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terça-feira, 8 de setembro de 2020 . 21:01
Confira o boletim da Covid-19, dois dias após o prefeito de Macajuba e outros políticos realizarem aglomeração
Macajubense faz texto excelente sobre aglomeração realizada por políticos no domingo (06)
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O Macajubense, Delton Oliveira, que é bancário fez um texto bastante coerente sobre os últimos acontecimentos envolvendo políticos de Macajuba e a aglomeração realizada no domingo, 06 de setembro no distrito de Nova Cruz, o assunto repercutiu e já foi parar nas mãos do delegado Almir Goês é está sendo a matéria mais lida da semana no Deixa Comigo Macajuba, que trouxe com exclusividade a denúncia a público.
Delton, que desistiu da candidatura nas eleições 2020, expressou sua opinião citando a matéria do blog e deixou claro que não foi nada pessoal e muito menos desrespeitador.
Veja o texto:
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“Nesses últimos dias, houve um questionamento por parte dos vereadores de oposição com relação à interminável suspensão das sessões ordinárias na Câmara Municipal. Para ser bastante sincero, desde que mantidas as medidas de prevenção e respeito, pessoalmente não tenho nada contra a nenhum dos movimentos realizados neste domingo em Nova Cruz. Até porque, já existe um decreto do governo estadual permitindo que eventos com até 100 pessoas, podem voltar a acontecer na Bahia. Para efeito de conhecimento, é importante ressaltar que é necessária uma autorização prévia do poder público da cidade para respaldar a realização de tais eventos.
Segundo uma matéria do blog DCM, a presidência da Câmara alega que as sessões continuam suspensas por seguir "...orientações da Organização Mundial de Saúde e das Autoridades de Saúde para conter a propagação do coronavírus". O que não se encaixa nessa narrativa, é vereadores não poderem realizar sessões em um ambiente em que medidas preventivas como distanciamento, uso de máscaras e o uso do álcool, seriam facilmente aplicadas, caso assim desejassem. No entanto, esses mesmos vereadores, participam de aglomerações em que essas medidas preventivas se tornam muito mais frágeis e ao mesmo tempo vulneráveis.
Contrassenso? Ilogismo? Despropósito?
É bom esclarecer que o questionamento não é nada pessoal, muito menos desrespeitador. Mas esperamos, enquanto cidadãos e pagadores de impostos, através dos quais financiamos toda essa estrutura de governo, uma explicação minimamente razoável por parte dessa Casa Legislativa, que afronte menos tanto a nossa decência, quanto a nossa inteligência.”
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"Em janeiro, a gente começa a vacinar todo mundo", diz ministro Pazuello
O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello que vacinação no País terá início em janeiro. Em reunião ministerial, o ministro disse que as primeiras doses devem chegar a partir do início do próximo ano e que o plano é já imunizar "todo mundo".
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Em reunião ministerial no Palácio do Planalto, Pazuello respondeu a pergunta da youtuber mirim Esther Castilho, escalada pelo presidente Jair Bolsonaro para questionar seus auxiliares, em tom de descontração, durante parte do encontro.
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"Vai ter vacina para todo mundo e remédio ou não vai?", questionou a menina, repetindo pergunta ditada pelo presidente. "Esse é o plano. A gente está fazendo os contatos com quem fabrica a vacina e a previsão é que chegue para a gente em janeiro. Janeiro a gente comece a vacinar todo mundo", respondeu Pazuello.
A pasta prevê que, inicialmente, chegarão ao país 100,4 milhões de doses da vacina, produzida em parceria com a Fiocruz. A estimativa é de que a segunda dose seja disponibilizada no segundo semestre do próximo ano.
Ainda na reunião no Planalto, a garantia de uma vacina em janeiro também foi citada por Marcelo Álvaro Antônio, chefe da pasta do Turismo. "A expectativa é que o próximo verão, com a vacina, seja o maior volume de turismo da história do turismo doméstico", declarou. Segundo ele, o setor "vai voltar forte".
Na última semana, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, afirmou que "dentro dos dados da epidemiologia, não há previsão de vacinar 100% da população. Isso não é o normal, mas sim os grupos de risco", disse.
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Eleitores com deficiência visual ouvirão nome do candidato na urna
Os eleitores brasileiros com deficiência visual poderão ouvir o nome do candidato após digitar o número correspondente na urna eletrônica pela primeira vez nas eleições de 2020.
O recurso inaugurado nestas eleições é de sintetização de voz, tecnologia que transforma o texto em som, simulando como se, no lugar da máquina, houvesse uma pessoa lendo o conteúdo disposto na tela.
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Até as eleições de 2018, a urna emitia mensagens pré-gravadas, indicando ao eleitor com deficiência visual o número digitado, o cargo para o qual votou e instruções sobre as teclas da urna.
Segundo Rodrigo Coimbra, chefe da Seção de Voto Informatizado da Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não houve nenhum custo para o órgão com a nova tecnologia. “A novidade traz uma confiança muito maior para o eleitor, naturalmente, sobre o voto que ele está depositando na urna”, diz.
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Para utilizar esta nova tecnologia, o eleitor precisará informar o mesário a respeito de sua deficiência visual, e assim o mesário poderá habilitar o recurso e entregar os fones de ouvido, que garantem o sigilo do voto.
Fonte: Portal R7
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