, o remake de Vale Tudo chegou à última semana de exibição com constatações inegáveis. Primeiro: a autora Manoela Dias se perdeu completamente na história, modificando o texto original e deixando furos inacreditáveis para alguém que já havia demonstrando tanto talento na teledramaturgia. Segundo: a Odete Roitman da maravilhosa Débora Bloch foi a única coisa que ‘salvou’ a novela de um naufrágio completo. Mais do que saber quem matou Odete Roitman, a pergunta mais pertinente seria “por que Manuela Dias matou Vale Tudo?”.

Há ainda uma terceira observação urgente. A autora baiana errou feio com Raquel, relegando ao espaço de mera coadjuvante a grande heroína da trama, que deveria contrapor com sua retidão de caráter as falcatruas de Odete, Maria de Fátima e Marco Aurélio. Taís Araújo reclamou, chamando atenção para o racismo estrutural que Manuela demonstrou ter com a personagem, e parece que a coisa só piorou. Raquel, interpretada na versão original por Regina Duarte, se transformou numa pessoa chata, dona de um pensamento raso e quase sem direito à felicidade ou ascensão social.

Questionada pela imprensa se havia ouvido as críticas de sua protagonista, Dias resumiu o descontentamento da atriz de uma forma irônica: “Novela é colaboração, né? É isso...” Colaboração essa que parece não ter existido na prática.

Vale Tudo

Repaginada, Raquel vai recorrer a Bartolomeu para se preparar para entrevista; Heleninha ficará possessa por Reprodução

Renato cede à pressão e começa a lavar dinheiro com Marco Aurélio para salvar a Tomorrow por Reprodução

Afonso decide retornar ao Brasil por Reprodução

Outro incômodo constante ao longo de Vale Tudo foi a quantidade de merchandising distribuída ao longo dos capítulos. Tanto que a Globo chegou a festejar a novela das 21h com maior faturamento na história da emissora. Foram cerca de R$ 200 milhões em arrecadação, com alcance de mais de 141 milhões de pessoas nas redes sociais.

Em pouco menos de 160 capítulos, a novela teve 87 ativações de conteúdo envolvendo 23 marcas, incluindo o patrocínio do Itaú, além de Vivo, BYD, Coca-Cola, Ambev, Uber, Dove, Omo, Comfort, Amazon, Paramount, Johnson Baby, Electrolux, Ram, Boticário, L’Oréal, Hapvida, Globoads, Chilli Beans, Cimed, Abbott, Copagaz, Tintas Coral e iFood. Uma ação de merchandising a cada dois capítulos exibidos.

Fonte; Correio24horas 

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Radialista de Macajuba acertou em seu programa, final da novela vale tudo e filha de ex-Vereador ganha almoço em sorteio realizado em grupo do Blog

    

Odete Roitman não morre após tiro de Marco Aurélio em 'Vale Tudo'
Imagem: Reprodução/Globoplay


O maior mistério da TV brasileira chegou ao fim nesta sexta-feira (17), e os fãs da novela das 9 foram à loucura nas redes sociais. Odete Roitman (Debora Bloch) não morreu e, durante a exibição do último capítulo de Vale Tudo, o nome da novela e o dos principais personagens figuraram entre os assuntos mais comentados do X (antigo Twitter). Vem ver!

Em Macajuba o assunto não foi diferente e ganhou até polêmica no cenário político, o Deixa Comigo Macajuba realizou uma enquete em seu grupo de WhatsAPP e 3 pessoas disseram, que Odete Roitman (Debora Bloch) não morreu, entre eles Allison Santana, que havia cantado a pedra em seu programa matinal o Despertar do Sertão, que vai ao ar de segunda a sexta-feira pela Capivari FM 87,9.

Programa exibido em 10 de outubro de 2025

Entre as 3 pessoas, que acertaram na enquete do Blog, Livia Macedo, a primeira a chutar a opção no grupo levou a melhor sendo contemplada no sorteio a ganhar um almoço ao lado do comunicador Cristiano Silva.

Deixa Comigo Macajuba 14 anos O Blog do Povo Macajubense.




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sexta-feira, 17 de outubro de 2025

Vereadores enaltece a imparcialidade do Deixa Comigo Macajuba na cobertura da polêmica do lixão

              




Na manhã de terça-feira (14) a reportagem do Deixa Comigo Macajuba esteve no lixão, após uma repercussão na sessão da Câmara, que se estendeu para uma repercussão nas redes sociais, o jornalista Cristiano Silva esteve acompanhado do Secretário de Obras Sandro Santana, do Presidente da Câmara Célio Pai Vei e os demais Vereadores do PSD, Sandrinho, Paulo de Didico e Vanessa da saúde.

O assunto ganhou repercussão durante toda semana e voltou a ser pauta na sessão da Câmara desta quinta-feira (16), O Vereador Allison Santana (MDB) falou que já tratou desse assunto em outras oportunidades.

A Vereadora Fabrizia (PT) e Celio Pai Vei(PSD) voltaram a debater sobre o assunto, ambos enalteceram a imparcialidade e credibilidade do Deixa Comigo Macajuba sob o comando do jornalista Cristiano Silva.





No comando da Presidência no finalzinho da sessão, Sandrinho (PSD) também enalteceu a credibilidade do Blog do Povo Macajubense.



Deixa Comigo Macajuba 14 anos O Blog do Povo Macajubense.







 

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Reposição da testosterona em homens: entenda os riscos do uso abusivo

                                 



Queda de testosterona após os 40 anos afeta até 20% dos homens, apontam estudos. Sintomas do Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM) podem ser confundidos com depressão.


Reposição da testosterona em homens: entenda os riscos do uso abusivo — Foto: Adobe Stock

O desequilíbrio hormonal típico da menopausa é muito discutido, mas fala-se pouco sobre a diminuição gradual da testosterona em homens, a partir dos 40 anos. Apesar de os homens continuarem a produzir espermatozoides até cerca de 90 anos de idade, eles perdem, em média, cerca de 1,2% de testosterona a cada ano, a partir dos 40 anos. Por isso, na faixa dos 60, os homens costumam ter cerca de 25% a menos de testosterona do que tinham antes dos 40 anos.

Esse declínio é chamado de DAEM (Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino), que leva a sintomas como cansaço, fadiga, dificuldade de ereção, irritabilidade e sudorese. A Sociedade Brasileira de Urologia não usa o termo andropausa porque esse desconforto é muito mais gradual do que o que ocorre com a mulher na menopausa.

O g1 conversou com urologistas para entender como lidar com esses sintomas, quando e como a reposição de testosterona pode ser usada. O Bem-Estar #321 também falou da reposição de testosterona em homens e os riscos no tratamento para a saúde masculina no podcast desta semana.

O coordenador do Departamento de Andrologia, Reprodução e Sexualidade da Sociedade Brasileira de Urologia, Fernando Facio, destaca que os homens ainda procuram muito menos o médico do que as mulheres e que, quando o fazem, muitas vezes as consultas são agendadas por mulheres da família.

Além disso, muitas vezes eles não abordam o tema da queixa da função sexual, quando vão sozinhos à consulta. Por isso, muitos não sabem o que são os sintomas do DAEM, que podem ser confundidos até com os da depressão.

Reposição da testosterona: os riscos do uso abusivo

Somente a partir de 2005, o Brasil começou a entender que o homem com deficiência de testosterona melhora quando se trata, dentro dos critérios que a urologia compreende serem corretos, segundo Facio. Mas os urologistas só prescrevem a testosterona se o paciente tiver queixas de função sexual, como perda de libido e dificuldade de ereção, e nível de testosterona fora da faixa da normalidade.

Esses pacientes que não têm a quantidade mínima de testosterona e sintomas do DAEM são chamados de hipogonádicos.

Mas em homens com deficiência de testosterona que têm entre 45 e 50 anos de idade e ainda pretendem ter filhos, é preferível usar uma medicação chamada citrato de clomifeno, que estimula o testículo a produzir a testosterona a partir da gordura queimada. Dessa forma, o paciente melhora os níveis de testosterona sem alterar a chance de ser fértil.

O testículo é uma glândula que, quando entende que está entrando testosterona exógena (que não foi produzida pelo corpo), para de trabalhar.

“As pessoas acham que a testosterona resolve tudo, mas nós só a prescrevemos se tiver nível baixo - fora da faixa de normalidade. A atividade física e a alimentação adequadas podem retardar os sintomas do DAEM, mas ele é inevitável”, destaca Facio.

Pacientes com glóbulos vermelhos aumentados também devem evitar a reposição com testosterona.

Os riscos do uso abusivo da testosterona

As contraindicações para o uso sem necessidade e do uso abusivo da testosterona são:

•Hipertrofia da musculatura cardíaca

•Alteração hepática

•Acne

•Queda de cabelo

Infertilidade na faixa entre 40 e 55 anos de idade
Piora do câncer de próstata ou de mama em pacientes com a doença

“A testosterona não dá câncer de próstata. Mas em pacientes com câncer de próstata eu não posso dar testosterona”, explica Facio.

Como é feita a reposição de testosterona
A reposição de testosterona pode ser feita por meio de:

•utilização de gel de testosterona, em que o paciente aplica o gel todos os dias

•ou de forma injetável: as injeções disponíveis no Brasil são aplicadas geralmente de forma intramuscular, a cada 15 dias, em média, ou intramuscular, a cada três meses, em média.

Cerca de 20% dos homens após os 40 anos terão queda da testosterona, apontam estudos

Alguns estudos demonstram que cerca de 20% dos homens após os 40 anos terão uma queda da testosterona. Mas estudos clássicos demonstram que a queda da testosterona junto com os sintomas do hipogonadismo está presente em uma parcela de 6 a 12% dos homens entre 40 e 69 anos.

Um grande estudo europeu demonstra que cerca de 2% dos homens apresentam hipogonadismo – baixa de testosterona e sintomas do DAEM - entre 40 e 79 anos. Esse mesmo estudo mostrou que apenas a baixa dos níveis hormonais, sem os sintomas do DAEM, é encontrada em cerca de 23% dos homens após os 40 anos de idade.

Homem se trata e mulher faz prevenção’, diz médico

De acordo com dados do IBGE de 2023, a expectativa de vida ao nascer para as mulheres no Brasil é de 79,7 anos. Já entre os homens esse índice é de 73,1 anos.

“A gente viu que as mulheres vivem mais. Os homens morrem de cinco a seis anos antes das mulheres. E qual seria o fator que preserva essas mulheres e não preserva os homens? O homem só vai se tratar e a mulher faz prevenção. E uma das coisas que faz com que a mulher viva mais é ela melhorar seus níveis hormonais”, explica o médico.

“Muitos homens apresentam sintomas de baixa de testosterona, mas com o tempo eles vão se adaptando a esses sintomas e acabam não buscando ajuda”, acrescenta Tiago Mierzwa, membro do Departamento de Andrologia, Reprodução e Sexualidade da Sociedade Brasileira de Urologia.

Fonte: G1 Globo 




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Açaí Nova Cruz

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