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segunda-feira, 20 de julho de 2020

Dez mil botijões de gás serão doados a comunidades carentes.





A Petrobras e a sua subsidiária Liquigás doarão 10 mil cargas para botijões de gás de cozinha (GLP) de 13 kg para comunidades em situação vulnerável que foram atingidas pela pandemia do novo coronavírus (covid-19). As doações serão feitas a comunidades de todo o país.

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A entrega dos botijões será feita em parceria com a rede de revendas da Liquigás. De acordo com o diretor de Relacionamento Institucional da Petrobras, Roberto Ardenghy, o objetivo é ajudar famílias que estão enfrentando dificuldades durante a pandemia.

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A companhia informou ainda que já destinou mais de R$ 30 milhões em doações para contribuir com o enfrentamento da covid-19. Além do gás de botijão, a empresa está doando combustível para ambulâncias, veículos de transportes de médicos e geradores de hospitais públicos e filantrópicos. A previsão é doar até 3 milhões de litros de combustível.


Fonte: Agência Brasil

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Proprietário de sitio que foi descriminado pela prefeitura de Macajuba usou trator particular para manutenção de estrada



No dia 01 de junho de 2020, o Deixa Comigo Macajuba mostrou um questionamento do macajubense conhecido como Secão.

relatado sobre as maquinas da prefeitura de Macajuba, segundo ele, todas as estradas das propriedades da região do Limoeiro próximo a Macajuba passou a máquina, só não o sitio sabiá, que é de sua propriedade.

No grupo do nosso Blog de WhatsApp ele escreveu “Aí pessoal as máquinas da prefeitura passaram nas estradas na que vai pra minha roça fez uma quebra mola porque será não passou?”


Procurada pelo nosso Blog, a assessoria da prefeitura de Macajuba informou, que a máquina irá volta a região para concluir os serviços e que não existe nenhum tipo de retaliação ao cidadão.



Até agora mais de um mês nem uma satisfação foi dada ao cidadão, o que chama atenção é que o secretário de transporte Leon de Berailton, acompanhava a máquina, segundo secão divulgou.

Nossa reportagem teve acesso a um vídeo, que mostra que todas as estradas da região foram atendidas, menos a que da acesso ao sitio de Secão.

Por que a máquina deixou apenas uma estrada sem fazer?

Será que esqueceu?

Seria perseguição?

A máquina é do povo ou tem dono?

Por que o prefeito Murilo se calou?

o assunto repercutiu, mas mesmo assim a atual gestão não voltou atrás para passar as maquinas na estrada que vai para o sitio e os proprietários, usaram um trator particular para realizar o serviço de manutenção.

Confira o vídeo:







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Casal é preso após ser flagrado com crack escondido dentro de tanque de combustível de carro na BR-242, altura de Ruy Barbosa.


O casal foi abordado na BR 242, próximo de Ruy Barbosa e durante a entrevista, os policiais perceberam um certo nervosismo e informações desencontradas por parte dos ocupantes do Sandero.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu na tarde deste domingo (19), aproximadamente 7 kg de Crack, embaladas em tabletes, que estavam escondidos no tanque de combustível de um veículo Renault/Sandero. Um casal foi preso.

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O flagrante ocorreu durante fiscalização da PRF no KM 249 da BR 242, em Ruy Barbosa (BA), distante 230 quilômetros da capital baiana.

Inicialmente foi dada ordem de parada ao veículo, com placas de Brasília (DF). Durante a entrevista aos ocupantes, os policiais perceberam um certo nervosismo e notaram que eles apresentaram um desconforto com a presença da polícia, bem como respostas desencontradas. Eles entraram em contradições em relação aos motivos e destino da viagem.

Os policiais resolveram aprofundar a fiscalização no automóvel. Dentro do tanque de combustível os PRFs encontraram, submerso no álcool, 7 (sete) sacos contendo 6,855 (seis quilos, oitocentos e cinquenta e cinco gramas) da droga.

Ao ser questionado, o motorista disse que o carregamento da droga ocorreu em Ribeirão Preto (SP) e que o destino da droga seria a cidade pernambucana de Petrolina, onde cada um receberia 2.750 reais pelo serviço.

V
Diante dos fatos, a ocorrência foi apresentada na Delegacia de Polícia Civil em Itaberaba (BA) e o casal foi apresentado apresentado à autoridade policial de plantão que lavrou o auto de prisão em flagrante, conforme o crime tipificado no art. 33 da Lei 11.343/2006.

Texto: PRF

Fonte: Ruy Barbosa Notícias

Veja o vídeo;https://www.youtube.com/watch?v=Dl53rulP4-I&feature=youtu.be


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Vacina de Oxford para Covid-19 é segura e induz resposta imune, indicam resultados preliminares.


Vacina teve o efeito esperado pelos pesquisadores nos primeiros estágios. Terceira fase dos testes está ocorrendo no Brasil. É provável que seja necessário tomar uma segunda dose da vacina.

Cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, anunciaram nesta segunda-feira (20) que, de acordo com resultados preliminares, a vacina da universidade para a Covid-19 é segura e induziu resposta imune no corpo dos voluntários. Os resultados, que já eram esperados pelos pesquisadores, se referem às duas primeiras fases de testes da imunização. A terceira fase está ocorrendo no Brasil, entre outros países.


O efeito deve ser reforçado após uma segunda dose da vacina, segundo os cientistas.

Continue lendo apos a publicidade: Entenda a novidade anunciada:
·         a vacina de Oxford é a mais adiantada, das que estão em pesquisa, segundo a OMS. Ela está sendo testada também no Brasil

·         testes iniciais, das fases 1 e 2, realizadas na Inglaterra, agora apontam que ela é segura e induz o corpo a reagir contra a Covid-19; o resultado é o esperado

·         o resultado não permite ainda concluir se de fato uma pessoa exposta ao Sars-Cov-2 fica imune com a vacina

·         a fase 3, final, ainda está em andamento e ela é que irá determinar se há eficácia num grande número de pessoas

·         De acordo com a Unifesp, o imunizante, se tudo der certo, poderá ter o registro liberado em junho de 2021

·         nesta segunda também saiu o resultado preliminar de testes de uma vacina desenvolvida pela China e a chegada de uma carga de outra vacina chinesa a SP

As fases 1 e 2 dos testes, que foram conduzidas simultaneamente no Reino Unido, tiveram 1.077 voluntários. Os ensaios mostraram que a vacina foi capaz de induzir a resposta imune tanto por anticorpos como por células T até 56 dias depois da administração da dose.

"Exatamente o tipo de resposta imune que esperávamos", declarou Andrew Pollard, professor de pediatria na Universidade de Oxford.

As fases 1 e 2 dos testes, que foram conduzidas simultaneamente no Reino Unido, tiveram 1.077 voluntários. Os ensaios mostraram que a vacina foi capaz de induzir a resposta imune tanto por anticorpos como por células T até 56 dias depois da administração da dose.

"Exatamente o tipo de resposta imune que esperávamos", declarou Andrew Pollard, professor de pediatria na Universidade de Oxford.

A resposta imune foi medida em laboratório. São necessários mais testes para confirmar se a vacina protege efetivamente a população contra infecções pelo novo coronavírus, explicou Pollard.

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Os cientistas ainda não sabem, exatamente, o quanto de resposta imune é necessária para combater a doença, lembrou o cientista.


Foi vista uma resposta por células T (células do sistema imune capazes de identificar e destruir outras células infectadas) 14 dias após a dose. Já os anticorpos, capazes de destruir o próprio vírus, foram identificados 28 dias após a administração da vacina.

Anticorpos neutralizantes podem se conectar ao vírus assim que eles entram no corpo e impedir que infectem as células. As células T não reconhecem o vírus "sozinho", mas sim células infectadas com ele e destroem as células. "Os dois sistemas funcionam de forma complementar para combater a infecção", explicou a cientista Sarah Gilbert, de Oxford.

A vacinologista Sarah Gilbert, também de Oxford, explicou que a eficácia da vacina ainda não foi testada em idosos.

Foram divulgadas ainda algumas reações causadas pela vacina. As principais são braço machucado, algum inchaço ao redor da injeção, febre, dores musculares, que são esperadas para vacinas virais. Não houve efeito adverso sério ligado à vacina. "Precisamos de uma amostra maior para determinar completamente a segurança", explicou Andrew Pollard, sobre a necessidade dos estudos em fase 3.


“A nova vacina usa um vírus do resfriado comum (adenovírus) que infecta chimpanzés, que foi enfraquecido para não causar nenhuma doença em humanos e é geneticamente modificado para codificar a proteína spike (S) do Sars-CoV-2 (aquela que o coronavírus usa para invadir as células humanas). Isso significa que, quando o adenovírus entra nas células das pessoas vacinadas, ele também fornece o código genético da proteína S. Isso faz com que as células dessas pessoas produzam a proteína S, e ajuda a ensinar o sistema imunológico a reconhecer o vírus Sars-CoV-2", explicou Pollard.


Pesquisa adiantada

A vacina pode estar disponível para alguns grupos de risco no Reino Unido até o fim do ano, mas provavelmente não estará para todos, afirmou Sandy Douglas, de Oxford.

De acordo com Soraia Smaili, reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o imunizante, se tudo der certo, poderá ter o registro liberado em junho de 2021,

Ao todo, 50 mil pessoas participam dos testes em todo o mundo, 10% delas no Brasil: 2 mil em São Paulo, 2 mil na Bahia e outras 1 mil no Rio de Janeiro. O Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Unifesp coordena a aplicação da vacina em São Paulo, que começou em junho com voluntários da área da saúde.

"Com a quantidade de pessoas que estão recebendo a vacina no mundo, é possível que tenhamos resultados promissores no início do ano que vem e o registro em junho", afirma Soraia Smaili, reitora da Unifesp.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou a vacina de Oxford como a mais adiantada no mundo e, também, a mais avançada em termos de desenvolvimento. Um dos centros que testa essa vacina é coordenado por uma brasileira, a cientista Daniela Ferreira, doutora pelo Instituto Butantan.

Roberto Medronho infectologista da UFRJ, em entrevista à Globonews, afirmou que o resultado divulgado nesta segunda era esperado, mas agora foi oficializado.

O acordo com o Brasil permitirá que o país adapte a fábrica de Biomanguinhos para produzir a vacina e disponibilizá-la depois da fase três dos ensaios clínicos.

"O acordo da Fundação Oswaldo Cruz é benéfico para nós. Envolve não apenas os pacientes recrutados para o teste, mas a transferência [de tecnologia]. Há um acordo para reconfigurar a planta da Biomanguinhos para que depois da fase três ela possa ser produzida", comentou.
A ideia de incluir a população brasileira se dá, também, para testar a eficácia da vacina em um grupo etnicamente mais diverso.

A vacina pode ter resultados de diferentes eficácias, de acordo com cada população. Daí a importância de testar em vários países, afirmou Medronho.

Mais de 160 vacinas contra Covid em testes

De acordo com a OMS, há 163 vacinas sendo testadas contra o coronavírus, sendo que 23 delas estão na fase clínica, que é o teste em humanos. Os números são do balanço da organização com dados até 14 de julho.

O vacinologista de Oxford Adrian Hill explicou que é difícil comparar a efetividade das várias vacinas que estão sendo testadas, porque os parâmetros não são os mesmos. "Gostaríamos de testar as outras vacinas no nosso laboratório", disse Hill.

As etapas de produção de uma vacina envolvem 3 fases:

Fase 1: avaliação preliminar com poucos voluntários adultos monitorados de perto;

Fase 2: testes em centenas de participantes que indicam informações sobre doses e horários que serão usados na fase 3. Pacientes são escolhidos de forma randomizada (aleatória) e são bem controlados;

Fase 3: ensaio em larga escala (com milhares de indivíduos) que precisa fornecer uma avaliação definitiva da eficácia/segurança e prever eventos adversos; só então há um registro sanitário
Embora os estudos avancem em todo o planeta, o prazo de 12 a 18 meses para liberação é considerado um recorde. A vacina mais rápida já criada, a da caxumba, levou pelo menos quatro anos para ficar pronta.

Outra hipótese contra a qual todos os pesquisadores lutam é a de que uma vacina efetiva e segura nunca seja encontrada. O vírus do HIV, que causa a Aids, é conhecido há cerca de 30 anos, mas suas constantes mutações nunca permitiram uma vacina.

Jamal Suleiman, infectologista do Instituto Emílio Ribas, explica, em entrevista à Globonews, que a produção de vacinas acontece ao mesmo tempo em que os estudos se desenvolvem pela primeira vez na história.

O risco é de um prejuízo financeiro caso o ensaio clínico mostre que a vacina não é eficaz para proteger contra o Sars-Cov-2.

Os efeitos da vacina nunca vão deixar de ser observados, mesmo depois de um eventual uso em massa, explica Suleiman.

Os outros estudos que acontecem agora também não são desperdiçados, ele afirmou.

"É importante termos vários modelos de vacinas. Um produto pode ser melhor para vários tipos de situação se atingir o maior número possível de pessoas, mas uma vacina não esgota o repertório. Provavelmente, alguns grupos populacionais não serão beneficiados por esse produto, mas, talvez, por outro", disse ele.


FONTE: G1 .COM



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Açaí Nova Cruz

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